historia iteressante sem focar em uma data especifica e a tecnologia é um de seus pontos fortes, porém geralmente filmes que ficam a maior parte do tempo focada em um unico personagem visivel tem esse detalhe como ponto fraco
Tinha resistência a assistir esse filme, pois de uma história na qual um homem se apaixona por uma inteligência artificial não poderia sair coisa boa. Mas devido a boa avaliação que o filme tem aqui no site e por aparecer na lista de melhores filmes de algumas pessoas, resolvi assistir. E infelizmente eu estava certo. Filme arrastado, com diálogos maçantes entre o personagem principal e a inteligência artificial. O romance entre o "casal" ficou muito forçado, difícil de engolir. Enfim, filme fraco.
Filme extremamente chato! O fato de uma pessoa se apaixonar pelo Windows com voz de Scarlett Jonhason nem é a pior parte. A pior parte são 2 h e 06 min de tédio!!! Como um filme desses foi concorrer ao Oscar??? 1 h e 20 mim todo mundo ficaria feliz.
A idéia de "Ela", sem duvidas nenhuma é no minimo interessante. Contar a história de um cara frustrado emotivamente que sofre um processo de divórcio e que acaba se apaixonando pela voz do sistema operacional do seu computador, ñ é uma história qualquer. E o filme começa bem, principalmente se você se deixa levar pela vibe da história contada e com as atuações perfeitas de Joaquin Phoenix e Scarlett Johanson. A cena de amor que os dois protagonizam é um dos pontos altos do filme. Porém, ele deixa a desejar e decai muito quando o filme tenta ultrapassar o limite dessa vibe, como por exemplo, tornar o romance entre os personagens de Phoenix e Johanson uma coisa aceitável para a sociedade e absolutamente normal. Talvez o filme terminasse melhor e ficasse mais intenso se esse amor fosse assumido como uma loucura ou um ato desesperado de quem precisa amar e ser amado... Tudo p ser um bom filme, mas me decepcionou... Mesmo assim RECOMENDO para que tire suas próprias conclusões.
É um filme no máximo aceitável em virtude da sua trama que discorre numa época em que a máquina substitui o relacionamento humano, e uma tentativa de tratar o amor como algo mensurável perante a tecnologia. A ideia do filme, maravilhosa mas a forma como foi feito... horrorosa. Uma pena! Um filme que tinha tudo para ser um clássico como tempos modernos, mais modernos.
Não dá pra entender o tamanho da aceitação de um filme em que um homem barbado se apaixona por um sistema operacional e começa a namorar com "ela"... Deve ser pelos milhares de moleques (porque homens é que não são) que se identificam com o tipo: nunca amadureceram e preferem um relacionamento "perfeito" do que encarar os defeitos de um relacionamento real. É patético... Catherine estava certa.
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