Festa no Céu
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4,4
759 notas

55 Críticas do usuário

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Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de novembro de 2014
“Festa no Céu”, animação dirigida e co-escrita por Jorge R. Gutierrez, tem uma trama que se passa numa data bastante importante para a cultura mexicana: o Dia dos Mortos, celebração que homenageia as pessoas que amamos e que não estão mais conosco. Comemorada no dia 02 de novembro, é uma das festas mais animadas que os mexicanos possuem, pois, de acordo com a cultura local, nessa data os mortos vêm visitar os seus parentes vivos. Por isso mesmo, eles são recebidos com muita comida, bolos, festas, músicas e doces.

Talvez por influência disso, “Festa no Céu” é um filme que chama a atenção pelas cores exibidas em tela. O longa é muito colorido e cheio de vida, da mesma maneira como encontramos, pela primeira vez, os personagens principais da animação: Manolo (dublado por Diego Luna na versão original), Maria (dublada por Zoe Saldana na versão original) e Joaquin (dublado por Channing Tatum na versão original). O que une esses três personagens, além da amizade profunda, são os laços de amor que Manolo e Joaquin possuem por Maria.

Quando cada um deles segue trajetórias opostas, após Maria ser enviada pelo pai para estudar fora, o roteiro de “Festa no Céu” acompanha a confirmação das vocações de Manolo e Joaquin, na medida em que eles ganham força para o dia em que eles, finalmente, disputarão o amor de Maria. O lado interessante desse filme é o fato de a obra nos mostrar a importância de seguirmos os nossos corações, independente das expectativas que são jogadas em cima de nós, especialmente pela nossa família.

Nesse sentido, é muito importante prestar a atenção na storyline de Manolo, pois é ele quem representa a alma e coração da mensagem principal desse filme. Por meio da música que ele canta, nós conseguimos sentir a sua essência e o por quê de ele ter sido o escolhido para viver a aventura que representa também muito do que é o Dia dos Mortos para o mexicano: “enquanto nós nos lembramos das pessoas que amamos, elas nunca serão esquecidas”.
Thalita Uba
Thalita Uba

66 seguidores 52 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de outubro de 2014
Pra começar, o filme é uma linda explosão de cores. A atenção aos detalhes e a meticulosidade com que os personagens e os cenários foram desenhados tornam o visual simplesmente sensacional – basta uma olhadinha no trailer pra entender do que estou falando. Outro ponto altíssimo é a trilha sonora, com direito a Radiohead e Mumford and Sons em versões adaptadas. Um luxo.

Pra coroar, gente, que roteiro bacana! Uma das minhas maiores críticas às últimas animações a que assisti era justamente a falta de originalidade dos roteiros, o que definitivamente não acontece aqui. Mesmo porque, alguém aí já viu alguma animação se passar no México, com direito a dois reinos dos mortos e, ainda, uma série de piadinhas latinas? Totalmente excelente.
alberlia
alberlia

32 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de novembro de 2014
Quando eu e minha filha vimos o trailer, estávamos decididas a não ir. Não nos chamou a atenção. No dia de finados, uma amiguinha convidou e acabamos indo. Coincidência q o filme se passa no dia dos mortos, 2 de novembro. Além do colorido, das tradições mexicanas, a história encanta. Há o vale dos esquecidos, que tratam - se daqueles q morreram e nunca são lembrados. E há um outro local para onde vão nossos entes queridos, sempre lembrados. E lá é só festa, principalmente no dia 2/11. Uma história que nos surpreendeu. Recomendo.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de outubro de 2014
Um pouquinho de cultura mexicana em uma animação que acabou me surpreendendo. Belo visual, com muitas cores e brilhos, uma trilha sonora bacana (sim, tem Radiohead) mas peca um pouco no roteiro, que faz uma estória simples ser um pouco rasa.
Gui Souza
Gui Souza

10 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
A cultura por trás do Dia de Los Muertos tem uma riqueza ímpar. Tanto que é explorada por vários desenhos, muitas vezes misturada com outros pontos da cultura mexicana. Mas em Festa no Céu ela é, sem dúvida, a maior protagonista.

A trama viaja pela cultura mexicana e pela festa através de uma base já característica das animações, mas que aqui se mistura com elementos atuais. Manolo, Joaquim e Maria são amigos de infância, os dois garotos nutrem uma paixão pela garota e disputam seu amor. Uma história simples para crianças de variadas idades se enxergarem, até entrar a figura de Maria. A personagem é o elemento atual, é uma garota independente e forte. É a figura da mulher feminista, que crê em sua individualidade, em sua evolução livre de ordens patriarcais. Isso fica claro na disputa entre os dois garotos, onde ela não se deixa levar pelos arranjos de casamento de seu pai, e nem pelo egocentrismo de Joaquim. São várias as cenas que ela surpreende os personagens se mostrando superior ao estereótipo da donzela em perigo.

O trio principal é alvo de uma aposta entre La Muerte e Xibalba, para ver qual dos dois garotos conseguirá se casar com Maria e, a partir daí, a história se desenvolve, com Xibalba trapaceando e desencadeando os eventos do filme. Nesse ponto a história se mantém básica, trazendo elementos sem muitas surpresas, mas colocando tudo de forma digna. O foco é na liberdade que as pessoas devem ter para escolher seus próprios caminhos e na busca pelo amor verdadeiro, mote do filme, claro pela frase que auxilia o herói em sua jornada.

Com isso de base, entram os pontos mais altos do filme, identidade visual e trilha sonora.

A direção de arte trouxe todos os elementos do dia dos mortos, aliando isso a uma proposta de construir a história em diferentes modos. Há a camada com pessoas de carne e osso, onde uma guia de museu conta a história da disputa para crianças visitando-o, usando bonecos de madeira para isso; outra camada, dentro da história contada, mostra um mundo feito de madeira, com os personagens sendo bonecos; e a terceira camada, no mundo dos mortos, com os personagens sendo feitos de ossos. O resultado é de encher os olhos, misturando os elementos para gerar algo extremamente colorido e orgânico. As cenas no mundo dos mortos são as mais cheias de cores, cheias de detalhes para os olhos mais atentos, tornando a experiência muito mais rica, e o cenário de madeira está estupendo. Os rostos são cheios de expressões e a animação consegue se manter orgânica sem causar estranhezas. A construção do visual também tem um outro ponto interessante, aliada ao roteiro: uma sensação de se presenciar um jogo. São vários os momentos de referências claras a jogos, principalmente os antigos arcades, com chefões, fases vistas de forma lateral, e até mesmo plataformas móveis e labirintos para chegar até o fim da fase.

No campo da trilha sonora, também há um mix de estilos que traz ainda mais riqueza ao filme. O personagem principal, sempre acompanhado de seu violão, mistura músicas regionais com folk e indie, trazendo ainda mais sentimento para o filme (juntamente com a animação e o visual). Os momentos musicais são uns dos mais emocionantes de Festa no Céu, com destaque para as músicas originais de Gustavo Santaolalla. As músicas adaptadas, como Creep e I Will Wait, também ficaram ótimas sob as novas versões produzidas pela equipe do filme.

Há alguns excessos em Festa no Céu, especialmente no seu humor, algumas vezes sem timing (embora em outras seja extremamente bem feito), mas, no geral, a animação não perde o ritmo em praticamente nenhum momento. São 95 minutos de felicidade e sorrisos no rosto enquanto se acompanha as aventuras de Manolo, com momentos que fazem justiça ao nome do filme. É atual, inovador (uma história puramente hispânica), não carrega os preconceitos básicos entre mulheres, amizades e o próprio amor. Festa no Céu é uma grata surpresa, especialmente depois de toda a dificuldade em sua criação. E, no final, não tenha dúvidas de que sairá do cinema muito mais feliz do que quando entrou. ;)
Amanda M.
Amanda M.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de outubro de 2014
Festa no ceu é um filme muito legal,a historia do triangulo amoroso e a questão entre terem que escolher seguir a tradição da familia ou fazer oque gosta é uma boa historia mas como em outros comentarios falto um pouco de originalidade mas vale a pena assistir o filme.
Elaine V.
Elaine V.

58 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de outubro de 2014
Gostei muito do filme, que mostra um pouco da cultura mexicana, algo pouco explorado por animações.
Marcel S.
Marcel S.

6 seguidores 39 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de junho de 2015
Festa no céu foi uma grande surpresa, com um enredo redondo misturando mitos mexicanos com músicas recentes, conta uma bonita história sobre a morte de forma mitica para as crianças, os conceitos são muito bem apresentados e o enredo é redondo, vale muito a pena ver.
irenil
irenil

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de outubro de 2014
Filme bom e muito bem feito. Mas para mim faltou alguma coisa para prender mais a atenção das crianças. Vale a pena ver,
Gabriela R.
Gabriela R.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de outubro de 2014
Super aprovado! Mensagem interessante resgatando a tradição sobre o dia dos Finados, a fé, o valor da família. Recomendo!
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