Jogos Vorazes: A Esperança - O Final
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Marcleida M.
Marcleida M.

17 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de novembro de 2015
Embora o eleco maravilhoso filme lindo ,ate o momento em q a capital vai para casa do snow estava perfeito qdo o filme acaba com a morte da irma Prime.
Bader
Bader

11 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de novembro de 2015
O filme vale pela conclusão da saga, mas como obra cinematográfica deixa muito a desejar.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de novembro de 2015
O filme tem uma fórmula para agradar um público certo, adolescentes. Eles vibram, enchem as salas e dão suspiros a cada lance romântico, ou parecido. O elenco é de primeira, a direção não. O enredo é feito sobre medida e a história, uma ficção onde misturam tudo, guerra, jogos, terror e até os vampiros do filme O Padre. Tem suspense anunciado, mortes gratuitas, chocantes e um pouco de ação. É apenas um filme diversão. Espero que, realmente, seja o último da saga.
Raquel G.
Raquel G.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de novembro de 2015
Encerrou toda a saga. Mas não foi tão bom quanto anunciado. O melhor sem dúvidas sempre será o Em Chamas. Me decepcionei com o esse último filme.
James M.
James M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de novembro de 2015
Tá chegando. Tá chegando. Chegou... Há mais ou menos 8 meses logo após A Esperança - Parte 1 sair de cartaz, o filme já era colocado na maioria dos sites de cinema como o mais esperado do ano e a popularidade da Arqueira queridinha de Hollywood, Jennifer Lawrence, já vinha abalando as redes sociais e os bastidores do último filme da franquia. O que dizer de A Esperança - O final, é só não dizer muita coisa, ele fala por si mesmo, contra fatos não há argumentos. Time bom não é o que ganha jogo, é o que ganha campeonato. Logo compreendemos que filme bom não é o que agrada a crítica é o que ganha o público e prova nas bilheterias. Afinal a crítica só gosta de filmes de Tom Hanks dirigidos por Steven Spielberg, falando neles Pontes dos Espiões anda mal das pernas e já é fracasso nos cinemas. Pra não dizer que escrevi muito e terminei sendo imparcial nos comentários, o filme é ótimo, tem sequências de ações boas e foi fiel aos adeptos do gênero. Agora precisa mostrar nas bilheterias, aí não restará nenhuma dúvida.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de novembro de 2015
É chegada a hora de se despedir dessa série que trouxe à tona temas tão fascinantes

“Que os Jogos comecem!” Quando ouvimos essa frase no cinema pela primeira vez, talvez ainda não soubéssemos, mas estávamos diante de um produto diferenciado. Sim, Jogos Vorazes mostrou a que veio. A trilogia literária de Suzanne Collins, transposta para o cinema em quatro filmes, contou uma história que conseguiu distribuir em doses certas aventura futurista em meio a uma forte temática política, temperada com uma severa crítica à espetacularização da mídia e um (já habitual) triângulo amoroso juvenil, todos esses elementos adicionados com competência, tanto literária quanto cinematográfica. Esta bem sucedida saga, contudo, chega ao seu fim, deixando carentes milhares de fãs por todo o planeta que cresceram assistindo (e lendo) Harry Potter, Crepúsculo e que, após o encerramento dos Jogos, já anseiam pela próxima série que os fará devorar páginas e mais páginas de cada novo livro, além de formar filas quilométricas para assistir a cada novo filme de sua respectiva adaptação para o cinema. É claro que há diversas outras obras do gênero por aí, mas, se colocadas lado a lado com a escala de sucesso comercial que essas três acima citadas alcançaram, a comparação se torna um tanto quanto... divergente.
A odisséia de Katniss Everdeen, que despertou tanto fascínio ao redor do mundo, encontra seu desfecho neste aguardadíssimo capítulo final que, sem dúvida, deixará os fãs plenamente satisfeitos, ainda que tristes pela despedida. Assim como também aconteceu no segundo e terceiro episódios, sobre os quais também escrevi, a narrativa deste é imediatamente seqüencial aos fatos anteriores. Portanto, se você NÃO viu os três filmes que antecedem a este, corra para a locadora mais próxima, ou para aquele canal da internet, e veja. Jogos Vorazes, como já foi dito, é muito mais do que uma série juvenil, e a diversão que oferece, bem como as reflexões que propõe são recomendáveis para todas as idades.
Katniss, vivida por Jennifer Lawrence com a magnificência de sempre, colocou uma idéia na cabeça: “matar o Presidente Snow”. Ela acredita que só assim será possível a restauração da paz em toda Panem, depois de tantos anos de tirania com os distritos sendo oprimidos pelo regime ditador, enquanto os abastados da Capital se divertiam com as mortes alheias exibidas ao vivo pela TV, como se fossem apenas uma ‘competição em um reality show’, e não uma carnificina. Todos os aliados de Katniss a ajudarão a concretizar seu plano, embora cada um tenha suas próprias motivações, o que inclui Peeta (Josh Hutcherson), em busca de redenção, Coin (Julianne Moore) em busca de uma ‘nova democracia’, e Plutarch (Philip Seymour Hoffman, em sua última aparição nas telas), o mais complexo personagem de toda a série, nos dando a impressão de estar sempre nos lugares certos para fazer as articulações necessárias para, enfim, atingir seus objetivos. Mas quais seriam?
Quem ‘conhece’ a idealista Katniss sabe que ela sempre teve vocação para a rebeldia, só acata as ordens que quer, não escuta recomendações, toma suas próprias decisões, e segue firme em suas pretensões (talvez por isso tenha conquistado multidões). Ironicamente, desde o primeiro filme, ela é o tempo todo manipulada, seja como a ‘garota em chamas’ dos Jogos, ou como o ‘tordo da esperança’ dos rebeldes. E Katniss sabe disso, até certo ponto... O roteiro do longa se encarrega de incluir camadas nessa manipulação, levantando mais discussões acerca do autoritarismo, e as conseqüências da quebra de um regime fascista, que pode dar brecha para a entrada de outro, igualmente ditatorial. Porém, antes que vejamos qual é, afinal, o destino de Snow (o impecável Donald Sutherland), e qual será o futuro de Panem dali para frente, teremos visto uma série de desafios enfrentados por Katniss e sua trupe. Destaque para a arrepiante sequência envolvendo as assustadoras bestas subterrâneas. O árduo caminho para se chegar ao ‘palácio do governo’ não será percorrido sem que haja perdas irremediáveis, pelas quais nem dá tempo de chorar, dado o ritmo frenético em que se encontra a narrativa a esta altura, rumo ao iminente confronto final. E quando os rebeldes enfim chegam aos portões da mansão e estão prestes a derrubar o regime do tirano... Não se surpreenda se, ao chegar neste trecho, ficar com a desconfortável sensação de que ‘perdeu alguma coisa’.
A edição do terceiro ato deste episódio final lamentavelmente constitui o maior problema do filme. Ao invés de uma sequência apoteótica, optou-se por uma omissão anticlimática, na qual não se vê aquilo que seria tão significativo para uma trama libertária como essa, a tomada do poder. Onde foi parar todo o idealismo da série mostrado até aquele momento? No conservadorismo hollywoodiano? Mas não se preocupe, esse pequeno detalhe não chega a ser um spoiler. Depois da cena citada (e não vista) é que vêm os instantes verdadeiramente decisivos. E eles valem o ingresso. Já quanto ao epílogo, se por um lado poderá soar ‘forçado’ ao grande público que aderiu à saga justamente pelos conceitos tão radicais que desenvolveu durante toda a série, por outro deverá agradar em cheio aos fãs que conhecem os diálogos de cor e se realizam ao verem seus astros pronunciarem exatamente as mesmas palavras que leram nos livros, nesta adaptação tão fiel ao produto original. É chegada, pois, a hora de se despedir de personagens cujo carisma só aumentou ao longo da franquia, como Effie (Elizabeth Banks) e Haymitch (Woody Harrelson), que aqui ganhou mais falas, uma solução encontrada pelo roteiro em virtude do falecimento de Philip Seymour Hoffman. Com isso, Haymitch funciona quase como um porta-voz de Plutarch. E é evidente que este último capítulo traz, enfim, a resolução do (mal desenvolvido) triângulo amoroso entre Katniss, Peeta e Gale (Liam Hemsworth), para delírio, principalmente, das fãs.
Tecnicamente primoroso, Jogos Vorazes: A Esperança – O Final, apesar de seus (poucos) deslizes, comprovou a decisão acertada de se manter Francis Lawrence na direção, que assumiu a franquia a partir do segundo filme e não largou mais, conseguindo, durante esses três anos, extrair do elenco estelar grandes atuações, e da equipe de produção uma ambientação futurista ideal, sem exageros, ora clean, ora caótica, que foi cenário de batalhas memoráveis, sem esquecer dos muitos dramas vividos na trama, das metáforas para o sensacionalismo da TV, dos amargos questionamentos políticos, e dos ideais de liberdade que fizeram da jovem arqueira Katniss Everdeen uma revolucionária. Sim, tudo isso em uma história juvenil, que conseguiu ser ao mesmo tempo POP e profunda, agradando a tantos.
Os Jogos terminaram. Corações e mentes se exaltaram e se emocionaram. A revolução chegou ao fim, levando consigo personagens e situações dos quais não vamos nos esquecer tão cedo. E o tordo viverá para sempre como uma lembrança de que a arte pode dar a sua enorme contribuição para o bem social, ao contar histórias que, embora pareçam juvenis, podem trazer uma ebulição de temas sérios o suficiente para torná-las mais relevantes e, com isso, ainda mais fascinantes. Adeus, Katniss, sentiremos saudades.
Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de novembro de 2015
Chega ao fim mais uma saga de enorme sucesso nos cinemas: Jogos Vorazes: A Esperança - O Final, que vem para fechar a franquia literária de Suzanne Collins.
Cabe citar que a trilogia literária acabou sendo dividida em quatro filmes: Os dois primeiros geniais e muito elogiados pelo público e crítica, fizeram história na sétima arte. Enquanto o terceiro filme, reflexivo e com pouca ação, veio somente para gerar lucros e abrir espaço para a última parte em questão, gerando críticas negativas entre os espectadores e críticos especializados.
Jogos Vorazes: A Esperança - O Final surge assim com menos apoteose, em ritmo lento e arrastado. A guerra se anuncia e domina a cena em mais de duas horas de luta e batalhas ferozes entre rebeldes e a capital, focalizados na figura do Presidente Snow e o símbolo dos insurgentes, Katniss Everdeen e a Presidente Alma Coin. Mas o amor também se faz presente através do triângulo amoroso de Katniss, Peeta e Gale, que provoca reflexões entre o trio e gargalhadas nos espectadores, nas cenas mais intensas e marcantes do filme. A guerra impera neste último filme, mas as questões familiares, amorosas e as disputas de poder se tornam intensas e vão crescendo aos poucos, até os momentos mais assustadores e sombrios, capazes de arrepiar os fãs mais apaixonados.
Um fato importante é a presença do personagem Plutarch Heavensbee, que tem grande importância na saga como projetista dos Jogos Vorazes. A profundidade do personagem mostra bem a questão do jogo político entre a capital e os rebeldes. O personagem foi interpretado pelo ator Philip Seymour Hoffman, falecido durante as gravações.
A questão da exibição em 3D do filme (o único da franquia que utilizou essa tecnologia) parece desnecessária, com poucas cenas de real importância para justificar o uso do 3D. Quem vê em exibição 2D não perde muita coisa.
Cabe relembrar aqui a importância da saga Jogos Vorazes, destinada ao público jovem, ao tratar com tanta propriedade da questão da guerra e das disputas de poder, das revoluções e de todo o jogo político, que atravessam a fantasia e se confundem com o mundo real. Afinal, no mundo de hoje, até que ponto as armas, bombas e exércitos em guerra podem lutar e garantir a paz do mundo? Até quando os seres humanos irão acreditar que a paz só será alcançada através de armas e da violência? Para quem assiste a saga Jogos Vorazes, fica claro que o mundo não precisa de ódio, de armas e guerras. Só precisamos lutar, por um mundo unido, e em paz.

Por Ricardo Brandes / Escritor
Gabrielly J.
Gabrielly J.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de novembro de 2015
É o melhor filme de TODOS! Eu li TODOS os livros e sou muito fã!
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de novembro de 2015
Pior dos 4, até por culpa do Esperança parte 1 na necessidade de enrolar, trabalhou mais a emoção dos personagens, a segunda parte foi tudo corrido igual ao livro, deviam ter balanceado mais as duas partes, fora que falhou em dois momentos ápices do filme no final, um deixou sem emoção e a outro óbvio que a Katniss ia fazer, coisa que no livro você não tinha essa percepção imediata.
Yasmin C.
Yasmin C.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de novembro de 2015
Um final para uma história como a de Jogos Vorazes, que se consagra filme após filme como uma das maiores franquias de Hollywood, carrega consigo grandes responsabilidades. Dentre elas, duas se destacam: suprir as expectativas do público, que se manteve fiel durante os 4 anos e a esse ponto quer resoluções convincentes; e minimamente ser coerente – não 100% fiel - à história original, que é a do livro.

Quanto a Jogos Vorazes: A Esperança – O Final, as duas questões são sanadas. O filme não sacrificou seu ritmo em função de “espetacularizar” o seu grand finale, tampouco a história lida pelos fãs. A própria roupa vermelha da heroína Katniss, por exemplo, observada em pôsteres de divulgação não teve vez nas cenas de ação. O que se vê na tela é uma protagonista sóbria, teimosa (como sempre), por vezes apática e vendo na vingança sua única possibilidade de auto-redenção.

Fugindo dos clichês de finais de franquias, que geralmente se importam em dar desfechos super estabelecidos para cada núcleo, como que numa função de finalizar história por história, “O Final” ganha pontos no momento em que resolve por manter sua essência de thriller político, ainda que obscuro e silencioso em alguns momentos.

Se por um lado, sobra consistência e regularidade pelo roteiro – fato que gera controvérsias, já que todo espectador assíduo de trilogias vai com muita sede ao pote assistir ao último filme da série - por outro fica uma sensação de previsibilidade em relação às reações da protagonista e ao destino das demais personagens.

Seja pelo excesso de intimidade com as personagens principais – o que é um ponto positivo da saga como um todo - ou por falta de resguardo do roteiro, é muito fácil adivinhar o que vai acontecer. O ponto que contrasta com essas disfunções é exatamente a habilidade dos protagonistas em fazer valer a leve dose de clichês que qualquer blockbuster fenômeno mundial deve ter em sua composição.

Jennifer Lawrence e sua Katniss que em um minuto sofre calada e no outro está na linha de frente é a personificação da heroína que o cinema e os jovens precisavam assistir. Josh Hutcherson (Peeta) se supera junto com seu personagem chegando ao limite.

No mais, todos os defeitos da obra – como o maniqueísmo típico do gênero, a falta de profundidade na questão política tão rica ou até mesmo o triângulo amoroso mal conduzido – podem ser facilmente esquecidos pelo espectador que se permitir mergulhar nesse desfecho suficientemente bom, ainda que controverso aos olhos do público que esperava que a linha “pessimista” do filme se estabelecesse até a última cena.

Convincente e pertinente, Jogos Vorazes: A Esperança – Final não desmerece a trajetória de seus personagens, é realista como poucos blockbusters jovens e, sem dúvidas, o fim ousado, surpreendente e justo que a franquia merecia.
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