Sniper Americano
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4,4
3479 notas

411 Críticas do usuário

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Gustavo L
Gustavo L

8 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2015
Um bom filme sobre a guerra (Iraque) e também sobre os traumas e consequências da guerra. Uma bela atuação de Bradley Cooper. Recomendo assistir.
Thiago C.
Thiago C.

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2015
Muito bom mesmo. Cooper está bem no papel. Final surpreendente
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de janeiro de 2015
Mais um grande filme de Clint Eastewood. Um drama de guerra, tirado da vida real de Cris Kyle, considerado herói nos EEUU. Um soldado que não se expõe a morte e se esconde para matar o inimigo, pode ser considerado herói? Bem feito e bem dirigido. Embora já seja mais uma propaganda política americana, mostra um pouco o desalento do americano comum em relação às constantes guerras e sucessivos enterros de seus patrícios. Bradley Cooper está muito bem em um papel complexo. Seu personagem, Cris Kyle, vive uma vida dividida entre a família e o campo de batalha. Seu serviço é matar os soldados inimigos sem que seja notado. Os snipers são atiradores de elite, cuja missão é se esconder e de muito longe, atingir os alvos inimigos. Após cumprir missão e retornar a sua vida na America ele morre de forma não explicada, uma falha no enredo. Na imprensa foi dito que morreu baleado, em um clube de tiro ao alvo, juntamente como outro homem, sem muitos detalhes. O filme é bom e vale a pena assistir.
João Baron
João Baron

29 seguidores 54 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de janeiro de 2015
'Sniper Americano' te leva para um universo cheio de incertezas, a Guerra do Iraque. O mais novo filme do renomado diretor Clint Eastwood é um dos melhores que já assisti com essa temática. Em mais uma história sobre patriotismo americano, o longa narra a história do franco-atirador mais letal da história estado-unidense, Chris Kyle (Bradley Cooper), que tem em suas costas mais de 150 mortes. O roteiro flui bem durante a película, o interessante conflito interno do protagonista entre salvar seus companheiros e ter que matar alguns "civis" e crianças questiona e intriga o espectador. As cenas onde o personagem-título está em ação, tanto como sniper quanto como soldado em batalha (sim, ele não fica apenas deitado com seu rifle) são de bater palmas de pé. A trama que ainda conta com divergências familiares é bem desenvolvida. A fotografia quase não apresenta falhas, assim como a trilha sonora e o ritmo do filme. Tudo muito bem feito e bem correto. Clint mostra os dois lados do herói norte-americano, o atirador implacável que é no Iraque e o pai de família que muitas vezes não consegue conciliar seu trabalho (e os traumas que ele causa) com a preciosa família. Bradley dá mais um show de interpretação, justificando sua indicação ao Óscar; os coadjuvantes são discretos, mas não fazem feio. Um filme realmente para Cooper mostrar todo o seu talento. O longa, assim como 'Invencível', narra a biografia de um americano que fez muito por seu país e merece ter essa homenagem transmitidas nos cinemas. É tolo quem pensa que o filme cansa, apesar de sua extensa duração, Clint não perde o "pique" da produção sempre dando algo de interessante por espectador deleitar os olhos. Ação, misturado com muito drama dá uma ótima trama. Tudo perfeito, encaixadinho no lugar que tem que estar. Não sei se merece o Óscar de "Melhor filme", mas com certeza Bradley Cooper vai deixar os membros da Academia com uma pulga atrás da orelha sobre a escolha de "Melhor ator", após verem sua atuação em 'Sniper Americano'.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 480 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de março de 2017
Sniper Americano uma bela adaptação voltada para o protagonista Chris Kyle (Bradley Cooper) um homem muito patriota que tinha um sonho de ser cowboy, sonho esse que viu se distanciar após os atentados contra os EUA em 11 de setembro. Como um atirador de elite das forças especiais da marinha americana ele parte para o iraque junto com sua equipe contra o terrorismo. Conhecido como o atirador mais letal americano e por ter matado mais de 150 pessoas, Chris então conhece Taya (Sienna Miller) com quem se casa e tem dois filhos, Taya é uma mulher que sofre muito com a ausência de Chris e tem que conviver com constantes idas e vindas dele para a guerra e com a ameaça de não ve-lo voltar mais. O filme e baseado na guerra americana contra o terrorismo, com cenas muito bem elaboradas, entre elas a cena em que Chris torçe muito pra que o pequeno garotinho largue o lança missel no chão para que ele não tenha que mata-lo. Clint Eastwood mostra genealidade na adaptação do filme e consegue dirigir muito bem cada cena. Ao final do filme Chris se vê muito perturbado com o fato de ter passado grande parte de sua vida tendo que matar pra sempre proteger alguém, ai que entramos na parte que chama mais atenção do filme que é um grande spoiler e eu não vou revelar. Se vc não liga para o patriotismo americano ou pelo fato de assassinar milhares de pessoas para proteger um pais, assistam Sniper Americano eu recomendo.
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de maio de 2015
Descartando algumas mudanças da realidade e do filme de Chris Kyle, Sniper Americano surpreende não só como um filme de ação, mas a parte dramática é também e muito bem focada. O espectador em certos momentos pode se sentir na pele Chris Kyle. Valeu a pena a mudança e o esforço físico de Bradley Cooper para protagonizar no filme. Apesar do exagero patriota dos americanos, Sniper Americano não chega a ser uma obra-prima, mas cumpre e surpreende.
Tassiana
Tassiana

13 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
Chris Kyle não se arrependeu de nada do que fez enquanto ‘Atirador de Elite’ dos EUA e dizia sentir por não ter podido matar mais gente para salvar outras vidas. Kyle cumpriu à risca a missão dos SEAL’s, que era justamente de proteger seus aliados e matar o inimigo. Seu nacionalismo intenso lhe rendeu críticas, mas também lhe deu o título de herói no Texas. Li o livro buscando entender o que leva um cara a fazer o que ele fez. Confesso que nos últimos capítulos isso ficou muito claro. Sua narrativa explícita da guerra, a complexidade e a tensão relatadas explicam tudo! Isso não significa que concordo, e nem que discordo. Ele nunca se orgulhou de ter matado pessoas, mas sempre teve a tranquilidade em afirmar que atendeu a um chamado de seu país e cumpriu com o objetivo de proteger os americanos, logo, as mortes foram apenas consequência.
“O diabo de Ramadi”, uma de suas alcunhas, morreu de maneira torpe. Inacreditável, afinal depois de quatro missões no Iraque, enfrentando inimigos armados até os dentes em Fallujah e Ramadi, fica difícil conceber uma morte tão estúpida.
Letal, preciso e focado, Chris Kyle foi um atirador excepcional e adorava o que fazia, e deve ser por essa razão que era tão bom. Profissionalmente, não o vejo como um assassino em série, mas como um atirador de elite. Sua precisão absurda lhe rendeu status. Para Kyle as pessoas que combateu eram desprezíveis, ou “selvagens”. Esse é o ponto de vista de Chris Kyle!
O filme é bem produzido e trata os conflitos de maneira branda. É preciso ter uma preferência por filmes de guerra e deixar as críticas ferrenhas de lado, afinal já temos armas demais em cena. A discussão sobre a guerra contra o terrorismo e o excesso de patriotismo abrangem outras instâncias que vão além de Kyle.
O filme é muito bom e o livro melhor ainda! Bradley Cooper, ao comprar os direitos da obra, sabia o que estava fazendo e não decepcionou: tem atuado cada vez melhor e feito excelentes escolhas. E com Clint Eastwood na retaguarda, o resultado não poderia ter sido melhor. Filmaço!
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de março de 2015
A cena de abertura de “Sniper Americano”, filme dirigido por Clint Eastwood, é um dos momentos cinematográficos mais brilhantes do ano, até agora. Naqueles poucos minutos, está construído para a plateia todo o caráter de Chris Kyle (Bradley Cooper, indicado ao Oscar 2015 de Melhor Ator), atirador de elite dos Fuzileiros Navais e que, nos quatro turnos de que participou, durante a Guerra do Iraque, matou mais de 150 pessoas – feito que lhe deu a alcunha de Sniper Mais Letal da História Militar dos Estados Unidos.

Aqui, é importante fazer um adendo. Para um homem comum se transformar num sniper é preciso passar por um treinamento duro e de alto nível. Na maioria das vezes, ele opera sozinho, ao mesmo tempo em que pode trabalhar em par ou em grupo. Sua função primordial é manter contato visual próximo com o inimigo, abatendo-o, se necessário, de distâncias que excedam a capacidade de detecção das tropas inimigas.

Como se trata de um filme sobre o conflito recente que mais mexeu com o brio norte-americano, devido ao fato que o originou (os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001), “Sniper Americano”, com certeza, vai irritar aquelas pessoas que não aguentam mais o patriotismo dos norte-americanos, que levam a sério a predisposição a morrer pelo seu país e a brigar pela liberdade que é um dos pilares nos quais foram fundados os Estados Unidos. Dirigido por um notório defensor do partido republicano e uma das figuras que mais representam a coragem e dureza norte-americana, então, imagine a proporção que isso toma.

Porém, querer relegar “Sniper Americano” a isso é injusto. O filme vai além de todas essas noções preconcebidas sobre longas desse tipo. O roteiro escrito por Jason Hall em cima do livro que expõe as memórias de Chris Kyle é um mergulho na vida daqueles que se aventuram pelo militarismo. Kyle é o reflexo perfeito da obediência à hierarquia e à disciplina que pauta a vida do militar, com o acatamento sem contestação das ordens recebidas. Kyle foi para a Guerra do Iraque com uma intenção e a cumpriu até o fim de sua jornada.

Ao mesmo tempo, o filme não se exime de mostrar que passar por uma experiência desse tipo tem a capacidade de mudar profundamente a vida de um ser humano. A inércia, a sensação de não pertencimento, o sentimento de perigo constante, a presença ausente, tudo isso são sintomas do estresse pós-traumático pelo qual passam aqueles que se propõem a viver algo que só pode ser descrito por quem já passou por isso. Chris Kyle se tornou um sniper para poder salvar seus compatriotas. E o destino dele, por mais inacreditável que seja para quem passou pelo que ele vivenciou, foi o resultado dessa escolha dele – uma escolha que foi para toda a vida.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de julho de 2020
Quero falar deste filme de Clint Eastwood sem comentar do politicamente incorreto do " nós contra eles". Quero falar do magnetismo das cenas e do quanto ele prende; do talento de Clint em criar cenas realmente angustiantes e momentos agonizantes; da dificuldade de editar episodios da vida real e onde o filme ressalta a volta dos soldados apos os conflitos . Se a pelicula peca pela patriotada, nos entrega entretenimento de primeira, cenas adrenaliticas e uma atuação segura de Cooper- que tambem produz o filme. Gostei muito ! Como sempre ... Clint acerta mais uma vez!
Artur V.
Artur V.

32 seguidores 166 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de outubro de 2025
Excelente. Mas acredito, ainda, que a opinião geral é elevada por conta da repercussão de uma boa crítica. Afinal, o filme tem seus defeitos, alguns destacáveis.
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