O último filme da franquia deixou a desejar. O começo do filme é meio arrastado, mas é necessário. O elenco está bom, Jennifer Lawrence tem cacife pra levar uma franquia ao topo. Existe uma cena de ação perfeita, no subterrâneo, que foi muito bem dirigida, não tem muita ação e eles são espaçadas, podendo gerar cansaço para algumas pessoas. Eu senti falta de mais ação, talvez mais duas cenas no nível da do subterrâneo, o filme ficaria épico. Mas não teve isso infelizmente. A conclusão da guerra foi okay, a reviravolta no final foi muito boa mas as mortes ao decorrer do filme não tiveram sentimento, mas o filme ousou, matou personagens importantes e queridos pelos fãs, mas faltou emoção. O filme tem muitos finais, e claramente não sabe a hora de acabar, mas a cena do subterrâneo continua perfeita. esse filme tinha tudo para ser o melhor filme da franquia, mas não foi, o posto continua com o Em Chamas, mas é um bom filme mesmo assim, mas tinha potencial pra muito mais.
Um pouco longo e com um ritmo lento. O fato de terem separado o último livro em dois filmes foi um erro. Isso fez com que alguns personagens e cenas não tivessem o devido destaque. Mas ainda assim é bom pra assistir uma única vez.
Análise crítica rápida sobre o longa: 3 estrelas em 5. O diretor empregou o uso de câmera de mão com objetivo de imprimir tensão, porém isso por si só não surte efeito; o livro transborda perigo e suspense a cada parágrafo, coisa que não ocorre no longa, além de que, a trilha sonora, genérica (uma pena pois a trilha do original é ótima), branda usada em momentos de pausa da tensão deixam claro que nada de violento ocorrerá enquanto a música durar; e isso, mais uma vez, não existe na segunda metade do livro, onde mesmo em uma simples conversa, ficamos com a sensação de que bombas podem explodir e matar a todos. Geografia cênica não é bem entendida por parte do realizador, pois na cena em que um mar de óleo inunda áreas da Capital, em pelo menos dois momentos podemos perceber que o líquido preto irá atingir algum(ns) dos rebeldes, porém logo há um corte de imagem e eles conseguem se distanciar. Já na luta subterrânea contra bestantes, além de imagem escura demais, pelo menos em 3D, não estamos aptos a distinguir quem é quem naquele embate, o que joga toda a emoção daquela cara cena esgoto abaixo. Os parágrafos seguintes contêm revelações fortes do enredo (spoiler). spoiler: Quando a irmã de Katniss morre na explosão, um momento bastante dramático no livro, fica apressado aqui, sem passar emoção, quando deveria ter se delongado.
A personagem presidente Alma Coin tem uma mudança de papel mais próximo do final da projeção, indo de líder contra o vilão à vilã propriamente dita. A culpa não foi do roteiro, mas sim da direção que orientou à talentosa atriz a encenar com semblantes e postura tirânica - além de um zoom de câmera quando ela está no palanque - o que torna conclusiva e inequívoca a real intenção dela desde o início. Deveriam ter feito como ocorre na literatura da Suzanne Collins, não catapultando Alma Coin nem a vilã e nem a líder democrática, permitindo que o espectador participe do filme decidindo por si mesmo se acha que Katniss foi assertiva ou não em matar a presidente.
Agora expresso divergências de cenas entre o longa-metragem e o livro. Alguns casulos (armadilhas) interessantes utilizados nos escritos da autora não foram parar no filme, o que é uma pena. Quando Katniss e Gale estão próximos do círculo da mansão de Snow, a terra se abre e os dois lutam intensamente pela sobrevivência, mas isso foi substituído em Hollywood por um simples esconde-esconde dos pacificadores. Quando Everdeen é presa por assassinar a presidente Alma, ela não fica um ou dois dias, mas sim meses enclausurada e esquadrinhando toda a negatividade de sua mente. E no final, a personagem não fica feliz por estar com Peeta e sua prole, mas mostra certa amargura e diz que não queria filhos mas gerou-os porque Peeta assim desejava, isso sem contar que Mellark ainda tem rompantes alucinógenos que o fazem querer matar Katniss; só que a obra cinematográfica apenas o exibe na cama com ela fazendo uma perguntinha inócua "verdadeiro ou falso".
Um fim de saga magistral na literatura que foi porcamente realizado. O ponto mais positivo é a interpretação de Jennifer Lawrence, que confere uma real tridimensionalidade a sua personagem.
O tão esperado final da saga Jogos Vorazes finalmente chegou! Seguindo de onde parou o primeiro filme, Katniss se vê desolada com os acontecimentos envolvendo Peeta, violento e se considerando inimigo de Katniss. Enquanto isso, o resto de seus companheiros continua a focar na revolução, e com tudo envolvendo Peeta e o Presidente Snow, Katniss, fica sedenta de sangue e se concentra em apenas uma coisa: matar Snow. Então o filme começa. Com um ritmo muito fraco, o filme vai levando o espectador ao esperado, uma jornada, com mortes não muito significantes e que não causam impacto, em momento algum á história, pois com elas ou sem ela, os eventos ainda seriam os mesmos. Mortes que deveriam impactar como a mortespoiler: de Prim , não fazem tal estrondo sentimental, igualmente a morte despoiler: Finnick , que foi um personagem muito bem recebido pelos fãs e só bem aproveitado em um dos filmes da saga. Podemos dizer o contrário de Gale, que é destacado até demais no filme, e sua tentativa, já dita por ele como inútil, de brigar por Katniss deixa o espectador entediado, fazendo parecer, em certos momentos diálogos infantis, como: "Ela nunca me beijou assim"!. E com muito destaque para Gale, foi dado pouco destaque a Peeta, ou melhor, pouco destaque a parte sana dele, deixando ele, praticamente o filme inteiro descontrolado mentalmente, e apenas mostrando isso de tal personagem, apesar de se apresentar com uma boa atuação. Com isso tudo, o destaque real deve ser dado a Jennifer Lawrence que faz um ótimo trabalho novamente na pele de Katniss, o problema é seu desejo sangrento o filme inteiro, o que faz ela perder o foco em muitos momentos, causando situações que poderiam ter sido evitadas. Vendo assim, podemos dizer que Francis Lawrence poderia ter feito melhor, dando mais enfase à guerra e ao mesmo tempo dando lugar para todos os personagens de maneira adequada, pois muitos ficaram perdidos ali (como é o exemplo de Haymitch e Effie). Porém o filme tem momentos que empolga, mas não sabe seguir o ritmo e decepciona em alguns momentos, sendo assim não tão bom quanto deveria ser para fechar essa saga.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade