Cinquenta Tons de Cinza
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3,2
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723 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 6 de abril de 2019
Dornan é fraco demais, o roteiro não aprofunda o tema do sexo e da submissão e os diálogos e situações geram risos fora de hora (a reunião à meia-luz, a dança ao som de Sinatra e o tapinha na bunda). Cada geração tem o "9 1/2 Semanas de Amor" que merece.
José Messias.
José Messias.

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2,0
Enviada em 12 de agosto de 2015
História fraca e sem emoção, serve apenas para os adolescentes com os hormônios a flor da pele.
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de março de 2015
Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que filme é filme, livro é livro. Se o filme se quer adaptação de uma obra literária, é preciso bastar-se em si mesmo, ser autossuficiente, ser independente. Se para entender determinadas cenas, é preciso ter o livro sempre à mão, me pergunto: para quê fizeram o filme, então?

“Cinquenta Tons de Cinza” é adaptação do mega-seller erótico homônimo da escritora britânica E. L. James.

Jamie Dornan é Christian Gray, um jovem, sexy e bem-sucedido empresário. Dakota Johnson é Anastasia Steele, uma estudante de literatura inglesa, que ao substituir a amiga resfriada, vai entrevistar Gray para um trabalho da faculdade. O que não estava escrito no gibi é que Gray se interessa por Steele como submissa sexual.

A política da trama é simples. Gray quer a todo custo ter Steele sob seu domínio. Steele fica oscilando entre o medo e a curiosidade, até que o sentimentalismo aparece para fazer o filme numa ida e vinda que não se resolve.

“Cinquenta tons de cinza” possui momentos de comédia involuntária. As falas de Gray são de uma canastrice caricata e risível demais, além de ser ocas e patéticas. "Não faço amor, eu f... com força." Hã? Quando ele descobre que Steele é virgem, "ok, precisamos corrigir esse problema". E por aí vai.

Para um homem machista, Gray parece ensinar que as mulheres gostam de ser maltratadas. E, detalhe: que seja podre de rico.

Jamie Dornan mantém sempre a mesma cara de boneco de cera, inalterada, a mesma fala monótona como se fosse tedioso demais contracenar com Dakota Johnson. Nas cenas de sexo, vemos muito mais entrega em Dakota Johnson, embora sua personagem seja passiva e sem profundidade. Mas, mesmo assim, as cenas não convencem, e mostram um sadomasoquismo fingido, asséptico demais.

A diretora Sam Taylor-Johnson, pelo menos no quesito visual, evita o mau-gosto. Tem preferência pelo olhar da câmera no voyeur clássico, tudo sob a chancela da sugestão, do bom-comportamento. Abusa do nu feminino, dos traços delicados de Dakota Johnson, mas está decidida a filmar Dornan despido apenas da cintura para cima. Até porque, nas artes plásticas – de onde veio Taylor-Johnson – o nu masculino é agressivo, e, no entendimento do filme, desnecessário. Os namorados das fãs da saga, pelo menos, podem acompanhar suas musas sem esse tipo de constrangimento, de ver homem pelado na tela grande.

No entanto, o filme é uma história mal contada, a narrativa tropeça. É um filme feito para fãs. O roteiro é um rascunho, um primeiro tratamento. Há momentos que Steele parece segurar as rédeas da relação, esboçando uma inversão de papéis – e são esses momentos os melhores do longa. Porém, depois, o filme afunda na mesma pasmaceira, nos planos publicitários dos artigos de luxo, nas cenas que se arrastam.

Gray vai cercando Steele, seduzindo-a com presentes caros, e outros mimos de muitas cifras. Os elementos de sedução de Gray não se baseiam no que ele é, e sim no que ele tem. Ele é arrogante, seco, diz para Anastasia ficar longe dele, mas é ele que a fica seguindo, constrangendo-a, sufocando-a com o seu luxo. Gray lembra um garoto mimado e encastelado que coisifica pessoas, confundindo sexo e prazer com poder de compra.

É realmente estranho entender porque “Cinquenta Tons de Cinza” tenha feito o sucesso que fez, ainda mais junto às mulheres. De fato, há o forte símbolo do príncipe encantado, de “Bela e a Fera”, da mulher que se emancipa por meio de um homem que está além e acima do seu meio, da sua natureza – uma perspectiva machista, sem dúvida, que parece sobreviver e dividir espaço tranquilamente com as últimas conquistas do feminismo mundial. No entanto, Gray é misógino, despreza e trata a mulher como objeto, e é estranho que justamente esse personagem seja tão fascinante perante o público feminino. Embora Anastasia possua uma trêmula força moral e um anêmico autodomínio.

O plot de “Cinquenta Tons de Cinza” é praticamente o mesmo de “Crepúsculo”. Aliás, a própria E. L. James já falou várias vezes que seu livro começou como uma “fanfic” erótica da saga de Stephanie Meyer. De um lado, a garota sonsa, atrapalhada, insegura; do outro, o monstro misterioso, fascinante e perigoso, às vezes esquivo, às vezes perseguidor. Até que esses dois seres improváveis se esbarram, e nasce daí um relacionamento tortuoso.

O mal de “Cinquenta Tons de Cinza” é sempre se parecer um filme em cima do muro, indeciso, um “enlatado” incapaz de fazer envolver seu público. É um romance sem amor, é sexo sem paixão, é sadomasoquismo sem entrega, é um pornô conservador, é uma garota romântica, mas patética, é um megaempresário dominador que não transmite segurança – personagens perturbados e em zonas de conforto. Assistir “Cinquenta Tons de Cinza” é como tomar uma dose de conhaque sem álcool.
Sarah Alves
Sarah Alves

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de julho de 2015
Fraquíssimo! Existem milhares de outros filmes mil vezes mais sensuais do que esse. Não vi nada demais pra tanto alvoroço assim.
Como meu noivo diz, é um filme pra gordas solteronas frustradas kkkkkkkkkk
Muito ruim,assisti uma vez e não vou assistir denovo kkk
Carlinhos S.
Carlinhos S.

14 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Minha mulher me convenceu então lá fui eu. A nota só não é menor pois tem alguns momentos engraçados.
luciana s.
luciana s.

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2,0
Enviada em 31 de janeiro de 2014
Amei quando eu vi cenas do filme com os atores: Matt Bomer e Alexis Bledel. Eles tem todas as características que transmite o livro. É como eu imaginava! Jamie Dornan e Dakota Johnson não transmitem as características exatas dos personagens. Não gostei!
André Belarmino
André Belarmino

2 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de dezembro de 2015
"50 tons e 1/2 de amor"

"9 semanas e 1/2 de amor"(1986), ficou em cartaz por 3 anos (!!!) nos cinemas de São Paulo. "50 tons de cinza", causou polêmica e um estrondo geral. Difícil não associar os dois filmes, pois acho quase impossível acreditar que o livro de Erika Leonard James ("Fifty shades of Grey"), que originou o filme, não bebeu da fonte daquele filme, uma vez que o enredo (simples) é basicamente o mesmo : homem conhece mulher e vai a mergulhando em sua sanha sexual peculiar. Incrível como sexo (seja qual for) cause tanto interesse. Por quê será ?
Deixando de lado a pergunta idiota acima, temos o filme de Sam Taylor Johnson e sua direção inexistente. Pode parecer sexista de minha parte (talvez seja), mas mulher não sabe dirigir cinema; ficam tão concentradas no enredo e nos atores que esquecem os fatores técnica, recursos e truques narrativos. Vira novela de tv. A exceção é Kathryn Bigelow e sua direção magistral no furioso e genial "A hora mais escura". Considerou-se Steven Soderbergh (de "Sexo, mentiras e videotape"), para a direção; que com certeza teria impresso tesão ao longa; pois o filme de Taylor não é capaz de provocar uma ereção sequer. Ao menos em quem frequenta pornografia on line (...silêncio ).
Tudo no filme soa inverossímil. Um cara com uma fantasia sexual tão especifica pegaria uma moça na "sociedade mainstream"?; não seria mais viável ir a um clube sado masô ?. Uma moça (virgem !!!) teria aquela reação "nossa, que curioso !!!", ao se deparar com a "playroom" do Sr. Grey ? (lembre-se que ela esperava uma sala com um "x-box"). A sala parece a cozinha do Leatherface, de "Massacre da serra elétrica"; acho que ela sairia correndo para chamar a SWAT e o FBI. Ela zomba diversas vezes da "tara" dele e ele não se irrita. Tudo muito falso ... ou tolo.
Tudo mostra que o filme não quer mergulhar, de fato, no assunto. O sadismo do rapaz limita-se a uns tapinhas no bumbum (pra quê a sala de torturas ? ).

A cena da "reunião de negócios", onde são acertados os detalhes do "acordo" é definitivamente patética. Não saber o que é plug anal, entende-se; mas não ter procurado na internet antes de ir para a reunião é imperdoável, para o filme e para o livro (se teve o diálogo, não li).
E o pior; ele aceitou tranquilamente abrir mão do "fisting vaginal" (!!!) ... Ah! então, não é tão taradão assim (repito: pra quê o açougue particular ?).
No fundo, com tantas campanhas antiviolência contra a mulher, inclusive a implantação da nossa lei Maria da Penha, o filme parece inapropriado. Causa desconforto, às vezes. Em determinado momento, o espectador deixa de acompanhar a história de amor/sexo e começa a se preocupar com a integridade física da moça.
Apesar de não poder ser levado muito a sério, "50 tons de cinza" ainda assim é fácil de se assistir e vale como entretenimento descompromissado. Para conflitos mais profundos e narrativas mais criativas, fique com "9 e 1/2 semanas de amor" (1986, de Adrian Lyne) e "Lua de fel" (1992, de Roman Polanski ).
André Belarmino
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 11 de abril de 2015
O mal das adaptações,é que nos enche de esperanças em ver algo que seja realmente fiel a obra original.O livro "Cinquenta Tons de Cinza",em números,vendeu mais de dez milhões de livros,apenas nas seis primeiras semanas.Ou seja,foi uma das histórias mais aguardadas realmente.Isso também aconteceu quando surgiram boatos que a história de Christian Grey viraria filme.Não podemos deixar de lado,que no filme tem várias cenas que fidelizam o que foi lido.Algumas cenas extras tem algum espaço dentro da trama,pra tentar alavancar o romance do casal,mais nada que possa realmente impressionar.Grey é o mesmo,sempre mandão,obsessivo e muito controlador.Já Anastasia,e mais recatada e sempre foge dos olhares do rico galã.A fórmula do romance deles,compete com aqueles casais formados em comédia românticas.Um ponto forte,é que sabemos o talento extra de Grey,além disso,não vimos mais nada interessante.
Icaro G
Icaro G

21 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de março de 2015
Putaria na telona, apenas isto.
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Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de setembro de 2015
REGULAR. Muito barulho por nada, o filme não é tudo isso que tanto se falavam, achei até meio bobinho essa historia de um cara rico se apaixonar por uma jovem pobre. Essa historia de principe rico já está batida há anos e não vi nada de sadomasoquismo, o cara só bateu forte na cena final e aí acaba o filme.
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