007 Contra Spectre
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4,0
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154 Críticas do usuário

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Bárbara H.
Bárbara H.

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5,0
Enviada em 8 de novembro de 2015
peeeeeerfeito, filme mto bom. super recomendo !
Bond é o cara.
Guilherme F.
Guilherme F.

2 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de novembro de 2015
Cenas de ação boas, história boa, mas confusa demais. Me perdi no começo, não me interessei, sai no meio do filme pra ir ao banheiro e depois me deu vontade de dormir na sessão. Não gostei
Tiago R.
Tiago R.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de novembro de 2015
Filme muito sem sentido e pouca ação, o outro foi muito melhor.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de novembro de 2015
Daniel Craig fez um ótimo debute no papel mais significante de sua carreira, a do icônico personagem James Bond, em Casino Royale, no aparentemente já longínquo ano de 2006. Depois, fez o chatíssimo e esquecível Quantum of Solace, para depois brilhar no melhor de todos, Skyfall, que trazia todos os grandes feitos que o personagem merece. Agora, a dobradinha com o oscarizado Sam Mendes se repete, mas não com a mesma magnitude. Apesar de começar muitíssimo bem com as sequências da Cidade do México e um revival das clássicas aberturas onde são apresentadas as já esperadas músicas tema dos filmes do espião mais famoso da ficção - desta vez uma canção tanto amada quanto odiada a cargo do super premiado Sam Smith - o filme vai perdendo muito suas qualidades no decorrer da projeção. Apesar do ótimo elenco principal, com destaques para as participações do próprio Craig, da belíssima Léa Seydoux, do “nerd” Ben Whishaw, Naomie Harris e da super Monica Bellucci (numa quase figuração), o filme conta com participações apáticas de Ralph Fiennes e Christoph Waltz. Este último, por sua importância na trama, deixa muito a desejar, nem tanto pela presença do ótimo ator em si, mas pela falta de relevância que o próprio roteiro emprega a tal personagem. O problema de todo o filme recai justamente sobre um roteiro que vai se arrastando em suas longas duas horas e trinta minutos, e que apesar de ótimas cenas e grandes tiradas, acaba resvalando na mesmice dos clichês, frases de efeito ridículas, e previsibilidade máster. As cenas do desfecho são deveras constrangedoras pela simplicidade se comparadas à complexidade das situações vivenciadas pelos personagem até aquele momento. E convenhamos, apesar de James Bond ser um ícone do macho alfa, a frieza com que esta sua última aventura é narrada, afastando-o da humanidade apresentada em Casino Royale e Skyfall, faz com que haja essa impressão de retrocesso. A sensação que tive foi de ter acabado de voltar no túnel do tempo e ter visto um filme de Bond no nível dos protagonizados pelo Timothy Dalton na década de 1980. Esperamos que na próxima aventura, com ou sem Daniel Craig, haja mais entusiasmo, pois Spectre se mostra uma fórmula desgastada de filme de ação/espionagem em que a emoção foi um ingrediente esquecido à receita.
Felipe M.
Felipe M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de novembro de 2015
Sou Fam da franquia 007. Esse com certeza é o ultimo com Daniel Craig. Espero que não passe muitos anos pra haver uma nova aventura de James Bond. Nesse filme claro,se manteve o esperado, bons carros,mulheres deslumbrantes e muita ação contra os inimigos. Espero que os drones não aposente o programa 00 pois eles não dizem quando e a hora de matar.
Fernando L.
Fernando L.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de novembro de 2015
Estou espantado com as críticas negativas do filme, parece até que assistiram outro filme. Achei o filme excelente, pra mim foi o melhor 007, gostei principalmente das cenas emblemáticas e luxuosas, dos cenários nostálgicos, da ostentação do herói, das escapadas espetaculares e das lindas mulheres. Minha crítica vai apenas para 2 cenas de fuga que eles não precisavam ter fantasiado tanto, parecia desenho animado.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de novembro de 2015
Não gosto muito de fazer comparações por que as vezes as continuações tem uma abordagem diferente de seus antecessores. Exemplo disso temos os filmes do Batman do Chris Nolan, o último foi bem diferente daquele com o coringa, então é complicado fazer uma comparação. E é o que acontece com este 007 Spectre, sua abordagem é segue um rumo distinto de Skyfall, tanto na trama, como também na ambição de James Bond. Na verdade gostei do filme, é claro que demora para o filme engrenar, só a partir da luta com o capanga no trem (Que luta!) Spectre começa a empolgar. Achei o filme bom, tem problemas de ritmo, uma história por vezes confusa, mas gostei
Bartelli
Bartelli

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de novembro de 2015
Desde que Daniel Craig assumiu o posto de 007, tivemos um ótimo filme (Cassino Royale/ 2006), um filme ruim pra mediano (Quantum of Solace/ 2008), um excelente filme (Skyfall/ 2012) e agora chegamos novamente ao filme meia-boca (Spectre/ 2015). Algo que não deveria acontecer, afinal, é a mesma equipe do sucesso anterior que assumiu o posto aqui. Ou seja, falamos do premiado diretor Sam Mendes (Beleza Americana) que parece ter sentido a necessidade de avacalhar toda a construção de personagem que vinha acontecendo desde a entrada de Daniel Craig no papel e fazer um daqueles esquecíveis filmes do personagem de antes. Mas não qualquer um. Aqueles bem esquecíveis mesmo com Timothy Dalton ou Pierce Brosnan a lá "Um Novo Dia para Morrer". "Mas e a ação??? Eu vou ver esse tipo de filme pela ação"...Ok! Se a cena de abertura empolga, as outras, nem tanto. Depois de 2h30 daquela velha fórmula dos filmes de Bond, cansa. Você já sabe que tudo não faz sentido mesmo, ele vai sobreviver, a mocinha também, não há motivação psicológica mais além de desfilar seus ternos agarrados (até por demais) em cenas sem noção....então que termine logo. É um filme tão longo mas que não desenvolve um personagem sequer, nem mesmo um argumento, a Spectre, que é a organização que dá nome ao filme.

E olha que o elenco é premiado. Por exemplo, é triste ver Monica Belucci como uma figurante de luxo (deve dar 5 minutos totais a participação dela); uma Bond Girl daquelas que só servem de acessório (outro desperdício porque Léa Sydoux de "Azul é a Cor Mais Quente" é sensualíssima e também uma grande atriz que aqui não ganha muito com o que trabalhar) e Christopher Waltz, sim, aquela cara que levou o Oscar como o vilão de "Bastardos Inglórios" e depois voltou na dobradinha Tarantino e também levou o Oscar por "Django Livre". Não dá pra entender como Waltz, um sujeito que só de pensar parece ser o cara ideal para viver um vilão dos filmes de Bond, vive aqui o que seria um "icônico vilão do passado da franquia Bond" spoiler: (Blofeld - sim, aquele do gato que todo mundo já tirou sarro, inclusive Austin Powers)
, sem força, tímido e contido. Logo ele! E sem entregar maiores spoilers, com uma motivação assim, digamos, pífia, risível, digna de piada a se contar para alguém.

Mas dá pra esperar muita coisa de um filme de 007? Dá, veja "Cassino Royale", primeiro filme com Daniel que trouxe tanto na ação quanto nos diálogos um Bond humano, em conflito com a própria licença pra matar; que se machuca física e psicologicamente. Pegue o último filme, "Skyfall", não apenas lindo (indicado inclusive ao Oscar de fotografia), com um vilão capaz de realmente fazer frente a figura de 007 (Javier Barden também indicado ao Globo de Ouro naquele ano), que conseguiu divertir e ainda assim trazer o personagem em momentos tão humanos como nunca antes visto na franquia. E isso fez o que? Skyfall ser a maior bilheteria de um filme de James Bond na história! E olha que são 24 filmes! Acostumar a platéia mal dá nisso, espera-se muito do capítulo seguinte!

Com certeza "007 contra Spectre" não fará tanto sucesso, mesmo prestando mil e uma homenagens (desnecessárias) à história cinematográfica de 007 (sim, inclusive aquelas que de tão datadas viraram material para filmes como "Austin Powers"), mas porque é um filme sem emoção e com um tom de despedida para com tudo feito até aqui com o personagem, mesmo que isso já tenha ficado muito bem resolvido em "Skyfall".

Daniel Craig tem contrato para mais um filme, se seguirão ou não com ele apenas o tempo dirá, mas uma coisa é certa, se seu 007 começou com "sangue nos olhos", e ele terminar por aqui, como o filme indica, a despedida foi novamente como a de seus antecessores, na base do desgaste e do já foi tarde!
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de novembro de 2015
O filme é bom, cenários espetaculares, um pouco sombrio o que o torna quase um suspense. Falta aquela alegria do 007 e a aventura da franquia. O ator parece demostrar cansaço com o personagem.
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de novembro de 2015
O novo filme do espião britânico 007 se mostra burocrático e filosófico no mesmo molde do anterior, até por que, se trata do mesmo diretor, Sam Mendes (Operação Skyfall e Beleza Americana). O primeiro ato do longa se apresenta de forma interessante com um belo plano sequência, uma fotografia digna de Hoyte Van Hoytema , e uma ação frenética com explosões e piruetas de helicópteros, demonstrando toda a experiência de Mendes no take. Nessa missão, 007 (Daniel Craig) precisa por fim, literalmente, a organização criminosa Spectre, liderada por um de seus piores antagonistas Franz Oberhauser (Christoph Waltz ), que em um futuro se tornará o vilão icônico e seu inimigo número 1 “Blofeld” (aquele cara careca c/ uma cicatriz em volta dos olhos que vive acariciando um gato).
007 contra Spectre faz um recap dos principais vilões dessa nova franquia liderada por Craig, e expõe para o público como se fosse tudo um plano da organização do polvo (símbolo de Spectre). A narrativa de Jonh Logan não contribui de forma positiva para um filme de ação nos moldes de espiões, polpa aparatos tecnológicos ao mesmo tempo que descarrega uma trilha contrastante em várias cenas, tornando a produção cansativa, cheia de diálogos, metáforas e referências para agradar o fandom de 007. Convenhamos que mesmo sendo um filme lento, as locações são belíssimas, assim como o design de produção executado com perfeição por Dennis Gassner, passando pelo México, Roma, Tóquio e Áustria, cenários que agregam todo o charme dos filmes de Bond.
A película usada por Mendes lembra muito os filmes de David Fincher e Denis Villeneuve, pois se apresenta de forma dark, semelhante a um suspense dos diretores. Talvez seja uma estratégia do diretor para puxar o longa ao suspense e tapar o buraco da ação que deixa a desejar em vários quesitos.
Provavelmente, esse seja o último filme de Daniel Craig na pele do agente (mesmo tendo mais 1 filme no contrato), depois de várias declarações do ator e por apresentar um Bond cansado, no fim de carreira nessa nova trama, tudo nos leva a crer que o terno será passado a um sucessor.
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