Walt nos Bastidores de Mary Poppins
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4,1
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27 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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4,0
Enviada em 14 de outubro de 2014
Uma mulher rabugenta e expressamente comovente! isso se resume a essa bela históris estrelaa pelo Grande Tom Hanks e fabulosa Emma Thompsom, que por sinal não foi indacada ao oscár, não dando para acreditar, Haja vista que estava incrível! esse filme é daqueles que devemos guardar em nossos corações e juntarmos a familia inteira para assistir! História maravilhosa!!!
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 25 de março de 2015
Quarta-Feira 25/03/2015,às 19:05. (6/10

Foi tão bom assistir "Walt nos Bastidores de Mary Poppins",pois,só assim ficamos atualizados com a história do encontro da dupla.As personalidades eram completamente diferentes.De um lado,Pamela Travers,muito ranzinza e chata por natureza.E do outro,Walt Disney,um sujeito doce e muito gentil.O filme mostra todos os detalhes da aproximação,para tornar um conto,em uma realidade.Mais,somos ainda presenteados,com as histórias da infância de Pamela.Onde podemos analisá-la,porque ela se tornou uma pessoa fria.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de março de 2014
Um filme vencedor de cinco Oscars, “Mary Poppins” é um musical aclamado pelo público e pela crítica dirigido por Robert Stevenson, estrelado por Julie Andrews (vencedora do Oscar de Melhor Atriz pela performance neste longa) e com roteiro baseado no livro escrito pela inglesa P. L. Travers. Cinquenta anos após o lançamento de tão importante obra, que foi um dos maiores sucessos da história do Walt Disney Studios, temos “Walt nos Bastidores de Mary Poppins”, filme dirigido por John Lee Hancock, cujo título nacional é tão direto, objetivo e preciso que não precisa de maiores explicações sobre a premissa principal do roteiro escrito por Kelly Marcel e Sue Smith.

Apesar do título, no entanto, boa parte da história de “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” está centrada justamente na figura da escritora inglesa P. L. Travers (Emma Thompson), principalmente em uma característica pessoal sua que é bastante comum a muitos que lidam com a criação artística. Se para muitos escritores, pintores, músicos, escultores, entre outros, finalizar uma obra significa a vivência de um vazio sem tamanho, para P. L. Travers o conflito é outro: ela não consegue desapegar da história que criou com a série de livros “Mary Poppins” e esse é o grande desafio a ser vivido, não só por ela, como também por Walt Disney (Tom Hanks), como o realizador visionário que tenta adaptar a obra literária para a grande tela.

“Walt nos Bastidores de Mary Poppins” mostra um insistente – e paciente (especialmente quando ele começa a lidar com as diversas demandas apresentadas pela escritora inglesa) – Walt Disney, que lutou por vinte anos para tentar convencer P. L. Travers a ceder os direitos autorais de “Mary Poppins” para o seu estúdio. Por outro lado, o filme retrata P. L. Travers como uma artista que, em decadência profissional e financeira, necessitando urgentemente de dinheiro para se manter, vende a sua obra mais querida para um produtor que transformará uma personagem que é muito próxima à ela em alguém “saltitante, cintilante e que corre feito um kamikaze em direção a um final feliz” e que se mostra uma mulher extremamente rabugenta e pronta a transformar a vida de qualquer pessoa que passe por perto dela em sua passagem por Los Angeles para tratar do processo de adaptação de “Mary Poppins” em um verdadeiro inferno.

Entretanto, a grande sacada por trás de “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” é retratar o paralelismo entre a ficção e a vida real e a maneira como um inspira o outro – e vice-versa. P. L. Travers era tão mesquinha em relação à sua obra mais célebre, pois ela rememorava o período de sua própria vida em que ela deixou a infância de lado para amadurecer e crescer por meio da vivência de uma experiência de profunda dor – a qual é retratada, de forma muito bem desenvolvida, por meio de flashbacks. Já Walt Disney, como contador de histórias, era aquela pessoa que restaurava a ordem com a imaginação. “Nós incutimos a esperança de novo, de novo e de novo”.

Por isso mesmo, “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” acaba sendo não a história dos bastidores de um dos filmes mais clássicos do cinema norte-americano, e sim a jornada de resgate de uma mulher, de forma a que ela possa deixar o seu passado para trás, em busca de um futuro mais leve – e por quê não, mágico como as cenas que emolduram os frames de “Mary Poppins”. Neste sentido, há que se dar todos os elogios à maravilhosa – e injustiçada, no último Oscar – atuação de Emma Thompson. A atriz está sensacional como P. L. Travers conseguindo fazer com que a gente se insira no universo emocional que ela habita, bem como na queda, cada vez sucessiva, das barreiras que ela impôs a si mesma diante das outras pessoas.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2014
Durante quatorze anos, Walt Disney (Tom Hanks) tentou adquirir os direitos de Mary Poppins da escritora australiana P.L. Travers (Emma Thompson). Quando o acordo foi finalmente fechado e o filme foi terminado, a autora mostrou-se muito descontente com o o resultado final, especialmente no que diz respeito às cenas em animação. Mais um bom filme com tom hanks , Walt Disney nos bastidores de maré poppins tem um excelente história , excelente atuação de emma thompson recomendo nota 9.0
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2015
Emma Thompson dá um show de interpretação pra variar. Um filme bom, saudosista e que nos remete à infância para relembrar uma OBRA PRIMA do cinema. Excelente atuações. RECOMENDO...
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2014
Tom Hanks, Emma Thompson - dois monstros...Meu deus...pensei tudo, menos que eu ia chorar feito um bezerro desmamado.. Definitivamente o melhor filme ever!!!!!! Alem de ser admiradora de Walt Disney, esta historia me comovei demais.. maravilhoso...revendo Mary Poppins em 3 2 1 ...
Ricardo A.
Ricardo A.

170 seguidores 174 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de abril de 2018
Então quem conta a história é o dono dela e omite ou romantiza ou usa "desenhos animados" se quiser. Walt Disney falando de sua relação comercial com P.L. Travers é óbvio que não seria imparcial, mas já prevendo tais comentários eles adicionam como cena pós crédito uma das gravações reais e algumas fotos, para comprovarem que não fugiram tanto da realidade, apenas deixaram ela mais romântica como todas as histórias contadas por Disney. Mesmo assim, o filme vale a pena, pelo menos para atiçar uma certa curiosidade em querer saber mais sobre essa relação de outras fontes mais imparciais, ou até mesmo do passado da escritora. Emma Thompson, Tom Hanks, Paul Giammati, Colin Farrell, Ruth Wilson, Rachel Griffiths e Annie Rose Buckley estão maravilhosos nos seus personagens e todos demonstram o drama vivido a sua maneira, com personagens profundos e reais. Mesmo a crítica achando ser uma edição cansativa, considero uma edição acertada para facilitar o entendimento do que se passava na cabeça da escritora e seus motivos. As biografias devem ser assim, pois qualquer edição mais miraculosa causaria muitas dúvidas ao espectador e interpretações diferenciadas da realidade. Trilha sonora e figurino, seguido por edição de arte estão impecáveis. Não é a toa que ganhou vários prêmios e indicações na época.
Vanessa K
Vanessa K

20 seguidores 50 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de março de 2015
Me surpreendi com a beleza desse filme, a sensibilidade de Emma Thompson e Colin Farrell e até mesmo o sempre querido Tom Hanks. Adorei e recomendo.
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de março de 2014
"Mary Poppins" é um clássico de 1964. Produzido por Walt Disney, o filme foi um sucesso e é relembrado até hoje. Como esquecer a babá mais famosa do mundo? Porém muitas pessoas não sabem o quanto foi difícil realizar o filme. "Walt nos Bastidores de Mary Poppins" ("Saving Mr. Banks") tenta explicar as divergências entre a autora do livro "Mary Poppins" P. L. Travels (Emma Thompson) e Walt Disney (Tom Hanks) em relação aos direitos autorais. Porém, temos que considerar que o filme é produzido pela Disney, contando um pouco da história de Walt Disney sobre uma divergência perante a um clássico da Disney. Muitas coisas da história real foram adaptadas e isso tornou-se um problema.

O roteiro é de Kelly Marcel ("Cinquenta Tons de Cinza") e Sue Smith. Ele é problemático. Enquanto o roteiro preza por enaltecer a arrogância de P. L. Travers e sua indignação perante à adaptação, ele enaltece as qualidades de Walt Disney. No filme, Disney é retratado como um homem prefeito, que sempre foi alegre e sempre se sacrificou para a felicidade dos outros. Sabemos que apesar de ser um homem importante na infância de muitas pessoas até hoje, Disney era um cara ambicioso. Não que ele não fosse bom, mas essa perfeição presente no filme inteiro incomoda. Além disso, o roteiro tenta que explicar a insatisfação da autora perante à adaptação, alegando que é decorrente de problemas com o pai. Grande parte do filme é rodado com flash-backs para contar a infância da escritora e sua relação com seu pai. A ideia não funciona, pois é anti-climática com a história principal. A ideia de construir uma relação entre pai e filha problemática, parece proposital para um certa dramaticidade na história da personagem. Com isso, o espectador se vê penetrado na história de vida de P. L. Travers e torce para que tudo dê certo. Muito desse desenvolvimento deve-se ao fato de que a autora não gostou do resultado final da obra (na vida real), coisa que o filme omite. Se quisessem contar a história dramática de Travers, não deviam ter feito isso com a Disney.

A direção é de John Lee Hancock ("Um Sonho Possível"). O diretor não inova na direção, o que o torna muito comum. Sua direção é extremamente simples e não sai dos personagens para demonstrar cenários e ampliar a fotografia, por exemplo. Aliás essa é mal notada infelizmente, tratando-se de um filme de época. O diretor também errou nas cenas de transição de flash-back, pois tentou conectar os acontecimentos do passado com os do presente, parecendo forçado demais. Os figurinos foram bem feitos, assim como a caracterização dos personagens, decorrente de uma boa maquiagem. A montagem do filme é defeituosa, principalmente pelas desnecessárias cenas de flash-back. A trilha sonora é instrumental e é constante no filme inteiro, acentuando o drama dos personagens.

O elenco está bem. Emma Thompson está muito bem no papel principal. O engraçado é que ela fez o papel da babá Nanny McPhee (um derivado da Mary Poppins). A atriz consegue desenvolver muito bem a personagem que foi dada a ela, de acordo com o roteiro. Tom Hanks possui uma atuação mediana, que não o faz ser o Tom Hanks que surpreendeu em "Capitão Phillips". Entendo que seu papel icônico é difícil, mas ele pareceu se basear nos estereótipos contados sobre o Walt Dinsey, em vez de dar mais profundidade ao personagem. O elenco coadjuvante é irregular, principalmente pela pífia atuação de Colin Farrell encarnando o pai de P. L. Travers. Porém, Paul Giamatti também faz um ponta no filme e está ótimo como sempre. A história do filme até que é boa, mas considerando os fatos reais é um verdadeiro insulto à P. L. Travers e um verdadeiro idolatrismo a Walt Disney.
Marco Antônio Lotes G.
Marco Antônio Lotes G.

38 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de março de 2014
Walt nos Bastidores de Mary Poppins

Esse é outro filme baseados em fatos reais, que mostra a convivência da escritora do famoso livro Mar Poppins com o Walt Disney, que demorou 20 anos para conseguir a autorização da autora para produzir o filme baseado em seu livro. O filme ganha destaque pelo seus protagonistas, Pamela Travers (autora do livro), foi interpretada pela sempre excelente Emma Thompson (Sibília da saga "Harry Potter"), a atriz consegue representar a escritora de modo com que o espectador entenda seus motivos para ser rígida com a produção do filme, Emma jamais vacila, tendo até hoje sua melhor atuação, tanto que foi indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Dramática, mas perdeu para Cate Blanchett. O filme também possuí Tom Hanks que interpreta Walt Disney, o ano de 2013 foi um ano muito bom para esse ator, com duas atuações super elogiadas uma por esse filme e outro por "Capitão Phillips ( sendo nesse indicado de Melhor Ator Dramático).
O longa é dirigido por John Lee Hancock ( do filme " Um Sonho Possível"), o diretor foi muito bem escolhido, sabendo o que ele realmente queria e deixando um filme com um ritmo muito bom, afinal o telespectador não cansa ao assistir ao filme.
Os figurinos são muito bem feitos, jamais deixando a desejar. No filme é possível vermos o grandioso mundo da Disney, com seus parques e muito mais. Além disso, o filme mostra como o Walt Disney era rígido e não aceitava ser contrariado, pois todos os personagens foram mudados, deixando a escritora insatisfeita, pois como ela era britânica, os personagens tinham características britânicas, mas o Walt queriam que eles fossem americanos, além de transformar a história em um musical, mas no final ambos acabaram se entendendo e fizeram um filme magnífico.
Claro que o filme faz uma enorme propaganda para a Disney, valorizando tudo que a de melhor em sua criação e como ela é vista pela sociedade e é com esse argumento que Emma se destaca ainda mais, pois ela jamais se deixou persuadir por essas caracteristicas que no filme parecem ser muito boas, ou seja, ela não aceita o que a sociedade impõem e por isso luta para fazer um filme que fuja dos moldes dos filmes Disney.

Nota: 8 de 10
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