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Ricardo M.
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697 críticas
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2,5
Enviada em 14 de março de 2016
Destruição Branca.
O diretor alemão Roland Emerich sempre foi conhecido pelas produções com foco voltado a catástrofes, algumas inclusive envolvendo destruições em grande escala, foi assim com 2012 e Independance Day. Nesta produção O Ataque, a situação se dá em escala menor, mas ainda sim com explosões e bom entretenimento.
Ambientado nos dias atuais, o filme segue o dia a dia do protagonista John Cale (Channing Tatum), um oficial da polícia do capitólio. Frustrado com suas tentativas para agradar a filha, uma fanática pela Casa Branca e pelo presidente, o cara consegue dois passes para uma visitação na casa símbolo do governo americano. Durante a visita, o local é invadido por terroristas que tomam conta de toda a segurança, desde portarias até sistemas eletrônicos que controlam a estrutura. É neste momento que entra em cena Cale, o esperado salvador do dia e, porque não dizer, do Presidente norte americano.
É interessante notar que há um toque de alegoria no comando de Emmerich, pois mesmo se tratando de um filme de ação, a sensação que dá é que ele não quis fazer um filme com tom mais sério. Não digo isso pelas pitadas de humor presentes, mas sim pela estrutura narrativa que dá a sensação de algo puramente teatral. Ainda mais quando consideramos que tudo aqui presente é clichê, desde o oficial que resolve tudo sozinho até o objetivo dos terroristas em tomar a Casa Branca e disparar misseis nucleares contra países árabes.
Pelo menos no aspecto entretenimento a produção se sai bem... muito por conta das boas sequências de ação orquestradas pelo experiente diretor e pelo elenco encabeçado por Tatum e Jamie Fox.
Repleto de efeitos visuais em sua composição, O ATAQUE é um filme pipoca que exige zero do cérebro, afinal de contas sua proposta é o mais puro entretenimento. Para quem quer ver tiros, explosões, pancadaria e agitação, o filme é uma boa aposta com suas 2h de duração cheias de correria e Jamie Fox tentando ser irreverente.
Um filme de ação bem razoável, com estória já explorada em outras produções e clichês suficientes, dentro do esperado para esse gênero. Acho que Jamie Foxx não caiu bem no papel de presidente dos EUA e o Channing Tatum na pele de John Cale até que não foi tão mal mas a personagem dele enfrentar um monte de caras armados e bem treinados e não levar um único tiro sequer é bem irônico. Muitas cenas bombásticas e um frenesi intenso, uma garotinha muito esperta Emily (Joey King), aliás, parece a única com um pouco de lucidez na trama. A cada momento um revelação até chegar a última que justifica a invasão a Casa Branca. Mais do mesmo.
ando técnicas ja conhecidas nesse tipo de filnes,achei que o Roland fez um otimo trabalho no que se propôs a fazer. Mesmo lotado dd clichês,o filme diverte e nao é uma total perca de tempo no final.
Muito bom filme, podem dizer que é cliche e tema repititivo, mas para meu gosto de filme foi otimo. Boas atuacoes de foxx e tatum, so poderia ter um vilao melhor e uma melhor explicacao do plano dos vilões.
Filme muito surreal. Gosto muito dos filmes Roland Emmerich (2012, Independence Day). Ele sempre adota o mesmo estilo dele, de situações catastróficas. E não é diferente em "O Ataque". Um filme repleto de ação, que não como desgrudar um minuto da tela. Infelizmente peca pela história tão surreal e clichê, vide Duro de Matar e Invasão à Casa Branca. Channing Tatum se saiu bem, apesar de não ser uma das suas melhores atuações como ator.
O Ataque é mais um de filme típico de Roland Emmerich, catástrofe, um herói improvável, presidente salvador e todo o patriotismo sem noção. O filme começa monótono, o público conhecendo a vida do militar John Cale(Tattum por sinal sempre com aquela cara de anjos da lei), e sua filha que mora com a mãe divorciada, Emily Cale que é bem inteligente e gosta muito de política. Dos 25 minutos diante, o filme acaba num ritmo frenético, com os terroristas explodindo uma bomba na casa Branca. Aí em diante é o John Cale salvando a vida do presidente americano e de sua filha perdida na casa Branca. O filme é exagerado ao extremo, outra falha ele é muito longo, podia facilmente ter acabado em diversas vezes, mas não enrola, tem algumas reviravoltas e deixa o filme cansativo. O filme tem aquelas falhas de roteiro habitual deste gênero, como os terroristas entrando na casa Branca facilmente (parecendo uma casa qualquer, e não a casa mais protegida do mundo). Jamie Foxx não se esforça muito para fazer este papel, Tattum mais do mesmo, sempre com a mesma expressão, Richard Jenkins bem com o presidente da câmara, Maggie Gyllenhaal nada que emociona faz o seu papel e entre os terroristas nenhum que se destaca. Trilha sonora: é razoável, como as vezes umas trilhas de tensão e outras meio de comédia (não deu muito para entender). O filme é mais do mesmo de filmes legais do gênero. Se você gosta de filmes ralos (pouco roteiro), mas com boa ação, você irá gostar, típico de sessão da tarde.
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