Não recomendado para menos de 14 anos
Jovina Maria da Conceição e José Antonio Souto são dois senhores que levam uma vida bem comum pelos últimos 50 anos. O que ninguém sabe, incluindo seus filhos, é que estes nomes são falsos. A dupla, na verdade, é conhecida como Durvinha e Moreno. Eles integraram o bando de Lampião, o mais controverso e famoso líder do cangaço. A verdade só vem à tona quando Moreno, aos 95 anos, resolveu compartilhar suas lembranças com os filhos, além de sair a procura de seu parentes vivos, incluindo seu primeiro filho.
4,0
Muito bom
Os Últimos Cangaceiros
Os heróis bandidos
por Bruno Carmelo
Lampião, Maria Bonita, Dadá e Corisco são alguns dos nomes mais conhecidos do cangaço brasileiro. Mártires de um movimento bem organizado, tornaram-se mitos através das gerações. Pouco se conhece sobre o lado humano dos cangaceiros, pelas vozes deles próprios. Esta é a lacuna que o interessante documentário Os Últimos Cangaceiros pretende preencher, acompanhando a história de vida de um casal idoso que integrou o bando de Lampião, e depois reconstruiu a vida com outro nome, por medo de represálias.
Não à toa, as imagens começam com José Antonio Souto, vulgo Moreno, e Jovina Maria da Conceição, conhecida como Durvinha, vestindo os uniformes de cangaceiros que usavam mais de 50 anos atrás. O diretor Wolney Oliveira ataca diretamente o imaginário popular, os símbolos que adentraram a cultura nordestina sobre o tema. Depois de fazer poses heroicas – propositadamente artificiais – com revólve
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1:54


Filme encantador, sem nenhum toque de blockbuster. Os atores (personagens reais) nos surpreendem em vários momentos com a sapiência que há por traz da simplicidade do povo da roça. A personagem feminino revela em seu rosto sempre sisudo toda dor e sofrimento pelo qual passou.
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Simplesmente imperdível de ver.
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Simplesmente imperdível de ver.
Prêmios
Menção Especial do Júri no 8° Amazonas International Film Festival (2011); 3° Prêmio - Troféu Coral de Documentário e Prêmio-Cibervoto-Portal de Fundação do Novo Cinema Latino-americano (FNCLA), 33° Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano de Havana (2011); Melhor Longa-metragem Ibero-americano-DocsDF - Festival de Documentários da Cidade do México (2012); Melhor Longa-metragem e Melhor Longa-metragem pelo Júri Popular-RECine 2012-F
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Demorou mas chegou
As primeiras exibições do filme foram em 2011, mas só entrou em cartaz dois anos depois, em 2013.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2011
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-