Jogos Vorazes: A Esperança - O Final
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4,2
5669 notas

275 Críticas do usuário

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Josy S.
Josy S.

8 seguidores 9 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 30 de março de 2016
Horrível! O que houve com o sucesso da franquia??? Muitas cenas não tiveram uma boa produção gráfica! Houve mais drama e contação de história por conta da parte final, mas não foi boa! E o enredo foi tomando outra proporção, não teve um bom desfecho. Até a Saga Crepúsculo teve um desfecho melhor!
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de março de 2016
Ainda se recuperando do choque de ver Peeta (Josh Hutcherson) contra si, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) é enviada ao Distrito 2 pela presidente Coin (Julianne Moore). Lá ela ajuda a convencer os moradores locais a se rebelarem contra a Capital. Com todos os distritos unidos, tem início o ataque decisivo contra o presidente Snow (Donald Sutherland). Só que Katniss tem seus próprios planos para o combate e, para levá-los adiante, precisa da ajuda de Gale (Liam Hemsworth), Finnick (Sam Claflin), Cressida (Natalie Dormer), Pollux (Elder Henson) e do próprio Peeta, enviado para compôr sua equipe. Bom filme, tem cenas otimas, atuaçoes convicentes, mesmo nivel do primeiro e terceiro filme. Nota 8.0
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de março de 2016
Quase épico, mas real.

Ao assumir o comando da saga idealizada pela escritora Suzanne Collins, o diretor Francis Lawrence não parecia capaz de criar algo que alçasse a série a um status de referência, dado seu histórico tão oscilante no cinema. Curiosamente, os três filmes que Lawrence comandou surgem como uma grandiosa absorção do poder político existente na obra de origem, pontuados de forma generosa.

Iniciado exatamente no ponto em que A Esperança: Parte 1 terminou, Katniss (Jennifer Lawrence) volta a servir como peça propagandista dos rebeldes que a utilizam para realçar a imagem do tordo salvador, alguém que está na linha de frente, capaz de enfrentara tudo e todos em busca da liberdade de Panem. Isso chega a consumir cerca de 40min iniciais do filme, pois as ações que levam o grupo de Katniss a capital são sempre registradas em vídeo, algumas vezes sutil, outras bem explícitas. Essa insistência faz com a que a protagonista perceba os primeiros indícios de que está sendo manipulada em prol de algo diferente de suas ideologias. Acompanhada por personagens já bem desenvolvidos nos filmes anteriores, a invasão da Capital sofre com baixas durante seu percurso, alguns até mesmo bobos, principalmente pela importância conquistada por certos personagens nos outros filmes da franquia.

A busca por derrubar Snow do trono de Presidente rende bons, e tensos momentos, principalmente realçados com certa competência pela montagem ágil. Duas sequências, em especial, são bem interessantes: a fuga dos bestantes, cujo desenvolvimento relembra bons momentos do ótimo Eu Sou a Lenda também dirigido por Lawrence, com um tom claustrofóbico por conta do local; e também a sequência de chegada à mansão, em que tempos um contraponto entre lealdade e desejo de poder, conceito este que molda de vez aqueles que desejam a liberdade.

Evidentemente que, apesar de ser uma grande produção precedida por outros filmes bem avaliados, em especial o antecessor direto, é nítida a queda de performance narrativa neste A Esperança: O Final. O ponto mais forte, que ganhou seu ápice no filme anterior, fica relegado aos momentos finais, a política da qual Katniss era peça chave, aqui quase inexiste, pois o foco fica tão direcionado a invasão e cenas de ação que mal somos lembrados do que realmente importa: a liberdade e a derrocada de um governo tirano.

Apesar de serem vários os problemas existentes no desenvolvimento da história, incluindo aí o pouco aproveitamento de personagens como Haymitch Abernathy (Woody Harrelson), Beetee (Jeffrey Wright), Effie Trinket (Elizabeth Banks), Presidente Snow (Donald Sutherland), Finnick Odair (Sam Claflin), Johanna Mason (Jena Malone) e Comandante Lyme (Gwendoline Christie); ainda sim o roteiro ilustra de forma pontual com as dificuldades da protagonista em ter que lidar com um fardo tão pesado, além de sermos agraciados com a pequena, mas ótima, performance do falecido Philip Seymour Hoffman, o astuto e convincente Plutarch Heavensbee.

Arquitetando sua narrativa durante três outros filmes, a saga protagonizada por Katniss Everdeen ganha, em seu último episódio, uma conclusão sóbria e contemporânea. Sóbria porque faz sentido dentro daquilo que se esperava, e contemporânea porque ilustra como a sociedade perde ante a tirania de um governo despreparado, que vislumbra unicamente interesses pessoais e de poder, ainda que isso resulte na destruição dos valores éticos, culminando na completa destruição do respeito pela sociedade.
Ana Balsanelli
Ana Balsanelli

48 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de março de 2016
Final revolucionário. Gostei. Mas não gostei do romantismo forçado que acabou o filme. Bem história pra dormir.
Jaques R.
Jaques R.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de março de 2016
ESTE COMENTÁRIO CONTÉM SPOILER OCULTO

O filme é regular, nada comparado à harmonia no desenvolvimento das cenas e ao enredo dos filmes anteriores da saga.

As cenas de ação e de suspense foram bem construídas, embora os efeitos especiais tenham deixado a desejar.

spoiler: Sob o aspecto político a história trata brilhantemente da ambição de Snow e Coin pelo poder, que estavam dispostos a absolutamente tudo para mantê-lo e conquistá-lo. Katiness não destoou da personalidade que lhe foi atribuída desde o início, o que se refletiu de forma brilhante quando a jovem optou por lançar sua flecha sobre Coin, em vingança pela morte de Prim, quando foi-lhe concedida a honra de executar publicamente Snow. Um fato que fugiu totalmente do sentido da história - e não se justifica pela natureza brutal e imprevisível da guerra - foi a morte de Prim quando o movimento rebelde já havia alcançado a vitória. Não é apenas uma irresignação pelo carisma do personagem. O evento que provocou o desenrolar de toda trama foi exatamente a apresentação de Katiness como voluntária nos Jogos Vorazes para salvar a vida da irmã Prim, que, pela sua ingenuidade e inocência, jamais sobreviveria à arena. Então chega-se ao final de toda a saga, depois de toda a dedicação e esforço de Katiness em proteger a irmã, para a pequena Prim ser morta por um ataque estratégico elaborado por quem arquitetou toda a rebelião? Bastante incoerente. Além disso, o final deixou muitas questões em aberto, tanto sobre a reestruturação de Panem quanto sobre a vida dos personagens.

De modo geral, serviu para satisfazer a curiosidade acerca de como terminaria o filme e de qual seria o destino de Katiness, mas o final deixou a desejar em muitos aspectos.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de março de 2016
E a saga da Katniss Everdeen chega ao final depois de dois excelentes filmes, o primeiro e o segundo e os outros dois últimos, nem tanto.
A atriz Jennifer Lawrence foi alçada ao estrelato de Hollywood após o estrondoso sucesso do primeiro filme. Logo em seguida ela ganhou o Oscar de Melhor Atriz e firmou seu nome na indústria colecionando um sucesso atrás do outro, assim como uma indicação após a outra no Oscar.
Continuando os eventos da sua jornada contra a capital Panem, Katniss e os demais rebeldes chegam a capital para matar o presidente Snow, só que as coisas não terminam bem como o esperado.
É uma conclusão satisfatória, mas longe de ser memorável.
Curiosidade. A bem da verdade foi que o estúdio Lionsgate se perdeu na condução das duas partes filmes finais, se deslumbrando com o sucesso inimaginável, focando mais na promoção cheia de teasers, trailers, posters, matérias especiais, desgastando a imagem da produção e esquecendo do mais importante que é o filme em si. Resultado: esta parte final teve a menor bilheteria de todos os quatro.
Nota do público: 6.9 (IMDB)
Nota dos críticos: 70%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $281 milhões
Mundo - $653 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Ars Gratia Artis
Ars Gratia Artis

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2016
Primeira coisa: extremamente desnecessário dividir em 2 partes. Se eles fizessem um único filme com os melhores elementos das partes 1 e 2 teria sido épico. Muita coisa nesse filme foi escrita apenas para justificar o filme ter sido divido em duas partes. O filme passa tempo de mais no Liam que é o personagem mais desinteressante da saga. Enquanto vários atores são desperdício de talento (Elizabeth Banks e muitos outros). Não teve uma distribuição ordenada de personagens, alguns poderiam ser principais. O CGI do filme é espetacular, a situação da guerra é passada com perfeição, a Jennifer Lawrence é sensacional. Mas o triangulo amoroso continua extremamente desinteressante, e é a pior coisa. As cenas de ação são extraordinárias, principalmente uma no esgoto do filme. E a 5, 6 cenas que são ESPETACULARES elas são tão bem dirigidas que a sensação de crueldade, piedade, sentimentalismo é passado com perfeição. E o triangulo amoroso e fechado com um alívio. Mas o filme não sabe exatamente onde parar, isso é um fato.
Segundo melhor filme da franquia; se você for fã vai gostar.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de junho de 2016
Visual. Final. Ação. Decepcionante. Sem sentido. Arco e flecha. Sem emoção. Revolução. Guerra. Tordo. Presidente.
Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2016
Puxa até esqueci de escrever uma crítica sobre esse filme, mas foi um final esperado e muito bonito, mas ainda acho melhor começar a ler o livro...
Joice M.
Joice M.

15 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Estava aguardando ansiosa por esse filme.. Adorei os efeitos e a trama no geral. Foi muito bom e o 3D fez toda diferença. Atendeu minhas expectativas.
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