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Paulo
1 crítica
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2,0
Enviada em 14 de abril de 2025
A trama é boa mas o filme é lento, certas coisas mal explicadas no final e o final, em si, fazem o filme acabar por ser um lado B com cinematografia de lado A.
Agora, se não achar nada melhor e quiser passar o tempo, pode valer a pena, tem gente que gosta de certos tipos de finais.
Excelentes atores e atrizes. Erredo intrigante que empolga do início ao fim. Excelente música de suspense. Além de uma direção impecável de Polanski. Grande filme.
Esse filme em suma fala de algumas pessoas que venderam sua alma e acabaram morrendo de formas horríveis. Foge totalmente do contexto do ocultismo. Não tem nada de luminoso nisso, só trevoso.
O último portal é um filme de suspense que contou com a direção de Roman Polanski, que também participou do roteiro ao lado de John Brownjohn e Enrique Urbizu. Na trama, acompanhamos Dean Corso (Johnny Depp), um especialista em livros raros, que procurar encontrar e vender para colecionadores. Corso é contratado por Balkan (Frank Langella), que após adquirir um livro raro do século XVI, chamado O último portal, decide provar que sua cópia é original diante de mais 2 existentes na Europa. Porém, o conteúdo do livro é satânico e na medida em que Corso se aproxima de desvendar o mistério, acontecimentos estranhos vão acontecendo. O filme tem inicialmente uma premissa simplista, mas que na medida que a narrativa vai avançando vai ficando complexa. Pois, a missão de Corso vai se complicando na medida em que vai investigando nao apenas as outras 2 cópias que estão com pessoas difentes, mas a própria história por trás do livros que essas pessoas contam e o que vai acontecendo com ela. Alem da forma que Corso acaba se envolvendo nas fatalidades. Vale lembrar que Corso começa a investigar como um grande cético a ideia do satanismo, e que seria um absurdo que o próprio Lúcifer tenha escrito ou desenhados as gravuras dos livros. O elenco é bom, com Deppy no auge e com participação de Emmanuelle Seigner, que serve como uma ponte do ceticismo de Corso para a crença. O grande problema do filme está no desenvolvimento de sua narrativa. Isto pq após todo esse ápice, encontramos uma brusca queda ainda no segundo ato, basicamente temos um epílogo frustrante e um terceiro ato sem sal, com Balkan surgindo de forma já esperada para desvendar suas reais intenções. Intenções essas já esperada. Embora que a fotografia tenha contribuído para o final ter sido visualmente belo, mas a narrativa convence do contrário. O desfecho que nao se resolve e que apenas se encolhe.
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