Jogos Vorazes: A Esperança - O Final
Média
4,2
5672 notas

275 Críticas do usuário

5
108 críticas
4
36 críticas
3
58 críticas
2
36 críticas
1
22 críticas
0
15 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
John H.
John H.

12 seguidores 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de novembro de 2015
Eu não acredito que acabou :'(
Melhor trilogia que li e assisti até agora junto dos bruxinhos de Hogwarts.
Sinceramente, não gostei muito da primeira parte de A Esperança, no entanto, essa foi fundamental para meu nota 5 estar garantido. É realmente comprovado que só gostamos de uma história como deve ser, quando a conhecemos por inteiro (início meio e fim).
Amei as cenas como aconteceram, achei que faltou um pouco de sentimentalismo, comum nos clichês de Hollywood, mas acredito que pode ter sido uma marca registrada do próprio filme, que foge desses clichês.
Alguns comentaram que houve muita enrolação. Eu já acho o contrário: num romance todo e qualquer detalhe deixa a obra muito mais rica. Na adaptação do filme temos que tentar aproveitar isso para um curto espaço de tempo. Duas horas é muito pouco para colocar 150 páginas (aproximadamente a quantia de páginas do livro que sobraram), sendo que são 150 páginas de muita ação.
Que Suzanne Collins não seja como alguns outros escritores que, após uma boa obra, parou de escrever ou então escreveu só coisas ruins.
Sobre as atuações, acredito que todos são ótimos atores e só fizeram o seu papel como deve ser. Nenhum grande destaque, mas também nenhuma decepção. Lawrence é incrível. Banks não poderia ser melhor aproveitada porque Effie Trinket foi muito ofuscada no livro (ela ainda foi mais aproveitada no filme que no livro) e, sem sombra de dúvidas, era minha personagem preferida.
Acho que é isso. Difícil falar do fim de algo que acompanhei (e amei) desde o princípio sem ficar com uma sensação de tristeza. Mas é isso aí! Viva Jogos Vorazes! Nota 10 com certeza!
iamannda
iamannda

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de novembro de 2015
Sou chata com adaptações de livros, falo mesmo. Mas A Esperança, não só esse filme, mas todos na saga, foram super fieis, o livro quase foi o roteiro, e acho que isso foi o que mais contribuiu para o sucesso deles com o público. Independente disso, o filme, tanto para fãs quanto para não-fás, e capaz de passar todos os sentimentos dos personagens, toda a história, com cenas de ação desde os primeiros minutos e, mesmo assim, consegue ter cenas dedicadas ao romance que cativou todo o público. Não acho que as críticas negativas tenham feito jus a esse filme e, com certeza, recomendaria-o a todos que procuram um bom filme nos cinemas.
Bader
Bader

11 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de novembro de 2015
O filme vale pela conclusão da saga, mas como obra cinematográfica deixa muito a desejar.
Denis M.
Denis M.

11 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de novembro de 2015
Bom chegou o final de mais uma saga, porém não é somente uma saga qualquer, estou falando de Jogos Vorazes um fenômeno mundial que se encerrou de forma bela e épica. O filme está perfeito, fiel ao livro, cenas bem executadas, elenco maravilhoso dignos de reconhecimento e respeito. O que dizer da atuação da Jennifer? Incrível, essa mulher arrasa no que faz.
Jogos Vorazes se despede dos cinemas fazendo jus ao seu nome, mostrando que uma saga pode sim ser fiel ao seus livros e com ótima bilheteria. Francis fez um excelente trabalho, transformou o filme em algo para ser lembrado para sempre. Tenho orgulho de ser fã desse sucesso mundial.
Bom Jogos Vorazes e que a sorte esteja sempre a seu favor.
Yasmin C.
Yasmin C.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de novembro de 2015
Um final para uma história como a de Jogos Vorazes, que se consagra filme após filme como uma das maiores franquias de Hollywood, carrega consigo grandes responsabilidades. Dentre elas, duas se destacam: suprir as expectativas do público, que se manteve fiel durante os 4 anos e a esse ponto quer resoluções convincentes; e minimamente ser coerente – não 100% fiel - à história original, que é a do livro.

Quanto a Jogos Vorazes: A Esperança – O Final, as duas questões são sanadas. O filme não sacrificou seu ritmo em função de “espetacularizar” o seu grand finale, tampouco a história lida pelos fãs. A própria roupa vermelha da heroína Katniss, por exemplo, observada em pôsteres de divulgação não teve vez nas cenas de ação. O que se vê na tela é uma protagonista sóbria, teimosa (como sempre), por vezes apática e vendo na vingança sua única possibilidade de auto-redenção.

Fugindo dos clichês de finais de franquias, que geralmente se importam em dar desfechos super estabelecidos para cada núcleo, como que numa função de finalizar história por história, “O Final” ganha pontos no momento em que resolve por manter sua essência de thriller político, ainda que obscuro e silencioso em alguns momentos.

Se por um lado, sobra consistência e regularidade pelo roteiro – fato que gera controvérsias, já que todo espectador assíduo de trilogias vai com muita sede ao pote assistir ao último filme da série - por outro fica uma sensação de previsibilidade em relação às reações da protagonista e ao destino das demais personagens.

Seja pelo excesso de intimidade com as personagens principais – o que é um ponto positivo da saga como um todo - ou por falta de resguardo do roteiro, é muito fácil adivinhar o que vai acontecer. O ponto que contrasta com essas disfunções é exatamente a habilidade dos protagonistas em fazer valer a leve dose de clichês que qualquer blockbuster fenômeno mundial deve ter em sua composição.

Jennifer Lawrence e sua Katniss que em um minuto sofre calada e no outro está na linha de frente é a personificação da heroína que o cinema e os jovens precisavam assistir. Josh Hutcherson (Peeta) se supera junto com seu personagem chegando ao limite.

No mais, todos os defeitos da obra – como o maniqueísmo típico do gênero, a falta de profundidade na questão política tão rica ou até mesmo o triângulo amoroso mal conduzido – podem ser facilmente esquecidos pelo espectador que se permitir mergulhar nesse desfecho suficientemente bom, ainda que controverso aos olhos do público que esperava que a linha “pessimista” do filme se estabelecesse até a última cena.

Convincente e pertinente, Jogos Vorazes: A Esperança – Final não desmerece a trajetória de seus personagens, é realista como poucos blockbusters jovens e, sem dúvidas, o fim ousado, surpreendente e justo que a franquia merecia.
Renata S.
Renata S.

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de novembro de 2015
sem graça fizeram tanto burburinho pro filme e qnd acaba não tem nada de mais
Lilia Fitipaldi
Lilia Fitipaldi

10 seguidores 30 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de novembro de 2015
Se 2015 foi o ano dos Blockbusters, Jogos Vorazes: A Esperança Parte 2 entra facilmente para o top 5 de Blockbuster do ano.
Como fã fica difícil não perceber a fidelidade com o livro, que podemos afirmar com certeza que não deixou os fãs insatisfeitos. (Ao menos na minha sessão ninguém saiu dela colocando defeitos ao filme)
Se a Primeira parte foi tediosa, parada e com pouquissíma ação a segunda parte preencheu as expectativas com seus grandes efeitos especiais, suas grande cenas de ação (algumas que deixaram o expectador completamente em agonia), seus ótimos e marcantes diálogos, sua linda fotografia e direção de arte (e também figurino) e porque não dizer suas brilhantes atuações por Jennifer Lawrence (que teve mais cenas dramárica exigentes do que nos outros filmes), Josh Hutcherson (que se destacou em suas cenas de violência) e como deixar de fora Julianne Moore (que definitivamente não deixou a desejar com sua Alma Coin).
Se foi fim da Saga Jogos Vorazes (Que não foi o que pareceu no cinema, onde os os fãs permaneceram tão animados, fiéis e apaixonados como no primeiro filme.) A saga teve um fim mais que digno, um fim que não deixará a História de Katniss Everdeen ser esquecida tão cedo.
Ivan d.
Ivan d.

10 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de novembro de 2015
Muito parado, sem ação, história ficou insólita e vaga.
A personagem principal parecia estar colada o filme inteiro. Muito ruim...
Weslley S.
Weslley S.

10 seguidores 6 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de novembro de 2015
desdo 2 perdeu um pouco a essência do filme para min, e esse último não gostei, achei q foi meio vago e não gostei do final da história.
Marcos Davi O.
Marcos Davi O.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de dezembro de 2015
Análise crítica rápida sobre o longa: 3 estrelas em 5.
O diretor empregou o uso de câmera de mão com objetivo de imprimir tensão, porém isso por si só não surte efeito; o livro transborda perigo e suspense a cada parágrafo, coisa que não ocorre no longa, além de que, a trilha sonora, genérica (uma pena pois a trilha do original é ótima), branda usada em momentos de pausa da tensão deixam claro que nada de violento ocorrerá enquanto a música durar; e isso, mais uma vez, não existe na segunda metade do livro, onde mesmo em uma simples conversa, ficamos com a sensação de que bombas podem explodir e matar a todos.
Geografia cênica não é bem entendida por parte do realizador, pois na cena em que um mar de óleo inunda áreas da Capital, em pelo menos dois momentos podemos perceber que o líquido preto irá atingir algum(ns) dos rebeldes, porém logo há um corte de imagem e eles conseguem se distanciar. Já na luta subterrânea contra bestantes, além de imagem escura demais, pelo menos em 3D, não estamos aptos a distinguir quem é quem naquele embate, o que joga toda a emoção daquela cara cena esgoto abaixo.
Os parágrafos seguintes contêm revelações fortes do enredo (spoiler).
spoiler: Quando a irmã de Katniss morre na explosão, um momento bastante dramático no livro, fica apressado aqui, sem passar emoção, quando deveria ter se delongado. A personagem presidente Alma Coin tem uma mudança de papel mais próximo do final da projeção, indo de líder contra o vilão à vilã propriamente dita. A culpa não foi do roteiro, mas sim da direção que orientou à talentosa atriz a encenar com semblantes e postura tirânica - além de um zoom de câmera quando ela está no palanque - o que torna conclusiva e inequívoca a real intenção dela desde o início. Deveriam ter feito como ocorre na literatura da Suzanne Collins, não catapultando Alma Coin nem a vilã e nem a líder democrática, permitindo que o espectador participe do filme decidindo por si mesmo se acha que Katniss foi assertiva ou não em matar a presidente. Agora expresso divergências de cenas entre o longa-metragem e o livro. Alguns casulos (armadilhas) interessantes utilizados nos escritos da autora não foram parar no filme, o que é uma pena. Quando Katniss e Gale estão próximos do círculo da mansão de Snow, a terra se abre e os dois lutam intensamente pela sobrevivência, mas isso foi substituído em Hollywood por um simples esconde-esconde dos pacificadores. Quando Everdeen é presa por assassinar a presidente Alma, ela não fica um ou dois dias, mas sim meses enclausurada e esquadrinhando toda a negatividade de sua mente. E no final, a personagem não fica feliz por estar com Peeta e sua prole, mas mostra certa amargura e diz que não queria filhos mas gerou-os porque Peeta assim desejava, isso sem contar que Mellark ainda tem rompantes alucinógenos que o fazem querer matar Katniss; só que a obra cinematográfica apenas o exibe na cama com ela fazendo uma perguntinha inócua "verdadeiro ou falso".

Um fim de saga magistral na literatura que foi porcamente realizado. O ponto mais positivo é a interpretação de Jennifer Lawrence, que confere uma real tridimensionalidade a sua personagem.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa