Praia do Futuro
Média
3,1
253 notas

43 Críticas do usuário

5
4 críticas
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Tio Mário
Tio Mário

7 seguidores 18 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de maio de 2014
Um roteiro perfeito, a história de um homem que ao fazer determinadas escolhas tem que abrir mão de coisas e de pessoas importantes. O grande problema é a maneira como essa história foi contada. Poucas palavras em diálogos bem sucintos, deixando que as ações e as expressões dos personagens "falem" por eles, a ideia é muito valorosa mas no filme parece que não funcionou perfeitamente pois não fica muito nítido as intenções dos personagens. O que Donato, o salva vidas, sente por Conrad (o alemão salvo do afogamento)? Amor, paixão, desejo? Logo não dá pra entender por que motivo ele abandonou a família e o emprego pra seguir, ou pra fugir, com o alemão. Jesuita Barbosa mais uma vez demonstrou seu perfeito talento, construindo bem o personagem Ayrton um jovem amargo, magoado mas ao mesmo tempo ainda ama pelo irmão e que foi capaz de atravessar o Atlântico para cobrar do irmão explicações pelo abandono. É tudo muito aleatório, é tudo muito confuso. O filme tinha tudo pra dar certo mas algo ficou faltando. O que foi? Nem isso dá pra saber!!
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de junho de 2022
O filme tinha tudo para ser um grande filme, excelentes atores, boa trilha sonora, fotografia e até uma história interessante. Mostra a quente Fortaleza e parte para uma reflexão na fria Berlin. Mas o filme é cru, monótono e descontínuo e ainda por cima um filme sem final. Infelizmente não vale a pena gastar tempo com ele.
Heverton K.
Heverton K.

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de maio de 2014
Não compreendo todo o hype atraído pelo filme... com bem pouco tempo de estória e nessa correria do roteiro o amigo de alguém morre afogado e enquanto não se acha o corpo... lepo lepo com o salva vidas no banco de trás do carro (ahn!?)... nenhuma construção de personagem... empatia... nada... Não se vê a conexão que justificaria um fazer algo que seja pelo outro, quiçá mudar de país, do nada. Nessa hora, tudo que um dos personagens não sofreu pela perda do parceiro afogado, você vê repentinamente sofrer, e pela primeira vez chorar, pela possível partida do salva vidas recém conhecido (hein!?). Daí você imagina que essa pressa toda pode ser porque depois é possível que haja alguma guinada... mas o que vem são longuíssimas cenas contemplativas, vazias, intercaladas com cenas de sexo dignas de superprodução pornô, ainda que não agreguem mais nada à estória... Se há algum mérito aqui é na utilização de um personagem não estereotipado. Mas se é pra ser vazio assim, prefiro um viado rasgado, como diria Madame Satã!
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de novembro de 2014
A história não consegue ser cativante... apresenta muitas lacunas e aspectos fantasiosos.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de maio de 2014
o filme trata basicamente da historia de vida de um homosexual, apesar de wagner estar òtimo, a fotografia e a mūsica serem boas.. a història năo prende o expectador.. năo recomendo
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de dezembro de 2014
Num é as cenas de sexo gay que são o que mais chocam, e sim os erros de continuidade e a falta de qualidade de roteiro.
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de junho de 2014
A "Praia do Futuro" ou a "Praia do Passado"?
Assistimos ontem ao controverso e comentado filme "Praia do Futuro", lançado em 15 de março de 2014.

Em algum momento no passado, dois amigos alemães curtem emoções radicias no mar, em frente à Praia do Futuro, em Fortaleza. Um deles se afoga e o salva-vidas (na verdade bombeiro) Donato (Wagner Moura), sente-se culpado, pois foi o primeiro afogado que não conseguiu salvar.

Donato vai visitar o sobrevivente no Hospital, devidamente uniformizado. Ao comunicar o falecimento do amigo deste e a perda do corpo, acaba admirando-o nu (pois ele rapidamente retira o avental hospitalar e coloca as próprias roupas) e, ao oferecer carona, acaba se envolvendo com o mesmo, mantendo relação sexual, dentro da viatura e com a farda!

O relacionamento evolui e Donato acaba acompanhando Konrad à Alemanha. Como resultado das suas indagações e incertezas, entre voltar para Fortaleza - onde está sua família, especialmente a mãe e o irmão caçula, Ayrton, de uns 10 anos, e a quem ele é muito ligado - e permanecer na Alemanha, Donato opta pela segunda alternativa.

Anos depois, seu irmão Ayrton aparece na Alemanha, já adulto, com a notícia da morte da mãe, há mais de um ano.

Uma história contada de forma lenta, com câmeras em grandes panorâmicas, das praias (tanto Fortaleza quanto a Alemanha), do mar e das cidades. Uma indefinição completa em relação aos personagens centrais (o "amigo" que acompanhara Konrad ao Brasil e morre afogado tem esposa e filhos, Donato e Konrad jamais falam/cogitam em União Estável ou casamento, ambas as famílias são inexistentes a não ser pelas aparições incidentais de Ayrton), cujo relacioamento se congela em encontros fortuitos (cada um vive na própria casa, não existe uma rotina comum, nem interesses em comum, o que fica evidente pelo tédio demonstrado por Donato quando acompanha Konrad a uma partida de basquete) me fizeram lembrar de filmes com esta temática que eu assistia no Conjunto Nacional, em São Paulo, nos anos 80, como "Angelical Conversation", de Derek Jarman, por exemplo.

Este tom entre o incidental/fortuito e o nostálgico, o desenvolvimento da história em 3 capítulos, muito comum nos anos 80, a falta de perspectiva de futuro dos personagens e de seu relacionamento, é que me fazem dizer que, longe de ser a "Praia do Futuro", esta é a "Praia do Passado", um passado onde homossexuais estavam condenados à "solteirice", não formavam famílias e não tinham vínculos familiares e onde a única "amarra" ou "ponto de encontro" eram os seus corpos, sendo que a única ligação entre estes corpos era o sexo, o desejo.

Não por acaso, o único atrativo real é a nudez dos atores! Tal como nos anos 80, é o melhor que o filme tem a nos oferecer!

Fica como moral da história a frase, nua, crua e em linguagem chula de Ayrton, ao reencontrar o irmão: "Você é um veado egoísta, que só quer saber de dar o cu escondido, aqui neste polo norte!"
Victor Hugo P.
Victor Hugo P.

8 seguidores 12 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de novembro de 2015
O filme começa muito empolgante com uma boa trilha sonora e com motocicletas mas logo vem a parte mais calma do filme e para o publico convencional a tendência é piorar.As técnicas de fotografia e direção são boas. O roteiro é fraco tendo uma trama nada envolvente mas melhora com a chegada de Ayrton(com uma boa atuação de Jesuíta Barbosa). Mesmo assim o filme continua mediano até o final.
Pedro H.
Pedro H.

2 seguidores 11 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Ontem, 30 de abril, ocorreu em dois cinemas de Fortaleza (Ceará) a pré-estreia do filme Praia do Futuro, dirigido por Karim Aïnouz, protagonizado por Wagner Moura e Clemens Schick e o então cearense coadjuvante Jesuíta Barbosa. A estreia oficial do filme será dia 15 de maio para todo o Brasil.
O filme conta com um ritmo constante, onde a laconicidade e a expressão imagética são marcas constantes. A primeira parte se detém a um processo de exploração dos corpos e do sexual.
Sendo que em um segundo momento, já na Alemanha, a trama se aprofunda com a chegada de Ayrton (Barbosa) jovem irmão do personagem Donato (Moura), que vem para questionar o total esquecimento por parte desse último da sua família na Praia do Futuro. O tom do drama fica mais sério e denso após a participação do Barbosa. A representação de dois homossexuais adultos que decidem por um relacionamento dentro de um contexto de masculinização das representações homoafetivas serve como um marcador da contemporânea tendência de prescrição de um gay másculo socialmente aceito. Cabe salientar a total liberdade criativa do roteiro e da produção, assim como da direção também, no que tange ao significado do filme como um todo. Praia do Futuro mostra-se, portanto, como um marcador do processo cultural de debate e reflexão da homossexualidade na contemporaneidade e com certeza representa um ponto a ser contado nesse processo, assim como outros filmes e representações culturais que estão dentro dessa corrente. Indicamos o filme. Parabéns a equipe de produção e a todo o elenco.
Rogério Carvalho
Rogério Carvalho

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de outubro de 2021
O filme é sobre o quê? Narrativa arrastada. Vale pela atuação dos atores e por provar a versatilidade de Wagner Moura. No mais, nada mais.
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