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    Bill & Ted: Encare a Música
    Média
    3,1
    27 notas e 5 críticas
    distribuição de 5 críticas por nota
    1 crítica
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    5 críticas do leitor

    Tavao
    Tavao

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    4,0
    Enviada em 9 de janeiro de 2021
    Filme para Fã. É pra quem viveu a epoca. É uma tentativa de passar o bastão. E até vai bem, a não ser pela 'BILLIE", filha do TED. Ridículo é pouco pra chamar a atuação. Parece que se fez de uma pessoa com problemas mentais. Só sabia ficar de boca semi aberta o filme todo e se mexe igual um robo desregulado. Essa forma que os 2 faziam e fazem funcionam de forma natural pra eles. Samara Weaving (Thea, filha do Bill) dá de 1000x0 em atuação. Natural e dentro do contexto do filme. Não forçou em nada. Essa Brigette Lundy-Paine quer imitar a Anne Hathaway e fica duas vezes mais patética. Tirando ela que é IRRITANTE (sua forma de atuar e falar) o filme todo, o restante foi perfeito. Filme para fãs.
    victor moraes representacao
    victor moraes representacao

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    1,5
    Enviada em 16 de novembro de 2020
    Particularmente, não gostei do filme. Roteiro muito fraco. Tirando os dois personagens principais, Bill e Ted, o elenco fraco.
    João Carlos Correia
    João Carlos Correia

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    3,0
    Enviada em 5 de novembro de 2020
    Cerca de 30 anos após suas aventuras pelo tempo, Bill (o inglês Alex Winter, de Grand Piano) e Ted (Keanu Reeves, da franquia John Wix) chegaram à meia-idade casados respectivamente com as princesas Joanna (Jayma Mays, da série Glee) e Elizabeth (Erinn Hayes, de Band Aid) que lhes deram as filhas Thea (a australiana Samara Weaving, da franquia A Babá. e sobrinha do ator Hugo Weaving da saga O Senhor dos Anéis) e Billie (Brigette Lundy-Paine, de Homem Irracional). Os dois amigos vivem uma vida monótona e ainda não conseguiram compor a música perfeita. Então, recebem a visita de uma visitante do futuro, Kelly (a atriz e dubladora Kristen Schaal, da série O Último Cara da Terra), filha de Rufus (o comediante George Carlin, de O Príncipe das Marés, já falecido e que aparece em imagens de arquivo), e diz a ambos que devem compor a música perfeita ou o universo será destruído pela Grande Líder (Holland Taylor, de Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você). Bill e Ted decidem viajar para o futuro na cabine telefônica do tempo para pegar a música de si mesmos e trazê-la ao presente. Thea e Billie decidem ajudar seus pais viajando igualmente pelo tempo para formar a banda que tocará a música e recrutam músicos como Jimi Hendrix (DazMann Still, de Manifesto), Mozart (Daniel Dorr, de Counterpart: Mundo Paralelo), Louis Armstrong (Jeremiah Craft, da série Luke Cage), Kid Cudi (de Rampage: Destruição Total, que interpreta a si mesmo) e um velho conhecido de Bill e Ted, Morte (William Sadler, de Estrada Sem Lei). A franquia Bill & Ted iniciou-se em 1989 com Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica e teve uma continuação em 1991 chamada Bill & Ted: Dois Loucos no Tempo. Voltados para o público adolescente, esses filmes tinham bons efeitos especiais, trilha sonora com sucessos de Hard Rock, brincavam com a temática de viagens no tempo tal como a trilogia De Volta Para o Futuro, de Robert Zemeckis (de A Travessia) com a participação de várias figuras históricas e foram pioneiros do chamado “humor besteirol”, que eu chamo de “humor retardado”, pois os protagonistas eram exatamente isso: retardados. Como exemplos principais temos o filme Debi & Loide – Dois Idiotas em Apuros (1994) e a série de animação Beavis & Butt-Head (1993-1997). Reparam que tanto essas produções quanto a que analisamos aqui tem duplas como personagens principais? O “humor besteirol” ou “retardado” dominou a década de 1990, um tempo em que, por incrível que pareça, tinha gente que achava que ser débil mental era o máximo. É um tipo de comédia muito datada e talvez seja esse o maior problema de Bill & Ted – Encare a Música. A dupla de amigos, obviamente, envelheceu e o seu senso de humor também. Este estilo de comédia não funciona muito bem para o público da década de 2020, o período da era das trevas do século XXI. Irá agradar mesmo aos fãs dos atores e aqueles que cresceram assistindo aos filmes anteriores e semelhantes a estes. Entretanto, apesar desse problema, Bill & Ted – Encare a Música consegue ser uma diversão agradável. Os efeitos especiais continuam bons, a presença de figuras históricas ajuda a história a fluir bem sem confundir com tantas idas e vindas no tempo, a trilha sonora vem com o tradicional Hard Rock e a dupla Reeves-Winter continua afinada e entrosada no besteirol retardado de seus personagens. É justamente o seu elenco que ajuda a salvar Bill & Ted – Encare a Música. Para mim, o destaque vai para outra dupla: Weaving & Lundy-Paine como Thea e Billie, as filhas tão retardadas quanto seus pais. Chamou-me particularmente a atenção Samara Weaving como Thea, que tem o mesmo corte de cabelo, trejeitos e maneirismos de Ted embora seja filha de Bill! O outro destaque vai para Jeremiah Craft, convincente como o jovem Louis “Satchmo” Armstrong. Quem for assistir Bill & Ted – Encare a Música não perderá seu tempo pois, apesar do humor datado, cumpre bem seu papel de descontrair o público que sairá satisfeito do cinema, embora Bill & Ted – Encare a Música não seja daquelas comédias de rolar no chão de tanto rir. E nestes tempos de pandemia e de era das trevas pelas quais passamos atualmente, Bill & Ted – Encare a Música pode ser uma boa válvula de escape em meio a tanta tensão.
    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

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    2,0
    Enviada em 7 de setembro de 2020
    Ted e Bill atingiram a meia idade, fazendo com que suas preocupações se virem para as suas famílias e outras responsabilidades da vida adulta. Depois de anos lidando com a frustração de ainda não terem escrito a melhor música de todos os tempos, eles recebem a visita de um homem do futuro e descobrem que apenas uma música criada por eles pode salvar o mundo. não lembrava dos outros filmes do Bill e Ted de 89 de 91 lembrava que já tinha assistido mas a história depois de todo esse tempo fica difícil lembrar, mas esse assistir mais por causa do Keanu Reeves, e achei bem bobinho, filme bem ao estilo sessão da tarde
    Birovisky
    Birovisky

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    5,0
    Enviada em 14 de agosto de 2018
    Esse terá tudo haver com a maioria da gelra que sofre da crise dos vinte e poucos anos. h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2018/08/14/rezenha-critica-bill-e-ted-1-2-e-3/
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