Drácula - A História Nunca Contada
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261 Críticas do usuário

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Gabriela C.
Gabriela C.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de novembro de 2014
Excelente, me surpreendeu positivamente. Acho que quem já leu outras versões irá gostar.
Mikael Avner C.
Mikael Avner C.

30 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de outubro de 2014
Quem é Drácula?
Essa é a pergunta que o filme Drácula – A História Nunca Contata quer responder. É por isso que eu fui ver o filme, estava curioso para saber como este famoso personagem surgiu. Muitos filmes já tentaram explicar a origem do conde, alguns conseguiram mostrar algo original, outros nem tanto. Mas o Drácula destes filmes sempre foi o monstro, o terrível vilão. Confesso que torci para o filme não recorrer à moda atual em que mostra o vilão como o mocinho , mas isso foi exatamente o que aconteceu.
No filme, Vlad é apresentado como o justo príncipe da Transilvânia que foi escravo dos turcos, transformando-se em um terrível soldado empalador de corpos. Ao voltar a sua terra natal, Vlad tenta deixar o seu passado sombrio e sangrento para trás. Tudo o que ele quer é proteger sua família e seu reino. Mas os turcos são poderosos e exigem, novamente, mil garotos para o seu exército, entre eles o seu filho.
Percebemos, então, que Vlad é capaz de qualquer coisa para salvar o seu filho, inclusive fazer um pacto com um ser que ele não compreende direito. Ser este, explicado em dois minutos por um padre no início do filme. Até este ponto podemos ver um personagem humano muito bem representado por Luke Evans, mas o filme tem uma virada muito brusca quando ele vira vampiro, recebendo poderes e sendo hábil de usá-los sem o mínimo de treinamento. Em uma cena ele percebe que pode controlar morcegos e um segundo depois reúne um exército de milhares de roedores voadores como se soubesse fazer isso por vários séculos (visualmente, uma das melhores cenas do filme).
O filme inteiro procura justificar os atos de seu protagonista, mostrando-nos o outro lado da história (qualquer semelhança com Malévola não é mera coincidência), diferentemente do filme da Disney porém, Drácula – A História Não Contada é um pouco mais sombrio, com um final não tão feliz. Luke Evans, assim como Angelina Jolie, incorpora o personagem como se ele estivesse escrito especialmente para ele. O mesmo não pode ser dito dos outros atores cujos personagens são muito superficiais, incluindo um Dominic Cooper no papel de um Sultão com problemas de excesso de maquiagem.
O último ato do filme dá mais uma virada, com direito a uma cena à la O Espetacular Homem Aranha, fazendo o “herói” tomar uma decisão importante e nem um pouco inesperada. O exército criado por ele é aterrorizador, e mostra, depois de tanto tempo, VAMPIROS. Aqueles monstros sugadores de sangue que têm alergia ao Sol, a prata e a cruz. Confesso que senti saudades destes tipos de vampiros clássicos. Uma das últimas cenas, com os vampiros em circulo foi algo que eu não via há muito tempo. Aqui vemos mais uma cena visualmente bela.
Talvez pelo fato de conhecermos tão bem este vampiro, o filme não procura explicar muito como funciona a transformação. Creio que o intuito do filme é mostrar um Drácula mais humano, mas não menos letal. Para quem gosta do gênero é um prato cheio. Mas se você ainda não assistiu, assista sem expectativas que você vai gostar. Vale a pena ver, se não pela história, pela fotografia e efeitos especiais que funcionam bem, assim como a já citada eficaz atuação de Luke Evans.
Fernanda S.
Fernanda S.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de outubro de 2014
Me parece ser muito bom esse filme, é meu tipo perfeito ja que amo filmes sobre vampiros........
.........
ninaxaubet
ninaxaubet

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de outubro de 2014
Do mundo sobrenatural e de todas as suas criaturas, confesso que a mais interessante é o vampiro. Todas as histórias que giram em torno desse ser místico e lendário, já foram cenários para os mais diferentes tipos de filmes e séries. Com a versão clássica dos antigos filmes vampirescos conhecemos sua versão mais monstruosa, por assim dizer; contudo, o tempo passou e o Dracula, interpretado por Christopher Lee ganhou um apelo diferente, tornando-o mais apresentável e atraente; então, o cinema e o mundo conheceu Anne Rice e ganhamos Entrevista Com O Vampiro, com Brad Pitt, Tom Cruise e Antonio Banderas no elenco - e o filme tornou-se um clássico para quem curte o gênero. Também tivemos o desprazer de modinhas como Crepúsculo, e no caso das telinhas Teen Wolf, que não são lá algo para se ter muito orgulho. Após séries excelentes como True Blood, The Vampire Diaries (e não que esta esteja nesta fase muito boa atualmente) e a cancelada Dracula, somos finalmente apresentados a uma versão que (pelos trailers) promete ser arrebatadora.

O longa tem seu início com uma cena paralisada enquanto é narrada a história de Vlad Tepes e sua crueldade adquirida. No longa, conta-se que o pai de Vlad o entregou para os Turcos afim de manter a paz entre os reinos, fazendo com que o menino vivesse sob os regimes turcos e se tornasse um soldado. Quando Vlad retorna ao seu reino na Transilvânia, ele consegue estabelecer um período de dez anos de paz, até que os soldados turcos resolvem fazer uma nova exigência: O príncipe Vlad deve lhes dar mil meninos para que estes se tornem soldados, incluindo seu próprio filho. E, contrariando as expectativas turcas, o príncipe mata alguns soldados e declara guerra. Assim, ele procura a força necessária para salvar seu filho.

A história de Dracula é conhecida por todos, o que - na minha opinião - torna muito mais difícil a criação de um roteiro que não fique enfadonho, ultrapassado e um total desastre. Contudo, Gary Shore (estreante na direção) acerta o tom, conseguindo adaptar a história do Empalador com a ficção e toda a parte sobrenatural sem exageros. Entretanto, espera-se que o filme tenha uma carga maior no quesito "crueldade", já que o personagem histórico era conhecido por tal fato; porém, a direção tomou um rumo diferente, dando ao personagem uma carga emocional maior, com pinceladas de amor fraterno e um quê de romantismo, mesmo assim o personagem interpretador por Luke Evans é frio e vingativo.

O longa, além de uma trilha sonora excelente e que se completa com as cenas de ação e de diálogo, tem uma fotografia escura, sombria, complacente com seu protagonista, contrastando, também, com outras cenas iluminadas.

Mas sem dúvida, é em Luke Evans que estão todos os holofotes. O ator consegue expressar sua dor, suas incertezas e fraquezas em momentos curtos de diálogo com o filho ou a esposa, e se mostra tão cruel e vingativo conforme o filme avança. O maior protagonista da carreira de Luke Evans sem dúvida é este, tornando o peso por trás de sua interpretação muito grande; e embora espera-se que o personagem exale crueldade e medo, também vale salientar que desta vez Hollywood não o romantizou de uma maneira extrema e nem o deixou tão vulnerável. Na verdade, o longa explora uma faceta que ainda não foi cogitada: até onde um pai iria para salvar seu filho?

Vivendo sob o terror de ver seu filho (e outros mil) acabar sob domínio do rei Mehmed (Dominic Cooper) e tornar-se um soldado tão cruel quanto o próprio pai, o príncipe Vlad (ainda humano) recorre ao desespero e a única solução que ele consegue enxergar: tornar-se um vampiro e obter o poder necessário para resistir a invasão turca. Constantemente nota-se as atitudes desesperadas do príncipe e as consequências que elas lhe trazem. Assim, retratar Vlad como um ser humano desesperado para salvar aqueles que ele mais ama, seria um motivo plausível para sua atitude insana. E, é claro, Dominic Cooper prova ser muito mais versátil do que imaginamos. Depois de vê-lo em um como Mamma Mia e encarnando Howard Stark em Capitão América - O Primeiro Vingador e, ainda, após sua brilhante atuação em Bond (minissérie inglesa), aqui ele adquire sotaque e até algumas falas no idioma, bem como feições que nos lembram os turcos.

Outro aspecto bem interessante é a produção do filme em si. As tomadas panorâmicas que mostram o castelo do príncipe próximo a um penhasco e os mosteiros incrustados em montanhas cercadas por matas densas, foram feitas de uma maneira muito fiel, pois em fotografias antigas das ruínas do castelo do Dracula, percebe-se o mesmo tipo de relevo e vegetação. Além disso, a parte histórica teve lá as suas adaptações, contudo, em vários momentos o espectador é lembrado de que os turcos tentam dominar as terras do príncipe para, finalmente, avançarem para a Europa. E como estamos em meados do século XV, o figurino de uma Transilvânia que resiste contra a invasão turca, é muito bem trabalhado, sem todos aqueles adornos e vestidos cheios de camadas e babados que países como a Inglaterra e França adotaram.

Por fim, Dracula - A História Nunca Contada volta com todos aqueles aparatos que não se via há tempos num bom filme de vampiros: os dentes, os morcegos, o sangue, os crucifixos e a prata. Adicione a esta formula boas atuações e cenas incríveis de batalhas recheadas de efeitos especiais excelentes. O resultado não podia ser melhor: um filme que conta a história explorando uma faceta diferente, mas que dá aos fãs o que eles querem ver novamente: um Dracula que faça nosso ingresso valer a pena e que nos faça pensar que nem tudo está perdido (e que nem todos os vampiros brilham, é claro).
luana s.
luana s.

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3,0
Enviada em 25 de outubro de 2014
Filme bom, porém esperava um pouco mais! Prende a atenção do começo ao final, e história interessante. O final deixou a desejar..
Carlos G.
Carlos G.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de outubro de 2014
O fato desse filme trazer o Dracula pro lado mais humano foi sensacional, aonde o personagem é um ser humano e devido a situação, faz de tudo pela sua familia. Like Evans teve uma participação absurda, atuação digna de Oscar. Certamente será um dos melhores se não o melhor filme do ano. Esperançoso que haja a continuação.
Mateus P.
Mateus P.

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3,0
Enviada em 22 de abril de 2016
Esperava um filme mais sombrio, o filme ñ mostrou o Dracula como ele realmente é. Uma frase q o Vlad diz q as vezes o mundo ñ precisa de heróis, mais sim de monstros, achei essa frase muito boa mais ñ mostra o monstro q ele realmente é.
Melina M.
Melina M.

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2,5
Enviada em 25 de outubro de 2014
Para mim, Drácula de Bram Stocker do diretor Francis Ford Copola continua sendo o melhor filme de vampiro que já assisti. Drácula untold tenta explicar a origem do mito, porém o filme é uma história com alguns efeitos visuais legais e um enredo fraco. Sem falar que para explicar a origem do Drácula “o pai de todos os vampiros” o filme inventa outro vampiro( mais antigo) que transforma Drácula no que ele é. Em resumo, nesse filme drácula não é o Vampiro dos vampiros, mas mais um vampiro mordido por outro vampiro. Faltou criatividade dos escritores para contarem a origem de um dos mitos mais famosos do terror.
Kinho R.
Kinho R.

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5,0
Enviada em 25 de outubro de 2014
Muito bom.. Mais uma vez o cinema recriando histórias para dar uma visão diferente ao que já conhecemos... Amor.. justiça.. Liderança.. Gostei muito.
Diogo D.
Diogo D.

5 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de outubro de 2014
Bom, assistir o filme, e realmente ele começa bem, do meio pro fim, fica sem graça, algo que parece que só vai crescer tende a diminuir. sem falar das falas cliches neh. É um filme bom, mas comum.
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