Sniper Americano
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4,4
3483 notas

412 Críticas do usuário

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Eduardo Buss
Eduardo Buss

17 seguidores 87 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de junho de 2018
Um filmaço, só perde para "Até o último homem"(no quesito Guerra).
O filme é bom mesmo, e bem triste também, mostra a trajetória de um homem frustado com a guerra que queria ajudar seu país, até se tornar um dos maiores Snipers dos EUA.
É triste, mostra o envolvimento de crianças na guerra, o efeito de sua familia sem ter o pai ao lado, etc.
Acho bem marcante quando ele escutou o barulho da furadeira na oficina, e lembrou do menino que morreu na guerra.
Recomendo, sem dúvidas!
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de abril de 2015
É muito compreensível o sucesso do filme Sniper Americano teve nas salas de cinema do mundo. É um filme de alta qualidade, do começo ao fim, da sua fotografia até a tecnologia das filmagens, trazem um filme muito bonito nesses aspectos. Entende-se a super bilheteria, tanto que o filme não consegue ter outro combatente nos seus números, faturando mais de 300 milhões.

Aí você coloca tudo isso, mais toda aquela magia dos cinemas, o que torna o filme maior, até mesmo do que deve ser. Tirando isso, o filme é um completo amontoado de ideologias, heroísmo barato e patriotismo ao extremo. Esses elementos juntos transformam o filme numa bomba.

As ideologias americanas, contra os povos do oriente médio, seja qual for, é um crime, pois usa de recursos gigantescos para criar um vilão, algo ruim para creditar seus ataques contra aquela região do mundo. Fica bem explicito a visão que é retratada neste filme, a ideia de justiça do povo norte americano e a marginalização do povo do Iraque é extremamente trabalhado, seja para qualquer que for o lado. É uma aglomeração de clichês e estereótipos dos dois lados que assusta.

Esse heroísmo forçado de vários os lados, desde quando seu pai divide os homens entre ovelhas, lobo e cão pastor, esse ultimo assumido pelo Kile, na defesa de seus iguais e busca ser o guardião dos fracos e oprimidos, contra o lobo malvado a espreita de sua vitima. Mais uma vez, vemos o extremismo fatal em toda cena.

O heroísmo construído através do Mito intensifica a ideologia do norte americano que se preocupa com o seu país, a ponto de deixar de lado sua família para defender sua nação acima de tudo. Que não consegui se adaptar antes de cumprir com todos os seus deveres, matar quem mata seus iguais. Que não admite ficar em casa, enquanto seus companheiros travam batalhas nas ruas iraquianas.

Partindo do patriotismo que surge no dia 11 de setembro, em vários corações americanos, e cresce na defesa de seu país e culmina no ataque ao Iraque, se constrói esse herói e se entrelaça com as ideologias.

É difícil falar sobre algum ponto sem falar no outro, são bem próximos e são um conjunto de sentimentos fortes no filme do diretor Clint Eastwood e na interpretação brilhante de Bradley Cooper, não se pode tirar o que há de bom no filme. Bradley é impecável na sua atuação.

Um ponto relevante é ver como é recente essa história, praticamente, a história completa aconteceu na década passada e teve seu desfecho dois anos atrás. É de se pensar essa urgência de um mito.

Portanto, o filme Sniper Americano, deve ser visto como um filme ligeiramente bem feito, é uma legítima grande filmagem e que deve ser visto com, talvez, os dois pés atrás, pois, pergunto quem é o mocinho da história? Quem apertou o gatilho ou quem talvez estivesse apenas defendendo seu país de uma invasão?

O politicamente incorreto não há definição nesse filme. Então, deve se tentar entender os dois lados da situação e o reflexo de se mostrar como heróis alguém tão frágil em características e princípios.
Diego B.
Diego B.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2015
simplesmente o melhor filme sobre guerra e sobre patriotismo que já existiu.
André G.
André G.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2015
Esse filme é show de bola. Enredo muito bom, filmaço.
Osnir Sotério
Osnir Sotério

8 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de julho de 2015
O enredo e contado de maneira superficial, mas o personagem de Bradley Cooper é tão profundo que compensa esse problema. No mais, apesar de algumas pequenas falhas que não comprometem a qualidade da obra (como militar fardado usando barba e prestando continência sem farda), a história prende o espectador, que fica o tempo inteiro angustiado para saber se Kayle vai conseguir voltar com vida para a família e posteriormente, se vai conseguir assimilar os efeitos da guarra para ter uma vida normal. Um pequeno detalhe que, apesar de compreensível, me incomodou foi a pouca enfase dada ao treinamento militar de Kayle. Seals, sobretudo os Snipers, treinam por anos antes de chegar ao nível do protagonista. O filme passa a impressão que ele se alistou na marinha num mês e depois de algumas semanas de "ralo" já era um sniper. Outro aspecto que também acho que poderia ser melhor abordado foi a recuperação de Kayle pós-Iraque. Contudo, é um grande filme, até porque, não cai no erro de outros de discutir os motivos da guerra, mostra apenas e de forma fidedigna o dia-a-dia dos militares que arriscam suas vidas em nome da Nação. Recomendadíssimo!!!!
Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de junho de 2015
não e um dos melhores filmes de clint estwood e nem de bradley cooper mais não teria que a historia e boa roteiro bom e atuação de cooper e a direção de estwood fazer o filme ser bom
Rodrigo R.
Rodrigo R.

17 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de março de 2015
Mas uma pérola do Eastwood! O filme é muito bom! Fotografia, roteiro, direção de arte impecáveis é a assinatura dele!
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Sniper Americano é um filme de Clint Eastwood, e com isso deduzimos de onde vem a sensibilidade da maior parte do filme e a calma com que o tempo é conduzido na história de Chris Kyle (um Bradley Cooper irreconhecível), um "caipira" patriota e que resolveu se candidatar ao exército de elite, desistindo de sua vida de caubói e deixando sua esposa sozinha cuidado de seus filhos em longos hiatos, que são as operações que ele participou na última cagada norte-americana: a Guerra do Iraque.
Davi Barbosa C.
Davi Barbosa C.

34 seguidores 8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Excelente filme. Vale o ingresso. É interessante ver como esse homem lutou até por algo que ele acreditava.
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2015
Metralhadora descalibrada

Sniper Americano está na lista dos filmes com mais indicações aos prêmios da Academia, concorrendo a 6 estatuetas. Nas mais nobres concorre a filme, diretor, roteiro adaptado e ator (Bradley Cooper, em sua 3ª indicação consecutiva). Dificilmente leva algum desses prêmios, e também não merece.

A trama é baseada na história real de Chris Kyle, o sniper (atirador de elite) que mais matou inimigos na história das forças armadas dos EUA, com um total de 160 abatidos. Não à toa, era conhecido como "Lenda", mesmo antes de chegar ao número 30.

A cronologia é linear, mostrando momentos de sua infância, incluindo sua decisão de se tornar militar aos 30 anos após ver os ataques terroristas às embaixadas americanas em 1998. Há um pouco de história sobre treinamento militar da tropa de Elite da Marinha, os SEALs. Um tanto quanto clichê, tendo em vista que diversos filmes já mostraram a dureza do treinamento militar, como Nascido para Matar, Tropa de Elite e Até o Limite da Honra (péssimo título nacional para G.I. Jane), famoso filme em que a Demi Moore interpreta a primeira mulher a tentar entrar para a mesma tropa de elite.

Posteriormente, há os questionamentos morais de Kyle, como ter de matar mulheres e crianças insurgentes no Iraque. E depois surge um conflito de gato e rato entre Kyle e o melhor atirador de elite dos insurgentes iraquianos, um antigo campeão olímpico de tiro conhecido como Mustafá. Aliás, esse personagem é mostrado de forma muito estereotipada. Enquanto Kyle é retratado em todos os seus conflitos e questionamentos, Mustafá parece um robô frio e calculista programado para matar. Mostrar rapidamente uma cena em que ele deixa sua esposa e seu filho para ir para o combate não ameniza muito a situação. E na parte final mostra a readaptação de Kyle à vida civil, tema recorrente em filmes como Nascido em 4 de Julho e até mesmo Rambo (somente o primeiro).

Enfim, parece que não se soube qual ponto destacar da história e ficou essa trama com muitos pontos abordados e com pouca profundidade. Curiosamente, um filme sobre um atirador de elite, que necessita de muito foco em seu trabalho, não tem um foco claro, parecendo uma metralhadora que atira para todo lado.

Clint Eastwood é um grande diretor, mas esse é um de seus filmes menores, que não chega aos pés de obras primas como Gran Torino e Os Imperdoáveis.

Bradley Cooper está bem no papel, mas não realiza nenhum trabalho excepcional. Ele foi muito melhor em O Lado Bom da Vida. Outros atores mereciam mais a indicação, como Miles Teller, protagonista de Whiplash. Cooper deve ter um ótimo lobista para conseguir essa sequência incrível de indicações ao prêmio, como se ele fosse um Al Pacino ou Daniel Day Lewis, o que, definitivamente, ele não é.

De qualquer forma, não é um filme ruim. Repete muitos lugares comum, mas é bem conduzido. Nisso se parece com O Jogo da Imitação. Mas ao contrário deste, Sniper Americano tem um ritmo um pouco mais dinâmico, portanto, merece nota melhor.
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