Jogos Vorazes: A Esperança - O Final
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4,2
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275 Críticas do usuário

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Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2016
Puxa até esqueci de escrever uma crítica sobre esse filme, mas foi um final esperado e muito bonito, mas ainda acho melhor começar a ler o livro...
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de novembro de 2015
Filme bem conduzido, certinho, com ótimas cenas de ação, a carismática Jennifer Lawrence em quase todas as cenas e uma bela cena final. Mas ainda assim, o filme tem várias partes muito chatas, mas vale a pena assistir no cinema.
I don't know .
I don't know .

68 seguidores 112 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de novembro de 2015
Positivo: efeitos excelentes, com belos cenários.
Negativo: Pouca ação, execução fraca.

O filme se passa por um enredo com manipuladores e idealizadores, roteiro com jogos psicológicos nada de tão complexo. Romance entre os personagens principais fraco, previsível, porém esse não foi o foco. Apesar de ser um filme longo é bem dinâmico, não é cansativo.
Jake D.
Jake D.

101 seguidores 109 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de dezembro de 2015
Jogos Vorazes: A Esperança - O Final... a parte final desta série consegue fechar tudo muito bem, mas não faz nada de excepcional, agora Jennifer Lawrence está atuando muito melhor como Katniss Everdeen, o mesmo se diz de Josh Hutcherson como Peeta. A direção de Francis Lawrence é muito boa, assim como foi nos filmes: Em Chamas e A Esperança - Parte 1. O filme enrola de mais ao prosseguir na história, fica muito mais do mesmo, demora demais para seguir em frente, então o filme pode parecer chato em muitos momentos. A cinematografia, como sempre, é muito bonita, é um filme visualmente lindo. O roteiro do filme não é tão bom, pois ele apresenta muitos diálogos dos personagens que simplesmente não precisavam estar ali, então é muita coisa desnecessária. Jogos Vorazes: A Esperança - O Final, é um bom filme, mas que não fecha a saga de maneira tão grandiosa assim... de qualquer forma os fãs da série irão assistir do mesmo jeito.
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de dezembro de 2015
Infelizmente, Jogos Vorazes - A esperança foi dividida em dois filmes e teve aquele triangulo amoroso ridículo muito tempo em cena.
O filme tem boas cenas de ação e bons efeitos visuais mas peca no final sem emoção e irregular que foi tão ruim que me fez pensar: "Será que vai terminar igual Amanhecer?".
O filme acaba deixando pouco tempo para os acontecimentos do início do terceiro ato que logo fica repetitvo. Gostei, mas é inferior ao que qualquer espectador imaginava de um final épico.
Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de novembro de 2015
Chega ao fim mais uma saga de enorme sucesso nos cinemas: Jogos Vorazes: A Esperança - O Final, que vem para fechar a franquia literária de Suzanne Collins.
Cabe citar que a trilogia literária acabou sendo dividida em quatro filmes: Os dois primeiros geniais e muito elogiados pelo público e crítica, fizeram história na sétima arte. Enquanto o terceiro filme, reflexivo e com pouca ação, veio somente para gerar lucros e abrir espaço para a última parte em questão, gerando críticas negativas entre os espectadores e críticos especializados.
Jogos Vorazes: A Esperança - O Final surge assim com menos apoteose, em ritmo lento e arrastado. A guerra se anuncia e domina a cena em mais de duas horas de luta e batalhas ferozes entre rebeldes e a capital, focalizados na figura do Presidente Snow e o símbolo dos insurgentes, Katniss Everdeen e a Presidente Alma Coin. Mas o amor também se faz presente através do triângulo amoroso de Katniss, Peeta e Gale, que provoca reflexões entre o trio e gargalhadas nos espectadores, nas cenas mais intensas e marcantes do filme. A guerra impera neste último filme, mas as questões familiares, amorosas e as disputas de poder se tornam intensas e vão crescendo aos poucos, até os momentos mais assustadores e sombrios, capazes de arrepiar os fãs mais apaixonados.
Um fato importante é a presença do personagem Plutarch Heavensbee, que tem grande importância na saga como projetista dos Jogos Vorazes. A profundidade do personagem mostra bem a questão do jogo político entre a capital e os rebeldes. O personagem foi interpretado pelo ator Philip Seymour Hoffman, falecido durante as gravações.
A questão da exibição em 3D do filme (o único da franquia que utilizou essa tecnologia) parece desnecessária, com poucas cenas de real importância para justificar o uso do 3D. Quem vê em exibição 2D não perde muita coisa.
Cabe relembrar aqui a importância da saga Jogos Vorazes, destinada ao público jovem, ao tratar com tanta propriedade da questão da guerra e das disputas de poder, das revoluções e de todo o jogo político, que atravessam a fantasia e se confundem com o mundo real. Afinal, no mundo de hoje, até que ponto as armas, bombas e exércitos em guerra podem lutar e garantir a paz do mundo? Até quando os seres humanos irão acreditar que a paz só será alcançada através de armas e da violência? Para quem assiste a saga Jogos Vorazes, fica claro que o mundo não precisa de ódio, de armas e guerras. Só precisamos lutar, por um mundo unido, e em paz.

Por Ricardo Brandes / Escritor
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de novembro de 2015
O fim da franquia teen da escritora Suzanne Collins que arrebatou milhares de fãs, chega ao fim seguindo a receita hollywoodiana com pitadas de clichês. A aventura final da heroína do arco e flecha Katniss (Jennifer Lawrence) seguiu a risca o conceito de "Jornada do herói" de Joseph Campbell ao se deparar com o mundo comum, ser chamada para aventura, testes, aliados e inimigos, caminho de volta e retorno transformado. O filme de Francis Lawrence (Jogos Vorazes - A Esperança parte 1) começa onde parou o anterior, mostrando Peeta (Josh Hutcherson) ainda pertubado e uma Katniss com sede de vingança para com Snow (Donald Sutherland). Jogos Vorazes: A Esperança - O final continua batendo na tecla que consagrou a quadrilogia com temáticas adultas e bem construídas como: Figura feminina forte, a revolução através da guerra, propaganda de guerra, segregação, manipulação política e midiatização. Todos esses conceitos marcaram a adaptação de Collins na cultura pop, como a melhor ficção de futuro distópico dessa safra de best-sellers infantojuvenil que vão para o cinema. A última aventura de Katniss é ótima até a metade da narrativa, o roteiro de Danny Strong e Peter Craig é bem pontuado no clímax de tensão e ação, principalmente, pelas armadilhas denominadas de casulo e os mutantes, que dão um ar de Resident Evil ao longa. O olhar do diretor também faz jus ao dar destaque a protagonista, colocar o triangulo amoroso em segundo plano, valorizando mais o ambiente da capital Panem e seus subsolos, transformando a cidade em uma arena dos Jogos Vorazes.
Apesar do filme ir bem e decair no final, assim como a pontaria de Katniss, que acerta um pássaro em movimento a metros de distância, mas erra um copo em um gato a 1 metro, faz sentido o twist previsível no desfecho para que a harmonia volte a reinar e a paz seja estabelecida.
ines avelar
ines avelar

2 seguidores 131 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
Dos 4 filmes este foi sem dúvida o único que me deixou mais desiludida

Ainda que não ache mau filme e que tenham tido um final feliz mesmo no meio de tanto mal, houve coisas que me deixaram confusa
Jameszareth
Jameszareth

7 seguidores 81 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de janeiro de 2026
Pois é, a sensação de "A Esperança: O Final" é exatamente essa: um encerramento burocrático que mais parece um teste de resistência do que o clímax de uma revolução. O grande erro foi ter esticado uma história que caberia facilmente em um único filme, resultando em uma obra parada e sem vida, onde a tensão se perde em meio a diálogos sussurrados e cenas de caminhadas intermináveis por túneis e escombros. A Katniss, que antes era o motor da narrativa, aqui parece apenas reagir passivamente ao que acontece ao redor, presa em conversas monótonas que tentam forçar uma profundidade emocional que o roteiro não sustenta.

É frustrante assistir a um filme com tanto orçamento e expectativa ser tão morno. Em vez de entregar o impacto e a energia que fizeram a fama da franquia, ele se perde em um tom cinzento e arrastado, onde as poucas cenas de ação não conseguem tirar o espectador do tédio. No fim das contas, fica aquela decepção de quem esperava uma conclusão épica e encontrou apenas um filme chato, que não justifica o barulho que a saga fez. Parece que a urgência da rebelião foi substituída por uma lentidão artificial, deixando a gente esperando por um grande momento que simplesmente nunca chega
Mísia M.
Mísia M.

37 seguidores 79 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de novembro de 2015
Sobre Jogos Vorazes A esperança parte II: decepção, mesmo com ótimas cenas de guerra.
Mortes injustificadas, imperdoáveis e não convincentes. Um oficial experiente e de alto escalão morrer de forma boba/ingênua, como um civil amador na guerra; o melhor guerreiro ser deixado pra trás pelo grupo sem cobertura, é inaceitável. Que guerreira é essa que não sabe correr? Katines parece um pato correndo, fez cinco filmes de guerra e não aprendeu? Ta pior que o Edward Cullen, guerreira padrão é a Gamorra, corre e bate muito bem.
Nem preciso falar do final, de uma saga toda baseada em analisar a dinâmica das sociedades, domínio de massas e busca pelo poder, e não simplesmente uma história de amor, porque seria muito óbvio criticar aquela cena sem graça. Triste fim dos jogos vorazes.
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