Sete Homens e Um Destino
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4,2
899 notas

78 Críticas do usuário

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Gilson dutra
Gilson dutra

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2,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2026
É sempre bom ver Denzel Washington em ação mas e um remake que eu nao assistiria denovo, não vi nenhuma atuação excelente , pq o roteiro nao permite,é um roteiro que vai direto ao ponto...
Marcelo Nascimento Cunha
Marcelo Nascimento Cunha

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3,0
Enviada em 28 de novembro de 2019
gostei quase tanto quanto o original , quase fica por conta do elenco que e competente mas não tem o carisma de gente como Charles Bronson, yul brinner e Steve mcqueen.
Luciana V.
Luciana V.

20 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de setembro de 2016
PONTOS POSITIVOS

- Fotografia: Os bonitos cenários naturais favorecem os westerns e o filme é tecnicamente competente nesse quesito.
- Elenco: gosto muito do Denzel Washington, em qualquer papel. Chris Pratt e o restante do elenco, incluindo a dublê de Jenniffer Lawrence, não comprometem, embora não haja nenhuma interpretação que realmente chame a atenção.
- Muita ação, principalmente na segunda parte do filme. A abordagem é bem mais violenta, claro, do que nos originais, o que deve agradar ao contexto contemporâneo em que vivemos.
- É um remake de um remake. Ambas as obras originais são clássicas, então uma nova versão tem o mérito de divulgá-las para as novas gerações que não as conhecem.

PONTOS NEGATIVOS

- Vilão: a caracterização do vilão ficou exagerada e superficial, na maior parte do tempo. A spoiler: cena em que Bogue primeiro aparece no filme e o garoto fica assustado ao ser obrigado a colocar a mão dentro de um vidro com terra é muito mais interessante do que a outra cena que vem logo a seguir, em que ele pessoalmente mata um dos moradores a sangue frio
(Matt Bomer, fazendo uma ponta especial). Sutileza e terror psicológico cairiam melhor aqui do que simplesmente violência escancarada e sem motivo.

- As tentativas de ser politicamente correto. A amplitude da diversidade étnica e de nacionalidade nos sete soou um pouco forçada demais, assim como a inserção da viúva como arregimentadora dos mercenários. Também o discurso de Bogue sobre capitalismo pareceu forçado. Por outro lado, se o roteirista houvesse mantido a população que precisa ser socorrida como mexicanos na fronteira, assim como na versão de 1960, talvez fosse mais polêmico e interessante, em tempos de discussão sobre um muro entre Estados Unidos e México e abordasse a questão do choque cultural entre os mercenários e a população, o que não aconteceu aqui.

- O elenco, mesmo com competência, não apresentou brilho ou carisma. É covardia, sei, comparar Yul Brinner, Steve McQueen e Charles Bronson com quem quer que seja (mesmo com o deus Denzel Washington). Mas, ficaram devendo algo mais. Provavelmente culpa do diretor e do roteiro enxuto demais, não sei...Wagner Moura esteve cotado para o papel do pistoleiro mexicano, mas não pode fazer o filme por conta de agenda.

- Trilha sonora. COMO não usaram no filme a trilha sonora original de Elmer Bernstein??? Meu Deus... Uma das melhores do cinema em todos os tempos, uma canção antológica que se tornou símbolo dos westerns, e os caras só colocam na hora dos créditos!!! Minha principal implicância com o filme talvez tenha sido essa. Mas pensando bem, talvez a grandiosidade da trilha original não combinasse mesmo com essa versão (sarcasmo mode on).

- É um remake de um remake. O original, Sete Samurais de Akira Kurosawa, é obra de gênio. The Magnificent Seven (7 Homens e um Destino), a versão de John Sturges, embora inferior ao original, faz jus a sua existência. Este pareceu "apenas mais filme" do gênero western. Para ver e depois esquecer. E essa história original fantástica merecia mais.

Ao final, só consegui sair do cinema pensando no filmaço que Tarantino teria feito, se fosse ele o diretor...
Henrique X.
Henrique X.

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4,0
Enviada em 4 de outubro de 2016
Sendo competente em sua proposta, Sete Homens e Um Destino (2016) é uma refilmagem muito divertida que faz merecidas referências ao longa de 1960 (de mesmo título) e apresenta temas modernos de forma eficiente.

Em 1954, Akira Kurosawa criou o consagrado Os Sete Samurais. A história é tão inteligente e cativante que foi muito bem recebida pelo público (vindo a ser adaptada diversas vezes ao longo dos anos). Não demorou para chegar em Hollywood: Em 1960, John Sturges faria a consagrada versão norte americana do filme de Kurosawa adaptando o roteiro para a cultura dos Estados Unidos (substituindo samurais por cowboys). Em 2016 (56 anos depois), coube a Antoine Fuqua o desafio de dirigir a refilmagem do clássico faroeste de 1960: Sete Homens e Um Destino.

O longa retrata um pequeno vilarejo, no velho oeste estadunidense, ameaçado por Bartholomew Bogue (Peter Sarsgaard) e seus capangas. Emma Cullen (Haley Bennett), tomada pelo sentimento de justiça, contrata os serviços de Chisolm (Denzel Washington), que, por sua vez, monta um grupo de sete pistoleiros para combater os vilões.

Apesar da história ocorrer no final do século 19, a nova adaptação de Sete Homens e Um Destino conta com um contexto mais atualizado: se antes a motivação do antagonista mexicano era de saquear um vilarejo em busca de alimento, agora vemos um vilão extremamente capitalista que deseja desabrigar os moradores da vila (reflexo da recente crise imobiliária norte-americana). E se em 1960, tínhamos um grupo formado inteiramente por homens brancos, em 2016 nossos heróis (ou melhor: anti-heróis) são etnicamente diversificados.

Criando diferenças consideráveis do filme de 1960 (e isso não é um defeito), o roteiro de Nic Pizzolatto (The Killing, True Detective) e Richard Wenk (Os Mercenários 2, O Protetor) destaca-se por promover a representatividade: uma personagem feminina de personalidade forte ganha grande importância na trama ao passo que um negro lidera um grupo composto por quatro americanos, um chinês, um mexicano e um índio. E é interessante notar como o grupo convive em harmonia, sem divergências étnica-culturais. O roteiro desenvolve uma história interessante e conecta bem os acontecimentos (mantendo a coerência), porém desliza em um momento e outro (como ao tentar justificar de forma rasa a motivação de alguns personagens).

Com seu carisma invejável, Denzel Washington protagoniza o personagem negro conhecido (e temido) por todos e que provavelmente é o melhor pistoleiro do Oeste. Chris Pratt, que vem se consolidando como um talentoso ator cômico (desde a ótima série Parks and Recreation), junta o tom cômico com a natureza anti-heroica de seu Josh Faraday. Haley Bennett confere a Emma Cullen uma personalidade forte e tendo uma participação decisiva. Ethan Hawke está muito bem em seu Goodnight Robicheaux, demonstrando o cansaço de um homem que já lutou demais, mas que ainda sim é movido pelo dinheiro. Quando aparece, Vincent D'Onofrio (irreconhecível) rouba a cena contrastando (de maneira acertada) o gigante porte físico de seu personagem, Jack Horne, com a personalidade delicada de voz aguda. Byung-hun Lee representa o asiático especialista em facas de forma competente. E Manuel Garcia-Rulfo e Martin Sensmeier dão vida aos personagens do mexicano Vasquez e do índio Colheita Vermelha respectivamente (estes com menos tempo de tela, infelizmente). Contudo, outro grande destaque vai para a atuação de Peter Sarsgaard ao antagonizar o maléfico Bartholomew Bogue, capaz de fazer qualquer coisa pelo dinheiro.

Fuqua utiliza bem o roteiro ao misturar western, comédia e ação (nas medidas certas), criando um ritmo envolvente. E é interessante ver como o diretor teve o cuidado de deixar o longa nos moldes dos filmes de bangue-bangue ao mesmo tempo em que presta homenagens ao filme de 1960 (como na cena que introduz o protagonista e nos planos detalhes das cenas de duelo). É importante ressaltar o preciosismo estético de Fuqua junto com o diretor de fotografia Mauro Fiore ao utilizar uma razão de aspecto de 2.35:1 (repare nas composições dos belíssimos planos gerais do velho oeste e no plano onde vemos a silhueta de certo personagem já no final do terceiro ato).

A trilha sonora de 1960 criada por Elmer Bernstein é tão marcante que entrou na história do cinema como uma das principais de filmes de faroeste. O brilhante James Horner (que infelizmente faleceu ano passado) ficou responsável pela trilha desta refilmagem de 2016. É perceptível a falta da trilha marcante durante essa nova adaptação. Não que esta seja ruim, mas não consegue criar uma atmosfera à altura dos clássicos de faroeste. Pelo menos, para a felicidade dos fãs, o tema de 1960 toca assim que os créditos finais começam a subir.

Sete Homens e Um Destino (2016) é uma ótima refilmagem que tem faroeste, comédia e ação em dosagens certas. Com diálogos, piadas e cenas, faz boas e merecidas homenagens ao filme de 1960. Promovendo, ainda, uma mensagem de paz, onde deve prevalecer o respeito cultural e racial entre os povos.

Nota do crítico: 4.0/5.0.

Por Henrique Xaxá.
Gabriel Buzanello 2 (perdi minha conta original)
Gabriel Buzanello 2 (perdi minha conta original)

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4,0
Enviada em 18 de novembro de 2021
É um filme muito bom!
O filme é um remake do filme de mesmo nome de 1960 (que eu não assisti), ele um filme bem bonito, as roupas e cenários ficaram excelentes, cria-se um grande hipe para a GRANDE BATALHA (grande tiroteio) do final do filme, e realmente a grande "batalha" é muito boa, o filme não se aprofunda muito em cada um dos personagens mas a gente se importa com eles, o filme é muito previsível numa cena mas apesar disso é um ótimo filme e vale muito a pena ver
Nota 09/10
Neide F.
Neide F.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de dezembro de 2021
Ainda não consegui assistir esse filme porém imagino que seja muito bom , pois se tratando de Denzel é muito difícil um filme que não seja de um gabarito imenso pois ele é espetacular.
Curto muito os filmes dele e pra mim ele é especial ,uma pessoa que sempre será muito abençoado por Deus. Boa Noite
Don B
Don B

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0,5
Enviada em 26 de outubro de 2020
Realmente um filme genérico, enredo genérico e tal.. Atores no automático.
Basicamente apresentam o vilão, oq ele pode fazer de mal. Apresentam os mocinhos e como eles são eficientes e legais.depois disso, mocinhos vão se vingar do vilão. Os motivos de sete pessoas se unirem é prova de quão forçado esse roteiro, Previsível de doer.
A parte técnica, fotografia monótona, cores saturadas. Cenários parecem ser de algum resto de algum seriado. O filme não tem música.
Fuco preocupado como tem gente que paga pau pra um filme desses... Mal gosto incrível.
Sérgio T.
Sérgio T.

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4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2017
Esqueça que se trata da refilmagem de um clássico do faroeste que refilmou um clássico do cinema japonês. Apenas pense que está vendo um bom bang-bang e tudo dará certo. A diversão é garantida. Os críticos são cruéis com filmes populares. Mas nós, pobres mortais, adoramos.
Wagner R.
Wagner R.

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de dezembro de 2019
Q filme horrivel! Sem enredo, juntam um pistoleiro em cada esquina e vao defender uma cidade q nunca viram na vida???? Fiquei pensando spoiler: "só falta o vilão aparecer com uma super arma..."
dito e feito!! Ah faz favor...
Wilhelm M.
Wilhelm M.

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de setembro de 2016
O filme é ótimo. Em uma época de liga da justiça, suicidas, x-man e vingadores, com muitos efeitos especiais, habilidades extraordinárias e filmes video-game, até que enfim um bom e velho far-west, Mocinho e bandido, com todas as nuances psicopáticas, muita ação, bang-bang, lindos cenários, respeito inter-racial e realismo.
A volta dos heróis, com muita malandragem, sarcasmo e boas tiradas, sem artificialismo.
Enredo impecável de 7 samurais em uma releitura clássica, mostrando a permanência de uma dúvida sobre qual o melhor título: Os 7 Magníficos ou 7 Homens e Um Destino.
Boa diversão para todos da família.
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