Sniper Americano
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4,4
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411 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 20 de janeiro de 2015
É sempre bom poder acompanhar as histórias que cercam a guerra.Melhor ainda se temos Clint Eastwood na direção da obra.E ainda mais ,tendo Bradley Cooper protagonizando.Eu pensava dessa forma antes de assistir ao filme Sniper Americano.O grande defeito é que volta toda a história do filme para o velho patriotismo americano.Onde as cenas em que Cooper está metido,são exclusivamente reservado para ele mostrar ser algum super patriota.O que fica visível em todo o filme.As poucas cenas de combate são bem repetidas e desinteressantes.Pois Bradley Cooper é um personagem que já vimos em outros filmes de guerra,ou seja,ele é o bonzinho em meio a uma tropa de soldados animais,que não ligam muito para a vida humana e não tem dó de absolutamente ninguém.Cooper vive Chris Kyle.Que teve sua infância dura aos olhos de seu pai,que sempre o cobrava para já ser um homem forte e cheio de regras.Chegando na idade adulta,ele participa de rodeios e sonha em ser um conhecido cowboy de sua cidade.Ao lado de seu irmão ele tem poucos momentos.Onde larga tudo para virar um Seal.Daí começa a verdadeira história do sniper.Tem muito tiro,mortes tensão ,mais nada que possa impressionar a quem já assistiu a vários filmes do gênero.E o que fica solto no ar ,é a grande frustração de poder assistir a um filme do gênio Eastwood,e não poder ver um rendimento.Cooper até que está bem,mais caminha sozinho em uma lenta história.
Ludmila T.
Ludmila T.

23 seguidores 7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de janeiro de 2015
O filme é o que é: um filme de guerra, de ação, tiro, tiro, tiro, com uma pitada muito pequena de drama. Um filme de americanos para americanos. Um filme que mostra a doença mental que é essa paixão pela guerra, mas que mesmo assim, a enaltece (nisso bato palmas pro Clint, é realmente uma manipulação de discurso bem feita).

Se você não é fã de guerra (ou de filmes de) ou se não cai no discurso sociopata americano: não perca seu tempo vendo este filme! Não tem nada além da fixação do soldado pela guerra e do drama da esposa que o aguarda em casa. Não é daqueles filmes que dão uma aulinha de história ou que fazem contrapontos culturais ou mostram os dois lados da batalha (ainda que manipulados). Ele é um filme com um discurso claro: tornar herói um militar que matou mais de 150 pessoas. O foco é esse, só esse.

Se você gosta de filmes de guerra e curte os EUA, pode ir se divertir!

Curiosidade: Clint Eastwood deve ter alguma aversão a bebês, pois no filme há umas poucas cenas com bebês e eles são daqueles falsos que se notam à kilômetros de distância… É curioso como um filme deste porte se presta a uma falha dessas...
Lucas M
Lucas M

18 seguidores 41 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de novembro de 2015
um filme normal de ação, com a história real de um sniper americano, boas cenas de ação, um filme bom, porém muito inferior ao círculo de fogo que também se trata de dois snipers na segunda guerra.
AndréL0pes
AndréL0pes

41 seguidores 104 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2017
Acho que pra criticar tem que levar em conta apenas a história do filme, mas o problema é que eles venderam o filme Sniper American como se fosse uma história verdadeira, como se os americanos fossem os bonzinhos e patriotas, mas a verdade todos sabem, eles invadiram pra roubar as riquezas, me incomodou bastante a ideia do filme em querer transformar um soldado que mata "terroristas" em um herói nacional (bem ao estilo patriota que os americanos mais idiotas acreditam), além de ser uma mentira esse filme me incomoda bastante, não existe glória alguma em matar "terroristas" mesmo se o filme fosse verdade, muito menos matar terroristas e inocentes como de fato aconteceu, minha nota 2 é somente pelas atuações de atores empenhados, pela ótima fotografia e cenários do filme.
Julio Davila
Julio Davila

17 seguidores 64 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de setembro de 2015
Frequentemente tedioso, baseado em fatos não tão reais e com um único ponto positivo: a performance surpreendentemente sensacional de Bradley Cooper. Nota: 5
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de abril de 2015
É muito compreensível o sucesso do filme Sniper Americano teve nas salas de cinema do mundo. É um filme de alta qualidade, do começo ao fim, da sua fotografia até a tecnologia das filmagens, trazem um filme muito bonito nesses aspectos. Entende-se a super bilheteria, tanto que o filme não consegue ter outro combatente nos seus números, faturando mais de 300 milhões.

Aí você coloca tudo isso, mais toda aquela magia dos cinemas, o que torna o filme maior, até mesmo do que deve ser. Tirando isso, o filme é um completo amontoado de ideologias, heroísmo barato e patriotismo ao extremo. Esses elementos juntos transformam o filme numa bomba.

As ideologias americanas, contra os povos do oriente médio, seja qual for, é um crime, pois usa de recursos gigantescos para criar um vilão, algo ruim para creditar seus ataques contra aquela região do mundo. Fica bem explicito a visão que é retratada neste filme, a ideia de justiça do povo norte americano e a marginalização do povo do Iraque é extremamente trabalhado, seja para qualquer que for o lado. É uma aglomeração de clichês e estereótipos dos dois lados que assusta.

Esse heroísmo forçado de vários os lados, desde quando seu pai divide os homens entre ovelhas, lobo e cão pastor, esse ultimo assumido pelo Kile, na defesa de seus iguais e busca ser o guardião dos fracos e oprimidos, contra o lobo malvado a espreita de sua vitima. Mais uma vez, vemos o extremismo fatal em toda cena.

O heroísmo construído através do Mito intensifica a ideologia do norte americano que se preocupa com o seu país, a ponto de deixar de lado sua família para defender sua nação acima de tudo. Que não consegui se adaptar antes de cumprir com todos os seus deveres, matar quem mata seus iguais. Que não admite ficar em casa, enquanto seus companheiros travam batalhas nas ruas iraquianas.

Partindo do patriotismo que surge no dia 11 de setembro, em vários corações americanos, e cresce na defesa de seu país e culmina no ataque ao Iraque, se constrói esse herói e se entrelaça com as ideologias.

É difícil falar sobre algum ponto sem falar no outro, são bem próximos e são um conjunto de sentimentos fortes no filme do diretor Clint Eastwood e na interpretação brilhante de Bradley Cooper, não se pode tirar o que há de bom no filme. Bradley é impecável na sua atuação.

Um ponto relevante é ver como é recente essa história, praticamente, a história completa aconteceu na década passada e teve seu desfecho dois anos atrás. É de se pensar essa urgência de um mito.

Portanto, o filme Sniper Americano, deve ser visto como um filme ligeiramente bem feito, é uma legítima grande filmagem e que deve ser visto com, talvez, os dois pés atrás, pois, pergunto quem é o mocinho da história? Quem apertou o gatilho ou quem talvez estivesse apenas defendendo seu país de uma invasão?

O politicamente incorreto não há definição nesse filme. Então, deve se tentar entender os dois lados da situação e o reflexo de se mostrar como heróis alguém tão frágil em características e princípios.
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2015
Metralhadora descalibrada

Sniper Americano está na lista dos filmes com mais indicações aos prêmios da Academia, concorrendo a 6 estatuetas. Nas mais nobres concorre a filme, diretor, roteiro adaptado e ator (Bradley Cooper, em sua 3ª indicação consecutiva). Dificilmente leva algum desses prêmios, e também não merece.

A trama é baseada na história real de Chris Kyle, o sniper (atirador de elite) que mais matou inimigos na história das forças armadas dos EUA, com um total de 160 abatidos. Não à toa, era conhecido como "Lenda", mesmo antes de chegar ao número 30.

A cronologia é linear, mostrando momentos de sua infância, incluindo sua decisão de se tornar militar aos 30 anos após ver os ataques terroristas às embaixadas americanas em 1998. Há um pouco de história sobre treinamento militar da tropa de Elite da Marinha, os SEALs. Um tanto quanto clichê, tendo em vista que diversos filmes já mostraram a dureza do treinamento militar, como Nascido para Matar, Tropa de Elite e Até o Limite da Honra (péssimo título nacional para G.I. Jane), famoso filme em que a Demi Moore interpreta a primeira mulher a tentar entrar para a mesma tropa de elite.

Posteriormente, há os questionamentos morais de Kyle, como ter de matar mulheres e crianças insurgentes no Iraque. E depois surge um conflito de gato e rato entre Kyle e o melhor atirador de elite dos insurgentes iraquianos, um antigo campeão olímpico de tiro conhecido como Mustafá. Aliás, esse personagem é mostrado de forma muito estereotipada. Enquanto Kyle é retratado em todos os seus conflitos e questionamentos, Mustafá parece um robô frio e calculista programado para matar. Mostrar rapidamente uma cena em que ele deixa sua esposa e seu filho para ir para o combate não ameniza muito a situação. E na parte final mostra a readaptação de Kyle à vida civil, tema recorrente em filmes como Nascido em 4 de Julho e até mesmo Rambo (somente o primeiro).

Enfim, parece que não se soube qual ponto destacar da história e ficou essa trama com muitos pontos abordados e com pouca profundidade. Curiosamente, um filme sobre um atirador de elite, que necessita de muito foco em seu trabalho, não tem um foco claro, parecendo uma metralhadora que atira para todo lado.

Clint Eastwood é um grande diretor, mas esse é um de seus filmes menores, que não chega aos pés de obras primas como Gran Torino e Os Imperdoáveis.

Bradley Cooper está bem no papel, mas não realiza nenhum trabalho excepcional. Ele foi muito melhor em O Lado Bom da Vida. Outros atores mereciam mais a indicação, como Miles Teller, protagonista de Whiplash. Cooper deve ter um ótimo lobista para conseguir essa sequência incrível de indicações ao prêmio, como se ele fosse um Al Pacino ou Daniel Day Lewis, o que, definitivamente, ele não é.

De qualquer forma, não é um filme ruim. Repete muitos lugares comum, mas é bem conduzido. Nisso se parece com O Jogo da Imitação. Mas ao contrário deste, Sniper Americano tem um ritmo um pouco mais dinâmico, portanto, merece nota melhor.
Gui Souza
Gui Souza

10 seguidores 28 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
A população e a política americana pode ser dividida entre republicanos e democratas. A primeira parcela são os conservadores, patriotas, homens de bem e a favor dos antigos costumes. São a maioria, os que votam a favor das armas e guerras e dizem manter o “espírito americano” em alta. Clint Eastwood é um desses homens, e reflete tudo isso em seu novo filme, Sniper Americano.

A história do sniper Chris Kyle é a perfeita história do patriota. Ele foi criado por uma família conservadora do Texas, dessas em que o pai leva o filho para caçar, diz que o mundo é formado por ovelhas, lobos e cães pastores, leva a família para a igreja todo domingo e usa a violência para educar. Aí o garoto cresce e sente a necessidade de proteger o seu país, as pessoas, e se junta ao exército. O resto é o que normalmente aconteceu com as pessoas que foram até a guerra no Iraque, traumas de guerra, feridas psicológicas profundas e mudanças de comportamento que afetam a família envolvida.

Não há real novidade em Sniper Americano. A direção de Clint não traz nada de diferente do que já vimos em diversos outros filmes de guerra, como os recentes Guerra ao Terror e A Hora Mais Escura. Vemos aqueles velhos clichés envolvendo a bandeira americana ou os rituais americanos de guerra. Temos os momentos nos quais vemos o protagonista como herói e superior perante todos, as cenas que mostram os traumas pós-guerra… e nada disso realmente traz algo diferente, durante boa parte do filme nós ficamos com a impressão de que estamos tendo um déjà vu, e quando há alguma mudança, ela enaltece ideias muitas vezes retrógradas, decorrentes da história patriótica cega que molda a história de Kyle e a mão pesada de Clint.

Alguns momentos conseguem se destacar, contudo, especialmente pela atuação de Bradley Cooper. Vemos a tensão clara no rosto do ator em determinados momentos. Fica claro que há uma tensão e falta de vontade em realizar o seu trabalho, principalmente em cenas mais pesadas. O próprio ator falou que não conseguiu filmar algumas cenas nas quais tinha que mirar em civis, por conta da sensação que isso lhe trazia.

Sniper Americano é o filme de maior sucesso de Clint Eastwood porque ele é feito para o público americano. É feito para o republicano, uma verdadeira carta de amor ao que foi feito pelos EUA no Iraque, colocando o país no pedestal mais alto. Um filme para o público se sentir bem, sentir que eles tiveram inúmeros heróis ali e que a guerra vale a pena, tudo para proteger o seu país. E não será o último filme que veremos assim. Sempre há uma nova guerra para eles, e sempre haverá uma nova história a ser enaltecida.
Neo2011
Neo2011

6 seguidores 19 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2015
Sou fã de Eastwood,mas para mim dos seus trabalhas mais recentes,este é o mais fraco!
Theo Dias
Theo Dias

12 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de março de 2015
Não é um besteirol americano. Mas o filme é carreado de um patriotismo tendencioso. Faltou intensidade e sutileza para descrevera complexidade do ato principal.
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