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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Chicago Sun-Times
"O Ataque" exagera nas armas, é muito longo, mas não importa o que você sente sobre o Salão Oval, o nosso país, ou alguns dos ufanismos do filme, vale a pena resgatar a jovem Emily.
Omelete
Embora "Duro de Matar" seja evocado da premissa um-contra-todos e do espaço fechado à subtrama familiar e à regata branca usada por Tatum, idêntica à de Bruce Willis, logo esquecemos que o filme é basicamente uma repetição de uma fórmula, porque, mais do que isso, "O Ataque" se revela uma carta de intenções do diretor Roland Emmerich.
Cinema com Rapadura
Com vários plot twists surpreendentes (algo raro nas fitas do gênero ultimamente) no decorrer da trama, "O Ataque" é um bom entretenimento de ação. Porém, poderia ter alcançado um resultado ainda mais satisfatório não fosse a quantidade imensa de elementos "inspirados" no clássico "Duro de Matar".
Cinepop
Embora não possua nada tão grandioso, "O Ataque" não deixa por menos em matéria de contagem de corpos e sangue. Tatum faz um herói identificável.
Preview
O diretor Roland Emmerich volta à boa forma com "O Ataque". Claro que, por boa forma, entenda-se muitas cenas de ação, recheadas de explosões, prédios destruídos e diálogos espertinhos e bem-humorados entre os protagonistas.
Blogs Pop
Falando em humor, ainda que o roteiro traga uma trama política e algumas reviravoltas, é muito fácil e extremamente simples de entender. Tudo é muito preto-no-branco, e ainda que haja traições e segredos, tudo é feito para nos sentirmos próximos dos heróis e odiarmos os vilões.
Cineplayers
Porém, mesmo longo e caindo em uma reviravolta desnecessária perto do final, "O Ataque" tem bom ritmo e diverte com sua irreverência e inverossimilhança.
Critikat.com
Será que Roland Emmerich ficou, como todo mundo, chocado com a qualidade do último "Duro de Matar", e desejou fazer o seu próprio "Die Hard"? Neste caso, ele conseguiu.
Folha de São Paulo
Desenvolto nesse ambiente, Emmerich empresta suas habilidades para assegurar o ritmo de fuziladas, explosões, lutas e saltos mortais e manter o público grudado na cadeira até o penúltimo segundo antes de o mundo desaparecer numa hecatombe nuclear.
New York Times
"O Ataque", o mais recente trabalho do mestre da destruição Roland Emmerich, é tão demente e divertido como prometido, e um pouco menos idiota do que se temia.
The Hollywood Reporter
Há pouca originalidade aqui, mas testemunhar o coração e a casa da América sob o cerco ainda causa um frisson emocional nos sentimentos bobos.
Variety
"O Ataque" não está vendendo novidade ou invenção. É um filme resistente e antiquado de escapismo que continua entregando coisas boas e encontra a sua própria forma de brincar com as nossas expectativas.
CineClick
Apesar dos absurdos, é possível se divertir com "O Ataque". Os problemas não são graves a ponto de estragar a experiência, como acontece em "Duro de Matar 5", e a nostalgia trabalha a favor da produção. O maior problema, como já era esperado, é o patriotismo exacerbado [...]
Cineweb
No entanto, "O Ataque" possui alguns problemas. O primeiro, de origem, está no roteiro, muito similar a filmes como os da franquia Duro de Matar. Emmerich tem pouco a oferecer à história do policial do Capitólio, Cale (Tatum) [...]
Cinema em Cena
Se "O Ataque" fosse uma obra minimamente inteligente, eu até lhe concederia o benefício da dúvida e sugeriria se tratar de uma crítica à glorificação da violência por parte da mídia, mas, considerando o nível do roteiro, só posso acreditar que esta glorificação cega e hipócrita parte dos próprios realizadores.
O Globo
O que eles não conseguem é salvar um filme de diálogos supostamente engraçadinhos e com uma trama tão esquemática quanto a redação de um menino de 10 anos.
Screen International
A fantasia pop bem orquestrada de Emmerich é o tipo de exercício audivisual que carinhosamente recebe as reações de "ridículo" como um elogio, seja intencional ou não.