Sniper Americano
Média
4,4
3479 notas

411 Críticas do usuário

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B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de maio de 2015
Realmente é um bom filme, com destaque na forte atuação do Bradley Cooper.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de março de 2019
Bom filme só tem o defeito de alguns filmes de guerra, que mostram os americanos como santos nas guerras, o Clint Eastwood costuma fazer isso nos seus filmes, é forçado demais, 3.5 é uma boa biografia do soldado americano retratado no filme
Ludgero B
Ludgero B

13 seguidores 102 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de novembro de 2024
filme bom ,mas chato ao mesmo tempo Dirigido por CLINTEASTWOOOD, teve 5 indicações ao OSCAR DE 2015
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.621 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de julho de 2016
O filme é biografico,exala paixão pela nação e uma coragem imensa desse cara ir lá e dá a cara pra bater, spoiler: pra no final acontecer aquela maldade,lamentavel.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de março de 2015
Um filme com ótima atuação de Bradley Cooper e muito bem dirigido por Clint Eastwood, porém com o defeito de ser extremamente ufanista enaltecendo o Estados Unidos com um herói que se torna uma LENDA ao matar tanta gente, ou como é dito no filme, ele DECIDE se vai matar ou não. Não é um GRANDE FILME, mas vale a pena verificar. Esperava mais.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2015
Um heroi de guerra ou um assassino frio? Difícil dizer qual a melhor forma de descrever Chris Kyle (Bradley Cooper), o protagonista deste polêmico filme de Clint Eastwood. Na verdade vi 6 dos 8 filmes indicados a melhor filme no Oscar por enquanto, e este sem dúvida é o mais controverso. Mas ainda assim é algo meio velado, sem grandes intenções de levar o público a pensar profundamente sobre os horrores mostrados em cena. O filme lança na tela vários questionamentos sobre a guerra, mas não desenvolve a contento nenhuma delas. Como todos sabem (ou pelo menos deveriam saber), numa guerra não há o que poderia se dizer exatamente de lado vencedor e perdedor. Guerras sempre me parecem desnecessárias, e os verdadeiros idealizadores quase nunca estão na linha de frente. Mas o filme não é sobre isso. Sniper Americano narra a história real do mais eficaz atirador do exército americano. A princípio um homem humilde, que tinha sonho em ser caubói na sua terra natal (Texas), mas ele sente que lhe falta algo. Um exímio sniper desde muito jovem, ele decide lutar na guerra contra o terror após árduo treinamento, motivado pela tragédia de 11 de setembro de 2001. Daí em diante, o cara passa a focar mais em sua empreitada militar do que em sua família composta por mulher e dois filhos. Aqui percebe-se gradativamente (mais uma vez caindo nos clichês do gênero, mas que se faz inevitável) a mudança que a guerra causa no psicológico de seus combatentes, em especial Chris spoiler: , que não poupa nenhuma ameaça (não quero contar nenhum spoiler, mas...).
O roteiro tem uma narrativa meio arrastada, e aparentemente tenta ser imparcial (apesar de não o conseguir). A questão do “olho por olho” tem uma forte influência aqui. Não se trata apenas de patriotismo barato, o que mais move os americanos é o sentimento de vingança pela morte de companheiros de combate. Eastwood não nos brinda com um dos seus melhores filmes, e nem me parece muito inspirado. Sua direção é firme, sem firulas, e diria até mesmo enfadonha. E assim também me pareceu a atuação supervalorizada de Bradley Cooper. O cara virou um brucutu para seguir os passos do atirador original, mas sua atuação me pareceu apenas linear, nada que justifique a indicação a tantos prêmios. Tudo bem que ele consegue demonstrar a frieza domando a candura inicial, e o cara até tem certo carisma, mas não me pareceu nada excepcional (assim como a ótima Jessica Chastain que também foi supervalorizada no mediano A Hora Mais Escura). Acho que nem seria uma zebra se ele ganhasse o Oscar. Seria uma verdadeira festa numa savana africana destes belos e simpaticíssimos animais. O filme tem cenas muito interessantes, que causam angústia, arregalam os olhos do espectador e que até mesmo chocam pelo realismo. Mas elas são intercaladas com cenas de pura mesmice e que geram alguns bocejos de tédio. E o final é muito mal esclarecido. É fácil de entender, mas o desfecho é jogado na tela de forma bastante abrupta e sem maiores explicações. Enfim, é um filme que peca pela irregularidade, embora seja na maior parte do tempo interessante. Sniper Americano só não acrescenta muita coisa. Um filme bem realizado tecnicamente, que não conta nenhuma novidade e nem mesmo exala algum frescor, apostando somente no realismo, já que se trata de uma história real. No fim das contas, é uma obra que será facilmente esquecida.
Lucas S.
Lucas S.

293 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de maio de 2015
Filme muito prazeroso de se assistir, um americano sendo herói numa guerra, e tendo conflitos internos. Ainda mais por se basear num caso real e recente, se torna ainda melhor. Eis um filme para ser indicado e ser apreciado.
Atuações ótimas.
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de março de 2015
O grande herói interior

Foram tantos filmes bons indicados ao Oscar 2015 que a premiação já passou e eu não consigo parar de falar deles. Numa noite chuvosa, fui ao cinema assistir ao “Sniper Americano” – indicado em seis categorias e vencedor do Oscar de Melhor Edição de Som –, com algumas ressalvas, porque, sinceramente, não gosto de filme de guerra; juro que não entendi quando, em 2010, o filme “Guerra ao Terror” ganhou o Oscar de Melhor Filme. Mas esse “Sniper” era diferente. Logo de cara, ele já tinha um diferencial que me ganhou instantaneamente: a direção é de Clint Eastwood, e qualquer coisa em que esse homem põe a mão é valiosa! Outro ponto positivo: o protagonista é Bradley Cooper. Indicado ao prêmio de Melhor Ator pelo terceiro ano consecutivo, todo mundo dizia que ele estava ótimo em cena. E está mesmo! Outro detalhe que chama a atenção é que a história do filme, que já bateu recordes de bilheteria nos EUA, ainda é recente. Chris Kyle (Cooper) é um atirador de elite das forças especiais da marinha norte-americana. Em dez anos (1999-2009), Chris tornou-se uma lenda, tendo assassinado mais de 160 pessoas durante o tempo em que serviu no Iraque. Como atirador, sua única missão era proteger seus companheiros, o que o afastava cada vez mais de sua mulher Taya (Sienna Miller) e de seus filhos. E é aí que surge o clima “tenso”, o melhor adjetivo para definir o filme.

Tudo bem que a produção carrega tudo aquilo que um longa pós-11 de Setembro pode carregar: completamente patriota, só mostra a visão norte-americana da guerra, trata os iraquianos como insanos e selvagens, endeusa o atirador matador como um grande herói e é quase cego do ponto de vista da política internacional. Mas o foco não é esse. Definitivamente. O diretor cria cenas angustiantes (quem gosta de videogame de guerra vai amar), e não há um espectador que não sofra com o personagem quando ele tem imensa dificuldade na decisão de atirar em alguém ou quando ele volta dos turnos da guerra, reencontra a mulher e os filhos e não consegue se adaptar à vida familiar, tamanho o trauma deixado pelos dias de sangue no Iraque.

Aliás, essa é a questão que mais me martelou durante filme. Não sei se foi pela atuação fantástica de Bradley Cooper (tanto nas cenas de ação quanto nos momentos dramáticos) ou, talvez, porque fiquei me colocando no lugar dele. Como você agiria, sabendo que é uma peça-chave para o seu país numa guerra e tendo que escolher entre ir lutar ou cuidar de sua família? É normal quase pirar, ainda mais depois de tantas mortes. O tempo passa, seus filhos crescem, sua saudosa mulher tem que fazer tudo sozinha, e, quando você volta para eles, ninguém tira a paranoia de que você é essencial no campo de guerra. Isso sem contar a desconfiança de tudo e de todos ao seu redor, no retorno a sua pacata vida normal. Difícil, né? O difícil nisso tudo é sustentar a sua cabeça. Não há nada no mundo mais complicado do que guiar a nossa mente. Complicado é bem diferente de impossível, porque, se não fosse algo possível, não existiriam multiplicidades de caminhos a seguir. E, cá entre nós, é muito mais fácil descer ladeira abaixo do que subir os altos degraus que a vida nos dá. Trazendo para o nosso dia a dia, qual de nós não precisou de uma atenção especial, quase que uma guerra interior, para vencer uma barreira rotineira ou decidir se vai matar ou não aquele leão diário. Você não precisa ir até o Iraque para voltar como um mártir. Te garanto que a força e a coragem que você usaria numa viagem dessas se transformariam facilmente em valentia e ousadia para viver em paz com você e com aqueles que te rodeiam. Hoje e sempre, é só ser o herói de você mesmo!
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2015
Bom filme. Cenas de ação bem trabalhadas, e um drama bem desenvolvido sem ser melodramático.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Assisti poucos filmes de guerra mas posso dizer que este é o melhor que eu já assisti
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