Sniper Americano
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4,4
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Luiz C.
Luiz C.

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3,5
Enviada em 9 de março de 2015
O grande herói interior

Foram tantos filmes bons indicados ao Oscar 2015 que a premiação já passou e eu não consigo parar de falar deles. Numa noite chuvosa, fui ao cinema assistir ao “Sniper Americano” – indicado em seis categorias e vencedor do Oscar de Melhor Edição de Som –, com algumas ressalvas, porque, sinceramente, não gosto de filme de guerra; juro que não entendi quando, em 2010, o filme “Guerra ao Terror” ganhou o Oscar de Melhor Filme. Mas esse “Sniper” era diferente. Logo de cara, ele já tinha um diferencial que me ganhou instantaneamente: a direção é de Clint Eastwood, e qualquer coisa em que esse homem põe a mão é valiosa! Outro ponto positivo: o protagonista é Bradley Cooper. Indicado ao prêmio de Melhor Ator pelo terceiro ano consecutivo, todo mundo dizia que ele estava ótimo em cena. E está mesmo! Outro detalhe que chama a atenção é que a história do filme, que já bateu recordes de bilheteria nos EUA, ainda é recente. Chris Kyle (Cooper) é um atirador de elite das forças especiais da marinha norte-americana. Em dez anos (1999-2009), Chris tornou-se uma lenda, tendo assassinado mais de 160 pessoas durante o tempo em que serviu no Iraque. Como atirador, sua única missão era proteger seus companheiros, o que o afastava cada vez mais de sua mulher Taya (Sienna Miller) e de seus filhos. E é aí que surge o clima “tenso”, o melhor adjetivo para definir o filme.

Tudo bem que a produção carrega tudo aquilo que um longa pós-11 de Setembro pode carregar: completamente patriota, só mostra a visão norte-americana da guerra, trata os iraquianos como insanos e selvagens, endeusa o atirador matador como um grande herói e é quase cego do ponto de vista da política internacional. Mas o foco não é esse. Definitivamente. O diretor cria cenas angustiantes (quem gosta de videogame de guerra vai amar), e não há um espectador que não sofra com o personagem quando ele tem imensa dificuldade na decisão de atirar em alguém ou quando ele volta dos turnos da guerra, reencontra a mulher e os filhos e não consegue se adaptar à vida familiar, tamanho o trauma deixado pelos dias de sangue no Iraque.

Aliás, essa é a questão que mais me martelou durante filme. Não sei se foi pela atuação fantástica de Bradley Cooper (tanto nas cenas de ação quanto nos momentos dramáticos) ou, talvez, porque fiquei me colocando no lugar dele. Como você agiria, sabendo que é uma peça-chave para o seu país numa guerra e tendo que escolher entre ir lutar ou cuidar de sua família? É normal quase pirar, ainda mais depois de tantas mortes. O tempo passa, seus filhos crescem, sua saudosa mulher tem que fazer tudo sozinha, e, quando você volta para eles, ninguém tira a paranoia de que você é essencial no campo de guerra. Isso sem contar a desconfiança de tudo e de todos ao seu redor, no retorno a sua pacata vida normal. Difícil, né? O difícil nisso tudo é sustentar a sua cabeça. Não há nada no mundo mais complicado do que guiar a nossa mente. Complicado é bem diferente de impossível, porque, se não fosse algo possível, não existiriam multiplicidades de caminhos a seguir. E, cá entre nós, é muito mais fácil descer ladeira abaixo do que subir os altos degraus que a vida nos dá. Trazendo para o nosso dia a dia, qual de nós não precisou de uma atenção especial, quase que uma guerra interior, para vencer uma barreira rotineira ou decidir se vai matar ou não aquele leão diário. Você não precisa ir até o Iraque para voltar como um mártir. Te garanto que a força e a coragem que você usaria numa viagem dessas se transformariam facilmente em valentia e ousadia para viver em paz com você e com aqueles que te rodeiam. Hoje e sempre, é só ser o herói de você mesmo!
Carlos Eduardo P.
Carlos Eduardo P.

36 seguidores 15 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Muito bom. Bem violento e mostra a guerra contra o terror de forma bastante clara. Valeu muito assistir.
Julio C.
Julio C.

15 seguidores 74 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de outubro de 2017
É difícil de se dizer, de dar uma crítica a esse filme, um cara visto como herói, ajuda seu povo na guerra, mata pra proteger seu país, isso tudo já é doloroso, porque mesmo protegendo o país matar deve ser muito ruim, ele tem que congelar seu coração, começa a não demonstrar sentimentos, porque o trabalho dele exige muito isso, e isso é muito triste, e por fim, quando ele cumpri o seu dever, que por sinal foi um grande herói vingando todos aqueles ao seu redor que tinham falecido ou ficado aleijado, ele volta para casa, para tentar ser uma pessoa normal a qual ele era antes, a qual sentia amor, e interagia com os filhos, mulher, e era feliz, foi ai então quando ele estava bem que foi assassinado por um ex-companheiro de guerra, então é difícil dizer, só que foi um dos melhores filmes que já vi, e que sinto muito por essa tragédia ter acontecido, não dói só no coração dos Americanos!
Rogério V
Rogério V

13 seguidores 20 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de março de 2015
Filme é realmente muito bom,apesar ser estilo "americanizado",Bradley Cooper, Sienna Miller estão ótimos em seus papeis ,para quem curte gênero guerra vai gostar do filme.Uma coisa é certa muita gente morrendo no Iraque e o mundo parece que não estava nem ai para o que estava acontecendo.
Cara realmente foi uma lenda,salvou muitas vidas e virou um herói nos E.U.A.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2015
Bom filme. Cenas de ação bem trabalhadas, e um drama bem desenvolvido sem ser melodramático.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de agosto de 2019
O que esperar de um filme biográfico de um ex soldado que lutou no Iraque ? É claro que um patriotismo puro e até uma certa distorção dos fatos,mas Sniper Americano é sim um bom filme e que eu não entendo o motivo de tantas críticas.O filme é uma biografia do sniper Chris Kyle que escreveu um livro sobre os 10 anos de serviços onde matou dezenas de pessoas "Em nome da pátria" e ganhou uma adaptação dirigida pelo Clint Eastwood.Só a escolha de direção já vale a conferida,o filme pode ser um pouco ofensivo para certas pessoas já que os grandes vilões são os Iraquianos,mas dá pra compreender,já que o livro é assim e os americanos gostam de se glorificar.Mas tirando isso o filme se faz jus ao status de filme indicado ao Oscar,o longa é muito bem dirigido e tem um bom roteiro que sabe encaixar os elementos bem na trama.A linha de tempo do filme é bem dosada ,ele é bem editado apesar de em um ou outro momento ele cair numa repetição,a figura do atirador é muito bem construída e bem desenvolvida,é o corroimento de um ser humano com a presença da guerra, e o protagonista(Bradley Cooper) tem uma excelente atuação vendendo bem a figura de Sniper que tem que saber mesclar trabalho e família de maneira dosada e o sofrimento e a ânsia por guerra.O trabalho com o som é bem realizado,as cenas de batalha são boas,há uma aqui bem tensa e outra chocante de assassinato.Quem também está bem no personagem é a  Sienna Miller que vende vem a figura de esposa preocupada.Mesmo com seus exageros patrióticos,Sniper Americano é um bom filme de guerra que acompanha a vida de um homem perturbado pela guerra.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de março de 2015
Excelente filme! Ótimas atuações, Bradley Cooper muito bem no papel do atirador Chris Kyle. Um dos melhores filme sobre a guerra do Iraque, tenso, triste e com uma ótima narrativa, destaque para a cena da tempestade de areia. Ponto negativo para a cena em que Bradley Cooper aparece segurando um bebê, dá para ver nitidamente que é uma boneca. Eastwood mais uma vez muito bem na direção de um longa.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Assisti poucos filmes de guerra mas posso dizer que este é o melhor que eu já assisti
Pedro A.
Pedro A.

24 seguidores 61 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de março de 2015
Chris Kyle(Bradley Cooper),é um simples peão do estado do Texas,que após assistir o atentado terrorista a embaixada dos Estados Unidos em Nairóbi,no Quénia e decide se alistar na marinha americana,e se tornou o atirador de elite mais letal da história militar dos Estados Unidos,em meio a problemas familiares com sua mulher Taya Kyle(Sienna Miller),a morte de seus companheiros.O filme é dirigido por Clint Eastwood.O maior erro de Sniper americano,é o excesso do patriotismo barato,é a falta de ritmo que se agrava com cenas pouco impolgantes principalmente no segunda parte do filme.As cenas interessantes são remodeladas em outros momentos e mudadas de contexto.O fato de tentarem adicionar vilões como um terrorista e o atirador oponente Mustafa,ao perderem o foco.No fim Sniper americano é uma cinebiografia de um grande soldado que tem uma grande história fabulosa,mas problemas de roteiro que atrapalham a boa direção de Eastwood,e as boas atuações dramaticas do filme,mas mesmo assim continua sendo um bom filme.
Luz do Amanhã
Luz do Amanhã

17 seguidores 62 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2015
Fácil, fácil criticar e até condenar um homem cujo os feitos se resumem em "O atirador mais Letal da Historia dos EUA" onde as estatísticas confirmam esse título, um homem que tira a vida de mais de 150 pessoas é uma pessoa má? não no Filme de Clint,a ocasião faz o Ladrão e tbm Heróis e Chris Kyle apenas fazia o seu dever,e o cumpria perfeitamente,o filme aborta o lado Humano do personagem acima da figura de soldado e faz muito bem graça a atuação de Cooper,a atriz que interpreta a esposa Kyle tbm tem uma bela atuação, o filme tem uma duração aceitável não se prolonga e nem encurta,você provavelmente não se cansará assistindo a esse filme, tudo no ponto,e sendo uma produção Hollywoodiana esse filme tbm tem vilão.
direção boa,filme bom,e no final,se VC criticou ou condenou esse homem q MATOU mais de 150 pessoas,esse filme vai mudar seu ponto de vista,principalmente no FINAL,esse homem foi um HERÓI.
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