Sete Homens e Um Destino
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4,2
898 notas

78 Críticas do usuário

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Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de dezembro de 2016
Sete homens e um destino - isso sim é um faroeste de verdade, também filme com Denzel Washington já é meio caminho para ser bom, eu gostei muito e recomendo
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de setembro de 2016
Normalmente filmes de faroeste não tem ação(pelo menos os que eu assisti), mas aqui Fuqua entrega um bang-bang muito bem feito. Tem la seus clichês e momentos previsíveis, mas é muito divertido. O destaque fica para a interação entre os atores.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2016
Destino em Voga...

Refilmagem do clássico de 1960, a nova empreitada do diretor Antoine Fuqua apresenta um grupo de "mercenários" comandados pelo militar Sam Chisolm (Denzel Washington), este que aceita um pedido desesperado da moradora Emma Cullen (Haley Bennett) para defender um pequeno vilarejo tomado por bandidos que querer exaurir minerais valiosos do local.

Reflexo um novo tempo, o elenco não somente esbanja qualidade, mas traz também grande diversidade étnica para o grupo de sete indivíduos que rendem boas doses de interpretação, diversão e ótimo entrosamento quando necessário.

SETE HOMENS E UM DESTINO é um grande exemplar cinematográfico, respeita o filme de origem e incorpora idéias que não só ampliam a narrativa, mas moderniza um clássico de faroeste para um público cada vez mais exigente.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2020
Bangue bangue mais moderno, filme muito bacana, doses de humor e lealdade fora do padrão e até da realidade mas mesmo assim bem bacana.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 974 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de setembro de 2016
Um ótimo filme ao estilo faroeste. Que elenco incrível, na melhor forma de que o bem vence o mal, muita ação e tiros certeiros, fazem o enredo ganhar vida e nos entreter todo o tempo. Muito válida também a mistura de etnias entre os protagonistas, que permite amplitude ao longa. Um resultado típico, mas muito bem executado.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2016
Se tratando de remake,esse novo filme de Antoine Fuqua se sai muito bem.Comparando os dois filmes,não vi muita diferença nesse aqui.Em alguns momentos consegue ser até melhor.
Deixando um pouco de lado os nomes mais conhecidos do elenco,destaco a participação da jovem atriz Haley Bennett (gravei esse nome,tenho certeza que irá fazer muitos bons trabalhos daqui em diante). Destaco Chris Pratt por ser aquilo que ele é no filme .Seus diálogos quebram aqueles momentos em que a seriedade toma de conta.E destaco negativamente Peter Sarsgaard.É um vilão pouco expressivo,entendo que aparece bem pouco durante a trama,mas poderia ter sido algo acima do que foi mostrado.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de setembro de 2016
Hoje dia de curtir um filme que quando fui saber criei boas expectativas, um bom elenco, um estilo de filme nos últimos anos tenta resgatar o grande sucesso do passado, e aqui mostra-se bastante agradável e empolgante. O início do filme mostra uma situação clássica, um tanto dramática, violenta e sem muita enrolação, não um forte background ou uma história pra explicar nada. A cena simples serve basicamente de pano de fundo pros acontecimentos, tudo é bem superficial e o que realmente importa e como vão resolver a situação indiferente se as coisas vão fazer muito sentido. A primeira metade do filme apresenta todos os personagens e como eles se juntam, tudo é meio engraçado, impactante, um pouco violento, mas o melhor é ver a personalidade de cada protagonista, que não precisa de muitas apresentação, uma ou duas cenas com cada um já mostra de forma bem forte como cada personagem realmente é, e isso empolga bastante no decorrer do filme, essas personalidades são bem interpretadas durante todo o filme, mostrando que o elenco realmente é uma das melhores partes do filme. A segunda metade do filme é a aventura em si, todos se reúnem para resolver o grande dilema do filme, e o filme se torna mais interessante ainda, como se trata de uma aventura, que de certa forma empolga bastante, não há muitas cenas dramáticas ou feitas pra resolver algum conflito, são cenas mais engraçadas, que envolvem ainda mais os protagonistas na aventura, no sentido de amizade, e que estão ali pra resolver tudo, tudo que um bom filme clássico de aventura tem de bom. Ás cenas de ação são feitas no clássico estilo faroeste, sem tirar nem por, algumas cenas parecem ser estranhamente mal interpretadas por coadjuvantes que parecem ter sido inspiradas até demais nos anos 60. Os tiroteios não deixam a boa sensação de ação de lado, mostram um certo aspecto de violência, sem ser sanguinário (não é um filme do Quentin Tarantino!), e também são fortemente inspirada nos anos 60, em alguns momentos parece haver mortes até mesmo sem tiro hahahaha. O desfecho do filme não foge muito do esperado, praticamente meia hora de boas cenas de faroeste, com algumas ideias sendo bem aplicadas, tornando algumas cenas emotivas e interessantes, e a aventura termina como se inicia, não muito com o que se importar com o antes ou o depois, o filme se importa com aquela aventura, com aquele cenário e ponto. No geral, um filme bastante empolgante, que tem ótimas interpretações, que tem boas piadas, e as cenas emotivas se concentram mais na história, que é simples até demais, do que na continuidade, é um faroeste clássico muito bem feito e que vale muito a pena assistir.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de setembro de 2016
Há gente que torce o nariz para os filmes de western americano. Faroeste definitivamente não é dos gêneros mais populares hoje em dia, mas ainda tem um público cativo. De vez em quando surgem alguns exemplares como este nas telonas, e como é bom ver um filme tão bem realizado como este! Um filme de gênero e que demonstra muito orgulho em sê-lo. Trata-se praticamente de uma ode a todas as referências do Velho Oeste americano, com todos os exageros, clichês e estereótipos. Mas ainda assim é um filme excelente. Nunca fui um grande fã do trabalho do cineasta Antoine Fuqua, pois as obras que vi de sua filmografia sempre me pareceram medianas e nada marcantes, sendo a mais famosa o filme Dia de Treinamento, que rendeu o Oscar de Melhor Ator pra Denzel Washington (figura fácil nos filmes de Fuqua). Aqui, Washington representa Sam Chisolm, um caçador de recompensa que acaba se juntando a outros seis bravos pistoleiros para buscar justiça e/ou vingança contra um temível explorador (interpretado pelo sempre competente Peter Sarsgaard). Todos sabem que esse filme é uma refilmagem de um clássico dos anos 60, que contava com a presença de ícones como Charles Bronson e Steve McQueen, que já era versão bastante livre do filme Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Este novo filme felizmente não seguiu a besteira de tentar simplesmente copiar seu famoso antecessor. Somente a espinha dorsal é a mesma. Apesar de ser um filme que tenha todos os ingredientes clássicos do bangue-bangue tradicional, incluindo aí a previsibilidade e a crítica social, o filme busca incrementar a mesmice com ideias muito bem-vindas e que funcionam muito bem. A escolha acertada do elenco é uma delas. Protagonizada por um negro, com a participação de um personagem asiático, um índio, um mexicano e um irlandês, além de uma forte personagem feminina que não se fazia presente no filme de 1960, o filme faz essa interessante miscelânea cultural e étnica, que embora não desenvolva muito bem os personagens secundários (como o índio, o mexicano e o oriental), traz uma proposta bastante válida do batido tema “unidos venceremos”. Destaques óbvios do elenco vão para Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke, Sarsgaard, Vincent D’Onofrio e Haley Bennett que infelizmente é única personagem feminina relevante na trama. Visualmente falando, o filme é lindamente fotografado e prende a atenção do início ao fim. Os personagens são carismáticos, principalmente o que cabe ao Chris Pratt, e há um senso de humor muito bacana espalhado pela projeção, com aquele humor bem rasteiro e característico do cinema americano, mas que funciona a contento. E o vilão, embora extremamente caricato, é mais cruel e covarde que o do filme de 1960. Neste filme aqui há mais ação, mais brutalidade, mais bom humor, e também mais empatia. É um filme pra fãs do gênero se deliciarem, e para quem não está familiarizado com faroestes, se interessarem pelo estilo western. Não é um filme que vá mudar sua vida, contudo é uma obra que usa e abusa de todas as ferramentas que tem para alcançar um novo público, mais jovem. Ótimo entretenimento.
Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de maio de 2017
O tema é muito bom, apesar do passar dos anos, considerando cópia de uma versão antiga, ainda diverte muito
Francisco F.
Francisco F.

121 seguidores 181 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de novembro de 2019
Filme muito bom, com ação e um enredo divertido. Fora os famosos em ótima atuação. Mas não é tão bom quanto o primeiro, clássico faroeste.
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