Filme bem conduzido, certinho, com ótimas cenas de ação, a carismática Jennifer Lawrence em quase todas as cenas e uma bela cena final. Mas ainda assim, o filme tem várias partes muito chatas, mas vale a pena assistir no cinema.
O filme se passa por um enredo com manipuladores e idealizadores, roteiro com jogos psicológicos nada de tão complexo. Romance entre os personagens principais fraco, previsível, porém esse não foi o foco. Apesar de ser um filme longo é bem dinâmico, não é cansativo.
Jogos Vorazes: A Esperança - O Final... a parte final desta série consegue fechar tudo muito bem, mas não faz nada de excepcional, agora Jennifer Lawrence está atuando muito melhor como Katniss Everdeen, o mesmo se diz de Josh Hutcherson como Peeta. A direção de Francis Lawrence é muito boa, assim como foi nos filmes: Em Chamas e A Esperança - Parte 1. O filme enrola de mais ao prosseguir na história, fica muito mais do mesmo, demora demais para seguir em frente, então o filme pode parecer chato em muitos momentos. A cinematografia, como sempre, é muito bonita, é um filme visualmente lindo. O roteiro do filme não é tão bom, pois ele apresenta muitos diálogos dos personagens que simplesmente não precisavam estar ali, então é muita coisa desnecessária. Jogos Vorazes: A Esperança - O Final, é um bom filme, mas que não fecha a saga de maneira tão grandiosa assim... de qualquer forma os fãs da série irão assistir do mesmo jeito.
Infelizmente, Jogos Vorazes - A esperança foi dividida em dois filmes e teve aquele triangulo amoroso ridículo muito tempo em cena. O filme tem boas cenas de ação e bons efeitos visuais mas peca no final sem emoção e irregular que foi tão ruim que me fez pensar: "Será que vai terminar igual Amanhecer?". O filme acaba deixando pouco tempo para os acontecimentos do início do terceiro ato que logo fica repetitvo. Gostei, mas é inferior ao que qualquer espectador imaginava de um final épico.
Chega ao fim mais uma saga de enorme sucesso nos cinemas: Jogos Vorazes: A Esperança - O Final, que vem para fechar a franquia literária de Suzanne Collins. Cabe citar que a trilogia literária acabou sendo dividida em quatro filmes: Os dois primeiros geniais e muito elogiados pelo público e crítica, fizeram história na sétima arte. Enquanto o terceiro filme, reflexivo e com pouca ação, veio somente para gerar lucros e abrir espaço para a última parte em questão, gerando críticas negativas entre os espectadores e críticos especializados. Jogos Vorazes: A Esperança - O Final surge assim com menos apoteose, em ritmo lento e arrastado. A guerra se anuncia e domina a cena em mais de duas horas de luta e batalhas ferozes entre rebeldes e a capital, focalizados na figura do Presidente Snow e o símbolo dos insurgentes, Katniss Everdeen e a Presidente Alma Coin. Mas o amor também se faz presente através do triângulo amoroso de Katniss, Peeta e Gale, que provoca reflexões entre o trio e gargalhadas nos espectadores, nas cenas mais intensas e marcantes do filme. A guerra impera neste último filme, mas as questões familiares, amorosas e as disputas de poder se tornam intensas e vão crescendo aos poucos, até os momentos mais assustadores e sombrios, capazes de arrepiar os fãs mais apaixonados. Um fato importante é a presença do personagem Plutarch Heavensbee, que tem grande importância na saga como projetista dos Jogos Vorazes. A profundidade do personagem mostra bem a questão do jogo político entre a capital e os rebeldes. O personagem foi interpretado pelo ator Philip Seymour Hoffman, falecido durante as gravações. A questão da exibição em 3D do filme (o único da franquia que utilizou essa tecnologia) parece desnecessária, com poucas cenas de real importância para justificar o uso do 3D. Quem vê em exibição 2D não perde muita coisa. Cabe relembrar aqui a importância da saga Jogos Vorazes, destinada ao público jovem, ao tratar com tanta propriedade da questão da guerra e das disputas de poder, das revoluções e de todo o jogo político, que atravessam a fantasia e se confundem com o mundo real. Afinal, no mundo de hoje, até que ponto as armas, bombas e exércitos em guerra podem lutar e garantir a paz do mundo? Até quando os seres humanos irão acreditar que a paz só será alcançada através de armas e da violência? Para quem assiste a saga Jogos Vorazes, fica claro que o mundo não precisa de ódio, de armas e guerras. Só precisamos lutar, por um mundo unido, e em paz.
O fim da franquia teen da escritora Suzanne Collins que arrebatou milhares de fãs, chega ao fim seguindo a receita hollywoodiana com pitadas de clichês. A aventura final da heroína do arco e flecha Katniss (Jennifer Lawrence) seguiu a risca o conceito de "Jornada do herói" de Joseph Campbell ao se deparar com o mundo comum, ser chamada para aventura, testes, aliados e inimigos, caminho de volta e retorno transformado. O filme de Francis Lawrence (Jogos Vorazes - A Esperança parte 1) começa onde parou o anterior, mostrando Peeta (Josh Hutcherson) ainda pertubado e uma Katniss com sede de vingança para com Snow (Donald Sutherland). Jogos Vorazes: A Esperança - O final continua batendo na tecla que consagrou a quadrilogia com temáticas adultas e bem construídas como: Figura feminina forte, a revolução através da guerra, propaganda de guerra, segregação, manipulação política e midiatização. Todos esses conceitos marcaram a adaptação de Collins na cultura pop, como a melhor ficção de futuro distópico dessa safra de best-sellers infantojuvenil que vão para o cinema. A última aventura de Katniss é ótima até a metade da narrativa, o roteiro de Danny Strong e Peter Craig é bem pontuado no clímax de tensão e ação, principalmente, pelas armadilhas denominadas de casulo e os mutantes, que dão um ar de Resident Evil ao longa. O olhar do diretor também faz jus ao dar destaque a protagonista, colocar o triangulo amoroso em segundo plano, valorizando mais o ambiente da capital Panem e seus subsolos, transformando a cidade em uma arena dos Jogos Vorazes. Apesar do filme ir bem e decair no final, assim como a pontaria de Katniss, que acerta um pássaro em movimento a metros de distância, mas erra um copo em um gato a 1 metro, faz sentido o twist previsível no desfecho para que a harmonia volte a reinar e a paz seja estabelecida.
Pois é, a sensação de "A Esperança: O Final" é exatamente essa: um encerramento burocrático que mais parece um teste de resistência do que o clímax de uma revolução. O grande erro foi ter esticado uma história que caberia facilmente em um único filme, resultando em uma obra parada e sem vida, onde a tensão se perde em meio a diálogos sussurrados e cenas de caminhadas intermináveis por túneis e escombros. A Katniss, que antes era o motor da narrativa, aqui parece apenas reagir passivamente ao que acontece ao redor, presa em conversas monótonas que tentam forçar uma profundidade emocional que o roteiro não sustenta.
É frustrante assistir a um filme com tanto orçamento e expectativa ser tão morno. Em vez de entregar o impacto e a energia que fizeram a fama da franquia, ele se perde em um tom cinzento e arrastado, onde as poucas cenas de ação não conseguem tirar o espectador do tédio. No fim das contas, fica aquela decepção de quem esperava uma conclusão épica e encontrou apenas um filme chato, que não justifica o barulho que a saga fez. Parece que a urgência da rebelião foi substituída por uma lentidão artificial, deixando a gente esperando por um grande momento que simplesmente nunca chega
Sobre Jogos Vorazes A esperança parte II: decepção, mesmo com ótimas cenas de guerra. Mortes injustificadas, imperdoáveis e não convincentes. Um oficial experiente e de alto escalão morrer de forma boba/ingênua, como um civil amador na guerra; o melhor guerreiro ser deixado pra trás pelo grupo sem cobertura, é inaceitável. Que guerreira é essa que não sabe correr? Katines parece um pato correndo, fez cinco filmes de guerra e não aprendeu? Ta pior que o Edward Cullen, guerreira padrão é a Gamorra, corre e bate muito bem. Nem preciso falar do final, de uma saga toda baseada em analisar a dinâmica das sociedades, domínio de massas e busca pelo poder, e não simplesmente uma história de amor, porque seria muito óbvio criticar aquela cena sem graça. Triste fim dos jogos vorazes.
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