O documentário revela a relação do polêmico Bezerra da Silva com seus compositores, egressos dos morros cariocas e da Baixada Fluminense, e muitos deles, profissionais de segmentos populares do mercado de trabalho, como carteiros, trocadores de ônibus, pedreiros e biscateiros de um modo geral. Segundo o sambista conhecido por sua malandragem, essas pessoas eram sambistas genuínos.
4,0
Muito bom
Onde a Coruja Dorme
Malandragem do morro
por Lucas Salgado
Um dos grandes nomes da história do partido alto e do samba no Brasil, Bezerra da Silva foi uma figura extraordinária. Na verdade, continua sendo, afinal sua música continua viva na mente de muitas pessoas. Onde a Coruja Dorme é um documentário nada convencional sobre este artista e tem tudo para colaborar para a valorização de seu nome.
O filme não busca informar quando Bezerra nasceu ou morreu. Não fala de suas conquistas e da dificuldade que passou para emplacar como artista. Opta, sim, por um foco totalmente diferente, fazendo um apanhado de figuras do morro que compuseram canções para ele cantar. Ao retratar figuras humildes e sempre interessantes como Tião Miranda e sua convicção da importância do ramo da refrigeração ou como Pedro Butina e seu trabalho de desprende oxigênio do homem, o longa se torna não só atrativo para fãs de Bezerra como um bom entretenimento. Ao final, serve
Ler a crítica
1:36

Primeira exibição
Foi o filme de abertura do 4º Festival CineMúsica de Conservatória, no Rio de Janeiro, realizado em 2010.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
2012
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-