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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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4,5
Enviada em 27 de novembro de 2018
A melhor animação de 2013! Uma estória de duas irmãs numa aventura cheia energia e fantasia, levando ao telespectador a melhor diversão, muito bem feito e muito bem dirigido, com todos os atos bem definidos. Frozen- Ama aventura congelante é uma sacada ótima para vê em família.
Os filmes da Disney tem grande mania de formar a direção em dupla.Aqui os responsáveis,são Chris Buck e Jennifer Lee.Ele já dirigiu duas grandes animações,Tá Dando Onda e Tarzan,que essa última também tenha sido da grade Disney.E pelo o lado de Lee,ela é ainda está engatinhando no ramo.Teve o prazer de ser roteirista em Detona Ralph,que esse trabalho lhe abriu as portas para a direção parceirada com Chris Buck.Frozen,tem uma história bacana no início,onde se divide em ótimos gráficos gelados,com canções alegres das personagens principais.Onde vive também de personagens,que enricam a história,pra até mesmo confundir a nossa cabeça e não nos deixar desvendar o final da história.Mas em comparações,a outros bons títulos da Disney,Frozen não cumpriu o seu papel de se transformar em uma das melhores animações do estúdio.Onde apostou muito na tecnologia e nas cores,e deixou de lado a emoção entre os personagens.
Baseado no conto de fadas “A Rainha da Neve”, escrito pelo dinamarquês Hans Christian Andersen, a animação “Frozen: Uma Aventura Congelante”, dirigida por Chris Buck e Jennifer Lee, tem como personagem principal uma princesa bem diferente, uma anti-heroína chamada Elsa (dublada por Idina Menzel na versão original), que nasceu com um estranho poder: o de transformar em gelo tudo aquilo que ela toca, incluindo as pessoas.
Por causa desse poder e do fato de que nem ela mesma (nem as suas pessoas mais próximas) sabiam como ajudá-la a lidar com o lado especial que ela tinha, Elsa foi condenada pelos pais, os reis de Arendelle, a uma vida de solidão, confinada dentro do seu quarto em um enorme castelo. O lado curioso no roteiro escrito por Jennifer Lee é que ele destaca o fato de que não somente Elsa vive prisioneira de seu poder. Em decorrência disso, ela também acabou transformando a vida de seus pais e de sua irmã mais nova Anna (dublada por Kristen Bell na versão original), que passaram a viver isolados dentro do castelo, sem qualquer contato com o mundo exterior.
O grande ponto de virada da trama de “Frozen: Uma Aventura Congelante” ocorre quando Elsa atinge a maioridade, de forma a poder assumir o trono de Arendelle. Obrigada a enfrentar pela primeira vez as pessoas, o conflito interno de Elsa é tentar dominar o seu poder, que passa pelo controle de suas emoções, de forma a não assustar os seus súditos. Como um segredo desses é difícil de ser escondido por muito tempo, logo o reino de Arendelle foi colocado sob um inverno que parece ser eterno.
A essência de “Frozen: Uma Aventura Congelante” é o relacionamento que une Elsa e Anna. Quando crianças, as duas eram grandes amigas e companheiras de brincadeiras. Isso tudo teve que ser deixado para trás a partir do instante em que Elsa, Anna e família passaram a viver condenados dentro de seu castelo e se transformaram em duas estranhas uma para a outra. A grande jornada desse filme, portanto, é o reencontro entre as duas irmãs, num momento em que Elsa se sente, finalmente, livre para ser quem ela realmente é (naquela que é a melhor cena do longa); e num instante em que Anna começa a amadurecer por si própria, descobrindo os seus sentimentos mais íntimos.
“Frozen: Uma Aventura Congelante” é uma animação que remete aos filmes mais clássicos da Disney. O roteiro, ao mesmo tempo que coloca em tela os clichês mais típicos do gênero de animação, nos oferece reviravoltas que são surpreendentes. As metáforas utilizadas por Jennifer Lee são muito inteligentes. O contraste entre a frieza de Elsa (que não combina com a sua verdadeira personalidade, uma vez que ela tem a bondade e a compaixão dentro de si) e a alegria e a inocência de Anna está aqui para nos mostrar todo o poder que o amor tem de derrubar até as barreiras mais potentes. É uma linda mensagem passada por um filme que vem para tirar o gênero de animação do marasmo dos últimos dois anos.
A caçula Anna (Kristen Bell/Gabi Porto) adora sua irmã Elsa (Idina Menzel/Taryn Szpilman), mas um acidente envolvendo os poderes especiais da mais velha, durante a infância, fez com que os pais as mativessem afastadas. Após a morte deles, as duas cresceram isoladas no castelo da família, até o dia em que Elsa deveria assumir o reinado de Arendell. Com o reencontro das duas, um novo acidente acontece e ela decide partir para sempre e se isolar do mundo, deixando todos para trás e provocando o congelamento do reino. É quando Anna decide se aventurar pelas montanhas de gelo para encontrar a irmã e acabar com o frio. Uma Animaçao Bem Divertida Mais Nao Acho Que Seja O Melhor Da Disney Nota 7.5
É um filme bonito, que tem uma música tema que todos sabem o refrão, apesar de não gostar muito de filmes que o povo canta o tempo todo quando vai fazer qualquer coisa.
O filme tem um visual incrível! A animação é melosa, mas com bom humor. Minha filha assiste umas duas vezes por dia e as benditas músicas ficam na cabeça... Acho que vai virar um clássico!
O clima congelante do filme e o ar condicionado do cinema fazem com que esse filme seja em 4D. A animação é realmente uma aventura congelante, assim como outros sucessos no gelo; Happy Feet e Expresso Polar. E Frozen além de contar com um desenho muito bem feito e lindíssimo, conta também com uma gama de produtores de sucesso, as expressões das personagens nos lembram muito Detona Ralph e Enrolados, principalmente os lindos olhos. Nessa aventura muito aguardada, duas princesas do reino de Arendel vivem separadas desde um grave incidente na neve, não se conhecem e nem tem a oportunidade de crescerem juntas. Apenas quando Elsa (a irmã mais velha) será coroada rainha, Anna (a mais nova) tem o prazer de sua companhia, e no baile a revelação de que Elsa é capaz de congelar tudo, e de fazer nevar, deixa a todos do reino preocupados, e a rainha foge para as montanhas; é no clima de descoberta e apreensão que Anna vai em busca de sua irmã nas montanhas congeladas. Nesse meio tempo, as personagens mais empolgantes do filme entram em cena, Sven, Christoph e o divertidíssimo boneco de neve Olaf (destaque para a dublagem memorável de estreia de Fabio Porchat). Com muito humor e emoção essa aventura vai congelar o coração de muita gente, mas também pode abrasar um coração angustiado. Com um final arrebatador e com uma surpresa para muitos que pensam que amor, é só entre namorados e apaixonados, o filme além de lição é alegria. E para um gran finale temos a música indicada ao Oscar de 2014 (Melhor Canção Original), "Let It Go" muito bem composta por Robert Lopez (lindo trabalho também em Winnie The Poo) e Kristen Lopez. Frozen além de uma aventura é um conforto de que os Clássicos Disney podem estar de volta, e merecidamente (indicada á inúmeros prêmios de Melhor Animação no ano de 2014) com esta linda e gelada animação.
Sinopse: Acompanhada por um vendedor de gelo, a jovem e destemida princesa Anna parte em uma jornada por perigosas montanhas de gelo na esperança de encontrar sua irmã, a rainha Elsa, e acabar com a terrível maldição de inverno eterno, que está provocando o congelamento do reino.
Crítica: "Frozen: Uma Aventura Congelante" é um filme encantador que consegue equilibrar humor, emoção e uma história envolvente. Com personagens carismáticos como Elsa e Anna, a animação explora temas de amor, aceitação e a força do vínculo familiar. O destaque fica para a canção "Let It Go", que se tornou um clássico e simboliza a luta interna de Elsa.
Entretanto, apesar de seu apelo visual impressionante e da trilha sonora marcante, o filme apresenta algumas falhas. A trama pode ser previsível em certas partes, e alguns personagens secundários carecem de desenvolvimento, tornando-se estereótipos. Além disso, o enredo foca principalmente nas irmãs, deixando de lado oportunidades para explorar outros protagonistas de forma mais profunda.
Visualmente, "Frozen" é deslumbrante, com animações de frio e neve bem elaboradas que transportam o espectador para o mágico reino de Arendelle. No entanto, a profundidade emocional varia, com alguns momentos sendo mais impactantes do que outros.
Em resumo, "Frozen: Uma Aventura Congelante" é uma experiência encantadora que entretém e ensina. Apesar das suas imperfeições, o filme conquista com suas lições sobre amor verdadeiro e autoaceitação, resultando em uma obra que vale a pena ser assistida.
Frozen é uma animação completa. Possui traços de humor, romantismo, drama e como o próprio título diz, uma aventura congelante. Vemos personagens carismáticos que divertem o público, destaque para o boneco de gelo Olaf, muito bem dublado por Fábio Porchat. A animação teve um belo musical, claro que em algumas cenas se tornaram excessivas, mas cenas como a Elsa cantando Let It Go foi de arrepiar. Frozen se diferencia de muitas animações e com certeza nos fazem lembrar títulos clássicos. Vale a pena conferir.
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