Sete Homens e Um Destino
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4,2
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78 Críticas do usuário

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Henrique X.
Henrique X.

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4,0
Enviada em 4 de outubro de 2016
Sendo competente em sua proposta, Sete Homens e Um Destino (2016) é uma refilmagem muito divertida que faz merecidas referências ao longa de 1960 (de mesmo título) e apresenta temas modernos de forma eficiente.

Em 1954, Akira Kurosawa criou o consagrado Os Sete Samurais. A história é tão inteligente e cativante que foi muito bem recebida pelo público (vindo a ser adaptada diversas vezes ao longo dos anos). Não demorou para chegar em Hollywood: Em 1960, John Sturges faria a consagrada versão norte americana do filme de Kurosawa adaptando o roteiro para a cultura dos Estados Unidos (substituindo samurais por cowboys). Em 2016 (56 anos depois), coube a Antoine Fuqua o desafio de dirigir a refilmagem do clássico faroeste de 1960: Sete Homens e Um Destino.

O longa retrata um pequeno vilarejo, no velho oeste estadunidense, ameaçado por Bartholomew Bogue (Peter Sarsgaard) e seus capangas. Emma Cullen (Haley Bennett), tomada pelo sentimento de justiça, contrata os serviços de Chisolm (Denzel Washington), que, por sua vez, monta um grupo de sete pistoleiros para combater os vilões.

Apesar da história ocorrer no final do século 19, a nova adaptação de Sete Homens e Um Destino conta com um contexto mais atualizado: se antes a motivação do antagonista mexicano era de saquear um vilarejo em busca de alimento, agora vemos um vilão extremamente capitalista que deseja desabrigar os moradores da vila (reflexo da recente crise imobiliária norte-americana). E se em 1960, tínhamos um grupo formado inteiramente por homens brancos, em 2016 nossos heróis (ou melhor: anti-heróis) são etnicamente diversificados.

Criando diferenças consideráveis do filme de 1960 (e isso não é um defeito), o roteiro de Nic Pizzolatto (The Killing, True Detective) e Richard Wenk (Os Mercenários 2, O Protetor) destaca-se por promover a representatividade: uma personagem feminina de personalidade forte ganha grande importância na trama ao passo que um negro lidera um grupo composto por quatro americanos, um chinês, um mexicano e um índio. E é interessante notar como o grupo convive em harmonia, sem divergências étnica-culturais. O roteiro desenvolve uma história interessante e conecta bem os acontecimentos (mantendo a coerência), porém desliza em um momento e outro (como ao tentar justificar de forma rasa a motivação de alguns personagens).

Com seu carisma invejável, Denzel Washington protagoniza o personagem negro conhecido (e temido) por todos e que provavelmente é o melhor pistoleiro do Oeste. Chris Pratt, que vem se consolidando como um talentoso ator cômico (desde a ótima série Parks and Recreation), junta o tom cômico com a natureza anti-heroica de seu Josh Faraday. Haley Bennett confere a Emma Cullen uma personalidade forte e tendo uma participação decisiva. Ethan Hawke está muito bem em seu Goodnight Robicheaux, demonstrando o cansaço de um homem que já lutou demais, mas que ainda sim é movido pelo dinheiro. Quando aparece, Vincent D'Onofrio (irreconhecível) rouba a cena contrastando (de maneira acertada) o gigante porte físico de seu personagem, Jack Horne, com a personalidade delicada de voz aguda. Byung-hun Lee representa o asiático especialista em facas de forma competente. E Manuel Garcia-Rulfo e Martin Sensmeier dão vida aos personagens do mexicano Vasquez e do índio Colheita Vermelha respectivamente (estes com menos tempo de tela, infelizmente). Contudo, outro grande destaque vai para a atuação de Peter Sarsgaard ao antagonizar o maléfico Bartholomew Bogue, capaz de fazer qualquer coisa pelo dinheiro.

Fuqua utiliza bem o roteiro ao misturar western, comédia e ação (nas medidas certas), criando um ritmo envolvente. E é interessante ver como o diretor teve o cuidado de deixar o longa nos moldes dos filmes de bangue-bangue ao mesmo tempo em que presta homenagens ao filme de 1960 (como na cena que introduz o protagonista e nos planos detalhes das cenas de duelo). É importante ressaltar o preciosismo estético de Fuqua junto com o diretor de fotografia Mauro Fiore ao utilizar uma razão de aspecto de 2.35:1 (repare nas composições dos belíssimos planos gerais do velho oeste e no plano onde vemos a silhueta de certo personagem já no final do terceiro ato).

A trilha sonora de 1960 criada por Elmer Bernstein é tão marcante que entrou na história do cinema como uma das principais de filmes de faroeste. O brilhante James Horner (que infelizmente faleceu ano passado) ficou responsável pela trilha desta refilmagem de 2016. É perceptível a falta da trilha marcante durante essa nova adaptação. Não que esta seja ruim, mas não consegue criar uma atmosfera à altura dos clássicos de faroeste. Pelo menos, para a felicidade dos fãs, o tema de 1960 toca assim que os créditos finais começam a subir.

Sete Homens e Um Destino (2016) é uma ótima refilmagem que tem faroeste, comédia e ação em dosagens certas. Com diálogos, piadas e cenas, faz boas e merecidas homenagens ao filme de 1960. Promovendo, ainda, uma mensagem de paz, onde deve prevalecer o respeito cultural e racial entre os povos.

Nota do crítico: 4.0/5.0.

Por Henrique Xaxá.
Gabriel Buzanello 2 (perdi minha conta original)
Gabriel Buzanello 2 (perdi minha conta original)

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4,0
Enviada em 18 de novembro de 2021
É um filme muito bom!
O filme é um remake do filme de mesmo nome de 1960 (que eu não assisti), ele um filme bem bonito, as roupas e cenários ficaram excelentes, cria-se um grande hipe para a GRANDE BATALHA (grande tiroteio) do final do filme, e realmente a grande "batalha" é muito boa, o filme não se aprofunda muito em cada um dos personagens mas a gente se importa com eles, o filme é muito previsível numa cena mas apesar disso é um ótimo filme e vale muito a pena ver
Nota 09/10
Marcelo Nascimento Cunha
Marcelo Nascimento Cunha

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3,0
Enviada em 28 de novembro de 2019
gostei quase tanto quanto o original , quase fica por conta do elenco que e competente mas não tem o carisma de gente como Charles Bronson, yul brinner e Steve mcqueen.
Valdinea S.
Valdinea S.

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5,0
Enviada em 27 de setembro de 2016
Eu realmente gostei muito do filme, meu esposo me levou para assistir e está ótimo o filme.
Denzel, esta muito bem no filme. E todos. Os atores estão de parabéns.
Gustavo G.
Gustavo G.

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3,0
Enviada em 10 de outubro de 2016
Achei muito previsível é muito longo, isso seria 2 estrelas, mas a luta final é legal, bem filmada é bem encenada, o que dá uma estrela. De resto é bem previsível, como eu disse anteriormente.
Bruno C.
Bruno C.

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0,5
Enviada em 16 de outubro de 2016
Péssimo. Roteiro paupérrimo, diálogos fraquissimos, atuações ridículas. Desinteressante do começo ao fim.
Wilhelm M.
Wilhelm M.

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de setembro de 2016
O filme é ótimo. Em uma época de liga da justiça, suicidas, x-man e vingadores, com muitos efeitos especiais, habilidades extraordinárias e filmes video-game, até que enfim um bom e velho far-west, Mocinho e bandido, com todas as nuances psicopáticas, muita ação, bang-bang, lindos cenários, respeito inter-racial e realismo.
A volta dos heróis, com muita malandragem, sarcasmo e boas tiradas, sem artificialismo.
Enredo impecável de 7 samurais em uma releitura clássica, mostrando a permanência de uma dúvida sobre qual o melhor título: Os 7 Magníficos ou 7 Homens e Um Destino.
Boa diversão para todos da família.
Rafael D.
Rafael D.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de setembro de 2016
Tirando o fato de 4 dos 7 terem morrido, e algumas outras deficiências o filme até que foi bom, incrível foi o fato de que várias pessoas estavam indo embora da sessão antes do término da mesma.
Andreia M.
Andreia M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de setembro de 2016
Em muito tempo não vi um filme tão bom , prende vc na história ,elenco maravilhoso ,
Valeu a pena demais
João V.
João V.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de abril de 2017
[spoiler] O filme é excelente. As cenas de ação são muito boas e a direção é muito boa,porém ofinal me decepcionou um pouco. Dos sete homens apenas três sobrevivem. Que alguns iriam morrer sabíamos desde o inicio do filme,porém os melhores personagens morrem. Faraday( Chris Pratt) na minha opinião era o melhor personagem,engraçado e com personalidade,morre de forma triste,Goodnight Robicheaux(Ethan Hawke) passa por transformações durante o filme,deixando de ser covarde e se tornando heroi,morre de forma horrível. Billy Rocks(Lee Byung-Hum)era um personagem interessante,preferindo facas a armas de fogo,também morre e por fim Jack Horne(Vincent d'Onofrio)que teve pouca participação no filme,mas era bem engraçado.
Sobrevivem apenas Sam Chisolm(Denzel Washington) que era o personagem principal,um subtenente amargurado pelo passado,Vasquez( Manuel Garcia-Rulfo), um mexicano sem nem primeiro nome,sem importancia quase nenhuma e nenhuma personalidade e o indio Red Harvest(Martin Sensmeier)que não tem nem 5 minutos de fala e sua cena principal é uma luta de 1 minuto com outro indígena,não possuindo nenhum passado ou personalidade. Ressumindo: Os personagens que ninguém se importaria que morressem ficam vivos e os melhores personagens,que cativam o público morrem.
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