Somos o Que Somos
Média
3,3
94 notas

27 Críticas do usuário

5
1 crítica
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8 críticas
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Michel A.
Michel A.

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de março de 2014
Um filme que, perdão pelo trocadilho relacionado ao tema, poderia ser definido como “cru”, sua fotografia e iluminação muitas vezes remetem a lembrança à “Inverno da Alma”. No entanto as semelhanças ficam nesses quesitos, num primeiro momento nos é transmitida a ideia de uma história de terror, todavia, não existem sustos e o desenvolvimento ocorre num ritmo lento, contudo o clima e o ambiente apresentam-se pesados e cruéis, envolvendo o espectador nesse drama familiar até o seu desfecho, o qual se não foi surpreendente, como mencionado pela critica americana, correspondeu a expectativa gerada pelo desenrolar do enredo.
Oyama Pamplona D.
Oyama Pamplona D.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de maio de 2014
Um filme com uma história muito boa, porém fraco no desenrolar, chato decepcionante, pastelão. Nunca é certo falar que um filme é perca de tempo, Por que o que é bom pra mim não necessariamente será bom pra você, mas se trata de um filme perdido nas poucas idéias de inovação do diretor.
Henrique P.
Henrique P.

7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de agosto de 2020
Bem decepcionante. No início o filme apresentava um visual bacana com bons takes em ambientação e na vivência da família, porém, o filme não soube suprir essa boa construção e só ficou em algo clichê, sem falar no clima extremamente arrastado chegando a uma resolução final que chega a ser risível, motivo? Nada daquela "anomalia" foi apresentada nas meninas e de uma hora a outra elas desencadeiam tal ato. Não acho que o filme seja ruim, mas é boa demostração de que ideias boas nem sempre são boas na prática.
Jhonatha M.
Jhonatha M.

6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de dezembro de 2013
Ótimo!! filme envolvente, chocante e com um final surpreendente.

Gosto de filmes que trazem algo novo. Este filme trata do tema "canibalismo" e uma forma totalmente diferente dos filmes anteriores do gênero...
É muito legal a observar a reação dos telespectadores dentro do cinema quando o filme acaba (totalmente surpresos e chocados, sem palavras), Isso que é legal!! Por que o filme inova e traz um final nunca visto, por isso é tão surpreende. Como sempre, após este lançamento virão filmes iguais (imitações), mas não serão tão marcantes como esse. pois este foi o primeiro com esta sacada nova que prende, choca e surpreende quem assiste... Filme Ótimo, muito bom!!!
wellington m.
wellington m.

8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de dezembro de 2013
Carregado de inferências e simbologias, "Somos o que somos" causa certa surpresa. Primeiro por trabalhar com temas aparentemente "cansados" em serem abordados, como a religião e a família. Segundo, por desfazer desses mesmos temas com tanta intensidade que nos obriga a repensá-los em suas manifestações. Sorumbático e acentuadamente melancólico, o filme nos alerta, ainda, sobre a construção e papel do Pai na sociedade ocidental atual: autoritário e dominador, Ele flerta com a intransigência e a manipulação. Terror, suspense e algumas cenas fortes dão bem a dimensão de uma fotografia repleta de detalhes a serem melhor explorados em seus significados. Uma boa opção para quem quer desenfastiar de pânicos e outros afins...
Guilherme Guimarães
Guilherme Guimarães

5 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 16 de agosto de 2020
Acabei de assistir ao filme no Amazon e como de costume, vamos à critica.

O filme entrega cenas excelentes, que prendem e transportam o telespectador apesar de um baixo orçamento. Não há muitos efeitos especiais aqui e é notório o que está acontecendo no filme, o dito mistério não tem nada de misterioso.

Porém, o final do filme deixa MUITO a desejar, e eu digo isso tendo predileção por filmes de terror/suspense que não tenham exatamente um final feliz.

Somos o que Somos entrega um filme de suspense interessante, mas peca pelo bizarro/grotesco apresentado no final.

Trata-se de uma família que desde seus antepassados pratica o spoiler: canibalismo devido a extrema escassez de recursos. Porém o filme erra grotescamente ao introduzir, no presente, o conceito de veganismo através de uma vizinha, desconectando o publico de uma real necessidade em se fazer aquele ato por uma questão de sobrevivência. Alto totalmente diferente de seus antepassados que passaram a comer membros da própria família numa tentava de sobreviver a um inverno rigoroso, onde havia real escassez de comida (mostrado via flashback). Outro erro foi o não aproveitamento da questão da fé, que foi amplamente abordado no decorrer do filme. Afinal, no próprio livro deixado pelos antepassados da família, o ato de canibalismo era mais uma questão de sobrevivência que fé, sendo a fé apenas uma forma de aliviar a consciência pesada pela pratica abominável. Não foi também explorado a questão da doença em si, uma vez que UM médico foi o único habitante da pacata cidade que descobriu restos mortais humanos, conduziu uma investigação praticamente sozinho e, ao invés de buscar ajuda, procurou fazer justiça com as próprias mãos, mesmo sendo já idoso e correndo o risco de enfrentar ao menos três membros de uma família. Enfim, nos últimos 20 minutos de filme, é vixe atrás de eita. A coisa desanda, vira uma coisa tão grotesca e surreal que as filhas que eram contrarias as praticas do canibalismo, simplesmente devoram o pai em vida. Poderiam tê-lo matado, poderiam telo esfaqueado e fugido, mas resolvem matar no dente mesmo, saboreando a carne crua do seu próprio pai, coisa que até então não haviam feito (eles preferiam sopa). No fim, é o médico combalido no chão após tomar uma panelada na cabeça assistindo o pai das meninas sendo devorado pelas filhas enquanto o pequeno se enfia debaixo da mesa para fazer sabe-se lá o que e depois só reaparecer em fuga com as irmãs em um carro, indo sabe-se lá pra onde.
Carmen S.
Carmen S.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de junho de 2015
Ainda não tinha visto filme pior que esse, o final não sei se dou risada ou choro de desgosto de tão besta.
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