O Grande Hotel Budapeste
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4,4
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156 Críticas do usuário

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Marcus Cezar Meyer Sukevicius
Marcus Cezar Meyer Sukevicius

40 seguidores 155 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de novembro de 2020
Um bom filme com um enredo criativo e que consegue prender a curiosidade durante todo o tempo. Boas atuações e um clima leve que diverte ao longo de toda a estória. Vale a pena assistir!
Diogo R.
Diogo R.

20 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Divertido, agradável e leve são palavras que podem resumir "O Grande Hotel Budapeste". São características que o levaram à indicação ao Oscar de melhor filme, mas não ficou "apenas" nisso. Wes Anderson concorre a melhor diretor, certamente uma parabenização pelo trabalho bem executado, mas longe de extraordinário. O roteiro é original e criativo, concorre de modo justo ao Oscar (melhor roteiro original), pois, diante do marasmo dos roteiros de Hollywood, este filme foi um alento ímpar. É difícil ser original, mas "O Grande Hotel Budapeste" prova que não é impossível.
Mas é nas categorias técnicas que o filme se destaca, concorrendo a (além das categorias supracitadas) melhor: figurino, maquiagem e penteado, fotografia, edição, trilha sonora e design de produção. De fato, o visual (figurino, maquiagem e penteado, fotografia, edição, design de produção) é um capítulo à parte na obra, pois é charmoso e encantador a ponto de roubar a atenção. Não que o roteiro seja ruim, nem o elenco (que é bem estelar), longe disso. Mas é o visual que dá brilho aos olhos do espectador. Trata-se de um filme essencialmente estético, esse o grande destaque. Sem dúvida, o grande mérito.
O resultado não poderia deixar de formar um filme espetacular.
Ora, somando técnica maravilhosa, direção competente, atuação boa e história inteligente não poderia dar um resultado diverso de esplêndido. Talvez não seja o filme do ano por não ter ação ou não comover, apenas divertir. Mas é encantador, isso não se pode negar. Não recebe a nota máxima por um motivo bastante simples: apesar de estética e tecnicamente fantástico, é despido de críticas (denso em si mesmo, vazio para fora), ingênuo demais. Muito artístico, pouco expansivo. Muito belo, pouco ácido. Faltou um quê a mais na história, fator este que não apaga a excelência do filme.
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de abril de 2015
Falar sobre a estética do diretor Wes é, como dizem, chover no molhado. Logo nas primeiras cenas do filme, já vemos como vai ser no decorrer do filme, uma história dentro de outra história, que nos remete a outra história, que acaba de pegando pelo pé e te grudando na cadeira.

Alguns filmes, deste ano mesmo, têm uma história simplesmente surpreendente, e que no produtor final desaponta, pois foram mostrados sobre um viés complicado, podendo ficar muito linear ou é má direção mesmo. E no filme de Wes, conseguimos ver bem o contrário. Da simplicidade surge algo muito inesperado.

Essas várias histórias do filme são muito interessantes, pois, logo no começo o narrador se modifica algumas vezes o que te deixa instigado a saber mais ou onde vai acabar isso. É algo relevante no filme de Wes, pois, a história do hotel é bem simples e específica, poderia se disser que é tão banal, que nem seria digna de um filme. E é por isso que fica clara a genialidade do diretor. De algo pequeno se transforma em algo relevante.

A forma que Wes procura para contar essas histórias, com auxilio de vários recursos se explica as estatuetas de Oscars recebidas. Com muita comédia, duvido que você ao assistir esse filme, não se pegue rindo com a problemática do Concierge Gustave e seu ajudante Zero. Os diálogos entre os dois, num ritmo próprio, são cheios de palavras rebuscadas e um léxico teatral, que culmina na cômica aventura entre os dois.

Portanto, o filme é belíssimo e se torna relevante por vários motivos. Não somente pela estética que muito linda, mas também pela história que é contada, pela produção, pelo o elenco e, é claro, pelo seu diretor.
Leonardo A.
Leonardo A.

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2014
Eu diria que é uma obra de arte filmada, é como filmar um quadro e outro e outro, a fotografia do filme é linda, a história vem com um humor meio "sarcasmo artístico" talvez, não tem como definir o tipo de humor que o filme nos traz. Me lembre muito de Amélie Poulin, a história acelerada, que não te deixa pensar muito no que está acontecendo, mas ao mesmo tempo de entrega a hisória de forma leve, eu pausei várias vezes o filme pela cor intensa e bonita das cenas, a mistura de contemporâneo com antigo, as repartições do hotel, o clima frio, tudo muito alinhado, perfeito, é uma obra de arte para comprar e guardas, enfim eu diria que é INEXPLICAVELMENTE MARAVILHOSO.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2015
Belo filme, leve e divertido, humor inteligente e ao mesmo tempo canalha no personagem de Ralph Fiennes, assisti no cinema e gostei e comprei o Blu-ray e a primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi assisti e novamente me diverti com ele.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de setembro de 2015
O Grande Hotel Budapeste é visual, simétrico, artístico, cinema na veia, um dos melhores filmes já realizado e uma das melhores obras do diretor Wes Anderson.
A trama gira em torno do Gustave (Ralph Fiennes) concierge do famoso hotel. Ele recebe de herança de uma cliente milionária que ele presta serviços especiais, um quadro valioso e acaba acusado de assassinato pelo filho da mesma e precisa provar sua inocência.
É delicioso acompanhar as peripécias do Gustave, fugindo da polícia e do capataz do filho da amante morta. Sempre otimista e excêntrico, o personagem é cativante, assim como os outros tantos atores que permeiam essa produção. Um elenco de estrelas!
A fotografia, o roteiro, a direção de arte e figurino, a maquiagem, a direção, as atuações, a trilha sonora, tudo é apaixonante.
É um daqueles raros casos de filmes que após assisti-lo você não consegue parar de pensar nele. Arrisco dizer que quem vê-lo irá revê-lo outras vezes.
Curiosidade. 183º filmes na lista dos melhores filmes do site IMDB.
Outra Curiosidade. Indicado para 9 Oscars, incluindo Melhor Filme e Diretor, ganhou 4 deles. Em minha opinião, deveria ter levado de Melhor Filme também.
Mais uma curiosidade. O elenco inclui quatro vencedores do Oscar: Adrien Brody, Tilda Swinton, Fisher Stevens e F. Murray Abraham. Além de onze atores indicados ao prêmio (não necessariamente na categoria de ator): Bill Murray, Jude Law, Jeff Goldblum, Edward Norton, Owen Wilson, Harvey Keitel, Bob Balaban, Tom Wilkinson, Willem Dafoe, Saoirse Ronan eRalph Fiennes.
Nota do público: 8.1 (IMDB)
Nota dos críticos: 92%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $59 milhões
Mundo - $174 milhões
Acesso o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
__Wes Anderson__ sendo, como sempre, Wes Anderson, pode prejudicar um pouco seus trabalhos com seu enquadramento engessado e seus cenários surrealmente coloridos. Porém, quando o material se encaixa em seu estilo, temos um resultado espetacular. Como é o caso desse _O Grande Hotel Budapeste_, cuja história remete a um país meio Leste Europeu, meio Oriente, e que contém elementos fantasiosos que remetem justamente ao mundo que o diretor possui em sua mente.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de junho de 2016
Como surge uma irmandade aos seus olhos? Apenas pelo ventre de uma mesma mãe? Lógico que não! Ela nasce com uma amizade entre mulheres e da qual seus filhos são apresentados, surge entre vizinhos e acontece até mesmo quando se está sentado em um corredor da faculdade, sem conhecer ninguém e até então um estranho, senta ao seu lado. E por que não entre um chefe e seu subordinado? Não se negue a um dos maiores prazeres da vida: ter uma bela e eterna amizade. E nesta obra-prima dirigida e escrita por Wes Anderson, cuidadosamente temos tal relacionamento. Com um enorme e espetacular elenco, que estão impecáveis a cada personagem que lhes foi dado, temos quatro histórias em uma, retratando dois personagens interligados em cronologias diferentes, tudo fluindo normalmente, com coerência e detalhes para diferenciar cada momento. Em um deles, é simplesmente mágico, colorido, vivo, chamativo, curioso e divertido como todo conto deve ser. Sim, um conto! Começamos por uma moça ler um livro contendo memórias de um autor que começa por dizer que escritores não inventam histórias, mas reproduzem o que vêem e o que escutam, e assim, relata o encontro com certa pessoa ilustre e interessante e como tal pessoa conta seu passado. Anderson (o diretor/roteirista) não pudera ter melhor ideia! Pelo ano em que se passa a trama e por ser uma narrativa de terceiros , todos os acontecimentos são cabíveis e até o maior do pecados é perdoado (todos apenas falarem inglês não estando em um país que esta seja a língua nativa). Um filme leve e gostoso de se assistir, com uma trilha sonora deveras perfeita, que me arrancou lágrimas de tamanha e simples beleza! Uma película com suas peculiaridades de seu criador, que encanta, que renova o sentimento de amor por está sétima arte, que pelo bom Senhor, está por toda parte! O ator Ralph Fiennes (que interpreta o concierge Gustave) merecia o Oscar e, seu entrosamento com o novato Tony Revolori (que interpreta Zero em sua juventude) está impecável, merecendo igualmente um prêmio! E é incrível como reparamos em algo após dada certa importância, estava sempre ali, mas passava se despercebido por tamanha ignorância ou por perdido...
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2015
O Fabuloso Wes Anderson

O Grande Hotel Budapeste, empatado com Birdman, lidera em número de indicações aos prêmios da Academia disputando 9 estatuetas. Nas principais concorre a melhor filme, diretor e roteiro original, com boas chances de levar o prêmio em todas estas.

Seu diretor é Wes Anderson, um dos poucos artistas do cinema atual com assinatura inconfundível. Seu estilo é tão marcante, com diversas marcas registradas, que qualquer um que já tenha visto seus filmes não gasta mais do que alguns segundos vendo uma cena de qualquer destes para perceber quem é o pai da criança, com cores fortes, luz fraca, cenários que parecem feitos para uma peça infantil, figurino exagerado, closes em pequenos objetos, e uma obsessão com a simetria. Para ilustrar o que estou falando, cliquem neste link. No YouTube há algumas paródias envolvendo seu estilo, como a abertura de Forrest Gump (clique aqui), e até mesmo como seria um pornô dirigido por Anderson (clique aqui).

Além da estética peculiar, Anderson também tem uma forma muito própria de contar suas histórias, nas quais ele sempre é, além de diretor, roteirista. Suas personagens sempre são estereotipadas, sempre há um narrador da estória, que conta de forma simples, beirando o infantil, e há muita ironia em quase todas as cenas, na qual até a movimentação da câmera contribui no humor.

Apresentado este peculiar diretor, passamos ao enredo. O Grande Hotel Budapeste é um decadente estabelecimento que era considerado auge do luxo nos anos 1930, na fictícia república de Zubrowka ("na fronteira mais oriental da Europa"). Em 1968, um escritor que vive no local (Jude Law) um dia conhece seu dono, Mr. Moustafa (F. Murray Abraham), que passa a contar como herdou o local.

A trama então retorna aos gloriosos anos 1930, na qual Mr. Moustafa ainda é o garoto do lobby, chamado somente por seu primeiro nome, Zero (Tony Revolori), seguindo militarmente as ordens do concierge do hotel, M. Gustav (Ralph Fiennes), protagonista do filme. Este é um sujeito ultrametódico, disciplinado e com ares refinados, que tem uma estranha queda passional por septuagenárias. Em razão desta preferência amorosa, Gustav herda de uma de suas amantes idosas (Tilda Swinton, irreconhecível com a maquiagem) um quadro de "valor inestimável", "O Menino e a Maçã", e passa a ser alvo da fúria da família da morta, sendo esse o ponto central do desenvolvimento do enredo.

Como já dito, os personagens são extremamente estereotipados. Sempre faço críticas aos estereótipos, mas não aqui, pois Anderson gosta de contar fábulas, e não histórias reais. Sua estética já faz o possível para que o tempo todo o espectador perceba que o que vê na tela não é real. Daí os estereótipos ficam perfeitos nessas narrativas quase fantásticas.

Assim, os filmes de Anderson não são filmes para atores mostrarem diversas facetas. Mas são provavelmente uma grande diversão para seus intérpretes, haja vista a constelação no elenco deste filme (confira no poster acima para ver), que tem a possibilidade de brincar com os estereótipos e os exageros. Atores de renome aceitam fazer papéis pequenos, em que não aparecem muito mais que um minuto na tela, como Bill Murray e Owen Wilson. Além disso, os que trabalharam com Anderson costumam ser fiéis a ele e são recorrentes em suas produções, caso dos dois citados.

Os filmes de Anderson são quase que uma matinê. Preferi seu filme anterior, Moonrise Kingdom, no qual os protagonistas pré-adolescentes combinam melhor com a estética do diretor. Mas O Grande Hotel Budapeste também é um ótimo filme, digna de todos os prêmios a que concorre.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de janeiro de 2015
O mundo e o hotel só emergirão da decadência, anunciada pelas guerras, com generosidade e certa dose de ingenuidade. Comédia visual delirante de Wes Anderson, enaltecida pelo elenco afiado. Trata-se de típico filme de autor, em que Anderson explora ao extremo seu estilo original. Nos atuais tempos em que predominam o insosso, o sem graça e a ausência de surpresas, não é pouca coisa.
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