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F. V. Fraga
108 seguidores
64 críticas
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3,5
Enviada em 10 de novembro de 2014
Festa No Céu / The Book of Life (2014) é uma animação "de encher os olhos" dirigida pelo mexicano Jorge R. Gutierrez e produzida por Guillermo del Toro, que adapta a tradição do Dia dos Mortos. A versão dublada conta com as vozes de Marisa Orth e Tiago lacerda, para os personagens Maria e Joaquim (que lembra o Capitão Rodrigo de O Tempo e o Vento - o Filme, o que justifica a escolha do ator), que no original são interpretadas por Zoe Saldana e Channing Tatum.
O longa-metragem tem o desafio de lidar com a morte em uma linguagem voltada para o público infantil. Nisto está o seu mérito, tratar o assunto tabu com naturalidade, tema que é por natureza triste, claro, mas que se torna menos doloroso quando se festeja a vida e as boas lembranças do ente perdido. É neste sentido que a direção de arte impecável, o colorido mexicano e a trilha sonora, casam muito bem com este espírito, celebrando o pós-vida sem a morbidez gótica e a melancolia do luto. A dificuldade de lidar com a temática se refletiu até na escolha do título do filme, optando-se pela escolha de um que não fosse "depressivo", começando como El Matador, mudado depois para Day of the Dead, e por fim Book of Life.
As animações americanas tem buscado produzir filmes que atraiam mercados latinos, como em RIO - O Filme, que trouxe o brasileiro Carlos Saldanha, na direção e coordenação artística, visando o mercado do Brasil. Em Festa no Céu é o folclore do Mexico que é representado para contemplar o país vizinho aos EUAe os inúmeros imigrantes que moram no país. Esta iniciativa é muito bem vinda, pois retratar as diferentes tradições, em um mundo cada vez mais globalizado e "padronizado" é benéfico para que se valorize a cultura de cada região e nos lembre que existem formas diferentes de se pensar e se expressar.
Achei legal pegarem essa ideia do "Dia dos Mortos" e passarem para as telinhas com uma forma divertida e mexicana. A dublagem foi muito bem feita e o enredo foi divertido. Os personagens são regulares, não gostei nada da moça disputada Maria porque eu entendo que a ideia era mostrar uma mulher independente mas ela acabou parecendo convencida e arrogante, e com certeza essa não é uma mensagem que você vai querer passar para o seu filho e principalmente para sua filha. O longa é previsível e acabou não sendo tão emocionante.
Alguns dos mais famosos cineastas da atualidade usam de seu status para produzir longas e animações sem interferência direta, apenas adicionando confiança em algo que tende a representar um filme de qualidade.
Neste interessante FESTA NO CÉU, Guillermo Deltoro assina a produção de uma animação que usa e abusa de um conceito tradicionalmente mexicano: o dia dos mortos. Na história, um grupo de crianças recebe como punição visitar o museu da cidade, lá eles são orientados por um inusitada funcionária que acaba apresentando-os ao Livro da Vida. Apesar do paradoxo, tanto do nome original (The Book of Life) quando do nacional ridículo, Festa no Céu nos faz acompanhar a história de três personagens que se envolvem, indiretamente, em um torneio que pode ter como resultado o controle da Terra dos Lembrados, Terra dos Esquecidos e do Mundo dos Vivos.
La Murte e Xibalba são ex-amantes que tomam conta dos mundos dos mortos e, por meio de uma aposta, resolvem definir quem tomará total controle do mundo exterior. A dinâmica de tal percurso nos presenteia com situações que envolvem o uso fascinante de cores, das mais variadas e com formatos plenamente fora do convencional.
Com personagens em formatos fora do que estamos costumados em produções do gênero, Festa no Céu consegue prender a atenção sem muita dificuldade. Embora apresente um história mais voltada para o público infantil, ainda sim resulta em um filme divertido e diferente.
Cada vez mais eu me decepciono profundamente com as traduções de título em português.The Book of Life-para Festa no Céu?Bem complicado não é?Deixando essa má ideia de lado.Festa no Céu é mais uma animação produzida com o máximo de capricho possível.É sim bem diferente das animações que ano após ano,estreiam cheias de arte gráfica e tudo fica digitalmente lindo.Não que Festa no Céu não venha com esses recursos,mais os detalhes dos personagens são extremamente desconcertantes,e ainda assim bonitos.O filme começa com uma história contada,em passeio escolar em um museu da cidade.Onde todos irão viajar na boa aventura dos três principais personagens do filme.Mais só que isso tudo se passa nos dia 2 de novembro,dias dos mortos.Um bom dia pra se contar um conto de horror,mesmo que não seja inteiramente horror.Os personagens até que são extremamente divertidos,e eles como tinha que ser animam o filme.Onde irão de qualquer forma disputar o coração da jovem e bonita Maria,que é dublada pela a linda e também jovem Zoe Saldana.
Não será surpresa se após o lançamento de Festa no Céu alguma editora lançar um livro pop-up do filme (daqueles que as páginas se transformam em figuras de papel). O novo filme dirigido por Jorge R. Gutierrez e produzido por Guillermo Del Toro (Labirinto do Fauno) brinca com a lenda mexicana que envolve o dia dos mortos. O filme tem um visual deslumbrante e vibrante para uma história formuláica e nada inventiva, mas que consegue deixar de lado esse problema com uma atmosfera encantadora que te joga em um mundo fantástico, ou nesse caso, três mundos.
O filme começa com uma guia de museu atrevida que recebe um grupo de crianças bagunceiras para uma visita. Ela vai contar a história do triângulo amoroso entre Maria e seus dois pretendentes: Manolo, descendente de uma longa linhagem de toureiros, mas que realmente quer ser um cantor/guitarrista; e Joaquin, um herói militar que pavoneia por aí com uma grande exibição de medalhas em seu peito.
O enredo é posto em movimento por uma aposta entre La Muerte e Xibalba, sobre qual dos dois homens conquistará de vez o coração de Maria. La Muerte, a governante da Terra dos Lembrados (toda colorida e animada), faz sua aposta em Manolo, enquanto Xibalba, que supervisiona a Terra dos Esquecidos (toda escura e decadente), coloca sua fé em Joaquin e não deixa de exercer a sua influência nos rapazes para terntar manipular o resultado da aposta em pról de ganhar a mesma.
Embora o roteiro possa parecer um pouco complicado para os espectadores mirins, eles certamente serão assolados pelas imagens mágicas que representam os três mundos e seus habitantes de madeira (que imitam brinquedos típicos do méxico). Seus planos cheios de cores vibrantes, imagens detalhadas e inspiradas no folclore e arte latino-americano, em 3D, parecem feitos com bonecos e paisagens de verdade, assim como Os Boxtrolls.
Embora, felizmente, o filme seja desprovido do tipo de humor fácil predominante em tantos filmes de animação atuais, Festa no Céu oferece muita diversão com suas escolhas musicais inspiradas (que para os adultos deverá ser melhor aproveitada na versão legendada). Em um ano sem Pixar, é mais uma boa escolha de animação para crianças e adultos.
O filme é legal e conta uma ótima história, é uma pena que em muitas partes o humor decai e fica chato de acompanhar, acho uma pena pois isso estragou o filme
Festa no céu conta-nos história de Manolo, Maria e Joaquim, amigos desde a infância. Mesmo que suas vidas tenham tomado rumos diferentes, algo continuou igual: os dois ainda são apaixonados por Maria. Dividido entre cumprir as expectativas de sua família e seguir seu coração. Manolo viaja em mundos fantásticos e enfrenta seus maiores medos.
Festa no céu é um filme que me surpreendeu, de várias formas, principalmente em seu deslumbrado visual. Não poderia esperar menos do designer de produção de Paul Sullivan que, posteriormente havia trabalho na direção de arte de Megamente, e de Simon Vladimir Varela que trabalhou em a noiva do cadáver no departamento de arte.
Festa no céu é um espetáculo de luz e formas. Entretanto, o que esse filme acerta em algumas partes, erra em outras.
Chakal o vilão, é mal introduzido, é mal desenvolvido e o final dele é patético. Acredito que, em minha opinião, seria melhor esquecer o vilão e focar no romance dos protagonistas.
Pude perceber também, que o filme se passa com uma velocidade assombrante. As coisas acontecem rápido demais.
Festa no céu é um filme com uma premissa boa, que não é muito bem executada. Mas em decorrência de uma estética primorosa, o filme consegue ter um bom desempenho, pelo menos em minha opinião.
Cada detalhe desse filme é lindo a história demorou um pouco pra se desenrolar e talvez, por isso, não gostei tanto, mas é uma boa história e vale a pena assistir
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