Jogos Vorazes: A Esperança - O Final
Média
4,2
5665 notas

275 Críticas do usuário

5
108 críticas
4
36 críticas
3
58 críticas
2
36 críticas
1
22 críticas
0
15 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
stupidanna
stupidanna

1 seguidor 25 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de abril de 2022
A morte da Prim foi totalmente desnecessária, e sinceramente no meu ponto de vista a única coisa boa nesse filme foi a música, Hanging Tree
Lucas H.
Lucas H.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de dezembro de 2016
Gostei muito e toda a saga, com destaque para o segundo filme (Em Chamas) que foi perfeito, mas esse último deixou muito a desejar, principalmente no final, com uma morte ridícula como foi a da Primm, tendo em vista que todo o filme girou em torno dela pois foi ela o motivo de Katniss entrar nos jogos e quem ela sempre teve todo o cuidado, morre assim, num flash sem emoção, numa cena que se você piscar os olhos não vê, perdemos toda a tomada do grande palácio simplesmente somos cortados para uma cena de Katniss no hospital após todo ocorrido, o que deixa o filme muito confuso e picado, o desfecho amoroso se resume a uma conversa de segundos entre Katniss e Gale onde ela manda ele desaparecer e pronto, ela volta pra casa escondida, o Peeta chega lá do nada, e moram juntos e tem filhos e acabou-se o filme! Enfim achei que esse terceiro ato podia ter sido beeeem melhor, cheguei a me sentir totalmente fora do contexto que estava sendo desenvolvido durante a saga, parecia que tinha entrando alguma coisa ali totalmente fora de contexto, chegava a parecer que Katniss estava apenas sonhando de tão louco que foi esse final, enfim, gostei de toda a saga, aceitei os dois primeiros atos mas o terceiro... Fiquei muiiito decepcionado!!! spoiler:
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de agosto de 2016
Esta é uma saga que nos faz refletir sobre política, manipulação, jogo de poder, conchavos e tudo de ruim que estamos acostumados a ver na nossa política e nos nossos políticos. No geral o final é muito bom, porém o filme perdeu muito seu vigor, os dois primeiros são os melhores. Ficou longo demais, com amarrações arrastadas e com atuações meio que sem vontade, sem emoção. A velha história de queuitas sequencias prejudicam o que deu certo.
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de abril de 2016
Ritmo irregular, final chocho e trama óbvia prejudicam o desfecho da saga

Apesar de Hollywood ter alergia a pontos finais – e nunca deixar em paz o término das histórias –, chegamos ao último capítulo de “Jogos Vorazes”.

“Jogos Vorazes” tornou-se numa coqueluche adolescente principalmente após o desfecho das sagas “Harry Potter” e “Crepúsculo”, tanto em livros como nos cinemas.

Suzanne Collins, a autora, abriu caminho para um filão na literatura infanto-juvenil. Tanto é que obras derivadas – e adaptadas ao cinema – como as séries Maze Runner (James Dashner) e Divergente (Veronica Roth) também fizeram relativo sucesso.

A história futurística, distópica, mostrando uma heroína hesitante em um país ditatorial, foi capaz de elevar em algum nível as discussões sem deixar de ser um best-seller e um blockbuster. É claro que as concessões minimizam o alcance das abordagens. Mas, mesmo assim, é um feito e tanto.

TELEVISÃO

Dentre as inúmeras e proveitosas leituras que a saga literária de Suzanne Collins oferece, prefiro me ater àquela que trata especificamente sobre o poder da televisão.

É por ela que a Capital, sob o comando do desprezível Presidente Snow (Donald Sutherland), domina os distritos; e, em plano ideológico oposto, é através da TV que Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) deflagra a revolução.

De início, “Jogos Vorazes” critica a “cultura” dos reality shows, dos programas que exploram o sangue e a violência como impulsionadores nos índices de audiência. Depois, a crítica vai deixando espaço para o retrato do poder incrível que a TV exerce sobre os ânimos das massas, para o bem ou para o mal. Para Collins, a televisão tem uma inequívoca força política.

Mais do que discutir a guerra, a segregação social, as insurreições populares e regimes totalitaristas, “Jogos Vorazes” é didático em demonstrar a TV como instrumento poderoso para a propaganda e o espetáculo.

É interessante notar que a escritora Suzanne Collins, por muitos anos, foi roteirista de programas infantis no canal Nickelodeon.

FINAL CHOCHO

Mas o que vemos neste “apoteótico” final tão aguardado? Um filme um tanto insosso, essa é a verdade. Embora haja ótimos momentos de ação e tensão, o excesso de explicações e personagens desperdiçadas – algo comum nos desfechos de adaptações de sagas literárias – torna o filme bastante arrastado.

Há gravidade, solenidade, com raríssimas falas e cenas de humor, atomizadas aqui e acolá – e invariavelmente com os personagens Haymitch (Harrelson) e Effie (Banks).

O filme é denso, sem espaço para o sentimentalismo. Snow mostra a sua cara, e – vejam só! – Coin (Julianne Moore), a líder da resistência, também.

O final da guerra é chocho, fraco, até certo ponto previsível, mas tem lá a sua importância simbólica. O filme entrega os pontos desde o início, o diretor Francis Lawrence não trabalha em nada as sutilezas, as nuanças, o degradê. Tanto Francis Lawrence quanto os roteiristas Peter Craig (Atração Perigosa) e Danny Strong (O Mordomo da Casa Branca) não conseguem escapar do esquematismo de Suzanne Collins.

CONSERVADORISMO?

Sem contar o “epílogo” bastante questionável, embora mostre o que desde o início já se sabia: que Katniss é puramente família.

Ao mostrar Katniss, a antes impetuosa e indócil adolescente – a “garota em chamas” – curtindo a paz do pós-guerra no conforto verdejante do lar, casada com Peeta (Josh Hutcherson), linda e maternal, com duas crianças...

O final de Katniss é conservador. A garota passou praticamente a saga inteira dividida entre dois galãs e os ideais antagônicos que eles, de certa forma, representavam. Peeta (Hutcherson), o garoto caseiro, pacato, sensível e Gale (Hemsworth), o garoto “do mato”, indisciplinado, de certa forma brutalizado.

Na primeira parte, Peeta é torturado pelos soldados da Capital, e se torna uma pessoa mentalmente instável, com repentinos surtos de loucura. Agora, ele ainda é uma pessoa perturbada, mas se esforça em se restabelecer ao lado de Katniss.

Gale ainda está apaixonado por Katniss, e está cada vez mais se envolvendo com a resistência. E durante o filme todo, vemos Katniss distribuir beijos mornos, num triângulo amoroso fraco e sem sal, tão apagados perante um mundo feérico, cinzento e perturbador.

Os três são muito solenes para tratar dos próprios sentimentos, em um momento em que seria mais lógico agirem com certa urgência, afinal, podem morrer a qualquer momento.
Mas, aí, uma atitude de Gale deixa o caminho livre para Peeta, que, inexplicavelmente, se restabelece rápido dos surtos.

No “epílogo”, vemos que Katniss se transforma justamente naquilo que, lá atrás, no primeiro episódio, ela não queria para si. Na terna e amorosa mãe de família. Casada com um homem caseiro, sensível, bom pai, bom marido... que, como ela, sofreu na pele os horrores da guerra.

Como se já não bastasse a decepção que foi o final da guerra, o “epílogo” tenta estender essa sensação por mais alguns minutos. Os minutos finais não fazem jus ao pendor para o espetáculo que havia desde o primeiro filme. Ao contrário do “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1” que tem um final perturbador e sensacional, a “Parte 2” deixa no público uma sensação de vazio.

COSTURAS À MOSTRA

Francis Lawrence e sua dupla de roteiristas, como já falamos, não consegue escapar do esquematismo da autora. Vemos no filme técnicas manipulativas manjadas, um maniqueísmo explícito e quadrado, uma obviedade, onde muitos dos futuros eventos são facilmente antevistos.

Com um ritmo irregular, o filme salta bruscamente do andamento arrastado do início para um corre-corre alucinante e caótico. O mise-en-scène é fraco, só se salvando o excepcional talento e carisma de Jennifer Lawrence. Ah, e claro, o ótimo Philip Seymour Hoffman, morto ano passado. Embora, em sua última cena, sentimos que alguma coisa está faltando.

Entretanto, é Jennifer quem carrega praticamente sozinha o filme nas costas. Ela confere substância e profundidade à personagem.

Agora que a saga “Jogos Vorazes” terminou – por enquanto, visto que Hollywood não conhece pontos finais –, será interessante acompanhar a carreira de Jennifer Lawrence em papéis mais complexos daqui em diante, que façam jus ao seu talento. Com certeza, teremos grandes surpresas.
Matheus S.
Matheus S.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de abril de 2016
Faltou emoção , acontecem coisas muito confusas no filme , pra quem não tem bom entendimento se confunde , eu já imaginava que ela iria matar a mulher la por isso não me surpreendi ,acho que ele mudou sua vontade de matar snow muito rápido , romance fraco , as cenas de luta foram até boas mas , demorou para katness entrar diretamente na luta , o final da guerra foi sem graça pois ela desmaiou e quando acordou a luta tinha acabado , acho que ela que deveria ter lutado e acabado com a guerra , filme muito parado , enfim comparado aos filmes anteriores esse foi bem abaixo do nível de excelência .
Jaques R.
Jaques R.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de março de 2016
ESTE COMENTÁRIO CONTÉM SPOILER OCULTO

O filme é regular, nada comparado à harmonia no desenvolvimento das cenas e ao enredo dos filmes anteriores da saga.

As cenas de ação e de suspense foram bem construídas, embora os efeitos especiais tenham deixado a desejar.

spoiler: Sob o aspecto político a história trata brilhantemente da ambição de Snow e Coin pelo poder, que estavam dispostos a absolutamente tudo para mantê-lo e conquistá-lo. Katiness não destoou da personalidade que lhe foi atribuída desde o início, o que se refletiu de forma brilhante quando a jovem optou por lançar sua flecha sobre Coin, em vingança pela morte de Prim, quando foi-lhe concedida a honra de executar publicamente Snow. Um fato que fugiu totalmente do sentido da história - e não se justifica pela natureza brutal e imprevisível da guerra - foi a morte de Prim quando o movimento rebelde já havia alcançado a vitória. Não é apenas uma irresignação pelo carisma do personagem. O evento que provocou o desenrolar de toda trama foi exatamente a apresentação de Katiness como voluntária nos Jogos Vorazes para salvar a vida da irmã Prim, que, pela sua ingenuidade e inocência, jamais sobreviveria à arena. Então chega-se ao final de toda a saga, depois de toda a dedicação e esforço de Katiness em proteger a irmã, para a pequena Prim ser morta por um ataque estratégico elaborado por quem arquitetou toda a rebelião? Bastante incoerente. Além disso, o final deixou muitas questões em aberto, tanto sobre a reestruturação de Panem quanto sobre a vida dos personagens.

De modo geral, serviu para satisfazer a curiosidade acerca de como terminaria o filme e de qual seria o destino de Katiness, mas o final deixou a desejar em muitos aspectos.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de março de 2016
E a saga da Katniss Everdeen chega ao final depois de dois excelentes filmes, o primeiro e o segundo e os outros dois últimos, nem tanto.
A atriz Jennifer Lawrence foi alçada ao estrelato de Hollywood após o estrondoso sucesso do primeiro filme. Logo em seguida ela ganhou o Oscar de Melhor Atriz e firmou seu nome na indústria colecionando um sucesso atrás do outro, assim como uma indicação após a outra no Oscar.
Continuando os eventos da sua jornada contra a capital Panem, Katniss e os demais rebeldes chegam a capital para matar o presidente Snow, só que as coisas não terminam bem como o esperado.
É uma conclusão satisfatória, mas longe de ser memorável.
Curiosidade. A bem da verdade foi que o estúdio Lionsgate se perdeu na condução das duas partes filmes finais, se deslumbrando com o sucesso inimaginável, focando mais na promoção cheia de teasers, trailers, posters, matérias especiais, desgastando a imagem da produção e esquecendo do mais importante que é o filme em si. Resultado: esta parte final teve a menor bilheteria de todos os quatro.
Nota do público: 6.9 (IMDB)
Nota dos críticos: 70%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $281 milhões
Mundo - $653 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Tatiana J.
Tatiana J.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de maio de 2016
Deveria ser crime fazer uma coisa dessas com uma saga tão maravilhosa! Estou decepcionada num nível que eu nem sei descrever...
Sheila S.
Sheila S.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de janeiro de 2016
Sinceramente, esperei tanto tempo p ver o filme, mais me decepcionei, não foi oq esperava!!! Não teve emoção, só ficou morrendo gente....... os outros foram melhores,Não compensa assistir.
bruno B.
bruno B.

2 seguidores 12 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de janeiro de 2016
filme fraco sem profundidade demora para engrenar e quando voce acha que vai, bom ... ele acaba, sem falar no romance, se é que da pra chamar de romance, não recomendo
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa