Trapaça
Média
4,0
2023 notas

134 Críticas do usuário

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Asafi P.
Asafi P.

16 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
Filme ótimo. Roteiro e enredo excelentes e bem "envolventes",alem de ótimas atuações. O final foi spoiler: surpreendente e imprevisível
ao mesmo tempo ( tipo, vc sabe o que vai acontecer, mas não como HAHA). O Christian Bale foi SENSACIONAL, merece a indicação!! Sempre fui fã, agora sou mais. Tem uma cena do Bladley Cooper spoiler: no telefone
que é espetacular. Amy Adams, Jeremy Renner mandaram super bem e Jennifer Lawrence não deixou a desejar. E uma aparição surpreendente spoiler: no final
. Vejam, recomendo demais.
Roberto R.
Roberto R.

22 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2014
Em tempo de premiações, chamam a atenção, os cartazes de muitos filmes apontando vencedores e indicações à prêmios. É claro que no caso de “Trapaça”, isso não foge a regra. 10 indicações ao Oscar, é algo que realmente impressionante para qualquer filme, principalmente por ele estar concorrendo em categorias de peso, como melhor filme, diretor, ator e atriz. Pois bem, então já podemos ver no cinema, o melhor filme do ano ?

A resposta é não. Apesar do número de premiações e indicações, bem como a enorme quantidade de elogios, é até simples, entender porque o filme é apontado como, o perfeito retrato da discrepância entre público e críticos. O Oscar, o maior prêmio que um filme pode receber, tem uma tradição em superestimar certos filmes, que nem sempre são tão brilhantes quanto parecem. “Trapaça” se encaixa perfeitamente nessa situação. O diretor David O. Russell, mais uma vez apresenta um bom filme, que de certa forma ganha status de “novo clássico” para a academia.

Já o público mais sensato, tendo em mente os filmes anteriores de Russel, e em especial, “O Vencedor”, vai perceber que esse é o seu trabalho mais simples e menos autoral. Ainda que siga um ritmo muito parecido com “O Lobo de Wall Street”, seu principal concorrente (já que tratam de temas similares: ascensão e declínio), não existe uma definição ao certo se o filme é um drama, um suspense ou uma comédia, prejudicante um pouco, à sintonia entre público e filme. Em certos momentos, o filme adota um estilo parecido com “Três Reis”, (também de Russell) principalmente no que tange a comédia, com os atores coadjuvantes prevalecendo em relação aos principais e um excelente trabalho de edição. Porém, são lampejos dentro de um filme, diferentemente do filme de Scorsese, que se mantém numa unidade só.

O principal problema, fica então, por conta do roteiro, que emula situações pouco críveis, imaginando que pode se manter à par da realidade e mesmo assim, se estabelecer no plano de adaptação cinematográfica, baseada em fatos concretos. A história é simples, o vigarista Irving Rosenfeld (Christian Bale), junto com sua parceira e amante, Sydney Prosser (Amy Adams), são recrutados e forçados a trabalhar para um agente do FBI, Richie DiMaso (Bradley Cooper), que os utiliza para pegar agentes do poder, tal como prefeito de Nova Jérsei, Carmine Polito (Jeremu Renner). Porém, toda a operação pode ir por água abaixo, se Irving, não controlar sua instável esposa, Rosalyn (Jennifer Lawrence).

Primeiramente, durante todo primeiro ato, a trama ganha um ritmo alucinante, demonstrando a ligação de Irving e Sydney e o surgimento de Richie, formando assim, um triângulo amoroso (tal como em “O Lado Bom da Vida”). É então no segundo ato, que começam alguns problemas. Ao serem “recrutados” para trabalhar com o FBI, são deixadas de lado, questões mais complexas como: o que aconteceu com o “negócio” anterior de Irving; como ele fazia para se sustentar, já que não recebia nenhuma contribuição pelo seu “trabalho”; e a mais crucial de todas, como ele e Sydney planejaram e imaginaram todos os cenários possíveis, antes de protagonizarem às reviravoltas do filme?

O terceiro ato, por fim, demonstra que o filme se sustenta pelas atuações (soberbas, diga-se de passagem) de seu elenco. Se tudo não passava de uma trapaça, os únicos momentos de sinceridade e credibilidade dos personagens, são aqueles protagonizados no final. Porém, nada sustenta com força, todas as surpresas do roteiro, tirando assim, o impacto da mensagem passada pelo filme. É uma pena que todo trabalho de elenco, acabe perdendo sua força, porque foram tomadas saídas mais fáceis.

É nesse ponto em que voltamos à discussão. Será que “Trapaça” foi superestimado ? Acho que a resposta é não. O filme funciona porque não mira um público só, ele se atrela à questões técnicas e emocionais, para conseguir uma ligação com o público (e crítica). E isso não se limita às excelentes atuações, temos também, uma ótima direção de arte, trilha sonora inspiradíssima, edição quase que perfeita e um figurino realmente estarrecedor (em especial, por causa da beleza de Adams e Lawrence). Mas como foi dito, não vermos uma unidade na tela e sim, aspectos individuais que juntos, criam um bom filme.

Se ganhar alguns Oscars, vai ficar claro que a academia olhou o filme como um amontoado de ótimos aspectos individuais, que não funcionaram tão bem assim juntos. Talvez, esse seja o motivo, da discrepância entre a opinião pública e a especializada. Cinema também é emoção, e o Oscar, nem sempre leva isso em conta, priorizando o aspecto técnico, em detrimento do impacto causado pelo filme. A pergunta certa, não é se o Oscar esta certo ou não, e sim, o que para você, realmente importa ?
Vanessa F.
Vanessa F.

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Cansativo, previsível, mesmo naipe "nada com nada" de O lado bom da vida, do mesmo diretor. Único destaque para Christian Bale.
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2014
David O. Russel tem se mostrado um diretor eficiente. Em 2010, Russel dirigiu o excelente drama baseado em fatos reais sobre um boxeador chamado "O Vencedor". Dois anos depois, ele dirigiu outro bom drama sobre pessoas com doenças mentais. Agora, o diretor vai para o universo do crime para apresentar uma nova história. Considerada uma comédia (o que na minha opinião não é), "Trapaça" acompanha Irving Rosenfeld (Christian Bale) e sua amante e parceira Sydney Prosser (Amy Adams) que vivem de enganar os outros. Certo dia eles são desvendados pelo agente do FBI, Richard DiMaso (Bradley Cooper) que os obrigam a trabalhar para ele e ajudá-lo a pegar políticos corruptos no flagra, inclusive o prefeito Carmine Polito (Jeremy Renner). Por trás dessa situação aparece a esposa de Irving, Rosalyn Rosenfeld (Jennifer Lawrence) que muda o panorama do jogo, introduzindo novas coisas não planejadas. A história é baseada em fatos reais, mas obviamente muitas coisas são mudadas. Uma coisa que eu achei interessante foi a tradução brasileira. Nos EUA o filme chama-se "American Hustle", um título difícil de traduzir ao pé da letra. Porém o título adaptado ficou muito melhor que o original e expressa exatamente as situações presentes no longa.

O roteiro é escrito por David O. Russel e Eric Warren Singer. A cadência que o roteiro apresenta é interessante. Em vez de mostrar o crime de uma forma escandalosa como vimos em "O Lobo de Wall Street", o filme apresenta o mesmo tipo de crime, porém de uma forma leve. O roteiro conduz o longa de uma forma solta, sem parecer forçado e, ao mesmo tempo, fazendo uma crítica a corrupção dos políticos e aos trapaceiros. Os personagens são muito bem desenvolvidos. "Trapaça" é o tipo de filme em que na primeira cena de determinado personagem você já entende sua proposta e se apega (ou não) a ele. Além disso, as relações entre os personagens são criadas de uma forma espetacular. Como a história acompanha trapaceiros, é perceptível o modo como Russell apresenta as relações entre os personagens de uma forma onde não existe confiança. Assim, o roteiro apresenta reviravoltas interessantes nas relações dos personagens. Além de desenvolver bem as relações, o roteiro também consegue deixar explícito que cada um dos personagens tem seu objetivo na operação. Isso é apresentado brilhantemente, de forma que o espectador não consegue identificar quais serão os rumos do personagens. A direção de David O. Russell é eficiente. Considero ele um diretor que dirige atores. Enquanto outros diretores prezam por focar em ambientes e situações, Russell opta por focar em seus atores. No filme, os close-ups são feitos nas horas certas. A direção é bem fluida e consegue apresentar a situação e os personagens. Os movimentos de câmera que mostram o corpo inteiro do personagem e depois vão fechando na face do personagem são fantásticos, pois conseguem usar das ótimas expressões faciais feitas pelos atores. A direção consegue apresentar bem os ambientes e estes são usados para ilustrar determinada situação usando determinada cor ou tom.

O elenco foi escolhido de forma engraçada. Russell pegou dois dos atores de seu penúltimo filme, ("O Vencedor") Christian Bale e Amy Adams e dois do seu filme anterior ("O Lado Bom da Vida") Jennifer Lawrence e Bradley Cooper. Christian Bale faz um excelente trabalho. Ele reafirma o que todos já sabem: que é um ator versátil. O ator consegue mudar de personagens tão diferentes de forma tão natural que o tornam um dos melhores atores em atividade. Além de sua boa interpretação do personagem, que mostra as dúvidas e ambições do personagem, o ator brilha na caracterização. Para representar seu personagem fielmente, Bale engordou e sugeriu o uso de penteado uso pelo Irving "real". Isso tornou sua atuação além de artisticamente boa, caricata. Outro membro do elenco que brilha é Jennifer Lawrence. Apesar de nova, a atriz demonstra uma grande experiência na sua caracterização. Todas as neuroses e os ataques de sua personagem são excelentemente passados para a tela. Amy Adams tem uma atuação mediana, que não demonstra muito talento artístico, mas não prejudica o caminhamento do filme. Jeremy Renner faz um excelente trabalho que demonstra que o ator tem excelente potencial, apenas precisa selecionar melhor seus papéis. A única decepção no elenco foi Bradley Cooper. Enquanto no filme "O Lado Bom da Vida", o ator esbanja técnica e emoção, nesse filme ele tem uma atuação forçada. As risadas e as surpresas que o personagem sofre são visivelmente forçadas. Talvez a culpa não seja de Cooper, apenas o papel que não deveria ter sido dele.

O filme não possui efeitos especiais. A fotografia é mal usada e não serve para introduzir os personagens em determinado mundo. Porém visualmente o filme brilha na ambientação. A ambientação é muito bem criada e ilustra a década de 70 fielmente. Além da ambientação, o figurino é fantástico, assim como a maquiagem. A montagem do filme é bem feita, apenas algumas cenas que poderiam ser mudadas, mas o saldo é positivo. O filme já ganhou 3 Globo de Ouro (melhor filme em comédia, melhor atriz em comédia: Amy Adams, melhor atriz coadjuvante: Jennifer Lawrence). Além do Globo de Ouro, o filme possui incríveis 10 indicações ao Oscar ( melhor filme, melhor ator: Christian Bale, melhor atriz: Amy Adams, melhor ator coadjuvante: Bradley Cooper, melhor atriz coadjuvante: Jennifer Lawrence, melhor diretor: David O. Russell, melhor roteiro original, melhor produção de design, melhor montagem e melhor figurino). Na minha opinião o filme juntamente com "Gravidade" é grande cotado para ganhar o prêmio de melhor filme, por apresentar uma história leve e que agrada muitas pessoas, diferente de "O Lobo de Wall Street", ou até mesmo, "12 Anos de Escravidão". "Trapaça" é um ótimo filme que apresenta apenas um problema: a tentativa de mostrar o crime de uma forma leve a fim de agradar grande parte do público.
Davi Vilela
Davi Vilela

5 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2014
Trapaça é Uma Verdadeira Trapaça

Desde que dirigiu O Vencedor David O. Russel se tornou o queridinho da Academia. Seus últimos três filmes (incluindo Trapaça) conseguiram vinte e seis indicações ao Oscar, entre essas três de Melhor Filme, três de Melhor Diretor e onze para seu elenco, tendo ganhado três Oscars (Ator e Atriz Coadjuvante para Christian Bale e Melissa Leo em O Vencedor e Atriz para Jennifer Lawrence em O Lado Bom da Vida). Mas será que o diretor merece toda essa comoção?

A julgar por seu último filme não. Trapaça é sua obra mais medíocre. Ainda estou tentando entender porque o filme recebeu tantas indicações ao Oscar e ganhou tantos prêmios. O filme, que teve sua história inspirada em um caso real, conta a história de Irving Rosenfeld (Christian Bale) um grande trapaceiro, que trabalha junto com sócia e amante Sydney Prosser (Amy Adams). Os dois são forçados a colaborar com um agente do FBI (Bradley Cooper), infiltrando no perigoso e sedutor mundo da máfia para ajudar a prender alguns criminosos. Ao mesmo tempo, o trio se envolve na política do país, através do prefeito de Nova Jersey Carmine Polito (Jeremy Renner) que é um político corrupto, embora seja um bom pai de família e bom para comunidade, e através dele eles passam a chegar a grandes nomes da política americana também envolvidos em escândalos de corrupção.

Embora tenha uma história aparentemente interessante, David O. Russell não conseguiu dar a ela o charme necessário para que a história ficasse realmente interessante e decolasse, assim como já aconteceu em vários filmes de Hollywood que tratam do assunto trapaça. Não nego que David O. Russell seja um excelente diretor de atores. O elenco está afiadíssimo em especial Amy Adams, que a cada papel vem se firmando como uma grande atriz, ela consegue fazer uma personagem sensual sem ser vulgar, frágil sem ser fraca, e de uma importância absurda a trama. Outro destaque é Jennifer Lawrence que novamente deu um show de interpretação como Rosalyn a mulher desequilibrada de Irving (Christian Bale, que diga-se de passagem está muito bem), tudo bem que parece que sua personagem é a versão mais velha e mais desequilibrada de Tifanny, sua personagem em O Lado Bom da Vida. Mas pra mim o grande nome do filme é Jeremy Renner que construiu um personagem que é corrupto sim, mas você consegue entender o lado dele, ficar do lado dele e até torcer por ele durante o filme. Talvez o mais apagado de todos seja Bradley Cooper, que incrivelmente conseguiu outra indicação ao Oscar, quando quem deveria ter sido indicado era Renner.

Mas embora o elenco esteja afiado e entrosado o filme em momento algum decola. E, pelo menos eu pessoalmente, não consegui me envolver em momento algum com a trama. E algumas coisas contribuíram para isso. A começar pela a narração em off, que foi usada com exaustão aqui. David O. Russell parece que quis fazer um filme didático, explicando cada detalhe, falando sobre cada detalhe da vida dos personagens, para tornar a história mais real aos nossos olhos, o que realmente não era necessário. Nada contra narrações em off, em alguns momentos elas são realmente necessárias, mas ele usou em momentos que poderiam ser chaves pra história e simplesmente te tiram do filme.E o pior é que ele usou para poder tentar fazer a história parecer crível e real, quando no mundo de hoje não era necessário isso para nos fazer acreditar que aquilo realmente aconteceu. Ele simplesmente subestimou a inteligência dos que assistiram o seu filme.

Outra coisa que me incomodou bastante e me fez sair várias vezes do filme, foi o uso de música de forma exaustiva. Embora a trilha escolhida tenha sido espetacular, ela aparece em momentos que não ajudam e te tiram completamente da projeção. Talvez o único acerto nesse ponto é o momento em que Jennifer Lawrence canta “Live and Let Die”, que talvez seja a única cena do filme que eu tenha gostado, naquele momento os sentimentos dela são os passados na música e ela canta e dança de forma desordenada e louca, como se estivesse falando com você e aí entendemos realmente o que ela está sentindo naquele momento. Fora isso, as músicas são simplesmente lançadas ao léu de maneira desordenada e sem sentido. Como se não bastasse isso, parece que David O. Russell simplesmente quer te fazer lembrar a todo momento que aquilo é um filme. Além das narrações em off, que te tiram totalmente da projeção, em determinados pontos do filme aparece a frase “For Your Consideration” (Para sua Consideração), realmente não entendi aquilo, me perguntava a todo instante: “O que ele quer dizer com isso? Que isso aconteceu? Que isso é ficção? Que somos nós que devemos decidir se ocorreu ou não?” Algo que é totalmente desnecessário durante a projeção do filme, porque são em momentos que se é verdade ou não não faria diferença. Novamente ele subestima a inteligência de seus telespectadores.

Mas muito tem se falado também da maquiagem, direção de arte e figurino do filme. Realmente a maquiagem é fantástica em especial de Christian Bale, que sinceramente está bem no filme, mas só foi indicado ao Oscar porque engordou, aquela velha história se você se transforma é um grande ator. A direção de arte é realmente muito boa, a reconstituição de época é incrível, você realmente acredita que o filme se passa nos anos 70. Quanto ao figurino, é muito bom. Mas tenho um problema sério com ele, o decote excessivo da Amy Adams, em vários momentos não consegui prestar atenção ao filme, só conseguia olhar para o decote da roupa, e isso me fez novamente sair do filme. Mas no mais o figurino é com certeza um dos melhores que vi em filmes que destacam uma determinada época no século 20.

Realmente Trapaça tem seus méritos, elenco, direção de arte, figurino, maquiagem, mas isso não faz dele um grande filme. Como comecei esse texto o filme é realmente medíocre por conta de vários pontos que já falei, e em especial por um roteiro confuso, cheio de idas e vindas dos personagens, com um conceito totalmente corrupto, isso fica claro em uma das falas do personagem do Christian Bale, ele diz que os ‘políticos pegaram sim dinheiro com os mafiosos, dinheiro sujo, mas foi para fazer o bem pra população, e isso é descupável’, então você pode cometer um crime desde que seja pra ajudar outros? Além do que o filme começa dizendo que o filme foi inspirado numa história real, mas ao fim da projeção fala que tudo aquilo é uma ficção, o que faz com que o telespectador se sinta enganado. Se esse foi o objetivo do diretor, me desculpe não funcionou. Na verdade ele simplesmente chama cada um daqueles que estão ali sentados assistindo ao seu filme de burros, ele subestima a inteligência do telespectador, achando que não conseguimos distinguir o que é real do que é ficção. Como diz o título desse texto Trapaça é uma verdadeira Trapaça, que muitos americanos caíram, que a Academia caiu, mas tomara que não tenha caído tanto ao ponto de tirar o Oscar daqueles que realmente merecem.
Vitor Vinícius S.
Vitor Vinícius S.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2014
O filme apresenta um ótimo conteúdo, ótima interpretação e o final faz com que o filme se torne ainda melhor.
Kemer A.
Kemer A.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2014
o filme é maravilhoso com grandes atuações, um elenco fantástico e uma trilha sonora impecável. Ponto alto para as atrizes Amy Adams e Jenifer Lawrence
Thais Jemima B.
Thais Jemima B.

22 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de março de 2014
A história do casal começa um pouco cansada, como um romance comum, até tomar fôlego com o envolvimento do detetive que tem sede de status. Final animador e belíssimas atuações.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de janeiro de 2014
Com uma direção burocrática de Russel, e razoáveis interpretações do elenco, é meio que difícil de entender como este filme está entre os indicados. A trama não possui nenhuma novidade, as caracterizações e o figurino parecem ter sido reaproveitado do filme Argo e nem a beleza de Lawrence salva o filme. Russel é um grande Diretor, mas sua indicação parece que uma condecoração por seus trabalhos anteriores; 3 reis por exemplo é um filme quase perfeito de Russel e infinitamente superior a este; o Diretor de O lado bom da vida desta vez acertou para os críticos mas errou feio em relação a afinidade do público. Confuso, chato e raso.
Daniela A.
Daniela A.

13 seguidores 13 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de janeiro de 2014
Me surpreendeu muito porque Trapaça ganhou tantas indicações ao Oscar. A história em si não é das melhores e nem impressionante. É uma história normal como qualquer outro filme não digno de Oscar. O figurino e a atuação de Jeniffer é o que salva no filme.
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