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Um visitante
3,0
Enviada em 8 de dezembro de 2015
Lembra bastante "Até o Fim" com Robert Redford.No começo,até pensei que se tratava de algo semelhante. Um bom filme.Não foi um grande sucesso de François Cluzet,como foi "Os Intocáveis",mas protagonizou muito bem. Linda fotografia.
-Filme assistido em 07 de Dezembro de 2015 -Nota 6/10
"Contra a Maré", não é a melhor tradução para se relacionar a esta maravilhosa película. O tema proposto tinha tudo para se tratar de um filme cansativo e sem grandes acontecimentos, porém a realidade é exatamente oposta. A medida que o filme avança, é possível se imaginar na situação que Yan (François Cluzet) vivencia em uma regata ao redor do mundo, ao se deparar com adversidades meteorológicas, familiares, entre outras situações; que com certeza são enfrentadas por participantes deste modelo de competição. Filme de origem francesa, que não "perde" em absolutamente nada, a grandes dramas anteriormente lançados. 1h 41m de filme que recomendo, a todos cinéfilos, que admiram o gênero.
É impressionante como alguns bons filmes, que estejam fora do esquema comercial hollywoodiano, simplesmente são ignorados pela crítica brasileira.
“Contra a maré” (horrível tradução para o título original “En solitaire”) tem como protagonista o ótimo François Cluzet, que ficou mundialmente conhecido pelo desempenho em “Os Intocáveis”, quando interpretou o aristocrata tetraplégico Philippe.
Frank Drevil (Guillaume Canet) está prestes a participar da Vendée Globe, competição que consiste em circum-navegar solitariamente o globo terrestre, à vela, sem escalas. Esta regata acontece a cada quatro anos e desde a segunda edição a partida acontece no mês de novembro em Les Sables-d'Olonne, em Vendée (França). Impedido de participar da regata, Frank pede a Yann Kermadec (François Cluzet), cujo sonho é velejar pelo mundo, ir em seu lugar.
Yann está na liderança da regata, mas tem que parar em um porto para consertar um dano no leme. Resolvido o problema, mas agora na 14ª posição, o velejador logo descobre que um menino da Mauritânia, de 16 anos, entrou escondido no barco e isto pode desqualificá-lo da competição, cujo regulamento exige a navegação solitária.
Durante o filme, além das inevitáveis cenas de luta contra o mar bravio e de fantásticos pores do sol, o velejador, que pretende deixar Mano Ixa (Samy Seghir) no primeiro porto que aparecer, vai construindo uma relação de afeto com o garoto, que tem como objetivo ir à França para tratar uma doença.
A distância entre o velejador e as pessoas que ama, filha e namorada, também é retratada, bem como as soluções que Yann tem que ir encontrando durante a competição para esconder a presença de Mano Ixa na embarcação e, assim, não ser desclassificado, ao mesmo tempo que tenta recuperar o terreno perdido devido a parada para o concerto e socorrer uma colega da competição que passa por apuros.
O final é surpreendente e, ao mesmo tempo, comovente, apesar de não conseguir fugir de alguns clichês.
Um bom filme, que recomendo, pois a 1h41min de duração passa sem sobressaltos para uma película que retrata alguém velejando “solitariamente” pelos mares do nosso planeta.
“Contra a maré” é um drama francês de 2013, dirigido por Christophe Offenstein e que teve orçamento de $ 17 milhões de euros.
Filme envolvente do inicio ao fim, com cenografia maravilhosa (pelo menos para quem gosta de mar), e mostrando os dilemas das relacoes humanas durante a prova por mtos considerada a mais dificil prova esportiva do mundo, uma regata em solitario ao redor do mundo, enfrentando os bravios mares do sul... recomendo!
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