A Marca do Medo
Média
2,3
124 notas

23 Críticas do usuário

5
1 crítica
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5 críticas
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4 críticas
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Luiz Alexandre
Luiz Alexandre

20 seguidores 79 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de setembro de 2014
Uma obra cheia de clichês recheada com lâmpadas piscando, vultos e portas rangendo, tornando o filme uma mistura de terror, suspense, found footage (estilo documentário), assombrações e possessão. A trama consegue alguns bons momentos em escadas e corredores com ambiente sombrios, porém a história no geral não tem um caminho certo. Fácil de ver e fácil de esquecer.
Fernando d.
Fernando d.

10 seguidores 6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de julho de 2014
a história demora para avançar, roteiro simples seguindo truques de filmes de terror antigos. A história não um caminho certo, fala de cultos mas não desenvolve, fala de tratamento psiquiátrico mas desenvolve, é tudo muito superficial..
Alef A.
Alef A.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de julho de 2014
Diversos são os filmes do gênero que seguem os mesmos temas e enredos, em "A Marca do Medo" o destaque fica na situação inicial, onde é apresentado um "terror psicológico" com um professor de psicologia e três alunos que seguem com um experimento em uma garota chamada Jane Harper, tendo a afirmação do professor de que esses acontecimentos sobrenaturais eram causados por uma energia negativa criada pela nossa própria mente. Coupland então segue com suas pesquisas em uma mansão, onde Jane é confinada e observada durante todo o filme, que apresenta uma mistura do cinema moderno com o cinema nos anos 70, criando uma arte obscura que agrada o público fã do gênero.
As cenas do filme são totalmente previsíveis por conta dos cortes de câmera, ângulos e iluminação utilizados nas gravações, quebrando qualquer clímax que as cenas possam apresentar no momento do susto. A forma de gravação com cenas profissionais do filme, junto com as gravações amadoras de Bryan não conseguem convencer o espectador de que o que foi mostrado seria real, deixando essa função mais por conta das imagens apresentadas no fim do filme do que pela técnica utilizada na produção do mesmo. Com isso, notamos as falhas no roteiro, que deixa diversos pontos a serem entendidos mesmo após o final do filme, não havendo assim uma harmonia entre tempo e espaço no desenrolar da trama.
Os efeitos utilizados no filme não são dos melhores, tornando completamente irreais algumas cenas que estariam sendo gravadas pela câmera de Bryan, quebrando novamente a tensão do espectador. O maior destaque fica pelo próprio elenco. Olivia Cooke fez um ótimo trabalho com a personagem Jane, adequando a entonação de voz e a expressão de acordo com as cenas, transmitindo diferentes emoções ao público e representando perfeitamente, ora uma paciente com problemas psiquiátricos, ora uma garota possuída.
Jared Harris desempenhou da melhor forma uma linha de professor completamente indelicado, junto de Sam Claflin, como Bryan, que representou um típico estudante curioso e cinegrafista amador.
Erin Richards, por sua vez, reviveu a essência dos filmes dos anos 70, com figurino e atuação correspondentes á personagens da época.
Por fim, em seu desfecho, o filme que antes prendia seus espectadores, curiosos por saber como terminaria a trama, acaba por decepcionar o público com um final nada surpreendente, estragando o pouco de criatividade durante o longa, e a boa combinação de gravação profissional e amadora que John Pogue utilizou na criação do filme.
MNC
MNC

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de julho de 2014
A Marca do Medo não consegue convencer plenamente, apesar do esforço do Diretor John Pogue, em parte por ele não ter uma estilo defino, porque dirigiu U.S. Marshals, Sociedade Secreta, Rollerball, Navio Fantasma e agora The Quiet Ones (A Marca do Medo), não obstante usar clichês emprestados de Atividade Paranormal e The Haunting in Connecticut, com o objetivo desesperado de definir um estilo próprio e um lugar de destaque frente aos holofotes das Produtoras, Hollywood, Críticos e o público em geral.
Contudo, o filme inicia com um bom enredo, pois a história original prende a atenção, porém não consegue manter a qualidade em suspense, sustos e efeitos especiais, deixando a impressão de que o final das filmagens deve ter sido prejudicado por algum problema com patrocinadores, elenco e ou locações. Assim, John Pogue está no caminho certo para a definição do seu gênero de filmes, mas precisa fugir dos clichês já explorados exaustivamente por outros Diretores, e deve buscar alternativas criativas e nunca perder o foco.
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