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Thiago de Oliveira Ribeiro
9 críticas
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4,0
Enviada em 27 de junho de 2026
É um filme para rever as coisas na vida complicada de uma pessoa. Os personagens principais são a mesma pessoa e mostra que sempre temos que escolher uma vida complicada. Pq NINGUÉM MAS NINGUÉM vai viver feliz e descomplicado em sua vida. O cara tava enjoado da vida só de pegar a gostosa e pronto. Então ele foi atrás da vida de ator e descobriu que viver atuando, podia ser melhor que era a vida da esposa grávida, casa, dar desculpas, dormir com alguém. O personagens que pegava a gostosa morreu no acidente e o personagem que queria um casamento normal voltou para as teias da aranha. E a aranha apareceu depois que ela disse que amava ter ele ali com ela de volta. ENTÃO É F... VIVER 100% FELIZ.
É uma metáfora interessante do ponto de vista masculino, com suas amarras impostas pela sociedade. Acho que é uma sensação coletiva entre os homens. Interessante.
O ritmo do filme é bom. Mas ao final é daqueles filmes em que é necessário forçar metáforas e interpretações para fazer sentido, e, ainda assim, muita coisa vai ficar sem se encaixar.
Eu achei o filme incrivel, ele nao e pra qquer publico, porque precisa ser assistido com atenção e é interpretativo as aranhas são as teias que ele sempre entra, porque são as mulheres as quais ele tem medo, seja mãe, esposa, namorada ou amante...estar atrelado a elas causa medo e deixa ele com a sensação de estar em uma teia ( isso fica claro na cena do acidente no final) .....os egos dele tem medo de mulher, mas não conseguem viver sem...(realidade de muitos homens) pra refletir não entender...
O homem duplicado contou com a direção de Denis Villeneuve e teve o roteiro de Javier Gúllon na qual foi baseado na obra com mesmo nome de José Saramago. O filme conta a história de um pacto professor de História chamado Adam (Jake Gyllenhaal) que acaba descobrindo acidentalmente um sósia seu, um ator que faz papel de figurante. Adam acaba criando uma obsessão por esse ator, e acaba se envolvendo com sua esposa. Precisamos admitir que o começo da caminhada de Villeneuve nunca foi de largar mão do foco psicológicos nos seus personagens. As primeiras cenas do filme nos passam a impressão de solidão em que o professor Adam está mergulhando em seu apartamento, mesmo com uma linda namorada, Mary (Mélanie Laurent). Mas o que da o brilho a essa obra é que ela é livre de interpretações, pois a principio não sabemos se a cópia idêntica de Adam que é o Anthony realmente exista (isso ocorre mesmo quando ambos estão dividindo a mesma tela). Mesmo com personalidade diferentes e quase opostas, observamos que a narrativa toca em questão de amadurecimento nas relações com suas parceiras: de como Anthony deve ser mais presente e cuidar de sua esposa gestante de 6 meses e de como Adam deve ser mais empático e atenciosa para a sua namorada. Essa relação central com as mulheres pode ser entendida com as aranhas que aparecem em algumas cenas do filme e em especial (gigantesca) no final surpreende, na qual existe um medo primitivo com relação aos insetos e de estar preso em suas teias. A própria metáfora citada acima, se associa com o ambiente urbano, deserto, com poucos figurantes e entendemos ser a mente de Adam/Anthony ali. Talvez o mais trágico para o roteiro foi levar o seu protagonista para o ponto inicial do filme, nos dando a impressão que não houve um verdadeiro amadurecimento do mesmo, e que apenas escolheu a sua personalidade mais forte. Por fim, Jake Gyllenhaal não decepciona ao interpretar dois personagem diferentes e leva o filme praticamente sozinho.
Um daqueles filmes cabeça de diretores que sabem o que é cinema. Mas a questão é que não se trata só de fazer o espectador pensar: é preciso causar sensações. Depois de assistir a O Homem Duplicado você vai pensar "O que acabei de assistir?" E vai se ver pensando sobre os simbolismos e as mensagens do filme. E isso é bom. Por outro lado, enquanto você estiver assistindo, não vai sentir nada a mais que uma tensão deveras fraca em algumas cenas que deveriam te proporcionar o máximo da tensão do filme. Ponto positivo aqui é que não passa das uma hora e meia. Bom filme para refletir e pensar; não muito bom para sentir a tensão que suspenses deveriam trazer. Contudo, ainda achei uma boa experiência.
Um bom suspense que te prende e te leva a teorizar a trama, porém ao chegar nos finalmentes, não chega. O filme termina em aberto, e não fecha as pontas soltas, oque não seria um defeito, em um filme com um bom roteiro, oque não é o caso deste filme.
Recebi indicação desse filme e posso afirmar que foi uma TOTAL PERDA DE TEMPO. Adoro filmes com margem para interpretação, filmes com plot twist, mas esse, se você está lendo isso antes de assistir, siga minha dica e nem dê o play. Totalmente sem sentido, embora a premissa seja muito boa. Nota 0, um dos poucos filmes que digo isso ):
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