Jogos Vorazes: A Esperança - O Final
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4,2
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Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de janeiro de 2016
Um filme quase perfeito ,o melhor da franquia ,o único problema é o final pois demora muito e não tem muito impacto e os personagem querido não tem muita importancia
Bader
Bader

11 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de novembro de 2015
O filme vale pela conclusão da saga, mas como obra cinematográfica deixa muito a desejar.
Luz do Amanhã
Luz do Amanhã

17 seguidores 62 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de novembro de 2015
Filme excelente,tão bom quanto Em chamas e muito melhor q esperança parte 1,a trama até o final é espetacular Jogos Vorazes Para sempre,Deixando saudades!!!
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de novembro de 2015
É chegada a hora de se despedir dessa série que trouxe à tona temas tão fascinantes

“Que os Jogos comecem!” Quando ouvimos essa frase no cinema pela primeira vez, talvez ainda não soubéssemos, mas estávamos diante de um produto diferenciado. Sim, Jogos Vorazes mostrou a que veio. A trilogia literária de Suzanne Collins, transposta para o cinema em quatro filmes, contou uma história que conseguiu distribuir em doses certas aventura futurista em meio a uma forte temática política, temperada com uma severa crítica à espetacularização da mídia e um (já habitual) triângulo amoroso juvenil, todos esses elementos adicionados com competência, tanto literária quanto cinematográfica. Esta bem sucedida saga, contudo, chega ao seu fim, deixando carentes milhares de fãs por todo o planeta que cresceram assistindo (e lendo) Harry Potter, Crepúsculo e que, após o encerramento dos Jogos, já anseiam pela próxima série que os fará devorar páginas e mais páginas de cada novo livro, além de formar filas quilométricas para assistir a cada novo filme de sua respectiva adaptação para o cinema. É claro que há diversas outras obras do gênero por aí, mas, se colocadas lado a lado com a escala de sucesso comercial que essas três acima citadas alcançaram, a comparação se torna um tanto quanto... divergente.
A odisséia de Katniss Everdeen, que despertou tanto fascínio ao redor do mundo, encontra seu desfecho neste aguardadíssimo capítulo final que, sem dúvida, deixará os fãs plenamente satisfeitos, ainda que tristes pela despedida. Assim como também aconteceu no segundo e terceiro episódios, sobre os quais também escrevi, a narrativa deste é imediatamente seqüencial aos fatos anteriores. Portanto, se você NÃO viu os três filmes que antecedem a este, corra para a locadora mais próxima, ou para aquele canal da internet, e veja. Jogos Vorazes, como já foi dito, é muito mais do que uma série juvenil, e a diversão que oferece, bem como as reflexões que propõe são recomendáveis para todas as idades.
Katniss, vivida por Jennifer Lawrence com a magnificência de sempre, colocou uma idéia na cabeça: “matar o Presidente Snow”. Ela acredita que só assim será possível a restauração da paz em toda Panem, depois de tantos anos de tirania com os distritos sendo oprimidos pelo regime ditador, enquanto os abastados da Capital se divertiam com as mortes alheias exibidas ao vivo pela TV, como se fossem apenas uma ‘competição em um reality show’, e não uma carnificina. Todos os aliados de Katniss a ajudarão a concretizar seu plano, embora cada um tenha suas próprias motivações, o que inclui Peeta (Josh Hutcherson), em busca de redenção, Coin (Julianne Moore) em busca de uma ‘nova democracia’, e Plutarch (Philip Seymour Hoffman, em sua última aparição nas telas), o mais complexo personagem de toda a série, nos dando a impressão de estar sempre nos lugares certos para fazer as articulações necessárias para, enfim, atingir seus objetivos. Mas quais seriam?
Quem ‘conhece’ a idealista Katniss sabe que ela sempre teve vocação para a rebeldia, só acata as ordens que quer, não escuta recomendações, toma suas próprias decisões, e segue firme em suas pretensões (talvez por isso tenha conquistado multidões). Ironicamente, desde o primeiro filme, ela é o tempo todo manipulada, seja como a ‘garota em chamas’ dos Jogos, ou como o ‘tordo da esperança’ dos rebeldes. E Katniss sabe disso, até certo ponto... O roteiro do longa se encarrega de incluir camadas nessa manipulação, levantando mais discussões acerca do autoritarismo, e as conseqüências da quebra de um regime fascista, que pode dar brecha para a entrada de outro, igualmente ditatorial. Porém, antes que vejamos qual é, afinal, o destino de Snow (o impecável Donald Sutherland), e qual será o futuro de Panem dali para frente, teremos visto uma série de desafios enfrentados por Katniss e sua trupe. Destaque para a arrepiante sequência envolvendo as assustadoras bestas subterrâneas. O árduo caminho para se chegar ao ‘palácio do governo’ não será percorrido sem que haja perdas irremediáveis, pelas quais nem dá tempo de chorar, dado o ritmo frenético em que se encontra a narrativa a esta altura, rumo ao iminente confronto final. E quando os rebeldes enfim chegam aos portões da mansão e estão prestes a derrubar o regime do tirano... Não se surpreenda se, ao chegar neste trecho, ficar com a desconfortável sensação de que ‘perdeu alguma coisa’.
A edição do terceiro ato deste episódio final lamentavelmente constitui o maior problema do filme. Ao invés de uma sequência apoteótica, optou-se por uma omissão anticlimática, na qual não se vê aquilo que seria tão significativo para uma trama libertária como essa, a tomada do poder. Onde foi parar todo o idealismo da série mostrado até aquele momento? No conservadorismo hollywoodiano? Mas não se preocupe, esse pequeno detalhe não chega a ser um spoiler. Depois da cena citada (e não vista) é que vêm os instantes verdadeiramente decisivos. E eles valem o ingresso. Já quanto ao epílogo, se por um lado poderá soar ‘forçado’ ao grande público que aderiu à saga justamente pelos conceitos tão radicais que desenvolveu durante toda a série, por outro deverá agradar em cheio aos fãs que conhecem os diálogos de cor e se realizam ao verem seus astros pronunciarem exatamente as mesmas palavras que leram nos livros, nesta adaptação tão fiel ao produto original. É chegada, pois, a hora de se despedir de personagens cujo carisma só aumentou ao longo da franquia, como Effie (Elizabeth Banks) e Haymitch (Woody Harrelson), que aqui ganhou mais falas, uma solução encontrada pelo roteiro em virtude do falecimento de Philip Seymour Hoffman. Com isso, Haymitch funciona quase como um porta-voz de Plutarch. E é evidente que este último capítulo traz, enfim, a resolução do (mal desenvolvido) triângulo amoroso entre Katniss, Peeta e Gale (Liam Hemsworth), para delírio, principalmente, das fãs.
Tecnicamente primoroso, Jogos Vorazes: A Esperança – O Final, apesar de seus (poucos) deslizes, comprovou a decisão acertada de se manter Francis Lawrence na direção, que assumiu a franquia a partir do segundo filme e não largou mais, conseguindo, durante esses três anos, extrair do elenco estelar grandes atuações, e da equipe de produção uma ambientação futurista ideal, sem exageros, ora clean, ora caótica, que foi cenário de batalhas memoráveis, sem esquecer dos muitos dramas vividos na trama, das metáforas para o sensacionalismo da TV, dos amargos questionamentos políticos, e dos ideais de liberdade que fizeram da jovem arqueira Katniss Everdeen uma revolucionária. Sim, tudo isso em uma história juvenil, que conseguiu ser ao mesmo tempo POP e profunda, agradando a tantos.
Os Jogos terminaram. Corações e mentes se exaltaram e se emocionaram. A revolução chegou ao fim, levando consigo personagens e situações dos quais não vamos nos esquecer tão cedo. E o tordo viverá para sempre como uma lembrança de que a arte pode dar a sua enorme contribuição para o bem social, ao contar histórias que, embora pareçam juvenis, podem trazer uma ebulição de temas sérios o suficiente para torná-las mais relevantes e, com isso, ainda mais fascinantes. Adeus, Katniss, sentiremos saudades.
João Victor T.
João Victor T.

6 seguidores 52 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de novembro de 2015
Acho a trilogia excelente, mas esse filme me decepcionou um pouco. Esperava mais da história
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de abril de 2016
Ritmo irregular, final chocho e trama óbvia prejudicam o desfecho da saga

Apesar de Hollywood ter alergia a pontos finais – e nunca deixar em paz o término das histórias –, chegamos ao último capítulo de “Jogos Vorazes”.

“Jogos Vorazes” tornou-se numa coqueluche adolescente principalmente após o desfecho das sagas “Harry Potter” e “Crepúsculo”, tanto em livros como nos cinemas.

Suzanne Collins, a autora, abriu caminho para um filão na literatura infanto-juvenil. Tanto é que obras derivadas – e adaptadas ao cinema – como as séries Maze Runner (James Dashner) e Divergente (Veronica Roth) também fizeram relativo sucesso.

A história futurística, distópica, mostrando uma heroína hesitante em um país ditatorial, foi capaz de elevar em algum nível as discussões sem deixar de ser um best-seller e um blockbuster. É claro que as concessões minimizam o alcance das abordagens. Mas, mesmo assim, é um feito e tanto.

TELEVISÃO

Dentre as inúmeras e proveitosas leituras que a saga literária de Suzanne Collins oferece, prefiro me ater àquela que trata especificamente sobre o poder da televisão.

É por ela que a Capital, sob o comando do desprezível Presidente Snow (Donald Sutherland), domina os distritos; e, em plano ideológico oposto, é através da TV que Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) deflagra a revolução.

De início, “Jogos Vorazes” critica a “cultura” dos reality shows, dos programas que exploram o sangue e a violência como impulsionadores nos índices de audiência. Depois, a crítica vai deixando espaço para o retrato do poder incrível que a TV exerce sobre os ânimos das massas, para o bem ou para o mal. Para Collins, a televisão tem uma inequívoca força política.

Mais do que discutir a guerra, a segregação social, as insurreições populares e regimes totalitaristas, “Jogos Vorazes” é didático em demonstrar a TV como instrumento poderoso para a propaganda e o espetáculo.

É interessante notar que a escritora Suzanne Collins, por muitos anos, foi roteirista de programas infantis no canal Nickelodeon.

FINAL CHOCHO

Mas o que vemos neste “apoteótico” final tão aguardado? Um filme um tanto insosso, essa é a verdade. Embora haja ótimos momentos de ação e tensão, o excesso de explicações e personagens desperdiçadas – algo comum nos desfechos de adaptações de sagas literárias – torna o filme bastante arrastado.

Há gravidade, solenidade, com raríssimas falas e cenas de humor, atomizadas aqui e acolá – e invariavelmente com os personagens Haymitch (Harrelson) e Effie (Banks).

O filme é denso, sem espaço para o sentimentalismo. Snow mostra a sua cara, e – vejam só! – Coin (Julianne Moore), a líder da resistência, também.

O final da guerra é chocho, fraco, até certo ponto previsível, mas tem lá a sua importância simbólica. O filme entrega os pontos desde o início, o diretor Francis Lawrence não trabalha em nada as sutilezas, as nuanças, o degradê. Tanto Francis Lawrence quanto os roteiristas Peter Craig (Atração Perigosa) e Danny Strong (O Mordomo da Casa Branca) não conseguem escapar do esquematismo de Suzanne Collins.

CONSERVADORISMO?

Sem contar o “epílogo” bastante questionável, embora mostre o que desde o início já se sabia: que Katniss é puramente família.

Ao mostrar Katniss, a antes impetuosa e indócil adolescente – a “garota em chamas” – curtindo a paz do pós-guerra no conforto verdejante do lar, casada com Peeta (Josh Hutcherson), linda e maternal, com duas crianças...

O final de Katniss é conservador. A garota passou praticamente a saga inteira dividida entre dois galãs e os ideais antagônicos que eles, de certa forma, representavam. Peeta (Hutcherson), o garoto caseiro, pacato, sensível e Gale (Hemsworth), o garoto “do mato”, indisciplinado, de certa forma brutalizado.

Na primeira parte, Peeta é torturado pelos soldados da Capital, e se torna uma pessoa mentalmente instável, com repentinos surtos de loucura. Agora, ele ainda é uma pessoa perturbada, mas se esforça em se restabelecer ao lado de Katniss.

Gale ainda está apaixonado por Katniss, e está cada vez mais se envolvendo com a resistência. E durante o filme todo, vemos Katniss distribuir beijos mornos, num triângulo amoroso fraco e sem sal, tão apagados perante um mundo feérico, cinzento e perturbador.

Os três são muito solenes para tratar dos próprios sentimentos, em um momento em que seria mais lógico agirem com certa urgência, afinal, podem morrer a qualquer momento.
Mas, aí, uma atitude de Gale deixa o caminho livre para Peeta, que, inexplicavelmente, se restabelece rápido dos surtos.

No “epílogo”, vemos que Katniss se transforma justamente naquilo que, lá atrás, no primeiro episódio, ela não queria para si. Na terna e amorosa mãe de família. Casada com um homem caseiro, sensível, bom pai, bom marido... que, como ela, sofreu na pele os horrores da guerra.

Como se já não bastasse a decepção que foi o final da guerra, o “epílogo” tenta estender essa sensação por mais alguns minutos. Os minutos finais não fazem jus ao pendor para o espetáculo que havia desde o primeiro filme. Ao contrário do “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1” que tem um final perturbador e sensacional, a “Parte 2” deixa no público uma sensação de vazio.

COSTURAS À MOSTRA

Francis Lawrence e sua dupla de roteiristas, como já falamos, não consegue escapar do esquematismo da autora. Vemos no filme técnicas manipulativas manjadas, um maniqueísmo explícito e quadrado, uma obviedade, onde muitos dos futuros eventos são facilmente antevistos.

Com um ritmo irregular, o filme salta bruscamente do andamento arrastado do início para um corre-corre alucinante e caótico. O mise-en-scène é fraco, só se salvando o excepcional talento e carisma de Jennifer Lawrence. Ah, e claro, o ótimo Philip Seymour Hoffman, morto ano passado. Embora, em sua última cena, sentimos que alguma coisa está faltando.

Entretanto, é Jennifer quem carrega praticamente sozinha o filme nas costas. Ela confere substância e profundidade à personagem.

Agora que a saga “Jogos Vorazes” terminou – por enquanto, visto que Hollywood não conhece pontos finais –, será interessante acompanhar a carreira de Jennifer Lawrence em papéis mais complexos daqui em diante, que façam jus ao seu talento. Com certeza, teremos grandes surpresas.
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de julho de 2016
Depois do excelente Esperança — Parte I (2014), Lawrence traz um filme batido e nada atraente, dando um dos piores fins possíveis para a franquia.
Como marketing, dividir a última adaptação do livro de Collins pode ter sido uma boa ideia. No início, em sua primeira parte, Francis Lawrence provou que poderia ter fôlego para a divisão, mas em sua segunda parte quebra todo o prometido. A sinopse digitada aqui pode parecer simples e curta, mas resume o filme ao seu máximo possível: seguindo os acontecimentos de A Esperança — Parte I, Katniss foge, sem autorização, para a Capital, com o intuito de assassinar o Presidente Snow.
No longa, Lawrence não dá chance ao público para respirar e pensar, jogando a trama imediatamente para as cenas de ação. Quebra o clima do filme, não tendo sutileza — o que o filme mais pareceu necessitar precisar—, e fazendo com que essa Parte II seja completamente dependente da Parte I. Em alguns momentos importantes, o longa chega até a ser apressado; como nas mortes de personagens, nas quais você não tem tempo para sentir o mínimo pesar por eles.
Outro ponto baixo da trama talvez possa ser a continuidade do triângulo amoroso de Katniss. Em seu antecessor, A esperança - Parte I, o filme restaura a velha amizade entre Katniss e Gale, mas já no desenrolar de sua sequência o diretor volta a investir no romance, quebrando os princípios de Katniss: num momento, ela está preocupada com Peeta nas mãos da Capital, já no outro está aos beijos com seu melhor amigo sem motivo algum — isso se deve, em parte, ao principal público alvo do filme.
spoiler: A tecla política na qual o filme bate salva o longa de ser um completo fiasco: as vezes é preciso mudar para continuar no mesmo lugar. O por quê do Distrito 13 nunca ter ajudado os outros distritos antes vem a tona, e Katniss novamente vê a razão: a guerra na qual luta não se trata de uma batalha à favor da população necessitada, justiça ao povo tanto dos Distritos quanto os da Capital. É apenas uma disputa acirrada de poder político, o que acontece muito atualmente em nossa realidade.

Outra salvação para o filme é a personagem Katniss, carregando nas costas o poder feminino representado de forma excelente.
Levando consigo mais um dos fatores dos livros, o longa acaba tão previsível pelo fato de carregar o mesmo final de franquias conhecidas como Harry Potter e até mesmo Crepúsculo. Porém, acho que podemos considerar isso um fan-service.
Os fãs provavelmente vão adorar, mas o resto do público talvez possa se sentir perdido pelo fato do filme começar tão abrupto. Seguindo a mesma altura em parte técnicas dos seus dois antecessores, com uma fotografia até certos pontos escura que faz Lawrence parecer Nolan dirigindo Batman -Begins, o filme não traz nada de surpreendente. Provavelmente, se o filme não tivesse sido dividido — mesmo contando com uma boa primeira parte —, teria um final digno e fecharia como uma trilogia competente.

Nota: 7/10
Rafael B.
Rafael B.

8 seguidores 48 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de dezembro de 2016
Jogos Vorazes, uma franquia épica q teve seu último filme á mais de 1 ano atrás.
Talvez pra alguns, esse seja o filme mais fraco, mas eu achei mt bom, assim como os outros.
O desfecho mostra q provavelmente n terão outros filmes da franquia. É... estou com sdds já.
Luís Felipe B.
Luís Felipe B.

9 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de janeiro de 2016
Um Filme Extremamente Forte e Complexo Eu Achei Um dos Melhores da Saga Pois Eles Tiveram Que Enfrentar Um Monte de Coisas Para Realizar O Que Eles Queriam então essa é a minha nota.
Renata S.
Renata S.

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de novembro de 2015
sem graça fizeram tanto burburinho pro filme e qnd acaba não tem nada de mais
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