Ela
Média
4,4
3742 notas

448 Críticas do usuário

5
283 críticas
4
101 críticas
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30 críticas
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12 críticas
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Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2014
É um bom filme, mas muito especial e diferente. Retrata uma situação em um futuro próximo. É uma ficção e drama romântico. Não tem ação, nem efeitos especiais. Não é engraçado nem divertido. É para quem gosta de cinema, para pensar e entender. Fala principalmente das dificuldades da vida a dois de pessoas independentes e livres. Fala dos relacionamentos, das separações e das dificuldades em encontrar a alma gêmea. Theodore Twombly, (Joaquin Phoenix) personagem principal, vive esse dilema. Ex-casado e vivendo sozinho e muito solitário, descobre um programa de computador, que tem como principal função manter conversação e a organização da vida digital das pessoas, email, agendas, etc. Ao personalizar o programa ele percebeu que seu desempenho era muito superior ao esperado, inclusive com sinais de autonomia e inteligência artificial. A ilusão de um relacionamento ideal, com alguém que existe apenas para agradá-lo foi o suficiente para virar a sua cabeça. Mas, nada é perfeito, e ele verá isso. Vale a pena pelo tema abordado.
Val V.
Val V.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Legal define bem, só legal,,,, lento, a história é interessante, mas perde a mão... quando passa a ser normal namorar um sistema operacional, podia ter sido muito melhor explorada essa coisa da solidão que invade a vida moderna... vale a pena assistir, mas não espere muito.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 3 de setembro de 2014
A ideia do roteiro de Ela,é bastante original.Onde a sociedade moderna,se ver apenas nas mãos da tecnologia.O filme não é baseado em fatos reais,mais não sofreria nenhuma discriminação se fosse.A solidão deTheodore,é visivelmente triste.Onde não tem nenhum tipo de companhia,de amigos,nem de amores.Onde acabara de sair de um relacionamento confuso com sua esposa.O filme passa a maioria do tempo sobre a vida de Theodore,uma vez ou outra,explora outros personagens.Que daí aparecem as belas Rooney Mara,Olivia Wilde e Amy Adams,sem contar na voz aveludada de Scarlett Johansson.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de setembro de 2020
Uma crítica consistente do nosso mundo atual. Temos ótimas interpretações e uma grande reflexão sobre as questões da modernidade e até onde podemos chegar. É inteligente e simples, mas com um explorado processo criativo.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de março de 2023
Excelente filme!

Não vejo como uma obra-prima, igual alguns dizem, mas é um tema bem interessante.

Acredito que a maior parte que odiou, é aquele publico que não entende nada de cinema.
Jonathan G
Jonathan G

50 seguidores 92 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
O filme é tocante e preciso, Joaquin e Scarlet acabamtendo uma quimica que achei que não fosse possivel entre um homem e uma máquina. O filme passa e sentimos a alegria, a dor e a tensão dos dois. O que acaba sendo um pouco pesaroso é o ritmo do filme. Muito bom
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de janeiro de 2014
É impressionante a capacidade técnica do Diretor Spike Jonze, muito conhecido principalmente por adaptar o inadaptável como fez por exemplo em Quero ser Jhon Malckovich. Neste filme em que um homem comum se apaixona por um sistema operacional com a voz sexy de Scarlet Johanson, ele desfila o seu estilo e ritmo com o sempre costumeiro toque de originalidade que não falta em seus filmes. Este filme aclamado pela crítica Americana e que está pouco a pouco sendo descoberto, é realizado por um visionário que sabe abordar um tema sem apelar para clichês. A solidão e o vazio - mesmo sem maiores explicações sobre o futuro de Jonze - apelam para o refúgio virtual diante da inaptidão de se relacionar socialmente. Pessoalmente, fiquei impressionado com a definição que Samantha - o sistema operacional que é foco da paixão do protagonista - deu em relação a uma composição musical: "Um retrato revelado de um pedaço de nossos sentimentos". Merecida indicação de melhor filme devido a originalidade da história; talvez um dos filmes mais interessantes e originais da história do cinema moderno.
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
A idéia do filme é boa, mas o egocentrismo dos personagens prejudicou a proposta.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de novembro de 2014
Filme salienta a importância do diálogo em meio à comunicação.

Ela, o novo filme escrito e dirigido pelo sempre contundente Spike Jonze, de Quero Ser John Malkovich (1999) e Adaptação (2002), é uma fábula contemporânea, uma ode à comunicação (ou à falta dela) e um grito de socorro diante das contradições da era digital, uma época em que se tornou possível se comunicar online com alguém que esteja até do outro lado do mundo, enquanto o hábito de dialogar pessoalmente tem se mostrado cada vez mais raro e obsoleto.
O filme nos apresenta um futuro muito, muito próximo, em que empresas do ramo de comunicação se ocupam em oferecer a seus clientes – incapazes de expressar seus sentimentos pessoalmente – o serviço de escrever cartas a seus entes queridos ou pares românticos. Em comum com a personagem vivida soberbamente por Fernanda Montenegro no brasileiro "Central do Brasil", (1998) de Walter Salles, está a sensibilidade necessária para entender de relacionamentos, e se colocar no lugar das pessoas, ao redigir tais cartas. Detalhe: aqui as cartas não são mais digitadas, e sim ditadas pelo escritor, e imediatamente "lidas" pelo software, uma tendência que, segundo atestam comunicólogos, em questão de mais alguns anos deverá fazer parte de nossa sociedade de maneira massiva. Um desses funcionários de tal empresa é Theodore (vivido com apropriada vulnerabilidade por Joaquim Phoenix), que escreve lindas cartas de amor para pessoas que nunca vai conhecer pessoalmente (e as ajuda a se aproximarem), ao passo que, ironicamente, quando sai do trabalho se vê diante de sua atual situação, um processo de divórcio doloroso (eles sempre são) e a solidão de seu apartamento, para o qual volta desoladamente todas as noites. Apesar de ser uma pessoa sociável, como se percebe facilmente em seu ambiente de trabalho, em que interage com grande naturalidade com todos à sua volta, sua incompletude – nada mais do que um reflexo inerente a todo ser humano – é inegável.
A reviravolta na vida de Theodore acontece quando ele “conhece” Samantha, um sistema operacional que, mais do que organizar sua vida, passa a fazer-lhe companhia. O entrosamento entre eles se dá inicialmente pelo alto grau de "humanidade" que o programa apresenta, possuindo uma personalidade autêntica, com suas próprias ideias e opiniões, o que afasta completamente a noção de que, na verdade, Theodore estaria apenas interagindo com uma “máquina”. O esplêndido trabalho de Scarlet Johansson ao fazer a voz de Samantha só contribui para atingir em cheio o objetivo requerido pelo roteiro (que ganhou o Oscar) de simpatizarmos com ela. A extrema naturalidade e espontaneidade com que Samantha fala, somada à doçura de sua voz, rapidamente vai preenchendo Theodore com a sensação de completude que lhe faltava. Mas esse sentimento a princípio bizarro não é tão espantoso assim, pois Samantha também demonstra "sentir" algo por ele, e essa cumplicidade não difere de nenhum outro relacionamento "à distância", em que momentos de felicidade são facilmente perceptíveis, bastando para isso às vezes apenas uma simples conversa, ainda que por meio das ferramentas digitais que “aproximam as pessoas”.
A aparentemente fácil inter-relação homem-máquina, bem como suas consequências nos âmbitos moral, social e ético, é ilustrada neste longa de maneira a nos convidar para uma ampla reflexão acerca de como será o nosso futuro. Mais do que isso, nos alerta a enxergar a realidade que já está diante de nós, basta sairmos à rua para observarmos pessoas caminhando obsessivamente concentradas no que vêem nas telas touchscreen de seus smartphones. Quantos anos nos separam do que é visto nesta projeção? E, talvez a pergunta mais relevante que o filme se propõe a nos fazer: o futuro aproximará ou afastará as pessoas? Que ainda reste sensibilidade suficiente no mundo para haver, ao invés de mais comunicação, mais diálogo.
Luanbrasil
Luanbrasil

8 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de dezembro de 2014
Ficção clássica barata. A proposta do roteiro já foi desenvolvida em outros projetos cinematográficos. O filme manda muito bem porque consegue vender com realismo o aprofundamento das amarguras e das tensões que buscam a qualquer preço saciar as carências da vida como também a solidão. O filme retrata praticamente a loucura humana sob a ótica da normalidade dos valores da época com um despertar triunfante no seu encerramento. O filme é muito bizarro e ao mesmo tempo muito envolvente por conta da atuação brilhantes dos personagens. Poderá parecer monótono para alguns por conta do roteiro mas posso garantir que é muito denso. Vai depender muito do ponto de vista de cada um. Vale a pena conferir.
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