Jogos Vorazes: A Esperança - O Final
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4,2
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275 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de outubro de 2017
Bom filme fecha essa franquia entre altos e baixos! Jennifer Laurence está linda e estupenda, atuação séria e mais que correta, merecia sim uma indicação ao óscar, roteiro bom, as com algumas falhas, visual bacana e fotografia bonita.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de março de 2016
Ainda se recuperando do choque de ver Peeta (Josh Hutcherson) contra si, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) é enviada ao Distrito 2 pela presidente Coin (Julianne Moore). Lá ela ajuda a convencer os moradores locais a se rebelarem contra a Capital. Com todos os distritos unidos, tem início o ataque decisivo contra o presidente Snow (Donald Sutherland). Só que Katniss tem seus próprios planos para o combate e, para levá-los adiante, precisa da ajuda de Gale (Liam Hemsworth), Finnick (Sam Claflin), Cressida (Natalie Dormer), Pollux (Elder Henson) e do próprio Peeta, enviado para compôr sua equipe. Bom filme, tem cenas otimas, atuaçoes convicentes, mesmo nivel do primeiro e terceiro filme. Nota 8.0
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de novembro de 2015
Pior dos 4, até por culpa do Esperança parte 1 na necessidade de enrolar, trabalhou mais a emoção dos personagens, a segunda parte foi tudo corrido igual ao livro, deviam ter balanceado mais as duas partes, fora que falhou em dois momentos ápices do filme no final, um deixou sem emoção e a outro óbvio que a Katniss ia fazer, coisa que no livro você não tinha essa percepção imediata.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de março de 2016
Quase épico, mas real.

Ao assumir o comando da saga idealizada pela escritora Suzanne Collins, o diretor Francis Lawrence não parecia capaz de criar algo que alçasse a série a um status de referência, dado seu histórico tão oscilante no cinema. Curiosamente, os três filmes que Lawrence comandou surgem como uma grandiosa absorção do poder político existente na obra de origem, pontuados de forma generosa.

Iniciado exatamente no ponto em que A Esperança: Parte 1 terminou, Katniss (Jennifer Lawrence) volta a servir como peça propagandista dos rebeldes que a utilizam para realçar a imagem do tordo salvador, alguém que está na linha de frente, capaz de enfrentara tudo e todos em busca da liberdade de Panem. Isso chega a consumir cerca de 40min iniciais do filme, pois as ações que levam o grupo de Katniss a capital são sempre registradas em vídeo, algumas vezes sutil, outras bem explícitas. Essa insistência faz com a que a protagonista perceba os primeiros indícios de que está sendo manipulada em prol de algo diferente de suas ideologias. Acompanhada por personagens já bem desenvolvidos nos filmes anteriores, a invasão da Capital sofre com baixas durante seu percurso, alguns até mesmo bobos, principalmente pela importância conquistada por certos personagens nos outros filmes da franquia.

A busca por derrubar Snow do trono de Presidente rende bons, e tensos momentos, principalmente realçados com certa competência pela montagem ágil. Duas sequências, em especial, são bem interessantes: a fuga dos bestantes, cujo desenvolvimento relembra bons momentos do ótimo Eu Sou a Lenda também dirigido por Lawrence, com um tom claustrofóbico por conta do local; e também a sequência de chegada à mansão, em que tempos um contraponto entre lealdade e desejo de poder, conceito este que molda de vez aqueles que desejam a liberdade.

Evidentemente que, apesar de ser uma grande produção precedida por outros filmes bem avaliados, em especial o antecessor direto, é nítida a queda de performance narrativa neste A Esperança: O Final. O ponto mais forte, que ganhou seu ápice no filme anterior, fica relegado aos momentos finais, a política da qual Katniss era peça chave, aqui quase inexiste, pois o foco fica tão direcionado a invasão e cenas de ação que mal somos lembrados do que realmente importa: a liberdade e a derrocada de um governo tirano.

Apesar de serem vários os problemas existentes no desenvolvimento da história, incluindo aí o pouco aproveitamento de personagens como Haymitch Abernathy (Woody Harrelson), Beetee (Jeffrey Wright), Effie Trinket (Elizabeth Banks), Presidente Snow (Donald Sutherland), Finnick Odair (Sam Claflin), Johanna Mason (Jena Malone) e Comandante Lyme (Gwendoline Christie); ainda sim o roteiro ilustra de forma pontual com as dificuldades da protagonista em ter que lidar com um fardo tão pesado, além de sermos agraciados com a pequena, mas ótima, performance do falecido Philip Seymour Hoffman, o astuto e convincente Plutarch Heavensbee.

Arquitetando sua narrativa durante três outros filmes, a saga protagonizada por Katniss Everdeen ganha, em seu último episódio, uma conclusão sóbria e contemporânea. Sóbria porque faz sentido dentro daquilo que se esperava, e contemporânea porque ilustra como a sociedade perde ante a tirania de um governo despreparado, que vislumbra unicamente interesses pessoais e de poder, ainda que isso resulte na destruição dos valores éticos, culminando na completa destruição do respeito pela sociedade.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de janeiro de 2016
Quando se voluntariou para ir no lugar da irmã Primrose Everdeen (Willow Shields), no primeiro filme desta série, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), não tinha consciência disso ainda, mas, além de colocar em risco a sua própria vida, ao participar dos Jogos Vorazes, ela estaria entrando numa espécie de prisão interna, seja dos seus próprios sentimentos, dos seus medos, mas, principalmente, de todas as consequências que ela enfrentou pelas ações sangrentas que foi obrigada a tomar.

Consciente disso e, mais ainda, da manipulação que era sofrida pelos cidadãos de Panem, a grande batalha de Katniss durante todos os filmes desta franquia, foi, não só pela libertação do seu povo; porém, muito mais ainda, pela sua própria liberdade, pela possibilidade de ela mesma viver uma vida o mais próximo possível do normal, sem todo o peso que ela carregava por ser uma das sobreviventes dos Jogos Vorazes, como também o símbolo da resistência contra o Presidente Snow (Donald Sutherland).

É esse o conflito interno que marca a personagem durante boa parte de Jogos Vorazes: A Esperança – O Final, filme dirigido por Francis Lawrence, e que, como o próprio título deixa subentendido, encerra a série de longas baseados nos livros escritos por Suzanne Collins. Durante esta obra, Katniss vai, acompanhada de um grupo que inclui Gale (Liam Hemsworth), Finnick (Sam Claflin) e Peeta (Josh Hutcherson), em uma missão que tem por objetivo final o assassinato do Presidente Snow.

Em uma nova arena, lidando com obstáculos bem complicados, Katniss passa por uma peregrinação bem pessoal, cujas dificuldades só reforçam dentro dela mesma as suas decisões sobre o que ela acredita ser fundamental para a liberdade que ela tanta almeja. Ou seja, a jornada de Jogos Vorazes é toda de Katniss Everdeen e tudo que vem no pano de fundo disso (o triângulo amoroso entre ela, Peeta e Gale; a ascensão de Alma Coin, a constante decadência do Presidente Snow), nada mais é do que o verdadeiro Jogos Vorazes que a personagem enfrenta.

Seguindo a tendência recente, iniciada pela saga Crepúsculo, Jogos Vorazes: A Esperança – O Final teve o último livro no qual se baseia dividido em duas partes cinematográficas. A decisão, no caso da obra de Suzanne Collins, revelou-se equivocada, uma vez que este filme se revela um tanto anticlimático. Por exemplo, a sua parte mais importante, do ponto de vista emocional (que acontece em meio à evacuação da capital de Panem), se perde em meio a tantos outros acontecimentos, o que faz com que um longa que toca em pontos muito interessantes, como a manipulação de ideias, se perca por completo. Uma pena!
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de junho de 2016
Visual. Final. Ação. Decepcionante. Sem sentido. Arco e flecha. Sem emoção. Revolução. Guerra. Tordo. Presidente.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de novembro de 2015
O filme tem uma fórmula para agradar um público certo, adolescentes. Eles vibram, enchem as salas e dão suspiros a cada lance romântico, ou parecido. O elenco é de primeira, a direção não. O enredo é feito sobre medida e a história, uma ficção onde misturam tudo, guerra, jogos, terror e até os vampiros do filme O Padre. Tem suspense anunciado, mortes gratuitas, chocantes e um pouco de ação. É apenas um filme diversão. Espero que, realmente, seja o último da saga.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de março de 2021
Encerram a franquia com essa obra e praticamente encerram mal, com grande potencial para fazer mais os dois primeiros filmes, os melhores e mais vibrantes. Repetição do terceiro filme, algumas cenas artisticamente bem produzidas, queriam fazer segunda parte, mas acabou Jogos Vorazes desde o terceiro filme, a temática interessante aqui são os personagens coadjuvantes, a retomada da democracia plena na civilização de Jogos Vorazes. Sim uma das boas partes é com Presidente Snow tem um final decente que todos aguardavam. O ator Donald Sutherland e maravilhoso e conseguiu atuar muito bem num filme com temática bastante puxando juvenil. Mas novamente o filme e longo, precisam fazer algumas cenas de namoricos entre o trio romântico para rolar o lero. Infelizmente Peeta teve seu personagem destruido, o cara virou um taciturno a partir do terceiro filme, simplesmente Josh Hutcherson ja deveria saber disso e praticamente perdeu o brilho nesse quarto filme. Alma Coin a historia e mal contada, foi legal ver a bela atuação de Julianne Moore que atuou muito bem mas faltou um pouco no filme de mostrar o lado mais vilão da personagem, como se via nas entrelinhas da historia, principalmente na passagem da morte da irmã de Katniss Everdeen. Os coadjuvantes atuaram no geral muito bem. Mas faltou mais brilho, quantas franquias encerram bem os filmes: Senhor dos Aneis, Harry Potter, entre outros....E não custa dizer: Katniss não é a dona mulher maravilha da revolução. Esperava mais.
Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2016
Puxa até esqueci de escrever uma crítica sobre esse filme, mas foi um final esperado e muito bonito, mas ainda acho melhor começar a ler o livro...
Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de novembro de 2015
Chega ao fim mais uma saga de enorme sucesso nos cinemas: Jogos Vorazes: A Esperança - O Final, que vem para fechar a franquia literária de Suzanne Collins.
Cabe citar que a trilogia literária acabou sendo dividida em quatro filmes: Os dois primeiros geniais e muito elogiados pelo público e crítica, fizeram história na sétima arte. Enquanto o terceiro filme, reflexivo e com pouca ação, veio somente para gerar lucros e abrir espaço para a última parte em questão, gerando críticas negativas entre os espectadores e críticos especializados.
Jogos Vorazes: A Esperança - O Final surge assim com menos apoteose, em ritmo lento e arrastado. A guerra se anuncia e domina a cena em mais de duas horas de luta e batalhas ferozes entre rebeldes e a capital, focalizados na figura do Presidente Snow e o símbolo dos insurgentes, Katniss Everdeen e a Presidente Alma Coin. Mas o amor também se faz presente através do triângulo amoroso de Katniss, Peeta e Gale, que provoca reflexões entre o trio e gargalhadas nos espectadores, nas cenas mais intensas e marcantes do filme. A guerra impera neste último filme, mas as questões familiares, amorosas e as disputas de poder se tornam intensas e vão crescendo aos poucos, até os momentos mais assustadores e sombrios, capazes de arrepiar os fãs mais apaixonados.
Um fato importante é a presença do personagem Plutarch Heavensbee, que tem grande importância na saga como projetista dos Jogos Vorazes. A profundidade do personagem mostra bem a questão do jogo político entre a capital e os rebeldes. O personagem foi interpretado pelo ator Philip Seymour Hoffman, falecido durante as gravações.
A questão da exibição em 3D do filme (o único da franquia que utilizou essa tecnologia) parece desnecessária, com poucas cenas de real importância para justificar o uso do 3D. Quem vê em exibição 2D não perde muita coisa.
Cabe relembrar aqui a importância da saga Jogos Vorazes, destinada ao público jovem, ao tratar com tanta propriedade da questão da guerra e das disputas de poder, das revoluções e de todo o jogo político, que atravessam a fantasia e se confundem com o mundo real. Afinal, no mundo de hoje, até que ponto as armas, bombas e exércitos em guerra podem lutar e garantir a paz do mundo? Até quando os seres humanos irão acreditar que a paz só será alcançada através de armas e da violência? Para quem assiste a saga Jogos Vorazes, fica claro que o mundo não precisa de ódio, de armas e guerras. Só precisamos lutar, por um mundo unido, e em paz.

Por Ricardo Brandes / Escritor
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