Praia do Futuro
Média
3,1
253 notas

43 Críticas do usuário

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dionath G.
dionath G.

5 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de junho de 2014
Um filme visceral que conta uma historia comum ao comportamento humanoe com fortes cenas de a equipe do filme esta de parabéns!
Marilia B.
Marilia B.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de maio de 2014
Wagner Moura é, sem dúvida, o melhor ator brasileiro da atualidade. Por isso, sou grande fã dele e procuro ver tudo que faz. Entretanto, na minha opinião Praia do Futuro seria totalmente dispensável em sua carreira, pois o filme não pode ser mais chato, sem conteúdo, repetitivo (sexo gay e motocicletas) e vazio, apesar da intenção óbvia de ser um "filme-arte". Aguentei até o fim, o que não foi o caso de duas ou tres pessoas que vi batendo em retirada.
js2013
js2013

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 25 de maio de 2014
O filme mostra uma história de um salva-vidas gay que tem um relacionamento com um alemão, vai Alemanha deixando a vida e a família aqui. Depois o irmão, já crescido, vai procurar ele. Só isso de história, mas recheado com fortes cenas de sexo gay. E o pior, é tentarem vender ele como uma continuação do Tropa de Elite, escondendo a informação do seu real teor do público. E a censura de 14 anos para este filme, um absurdo, como pode com todas essas cenas de sexo?
Pedro H.
Pedro H.

2 seguidores 11 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Ontem, 30 de abril, ocorreu em dois cinemas de Fortaleza (Ceará) a pré-estreia do filme Praia do Futuro, dirigido por Karim Aïnouz, protagonizado por Wagner Moura e Clemens Schick e o então cearense coadjuvante Jesuíta Barbosa. A estreia oficial do filme será dia 15 de maio para todo o Brasil.
O filme conta com um ritmo constante, onde a laconicidade e a expressão imagética são marcas constantes. A primeira parte se detém a um processo de exploração dos corpos e do sexual.
Sendo que em um segundo momento, já na Alemanha, a trama se aprofunda com a chegada de Ayrton (Barbosa) jovem irmão do personagem Donato (Moura), que vem para questionar o total esquecimento por parte desse último da sua família na Praia do Futuro. O tom do drama fica mais sério e denso após a participação do Barbosa. A representação de dois homossexuais adultos que decidem por um relacionamento dentro de um contexto de masculinização das representações homoafetivas serve como um marcador da contemporânea tendência de prescrição de um gay másculo socialmente aceito. Cabe salientar a total liberdade criativa do roteiro e da produção, assim como da direção também, no que tange ao significado do filme como um todo. Praia do Futuro mostra-se, portanto, como um marcador do processo cultural de debate e reflexão da homossexualidade na contemporaneidade e com certeza representa um ponto a ser contado nesse processo, assim como outros filmes e representações culturais que estão dentro dessa corrente. Indicamos o filme. Parabéns a equipe de produção e a todo o elenco.
JOSÉ GUILHERME D.
JOSÉ GUILHERME D.

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3,5
Enviada em 25 de maio de 2014
Berlim já foi visitada por, pelo menos, outro cineasta brasileiro, Paulo Caldas. Deserto Feliz, filme que resenhei quando fiz a cobertura do Festival de Cinema de Gramado de 2007, conta a história de Jessica (Nash Laila), uma jovem nordestina sem perspectivas que conhece um alemão, Mark (Peter Ketnath), com quem imagina construir um futuro. Ela viaja com ele para a Alemanha, onde vive o tempo suficiente para perceber que a saudade do Brasil se tornara insuportável.
Tal como no filme de Caldas, o personagem de Moura (em ótimo desempenho) experimenta, neste novo filme de Aïnouz, a mesma dúbia e contraditória sensação de pertencimento/estranhamento de quem, atraído pela perspectiva de um futuro melhor num país de Primeiro Mundo, e motivado – em primeiro plano – pelo embalo de uma relação amorosa que carrega o status de um achado arqueológico, se vê lançado, atavicamente, no olho de um furacão que ele não só não consegue controlar como, em última análise, não lhe é dado sequer entender. É nesse “vendaval de paixões” – paixão pela profissão, paixão pelo amante, paixão pela terra de origem – que o diretor tenta nos fazer penetrar. Um exercício de especulação, convir-se-á, nem sempre bem-sucedido.
Tal como nos romances policiais, haverá um culpado. Aqui, é o roteiro, assinado a quatro mãos por Aïnouz e Felipe Bragança. A câmera do diretor, como um bom cúmplice de crime, só faz mettre em scène as idiossincrasias do script. Escasso em diálogos, com um raconte intimista, privilegiando os olhares, os silêncios, os longos planos-seqüência, Praia do Futuro consegue cansar em escassos 90 minutos. Relembre-se Azul é a Cor Mais Quente, de Abdellatif Kechiche, com 180 minutos, sobre a relação homossexual entre duas jovens. Voilà!
Donato (Moura) é um salva-vidas do Corpo de Bombeiros do Ceará, que se apaixona por Konrad (Schick), um piloto alemão de motocross, depois de uma frustrada tentativa de resgatar o amigo deste no mar revolto. A “Praia do Futuro” não tem futuro para Donato. Nem para ninguém. Sua alta salinidade, a maior do mundo, não permite edificar prédios. As oportunidades de emprego são escassas.
Donato, assumindo sua homossexualidade, se muda com o amante para Berlim, deixando para trás a mãe (que nunca aparece) e o irmão pequeno, Ayrton, que o via como um herói. Dez anos depois, este, já crescido (Barbosa), viaja a Berlim, aparecendo perante Donato como um fantasma tentando resgatar um passado deliberadamente esquecido. Donato abandonara não só a família, mas sua profissão, o sol, a praia, o mar, o calor, o contato com a areia, as coisas simples do dia-a-dia, que o faziam feliz, trocando tudo isso por uma Berlim duplamente fria, no sentido climático como no humano. E, ao contrário de Jessica, ele reluta em voltar.
Por outro ângulo, doze anos depois de Madame Satã, a relação homossexual volta a adquirir [inclusive em termos físicos], uma insuspeitada, quase trágica, dimensão imagética, o que pode ser visto como uma espécie de retomada no cinema de Aïnouz. Relevante também assinalar que a linearidade da trama (dividida em capítulos) não evita o paradoxo de a história parecer logicamente truncada, defeito exacerbado pela escassez de diálogos e pelo excesso de silêncios, de introspecção, de contemplação. O filme não se explica, ele pede explicações...
Não é o melhor filme de Aïnouz. De quem já fez filmes como Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo e O Céu de Suely, além do inigualável (em termos estéticos), Madame Satã, esperava-se uma obra-prima da maturidade. Arrisco-me a dizer que o diretor pode estar percorrendo um caminho inverso.
Adelino S.
Adelino S.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de outubro de 2014
so n cinsigo assistir ele ate hj e por isto n desistirei mfnfgaffdgdyjcujijvfhvfhvdfbfghihrrfjugfrggyfsf hxdbh
Edson ..
Edson ..

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4,0
Enviada em 15 de maio de 2014
Bom, parece que o novo filão agora, tanto na telinha quanto na telona, é usar e abusar de personagens gays!
O novo filme em que Wagner Moura aparece, menos agressivo (Tropa de Elite); sem ser delicado, é um filme bom, tem lá seus defeitos; uma fotografia péssima e o som quase inaudível, todavia o roteiro é muito bom, e a ambientação também é adequada.
O diretor nos apresenta um bombeiro militar, salva-vidas e que depois de uma tentativa frustrada de resgate acaba se envolvendo com um turista alemão e vai parar onde? Na Alemanha. Até aí tudo banal e até pitoresco. Com o desenrolar do filme, em que as personagens pouco falam, cria-se uma expectativa acerca do final, que chega com uma confissão muito interessante sobre as escolhas que cada um faz e suas consequências.
Wagner está muito bem, caracteriza um cara comum, sem ser caricato!
Querendo conferir, veja o trailer!
Rogério Carvalho
Rogério Carvalho

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de outubro de 2021
O filme é sobre o quê? Narrativa arrastada. Vale pela atuação dos atores e por provar a versatilidade de Wagner Moura. No mais, nada mais.
Habdon Tadeu F.
Habdon Tadeu F.

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4,0
Enviada em 26 de outubro de 2014
Filme intenso, com uma temática sem ser clichê, um filme com cenas homossexuais sem ser voltado para um público homossexual, Vagner Moura como sempre mostrando sua competência além fronteiras.
Elinton W.
Elinton W.

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4,5
Enviada em 25 de dezembro de 2016
Os produtores e atores do filme sabiam que o filme era "perigoso". Não tinha nenhum apelo popular, muito pelo contrário, seguia uma fórmula incomum: cenas arrastadas, poucos diálogos, poucas interações, muita subjetividade, tudo é implícito. Mas quem viu o filme até o final, e o entendeu, teve uma grata surpresa. "Praia do Futuro" diz respeito a busca incessante pelo nosso "lar", o lugar onde passaremos o resto de nossas vidas, livres de qualquer tipo de medo (a nossa praia no futuro). Trilha sonora e fotografia perfeitas (principalmente nas dunas da Praia do Futuro e a região periférica de Berlim). Wagner Moura, Clemens Schick e Jesuíta Barbosa fazem interpretações "verdadeiras".
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