A Caça
Média
4,4
974 notas

120 Críticas do usuário

5
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Priscila B.
Priscila B.

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 3 de março de 2016
Filme fraco, tema interessante, o filme chega a prender a atenção, desperta a curiosidade, o que me fez assistir até o fim, mas a forma como a história desenrola é meio sem nexo, faz vc esperar que aconteçam situações que não acontecem, é decepcionante, gera uma expectativa e deixa a desejar, se pedissem minha opinião eu diria para assisti-lo e tirarem as próprias conclusões, pois não chega a ser uma completa perda de tempo, já q trata de um tema importante e provoca uma reflexão sobre o comportamento das crianças, relação com os pais, abuso sexual, etc
Sócrates greko
Sócrates greko

10 seguidores 168 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de agosto de 2022
O filme é incrível! O roteiro é totalmente angustiante e verdadeiro. Com uma temática que é totalmente atual, ainda mais quando pensamos na cultura do cancelamento, o filme mostra o poder de uma mentira virar verdade e o próprio ser humano, como um acusador nato.
Atuação incrível do "Hannibal" rs
Confesso que até agora eu tô com ódio da menina rss
Estevan Magno 007
Estevan Magno 007

8 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2015
O que uma mentira contada pode causar? Nada, afinal foi pro bem da pessoa, ou pra evitar um mal terrível (maioria dos casos). Mas a mentira quando contada por uma criança muda as coisas, pois ela não tem noção do certo e do errado. E o que uma mentira contado sobre alguém pode causar a essa pessoa? É nisso que foca A Caça.
Numa pequena cidade da Dinamarca, Lucas é monitor numa creche local. Lá ele tem a oportunidade de entreter as crianças e aprender com elas também; Lucas tem um relacionamento conturbado com sua ex-esposa, pois seu filho Marcus deseja viver com o pai, mas a mãe não sabe. Fora isso, a vida de Lucas é tranquila, passa grande parte de seu tempo com seus amigos, e na escola. Mas é na escola que Clara, filha de seu melhor amigo resolve contar uma história à diretora da creche sobre como foi molestada por Lucas. A caça pela verdade e por Lucas começam aí, ninguém acredita em sua inocência, e apenas seu filho e seu padrinho creem nele.
A história se passa num lugar frio, onde as pessoas se conhecem e tem bom relacionamento, mas tudo está abalado com a notícia de que Lucas é um pedófilo. Na pele de Lucas, sentimos a aflição e o desespero dele em provar a inocência, e parece cada vez mais difícil faze-la.
Lucas é interpretado pelo arrebatador e consagrado Mads Mikkelsen, que novamente nos emociona e nos transporta a sua agonia e desespero em revelar a verdade; destaque para as cenas finais do filme. Seus amigos são interpretados por atores locais, mas nada que perca o brilhantismo do filme, ao contrário.
O tempo frio e sempre nublado nos transporta a sensação desejada por diretores e produtores, com uma trilha de deixar muitos de cabelos em pé. A Caça é um filme que merece espaço em premios mundiais, e quem assistir, aproveite para se vangloriar de saber a verdade sobre Lucas, pois durante a película a raiva que sentirá das personagens será tamanha que você terá vontade de pegar um rifle, e você mesmo ir a caça da verdade e da justiça; a dúvida cercará o filme inteiro. Se Lucas foi perdoado ou não pela sociedade? A resposta é um final surpreendente.
jpaschoal
jpaschoal

5 seguidores 37 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de abril de 2014
Filme dez! Impossivel não se sensiblilizar com o o drama do Professor Lucas e não associar com o caso da Escola Base, ocorrido em São Paulo há anos. Direção segura e interpretação correta de Mads Mikkelesen ( o mesmo de O amante da rainha). Recomendo.
Copat
Copat

6 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de junho de 2016
O filme te prende de uma certa maneira impressionante. o filme é bem realista e trata de assunto bastante crítico. cenas fortes e inacreditáveis fazem vc vivenciar o filme. Só não sei 5 pq achei o final um pouco esperado. como fiquei impressionado por todo o filme...achei q o final seria inacreditavel. Recomendo! Assistiria novamente! Assisti no TC em 12.05.16
Márcia S.
Márcia S.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de março de 2013
Mataram o cachorro e os veados de verdade? Caso positivo, não acho legal matarem animais para fazer sucesso, usando o sofrimento destes. É covardia! E, a comemoração da caça é feita com atos muito violentos, com os homens batendo na mesa, com tanta agressividade. Os Dinamarqueses são assim violentos, como mostra o filme?
O tema do filme é interessante. Poderiam tê-lo feito sem estas cenas violentas, que não lhe acrescentam nada. Sendo a história, o suficiente.
Marcelo V.
Marcelo V.

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1,5
Enviada em 23 de abril de 2014
Filme ridículo! Todos acusam uma pessoa que não se defende. "Forçação de barra" total. Duas horas perdidas da minha vida.
Vinícius Salomão GB
Vinícius Salomão GB

4 seguidores 43 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de dezembro de 2022
Um filme excelente que retrata uma situação bastante delicada e trás uma reflexão que acontece frequentemente nos dias de hoje. Um dos personagens mesmo relata que no mundo atual, algo do tipo já virou corriqueiro e isso dá brecha para toda a reação em cadeia da comunidade. Quem vê o filme consegue compreender a reação de cada um sem definir que está errado, tanto por parte do protagonista quanto dos outros.
Leandro G.
Leandro G.

15 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de agosto de 2013
O novo filme do dinamarquês Thomas Vinterberg é uma genial personificação dos temores de uma sociedade numa época onde a cultura do medo domina todas as convicções, uma indignação coletiva que se torna imensurável quando a figura da pureza e inocência de uma criança pode estar ameaçada ou pode ter sido corrompida e violada por algum adulto, como os fatos podem se transformar em verdades quando o receio é posto como algo real e a fúria transpõe o delírio levando a baixo quaisquer chances de um julgamento justo para àquele que está sendo acusado de algum crime hediondo, como a pedofilia. Este filme nos mostra que a mentira pode ser dita e usada por qualquer um.

Vivemos hoje reféns de ilusões macabras, com medo de guerras entre nações, ataques de maníacos, crimes bárbaros contra nossos filhos e filhas, apocalipse econômico, assassinatos, assaltos, sequestros e por aí vai. Digo ilusão, porque, por mais que sejamos cuidadosos e nos fechamos a sete chaves numa bolha de receio e medo, comprando descontroladamente tudo aquilo que não precisamos para nos sentir vivos, o mundo não nos esquece, e devaneios e infortúnios estão à espreita assim como tudo àquilo que podem nos fazer felizes e nos dar uma razão maior de vida e existência, o medo não pode ser considerado algo que molde nossas convicções refletindo em nossas vidas, mas sim um sentimento de alerta e nunca de autoridade que também nos priva de nosso bom senso.

Este filme não tem medo de nos mostrar a verdadeira face da ignorância humana quando ela é colocada à prova, ele não quer nos chocar mostrando um crime hediondo ou condicionar ainda mais nossa convicção sobre a pedofilia, mas tem a pretensão de nos alertar sobre os nossos julgamentos que podem moldar e definir o que é real e ilusão, algo que pode facilmente destruir a vida de um inocente que apenas deseja viver em paz.

O filme nos alerta sobre o poder da mentira, até onde ela pode ser considerada algo perigoso e hostil para àquele que está sendo o seu alvo, a mentira tem um poder muito grande nesta cultura de medo que estamos inseridos, ainda mais quando ela é dita por uma criança que aparentemente está denunciando um abuso sexual que sofreu. As crianças são a válvula de escape de nossos medos e frustrações, elas são o ponto frágil de nossos temores por causa da sua inocência e pureza, temos um medo terrível de que maníacos que vemos diariamente nos noticiários da TV podem fazer contra suas integridades, por isso sentimos a obrigação incondicional de protege-las e resguarda-las.

A sociedade da pequena cidade em que o professor de uma creche local Lucas (Mads Mikkelsen) reside, o tem como uma pessoa pacata, amiga, confiável e simplória e confiam plenamente seus filhos à seus cuidados, tudo ia bem até Klara (Annika Wedderkopp) influenciada pelo o meio em que vive, inocentemente, inventa uma mentira de que Lucas a molestou, isto desencadeia a fúria dos moradores da cidade que começam a acusa-lo de pedofilia e querem a todo custo justiça por uma crime que ele não cometeu, então, impotentes, nós vemos a derrocada brutal de um inocente. Isto é transposto como algo bem cru e real, nos faz pensar que qualquer um pode ser alvo fácil da insanidade coletiva desencadeada por uma mentira e que devemos investigar melhor uma acusação tão séria antes de fazermos qualquer tipo de julgamento.

A maioria dos filmes do pequeno mas significante e influente currículo de Thomas Vinterberg, brincam com o poder da mentira e de dogmas, deste o seu segundo filme e sua grande obra-prima Festa de Família. O dinamarquês quase sempre cria uma atmosfera depressiva nos seus filmes como uma metáfora da verdadeira natureza humana, mas também eles de certa forma são otimistas, porque as ficções que ele cria são poderosos sinais de alerta sociais, e quase sempre seus filmes super realistas possuem personagens com caráter íntegros que infelizmente são vítimas da intolerância e brutalidade desta natureza humana, e é isto que torna suas obras tensas e depressivas, elas conseguem despertar nossos sentimentos de angústias trazidos pela piedade e compaixão por algo que é bom e correto.
Ailson M.
Ailson M.

4 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de abril de 2014
Gostei bastante do filme - o diretor consegue nos deixar todo o tempo na dúvida: ele está mentindo? ele está falando a verdade? ele foi capaz de fazer o que estão dizendo? Não há como não refletir sobre os fatos e pensar o que eu faria se acontecesse comigo, se acontecesse com meu filho. A dúvida está sempre à tona. O ator principal atuou de maneira extremamente convincente. Vale a pena assistir.
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