Sete Homens e Um Destino
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4,2
898 notas

78 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2016
Se tratando de remake,esse novo filme de Antoine Fuqua se sai muito bem.Comparando os dois filmes,não vi muita diferença nesse aqui.Em alguns momentos consegue ser até melhor.
Deixando um pouco de lado os nomes mais conhecidos do elenco,destaco a participação da jovem atriz Haley Bennett (gravei esse nome,tenho certeza que irá fazer muitos bons trabalhos daqui em diante). Destaco Chris Pratt por ser aquilo que ele é no filme .Seus diálogos quebram aqueles momentos em que a seriedade toma de conta.E destaco negativamente Peter Sarsgaard.É um vilão pouco expressivo,entendo que aparece bem pouco durante a trama,mas poderia ter sido algo acima do que foi mostrado.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2016
Destino em Voga...

Refilmagem do clássico de 1960, a nova empreitada do diretor Antoine Fuqua apresenta um grupo de "mercenários" comandados pelo militar Sam Chisolm (Denzel Washington), este que aceita um pedido desesperado da moradora Emma Cullen (Haley Bennett) para defender um pequeno vilarejo tomado por bandidos que querer exaurir minerais valiosos do local.

Reflexo um novo tempo, o elenco não somente esbanja qualidade, mas traz também grande diversidade étnica para o grupo de sete indivíduos que rendem boas doses de interpretação, diversão e ótimo entrosamento quando necessário.

SETE HOMENS E UM DESTINO é um grande exemplar cinematográfico, respeita o filme de origem e incorpora idéias que não só ampliam a narrativa, mas moderniza um clássico de faroeste para um público cada vez mais exigente.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de dezembro de 2016
Sete homens e um destino - isso sim é um faroeste de verdade, também filme com Denzel Washington já é meio caminho para ser bom, eu gostei muito e recomendo
Karen A.
Karen A.

5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de outubro de 2016
De 5 estrelas me sinto obrigada a dar 4.
Filmes de faroeste são sempre muito gostosos ( BANG, BANG )
Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke já dariam conta de nossos corações, eis que entra alguém que com certeza abala as estruturas Byung-Hun Lee mesmo tendo atuado em filmes anteriores como Red 2, não esperava me surpreender tanto com ele.
Indico o filme, é muito gostoso de assistir.
Andre Gama
Andre Gama

5 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de outubro de 2016
Sete Homens e um Destino tem uma ótima ambientação e a fotografia nos transportando para o mundo dos melhores faroestes. O diretor Antoine Fuqua (de Dia de Treinamento e Nocaute) procurou não modernizar o gênero, o que é uma bela decisão. Pena que há pouco sangue nas telas, apesar de haver muita violência. A Trilha Sonora composta pelo ótimo James Horner, falecido no ano passado, dá o tom do filme. Tudo se completa perfeitamente.

O roteiro segue a mesma premissa de Os Sete Samurais, por isso o nome de Akira Kurosawa aparece nos créditos como roteirista.

O filme tem vários momentos engraçados, com ótimas tiradas que não ficam deslocadas no roteiro graças ao excelente elenco.

A batalha final é muito bem dirigida, com muita tensão. Tudo pode acontecer e a gente torce para que tudo termine bem. Não se preocupe porque, como diz o personagem de Denzel Washington: "What we lost in the fire, we found in the ashes" (O que perdemos no fogo, achamos nas cinzas).

Vale a ida ao cinema, mesmo que você não seja muito fã de faroestes, como eu.
Não deixem de ver The Magnificent Seven.

Leia a resenha completa no blog Garotos Perdidos
Henrique X.
Henrique X.

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de outubro de 2016
Sendo competente em sua proposta, Sete Homens e Um Destino (2016) é uma refilmagem muito divertida que faz merecidas referências ao longa de 1960 (de mesmo título) e apresenta temas modernos de forma eficiente.

Em 1954, Akira Kurosawa criou o consagrado Os Sete Samurais. A história é tão inteligente e cativante que foi muito bem recebida pelo público (vindo a ser adaptada diversas vezes ao longo dos anos). Não demorou para chegar em Hollywood: Em 1960, John Sturges faria a consagrada versão norte americana do filme de Kurosawa adaptando o roteiro para a cultura dos Estados Unidos (substituindo samurais por cowboys). Em 2016 (56 anos depois), coube a Antoine Fuqua o desafio de dirigir a refilmagem do clássico faroeste de 1960: Sete Homens e Um Destino.

O longa retrata um pequeno vilarejo, no velho oeste estadunidense, ameaçado por Bartholomew Bogue (Peter Sarsgaard) e seus capangas. Emma Cullen (Haley Bennett), tomada pelo sentimento de justiça, contrata os serviços de Chisolm (Denzel Washington), que, por sua vez, monta um grupo de sete pistoleiros para combater os vilões.

Apesar da história ocorrer no final do século 19, a nova adaptação de Sete Homens e Um Destino conta com um contexto mais atualizado: se antes a motivação do antagonista mexicano era de saquear um vilarejo em busca de alimento, agora vemos um vilão extremamente capitalista que deseja desabrigar os moradores da vila (reflexo da recente crise imobiliária norte-americana). E se em 1960, tínhamos um grupo formado inteiramente por homens brancos, em 2016 nossos heróis (ou melhor: anti-heróis) são etnicamente diversificados.

Criando diferenças consideráveis do filme de 1960 (e isso não é um defeito), o roteiro de Nic Pizzolatto (The Killing, True Detective) e Richard Wenk (Os Mercenários 2, O Protetor) destaca-se por promover a representatividade: uma personagem feminina de personalidade forte ganha grande importância na trama ao passo que um negro lidera um grupo composto por quatro americanos, um chinês, um mexicano e um índio. E é interessante notar como o grupo convive em harmonia, sem divergências étnica-culturais. O roteiro desenvolve uma história interessante e conecta bem os acontecimentos (mantendo a coerência), porém desliza em um momento e outro (como ao tentar justificar de forma rasa a motivação de alguns personagens).

Com seu carisma invejável, Denzel Washington protagoniza o personagem negro conhecido (e temido) por todos e que provavelmente é o melhor pistoleiro do Oeste. Chris Pratt, que vem se consolidando como um talentoso ator cômico (desde a ótima série Parks and Recreation), junta o tom cômico com a natureza anti-heroica de seu Josh Faraday. Haley Bennett confere a Emma Cullen uma personalidade forte e tendo uma participação decisiva. Ethan Hawke está muito bem em seu Goodnight Robicheaux, demonstrando o cansaço de um homem que já lutou demais, mas que ainda sim é movido pelo dinheiro. Quando aparece, Vincent D'Onofrio (irreconhecível) rouba a cena contrastando (de maneira acertada) o gigante porte físico de seu personagem, Jack Horne, com a personalidade delicada de voz aguda. Byung-hun Lee representa o asiático especialista em facas de forma competente. E Manuel Garcia-Rulfo e Martin Sensmeier dão vida aos personagens do mexicano Vasquez e do índio Colheita Vermelha respectivamente (estes com menos tempo de tela, infelizmente). Contudo, outro grande destaque vai para a atuação de Peter Sarsgaard ao antagonizar o maléfico Bartholomew Bogue, capaz de fazer qualquer coisa pelo dinheiro.

Fuqua utiliza bem o roteiro ao misturar western, comédia e ação (nas medidas certas), criando um ritmo envolvente. E é interessante ver como o diretor teve o cuidado de deixar o longa nos moldes dos filmes de bangue-bangue ao mesmo tempo em que presta homenagens ao filme de 1960 (como na cena que introduz o protagonista e nos planos detalhes das cenas de duelo). É importante ressaltar o preciosismo estético de Fuqua junto com o diretor de fotografia Mauro Fiore ao utilizar uma razão de aspecto de 2.35:1 (repare nas composições dos belíssimos planos gerais do velho oeste e no plano onde vemos a silhueta de certo personagem já no final do terceiro ato).

A trilha sonora de 1960 criada por Elmer Bernstein é tão marcante que entrou na história do cinema como uma das principais de filmes de faroeste. O brilhante James Horner (que infelizmente faleceu ano passado) ficou responsável pela trilha desta refilmagem de 2016. É perceptível a falta da trilha marcante durante essa nova adaptação. Não que esta seja ruim, mas não consegue criar uma atmosfera à altura dos clássicos de faroeste. Pelo menos, para a felicidade dos fãs, o tema de 1960 toca assim que os créditos finais começam a subir.

Sete Homens e Um Destino (2016) é uma ótima refilmagem que tem faroeste, comédia e ação em dosagens certas. Com diálogos, piadas e cenas, faz boas e merecidas homenagens ao filme de 1960. Promovendo, ainda, uma mensagem de paz, onde deve prevalecer o respeito cultural e racial entre os povos.

Nota do crítico: 4.0/5.0.

Por Henrique Xaxá.
Reginaldo S.
Reginaldo S.

7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de outubro de 2016
Ambientação perfeita do velho oeste americano. excelente interpretações e muita ação, ou seja, para quem gosta de westerns é perfeito.
Zé Luiz
Zé Luiz

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de setembro de 2016
Um bom e velho faroeste! Bom elenco, fotografia caprichada, direção competente. Um remake à altura do sucesso original. É pura diversão!
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de setembro de 2016
Há gente que torce o nariz para os filmes de western americano. Faroeste definitivamente não é dos gêneros mais populares hoje em dia, mas ainda tem um público cativo. De vez em quando surgem alguns exemplares como este nas telonas, e como é bom ver um filme tão bem realizado como este! Um filme de gênero e que demonstra muito orgulho em sê-lo. Trata-se praticamente de uma ode a todas as referências do Velho Oeste americano, com todos os exageros, clichês e estereótipos. Mas ainda assim é um filme excelente. Nunca fui um grande fã do trabalho do cineasta Antoine Fuqua, pois as obras que vi de sua filmografia sempre me pareceram medianas e nada marcantes, sendo a mais famosa o filme Dia de Treinamento, que rendeu o Oscar de Melhor Ator pra Denzel Washington (figura fácil nos filmes de Fuqua). Aqui, Washington representa Sam Chisolm, um caçador de recompensa que acaba se juntando a outros seis bravos pistoleiros para buscar justiça e/ou vingança contra um temível explorador (interpretado pelo sempre competente Peter Sarsgaard). Todos sabem que esse filme é uma refilmagem de um clássico dos anos 60, que contava com a presença de ícones como Charles Bronson e Steve McQueen, que já era versão bastante livre do filme Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Este novo filme felizmente não seguiu a besteira de tentar simplesmente copiar seu famoso antecessor. Somente a espinha dorsal é a mesma. Apesar de ser um filme que tenha todos os ingredientes clássicos do bangue-bangue tradicional, incluindo aí a previsibilidade e a crítica social, o filme busca incrementar a mesmice com ideias muito bem-vindas e que funcionam muito bem. A escolha acertada do elenco é uma delas. Protagonizada por um negro, com a participação de um personagem asiático, um índio, um mexicano e um irlandês, além de uma forte personagem feminina que não se fazia presente no filme de 1960, o filme faz essa interessante miscelânea cultural e étnica, que embora não desenvolva muito bem os personagens secundários (como o índio, o mexicano e o oriental), traz uma proposta bastante válida do batido tema “unidos venceremos”. Destaques óbvios do elenco vão para Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke, Sarsgaard, Vincent D’Onofrio e Haley Bennett que infelizmente é única personagem feminina relevante na trama. Visualmente falando, o filme é lindamente fotografado e prende a atenção do início ao fim. Os personagens são carismáticos, principalmente o que cabe ao Chris Pratt, e há um senso de humor muito bacana espalhado pela projeção, com aquele humor bem rasteiro e característico do cinema americano, mas que funciona a contento. E o vilão, embora extremamente caricato, é mais cruel e covarde que o do filme de 1960. Neste filme aqui há mais ação, mais brutalidade, mais bom humor, e também mais empatia. É um filme pra fãs do gênero se deliciarem, e para quem não está familiarizado com faroestes, se interessarem pelo estilo western. Não é um filme que vá mudar sua vida, contudo é uma obra que usa e abusa de todas as ferramentas que tem para alcançar um novo público, mais jovem. Ótimo entretenimento.
carolalva
carolalva

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de setembro de 2016
Eu tirei meio ponto por causa dos clichês.
Eu não sou "a" fã do gênero apesar de que Três homens em conflitos ser um dos meus filmes favoritos e talvez o Western definitivo de muitas pessoas, eu normalmente não gosto porque são filmes muito longos, cansativos e arrastados e está a aí a vantagem desse remake o diretor fez um filme dinâmico para as plateias atuais, com atores muito carismáticos, Denzel nunca está ruim seja o filme que for, e o Chris Pratt é o ator da vez, pode ser que ele vá repetir o Star Lord pra sempre porém é inegável o seu carisma, e traz publico para o filme que nele esta a questão da diversidade é muito interessante porque normalmente nesse tipo de filme os protagonistas, são brancos, mas não é só uma questão de diversidade, os atores que estão neles são muito bons Denzel Washington é um dos melhores atores hoje de Holiwood se não for o melhor porque une talento e carisma absurdo, até a mulher a atriz que une os personagens tem lá seus momentos importantes na trama, criticas como "a mas os personagens não são aprofundados" mas já era de se esperar são 7 protagonistas, o que de fato tem uma trama melhor é o personagem do Denzel. E a história em si é bem simples, você já sabe o que vai ocorrer é previsível? sim, mas no meu caso não incomoda devido a dinâmica e os personagens, não gostei muito do plot do Etan Hawke, mas acrescenta um algo a mais no personagem, spoiler: o unico que não faz muito sentido em ter se unido ao grupo é o índio.
. Mas quem está procurando algo como entretenimento vale muito o ingresso.
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