007 Contra Spectre
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Celso M.
Celso M.

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4,0
Enviada em 22 de janeiro de 2016
Não é tão bom quanto 007 - Operação Skyfall, do mesmo diretor, mas ainda assim agrada. O início do filme é tétrico, folclórico até, mas com a progressão, torna-se cada vez melhor. Percebe-se que a estória não se encaixa muito bem, mas encanta e sasseia a vontade de adentrar o universo mágico de 007. Destaque para as atuações geniais de Daniel Craig e do esplêndido Christoph Waltz, de Bastardos Inglórios. Apesar de ser longo demais, diverte. Aconselho!
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 21 de janeiro de 2016
Tempo atrás quando vi o trailer desse filme coloquei-o na lista dos que se viesse para o cinema eu deveria ir olhar. Arrastei a Voz da Consciência Amorística junto e lá fomos nós. Eu empolgado, ela me dizendo que 007 é um Missão Impossível e afins... :/
Primeiro, a cena de abertura como a cena de Skyfall (aquele onde a música tema é da Adele) é fantástica! Você vai caminhando com a câmera, vai sendo direcionado, levado junto com ela. Eu imagino como deve ter sido a gravação da etapa na Cidade do México. Perfeita! A batida vai te deixando empolgado para o desfecho e a magia acontece, gostei. Aí vem a música desse ano que é a do Sam Smith, os créditos de abertura e etc, muito bonito e pararatibum e tals...
Depois, não sei o porquê do filme mesclar muito entre o parado-nada-acontece e cenas de ação muito bem elaboradas. É como um: aguenta aí que esses 20min sem nada vão ser recompensados na próxima explosão e pancadaria, um Bond, James Bond (aliás, o cara que mais sabe seduzir na galáxia pelo visto) e um ou outro soco. O que claramente fez eu não gostar do restante da levada da história.
Mas justiça seja feita. Existe um ator, que surgiu lá em Bastardos Inglórios que nasceu pra interpretar vilão e te deixar com raiva do mesmo, gostando da figura mesmo assim. Christoph Waltz em seus diálogos rouba a cena (e as referências ao antigo filme Blofeld estão todas lá). Maaaaas se tem um 007 que fui com a cara é esse Daniel Craig tbm, de longe o melhor desses últimos filmes dele (tirando os 007’s)... enfim, ouvi boatos que ele se aposenta do papel agora, se for verdade, foi um bom final para ele, mas sempre uma porta fica aberta pra uma continuação, sabe-se lá como...
A temática do filme é bem atual: tecnologia da informação nas mãos erradas vira arma, afinal, o mundo hoje é uma conexão apenas. Os pretextos políticos são fachadas e organizações (e não só terroristas como você pode estar pensando) são quem realmente ditam as regras do jogo.
Caras, gostei do filme com sensação de não gostei, que loucura isso! E, ok, vc deve estar pensando: - e a voz da consciência amorística dele gostou? Pois é, não, segundo relatos recentes, foi mesmo um missão impossível e só. :/
Você é uma pipa dançando em um furacão, sr. Bond.
Gabriel M.
Gabriel M.

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2,5
Enviada em 13 de janeiro de 2016
O famoso James Bond e seus apetrechos de espião. A franquia de ação clássica, sempre levou ação e emoção aos que assistem os filmes. O 007 desse ano reduz sua qualidade neste filme. No início do filme, começa a ação, e você fica convencido que esse filme vai ser sensacional, mas enquanto o filme se desenvolve, se convence que este filme não vai ser tão bom assim. Como de costume, James Bond com seus gadgets legais e um carro luxuoso a prova de balas assume a ação, mas as cenas de emoção não causam aquela adrenalina, como uma perseguição de carros que ocorre, nada de mais nada de menos, uma perseguição no meio da noite com pitadas de humor, talvez o cara que o estava perseguindo não queria arranhar seu carro e não apelou na briga. James Bond arrisca sua vida em várias situações, mas depois de levar uma boa surra, o acaso o salva, também seus apetrechos. Um vilão bastante assustador enquanto ele não é revelado, mas quando ele se mostra, descobrimos que ele é dono de um meteorito, e não, esse meteorito não tem nada a ver com a história do filme mas ele faz questão de mostrar a James Bond e sua companheira, sua pedra preciosa. A cena do avião que é mostrado no trailer, de onde ele tirou o avião? Ninguém sabe, ele achou um no meio da neve. Após de uma pequena perseguição área atrás de carros inimigos, ele perde o controle do avião e o acaso o salva de não ser explodido no meio das árvores e ainda conseguir acertar em cheio os seus inimigos. James Bond também tem que descobrir segredos com codinomes estranhos, ele se tortura em descobrir o que é mas uma simples busca na internet é possível revelar o que realmente é, pois esses "segredos" são muitos simples que não deveriam se chamar de segredo. Uma história parecida com Missão Impossível: Nação Secreta, 007 Contra Spectre é um filme bom, mas não supera Skyfall.
Pedro M.
Pedro M.

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5,0
Enviada em 15 de janeiro de 2016
Essa franquia do 007 interprtada por Daniel Craig, foi em minha opinião uma das melhores do agente. A série que começou em 2006 com 007 Cassino Royale, que apresentou um lado novo de James Bond, um lado humano por assim dizer. Isso impressionou aos fãs e não fãs da saga, e alem disso, esse filme introduziu muito bem o novo personagem. Depois de Cassino Royale veio: 007 Quantum of Solace, que várias pessoas preferem dizer que ele não existiu, outros are q aguentam. Chegando a 007 - Operação Skyfall, que divide opiniões, mas que será lembrado pela música da adele de mesmo nome ( Skyfall ). E então chegamos a esse filme: 007 - Contra Spectre, que alguns não gostaram, porém eu particularmente gostei muito desse filme porque é de longe o filme com mais ação dessa nova franquia do Bond. Incluindo várias perseguições de carros, tiros e explosões. Um elenco muito bem escalado e uma dupla que eu considero muito boa: Daniel Craig e Sam Mendes. O filme envolve bastante dos outros 3, oq é muito legal. E um final com muitas explosões que era exatamente oq a franquia precisava. É um filme que recomendo a todos os amantes de filme, seja do 007 ou do gênero de ação em si.
Marcelo J.
Marcelo J.

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 5 de janeiro de 2016
Deu sono filminho sem graça . Foi decepcionante sair do cinema com gosto de cadê o 007. Só por deus
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de janeiro de 2016
007 – Operação Skyfall foi um filme definidor para a franquia James Bond, em anos recentes. O roteiro nos mostrava o agente inglês como um homem marcado pelos acontecimentos de seu passado, o qual, por sua vez, tinha um reflexo direto nas ações dele em seu presente. A mesma característica está presente em 007 Contra Spectre, filme dirigido por Sam Mendes, que oferece para a plateia a incômoda sensação de conclusão, de que a trajetória de Daniel Craig como o agente britânico mais charmoso do cinema está chegando ao fim.

A trama de 007 Contra Spectre se divide em duas linhas, ambas interligadas: a primeira é a que acompanha James Bond em uma investigação particular que o leva a conhecer a organização que dá nome ao filme e a segunda é a que coloca o MI6 em xeque devido à possibilidade de extinção da agência secreta em prol da criação de um sistema integrado de monitoramento mundial, que transformaria o mundo em um grande Big Brother.

Como um bom filme de espionagem, levando-se em conta a atual configuração mundial, 007 Contra Spectre mantém alguns dos elementos vistos nos filmes anteriores da franquia, como a ação se passando em diversas partes do mundo e o estabelecimento da dinâmica entre Bond e seus parceiros de trabalho M (Ralph Fiennes), Moneypenny (Naomie Harris) e Q (Ben Whishaw). Dentro da construção recente da personagem, temos a entrada de uma nova mulher na vida de Bond, Madeleine Swann (Léa Seydoux), que vem tentar ultrapassar as cicatrizes internas do agente secreto, de forma a se aproximar dele; bem como a introdução de um vilão bem interessante, Franz Oberhauser (Christoph Waltz).

Incomodou a muitos fãs a necessidade desse filme em aparar as diversas arestas de filmes passados, conectando os vilões e as histórias anteriores no ato que culmina no final de 007 Contra Spectre. Particularmente, achei muito interessante, do ponto de vista narrativo, a solução adotada por Sam Mendes e pelos roteiristas John Logan, Neal Purvis, Robert Wade e Jez Butterworth. O que eles fizeram foi um verdadeiro tributo às mudanças mais significativas vistas em James Bond, nos seus longas mais recentes, terminando o filme com uma mensagem até positiva: a de que, para seguir em frente, é necessário olhar para trás.
Edgard T.
Edgard T.

14 seguidores 63 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de janeiro de 2016
A única falha foi que dava para explorara melhor a organização vilã, que foi tão ativa nos filme do Connery. Entretanto curti muito as cenas de ação foram muito boas e o lado rebelde e mais realista do "Bond Craig" ainda prevalece. Dos filmes dele só acho que perde para Cassino Royale, pois foi os mais próximos dos excelentes filmes de Sean. Christoph Waltz esbanja um excelente vilão, embora poderia ter sido mais explorado e sombrio. O resto do elenco prevalece muito. Ralph Fiennes, nosso amado Andrew "Moriarty" Scott e Léa Seydoux, esta última até que enfim com um reconhecimento decente, fazem um excelente trabalho.
Rodrigo A.
Rodrigo A.

6 seguidores 6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de dezembro de 2015
Filme fraco e com cenas de ação dispensáveis. Se você é fã de Casino Royale ou Skyfall, vai se decepcionar com o declínio desse filme em relação aos anteriores.
Daniel C.
Daniel C.

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3,5
Enviada em 13 de dezembro de 2015
Do meio pra frente eu senti q o filme deu uma esfriada. Se mantivesse o ambiente no México. Ia ser ben mais interessante
Francielly M.
Francielly M.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de dezembro de 2015
O filme não empolga. A abertura é de mau gosto, lembra aberturas de novelas. O ritmo é arrastado, com perseguições de carros e outras peripécias vistas milhares de vezes. Christoph Waltz encena um vilão bastante óbvio. Desta vez, Bond está mais soturno, marcado por lembranças dos mortos dos filmes anteriores  Além de tudo isso, o filme é muito longo.
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