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F. V. Fraga
108 seguidores
64 críticas
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2,5
Enviada em 10 de novembro de 2014
Drácula - A História Nunca Contada / Dracula Untold(2014) está mais para o vampiro de Van Helsing(2004), do que para Drácula de Bram Stoker (1992). O filme é dirigido pelo estreante Gary Shore e segue a linha de filmes como Frankenstein Entre Anjos e Demônios. (2013), que atribuem uma nova roupagem para monstros clássicos do cinema, transformando-os em super-heróis.
Na trama o príncipe romeno Vlad Tepes estivera da infância ao início da vida adulta, servindo como um soldado-refém do Império Turco, ficando famoso comoVlad, o Empalador. Ao voltar para governar em seu reino, onde é conhecido como o Filho do Dragão, acaba por se revoltar contra os turcos. Como suas defesas estão em desvantagem, ele recorre a um pacto com um ser sobrenatural, para obter poderes, mas sob a pena de uma maldição.
O nobre romeno é vivido por Luke Evans (O Hobbit), que se esforça para atribuir gravidade ao roteiro, mas o foco são as cenas de ação, que deixam pouco espaço para a construção do personagem. Os efeitos são competentes e tem suas qualidades na tela grande, mas alguns recursos são utilizados repetidamente fazendo o filme parecer mais longo do que suas 1 h e 35 min.
A Universal Studios Hollywood já anunciou que o longa-metragem do vampiro é o pontapé inicial para uma franquia que vai reunir seus personagens clássicos, como o Lobisomem, Monstro do Lago Negro, a Múmia , o Homem Invisível, etc. Infelizmente este início é mais ação do que épico e não traz nada de surpreendente, fazendo com que o futuro das continuações dependa do sucesso nas bilheterias. Se você gosta deste gênero de filme vai se divertir no cinema, mas se prefere narrativas vampirescas comoEntrevista com o Vampiro (filme) de 1994 ou Amantes Eternos de 2014, provavelmente ele não vai agradá-lo.
Nota 5,0. (Regular) - "Às vezes o mundo não precisa de um herói, e sim de um monstro".
Bom, assistir o filme, e realmente ele começa bem, do meio pro fim, fica sem graça, algo que parece que só vai crescer tende a diminuir. sem falar das falas cliches neh. É um filme bom, mas comum.
Esperava mais, já que rendeu uma boa bilheteria no Brasil. No entanto, ''Drácula - A História Nunca Contada'' tá muito abaixo das outras aparições do vampiro mais famoso das telonas.
Desde Crepúsculo, o cinema tem certos problemas em como adaptar as suas histórias de vampiros. Pouco realmente rendeu algum fruto (principalmente quando se fala em qualidade), e, infelizmente, Drácula – A História Nunca Contada caiu nesse problema.
O filme tem uma proposta que foge do terror das criaturas para focar na ação, mostrando a origem de um Drácula mais bondoso do que o que já vimos no cinema, misturando alguns pontos das histórias de Vlad, O Empalador, com os mitos. Assim acompanhamos o personagem, interpretado aqui por Luke Evans, em uma batalha para proteger seu reino dos Turcos, usando o poder dos vampiros para tal.
Contudo, nada realmente se encaixa no filme. A ação, embora tenha seus poucos momentos de brilho, peca na maior parte do tempo, sendo simplória, seja no seu contexto ou coreografia. O mesmo pode-se dizer da história em geral. Não há personagem que seja remotamente profundo, que seja relacionável. As motivações de Vlad soam extremamente pífias, assim como as atuações de praticamente todo o elenco de apoio. No final, você só se lembrará do nome do personagem principal, e isso apenas porque é também o título do filme. E o final de Drácula é algo totalmente dispensável, desconstruindo completamente personagem e lenda, mudando até mesmo o tom que o filme apresentava até ali. Em sua tentativa de se tornar um filme para qualquer público, perdeu-se completamente a identidade do filme.
Os efeitos visuais, um dos poucos itens que também poderiam dar alguma inovação (ou pelo menos algo bom) ao filme, também beiram o limite da falta de finalização. São vários os momentos onde fica claro que há um efeito mal aplicado, pois ele não foi finalizado. Vemos isso em cenários, principalmente. O lado bom é que as batalhas mantiveram um nível mais elevado neste quesito, sendo uma das poucas experiências mais palatáveis.
“Drácula – A História Nunca Contada” quis construir uma mansão sobre um terreno ruim. A falta de argumentos e qualidade visual tornam o filme, que poderia ser uma boa ação, em mais um nome em uma lista infindável de terríveis filmes do gênero, o que é uma pena para um elenco e mitologia que mereciam muito mais.
O filme seguia por um bom caminho até o envolvimento da mulher do Drácula e do filho covarde na história. Na minha opinião os dois estragaram o filme, ficou com muita melação, muitas vezes parecia romance. Em contramão, adorei o Vlad, pena que a presença de uma esposa sem sal e um filho apagado estragaram o restante da trama.
O filme falha como uma aventura, uma história de origem, ou uma história de terror. Para uma história nunca contada, é uma história que podia seguir nunca contada. Se pelo menos spoiler: houvesse um bom roteiro e personagens interessantes , não haveria mal em trocar o terror pela aventura, infelizmente, nem isso o filme tem. E pensar que isso é o começo de uma possível franquia...
Drácula - A História Nunca Contada começa com uma boa premissa: contar as origens de Vlad, e como ele veio a se tornar o famoso Drácula. No entanto o filme rapidamente se perde com uma introdução estilizada, diálogos repetitivos e atuações medíocres. Luke Evans faz um Vlad mais humano, no entanto sem qualquer resquício de carisma, Sarah Gordon é totalmente dispensável, fazendo a típica donzela em apuros sem sal, Charles Dance faz Calígula, obscuro como necessário. No geral toda a história tem um ar forçado, impondo o enorme amor de Vlad á sua familia, forçando drama em um roteiro fraco.
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