Praia do Futuro
Média
3,1
253 notas

43 Críticas do usuário

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Xico
Xico

7 seguidores 23 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de maio de 2014
Como sempre Wagner Moura um ótimo ator! Só por ele já vale assistir "Praia do Futuro". Fugindo de qualquer estereótipo, o filme mostra dois homens comuns e gays, daqueles que você nunca apontaria como tal. Essa é a melhor característica do filme, que mostra homens como qualquer outro e isso independe da sua sexualidade. A fotografia do filme é muito boa, por outro lado a monotonia impera em 90% do filme. Não há ação - e não estou fando de ação tiroteio ou corridas não, falo da ação humana. Parece que o personagem Donato é um "maria vai com as outras", sem personalidade que abandona inexplicavelmente a família (não existem cartas, e-mail, telefone na Alemanha??) que tanto gostava, em pró de um "amor" que é baseado no sexo - em nenhum momento há declarações de amor no filme - e em troca de um emprego que ele mesmo não gosta muito. Não há emoção, não há ação nos personagens, a música de fundo em algumas cenas chega a dar sono, enfim, falta personalidade ao filme. Falta emoção, arrepio. Uma pena. Impossível não citar o recente nacional "Hoje eu quero voltar sozinho", perfeito na emoção e no tempo.
danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de novembro de 2016
Esperava mais desse filme por ter o Wagner tinha uma história boa mas que ficou totalmente vaga no final, faltou algo nesse filme.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de maio de 2014
Gosto muito do trabalho do Wagner Moura. Ele é um ator que se entrega em seus projetos e faz personagens bem diferentes uns dos outros. Passando desde o icônico Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, passando por outros personagens bem distintos como nos filmes A Busca, Cidade Baixa, Saneamento Básico, Elysium e O Homem do Futuro, só pra citar alguns, ele sempre demonstra um talento indiscutível. Aqui não é diferente. Seu personagem em Praia do Futuro é bem complexo e difícil. Trata-se de um homem de poucas palavras, que é um heroi que falha logo na primeira sequência do filme. Donato (Moura) é um salva-vidas que trabalha na praia que dá nome ao filme e pela primeira vez não consegue resgatar um homem que morre afogado. Daí, sua jornada é bastante dura, pois ele tem dificuldades de lidar com isso e com a realidade que o cerca. Ele se apaixona por um gringo alemão (Clemens Schick, também muito bem em cena), amigo do homem que não conseguiu salvar, e parte para Berlim viver uma nova vida longe da família, tentando esquecer todos os problemas deixados pra trás. Só que nem tudo são flores em Berlim, e tudo fica ainda mais tenso com a chegada de seu irmão mais novo (Jesuíta Barbosa), que vai atrás do irmão que abandonou a família procurando uma satisfação que nem mesmo Donato sabe explicar. Basicamente o filme é isso. Uma busca por respostas onde quase nada é respondido. O filme foca bastante na beleza plástica das imagens. As cenas na praia são lindas demais, assim como algumas cenas em Berlim, onde há uma drástica mudança no clima do filme, muito mais frio, não só no clima chuvoso do local, mas nos tons mais sombrios das ambientações, apesar de mostrar lugares belíssimos como uma aquário fantástico (que faz qualquer um ter vontade de conhecer). O filme soa meio estranho por ser bem parado, não há muita ação. Os personagens falam pouco e suas ações são mais expressivas do que suas palavras. Esse ritmo lento cansa um pouco, e algumas cenas parecem bastante desnecessárias. A impressão que dá é que algumas cenas ficam deslocadas, e embora os personagens se expressem pouco por meio da fala, por vezes nem mesmo suas ações dizem algo de significativo. Os personagens são introvertidos, com dificuldade de expressarem seus verdadeiros sentimentos, e nem sempre as imagens se fazem claras para transpor isso. Algumas coisas que acontecem no filme são simplesmente inexplicáveis como o surgimento de uma arma de brinquedo durante uma paquera do personagem de Jesuita, ou desnecessárias como a cena de nudez de Wagner Moura ao saborear uma maçã na cozinha (precisava ele estar pelado, gente?), e o final em aberto, que deixa mais perguntas que respostas na tela, fazem com que o filme provavelmente não seja muito apreciado pela grande massa. Ainda assim, o filme tem muitos bons momentos e tecnicamente é muitíssimo bem realizado, com uma elenco fantástico e irretocável. Um filme estranho, que não é para todo o público e gosto, mas que tem grandes qualidades artísticas, mesmo que por vezes maquiadas por uma pretensão exagerada de ser cult.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 4 de outubro de 2014
Entre curtas e longas,o diretor Karim Ainouz,ganhou muita experiência.O diretor cearense,encara a direção de A Praia do Futuro,que toda a história começa ali mesmo,no litoral de Fortaleza.Quando Donato e Konrad,se conhecem de uma forma meio que inusitada.Temos ali o afogamento do amigo de Konrad.Onde Donato,tenta salvá-lo,e daí faz uma grande amizade com Konrad,um alemão de férias no Brasil.A Praia do Futuro,não traz nenhum tipo de novidade em relação ao tema abordado,e vivido entre os personagens do mesmo sexo.Teve histórias bem mas resolvidas.Mas o que prende,é mesmo as atuações.A história é bem dividida.As vezes melhora,outras vezes piora.A fotografia é bem interessante,fazendo com que você viva bons momentos assistindo ao filme.
Ruan C.
Ruan C.

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de maio de 2014
É um bom filme!! Vale a pena ir ao cinema assistir, principalmente pela incrível atuação de Jusuíta Barbosa, que a cada trabalho se mostra melhor!!
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de setembro de 2014
Não espere a perfeição, tal como foi em "Brokeback Mountain", mas o filme também não é ruim. As atuações foram interessantes, a estória hipnótica, enredo até que agradável...
Ponto baixo para alguns diálogos e produção muito simples, de resto, você terá boa diversão para "quem tem cabeça aberta", visto o estardalhaço que o longa fez nas exibições aqui no Brasil.
JOSÉ GUILHERME D.
JOSÉ GUILHERME D.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de maio de 2014
Berlim já foi visitada por, pelo menos, outro cineasta brasileiro, Paulo Caldas. Deserto Feliz, filme que resenhei quando fiz a cobertura do Festival de Cinema de Gramado de 2007, conta a história de Jessica (Nash Laila), uma jovem nordestina sem perspectivas que conhece um alemão, Mark (Peter Ketnath), com quem imagina construir um futuro. Ela viaja com ele para a Alemanha, onde vive o tempo suficiente para perceber que a saudade do Brasil se tornara insuportável.
Tal como no filme de Caldas, o personagem de Moura (em ótimo desempenho) experimenta, neste novo filme de Aïnouz, a mesma dúbia e contraditória sensação de pertencimento/estranhamento de quem, atraído pela perspectiva de um futuro melhor num país de Primeiro Mundo, e motivado – em primeiro plano – pelo embalo de uma relação amorosa que carrega o status de um achado arqueológico, se vê lançado, atavicamente, no olho de um furacão que ele não só não consegue controlar como, em última análise, não lhe é dado sequer entender. É nesse “vendaval de paixões” – paixão pela profissão, paixão pelo amante, paixão pela terra de origem – que o diretor tenta nos fazer penetrar. Um exercício de especulação, convir-se-á, nem sempre bem-sucedido.
Tal como nos romances policiais, haverá um culpado. Aqui, é o roteiro, assinado a quatro mãos por Aïnouz e Felipe Bragança. A câmera do diretor, como um bom cúmplice de crime, só faz mettre em scène as idiossincrasias do script. Escasso em diálogos, com um raconte intimista, privilegiando os olhares, os silêncios, os longos planos-seqüência, Praia do Futuro consegue cansar em escassos 90 minutos. Relembre-se Azul é a Cor Mais Quente, de Abdellatif Kechiche, com 180 minutos, sobre a relação homossexual entre duas jovens. Voilà!
Donato (Moura) é um salva-vidas do Corpo de Bombeiros do Ceará, que se apaixona por Konrad (Schick), um piloto alemão de motocross, depois de uma frustrada tentativa de resgatar o amigo deste no mar revolto. A “Praia do Futuro” não tem futuro para Donato. Nem para ninguém. Sua alta salinidade, a maior do mundo, não permite edificar prédios. As oportunidades de emprego são escassas.
Donato, assumindo sua homossexualidade, se muda com o amante para Berlim, deixando para trás a mãe (que nunca aparece) e o irmão pequeno, Ayrton, que o via como um herói. Dez anos depois, este, já crescido (Barbosa), viaja a Berlim, aparecendo perante Donato como um fantasma tentando resgatar um passado deliberadamente esquecido. Donato abandonara não só a família, mas sua profissão, o sol, a praia, o mar, o calor, o contato com a areia, as coisas simples do dia-a-dia, que o faziam feliz, trocando tudo isso por uma Berlim duplamente fria, no sentido climático como no humano. E, ao contrário de Jessica, ele reluta em voltar.
Por outro ângulo, doze anos depois de Madame Satã, a relação homossexual volta a adquirir [inclusive em termos físicos], uma insuspeitada, quase trágica, dimensão imagética, o que pode ser visto como uma espécie de retomada no cinema de Aïnouz. Relevante também assinalar que a linearidade da trama (dividida em capítulos) não evita o paradoxo de a história parecer logicamente truncada, defeito exacerbado pela escassez de diálogos e pelo excesso de silêncios, de introspecção, de contemplação. O filme não se explica, ele pede explicações...
Não é o melhor filme de Aïnouz. De quem já fez filmes como Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo e O Céu de Suely, além do inigualável (em termos estéticos), Madame Satã, esperava-se uma obra-prima da maturidade. Arrisco-me a dizer que o diretor pode estar percorrendo um caminho inverso.
Adelino S.
Adelino S.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de outubro de 2014
so n cinsigo assistir ele ate hj e por isto n desistirei mfnfgaffdgdyjcujijvfhvfhvdfbfghihrrfjugfrggyfsf hxdbh
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