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The Guardian
O diretor Alex Proyas tem zero interesse em fazer um filme para todos os públicos: este aqui é para as crianças nerds que curtem "Dungeons and Dragons" e não muito além disso.
The Playlist
Existe uma abundância de tudo em "Deuses do Egito", a maioria deslocada. Mesmo assim, o roteiro é firme o bastante para impedir que a história fique totalmente incoerente. Além disso, o estilo exagerado de Proyas tem um aspecto tosco que pode ser cativante nas produções B.
ScreenCrush
Como diretor, Proyas quase traz um toque único a este gênero familiar, e mesmo seus piores filmes possuem algumas imagens inesquecíveis. "Deuses do Egito" não é exceção. Umas duas sequências são muito bonitas, com bastante criatividade visual.
Collider
"Deuses do Egito" é um filme péssimo, mas ele poderia fazer parte dos filmes "tão ruins que são bons", ou talvez "tão ridículos que são engraçados", se Alex Proyas tivesse assumido o absurdo de seu material e mudado o tom do filme. Mas na maior parte do tempo, "Deuses do Egito" se leva muito a sério.
Folha de São Paulo
O excesso de tudo (ação, duração, computação gráfica) torna essa suruba cinematográfica tediosa após 15 minutos. Faltam a "Deuses do Egito" não apenas alguns respiros, mas, acima de tudo, a capacidade de rir da própria megalomania...
New York Times
[...] gostaria de alegremente admitir que eu gostei de "Deuses do Egito" apesar do fiapo de história preguiçosamente genérica, o elenco eurocêntrico de gosto duvidoso e os efeitos especiais pouco convincentes [...]
O Globo
O espetáculo visual não salva o filme. A aposta num tradicional contraste estético entre tonalidades intensas (dourado, avermelhado) e fechadas (cinza chumbo) contribui para a sensação de monotonia. Ao longo da projeção, o público é massacrado por batalhas intermináveis.
Omelete
As batalhas são o ponto fraco de "Deuses do Egito", filmadas com travellings vacilantes e cortes fora de hora, e com efeitos visuais que frequentemente parecem inacabados.
Screen International
Por mais que o elenco chame a atenção do público, os atores acabam sendo deixados para vagar no meio do campo entre uma narrativa pouco interessante e a preocupação extremada do longa com sua estética.
Papo de Cinema
O longa-metragem dirigido por Alex Proyas deveria ter estreado durante o carnaval, de preferência na Marquês da Sapucaí. Só assim para curtir os figurinos exóticos, os cenários falsos e as atuações exageradas do elenco.
Screen Rant
Poucas coisas no filme funcionam. Na maior parte do tempo, "Deuses do Egito" deve causar mais bocejos do que empolgação - nem mesmo algumas risadas voluntárias.
Chicago Sun-Times
"Deuses do Egito" é um filme simplesmente ruim. O enredo é confuso e chato. Os caríssimos efeitos visuais parecem fake e ridículos. E as performances são desinteressantes [...]
Rubens Ewald
Ainda que vagamente inspirado em lendas egípcias, o longa exagera no uso de efeitos de CGI a tal ponto que em momentos parece filme de animação [...] E pronto. Quem for ver, sabe o que esperar e o azar é seu. Brinco, já vi piores. Mas poucos.
The Hollywood Reporter
É tudo tão ridículo quanto pareceria ser [...] e nem o suficiente para ser um guilty pleasure divertido [...] resultado do uso extenso de efeitos CGI que, embora elaborados e, obviamente caros, ainda conseguem ser rísíveis.
Variety
Mas, realmente, "Deuses do Egito" está brincando? [...] este épico interminável consigna a maioria da raça humana a um mar de extras digitais, [...] se ele sabe por que existe esse filme, ele não está dizendo.