Drácula - A História Nunca Contada
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4,1
4080 notas

261 Críticas do usuário

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Mary d.
Mary d.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de outubro de 2014
Esse filme é tudo de bom tem uma ótima história , enredo e desenvolvimento. Recomendo à todos.
Ariane A.
Ariane A.

13 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de outubro de 2014
Crítica – Drácula – A História Nunca Contada

Boring?

Seguindo o exemplo de vários remakes, eis que me surge mais uma versão de Drácula.
“Drácula – A História Nunca Contada” vem com o objetivo de criar empatia pelo monstro mais conhecido do mundo.
A nova abordagem que transforma Drácula em um herói altruísta é bem diferente das histórias que conhecemos.
O inicio do filme é lento e há excesso de explicações sem sentido a todo o momento.
Luke Evans conseguiu cativar o publico ao humanizar Drácula transmitindo com facilidade seus ideais para com a família e seu reino, sem precisar dizer uma só palavra.
Já em contrapartida, Dominic Cooper não encontrou o tom correto para compor o vilão do filme e confesso que por mais personagens que ele faça, (como por exemplo, Howard Stark em Capitão América: O Primeiro Vingador), ele sempre vai ser associado ao Sky de “Mamma Mia”.
Outra participação insustentável é a de Sarah Gadon que não chamou a atenção e acabou sendo apenas um enfeite ao lado de Evans.
Palmas para o roteiro que manteve aspectos básicos da lenda e muitas vezes esquecidos pelos variados remakes atuais, como a volta dos morcegos e até mesmo a impossibilidade de andar no sol, que deixou um furo, talvez proposital, no filme, mas que deixa uma pulga atrás da orelha de curiosidade.
Um ponto positivo que vale a pena salientar foi o desfecho do filme, reencontrando a história original em um cenário moderno, proporcionando a oportunidade de uma continuação, quem sabe, bem sucedida desta vez.
Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de outubro de 2014
Foi muito bom. A história foi boa, o figurino estava de parabéns, os efeitos e o cenário também foram muito bons. O que me incomodou um pouco foi a fotografia que poderia ser um pouco mais escura, a mulher do Drácula poderia ter sido interpretada por outra pessoa e a relação do protagonista com o sol que ficou estranha.
Lucas B.
Lucas B.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de outubro de 2014
O que diria Bram Stoker?
De Lucas Borba
É verdade que uma história pode ser recontada ou mesmo complementada com novos relatos. Se em se tratando da ficção, porém, ao menos a essência da história original não for preservada nesta releitura ou acréscimo, a nova narrativa perde o próprio sentido de existir, a não ser que passe a ser considerada uma nova história meramente inspirada na original, contudo de modo algum uma extensão da trama raiz.
Essa liberdade descompromissada, que acaba por definir um príncipe empalador como herói, resume o conteúdo de Drácula – A história Nunca Contada. Com direção de Gary Shore, o longa apresenta um relato para a origem da criatura imortalizada por Bram Stoker a partir de um personagem histórico.
No filme, Vlad Tepes (Luke Evans) foi entregue como escravo aos turcos quando criança por seu pai e rei da Transilvânia. O príncipe foi um entre centenas de garotos cedidos aos opressores. Vlad fica conhecido por sua agressividade nos combates ao lado dos turcos, que empalava os inimigos vencidos. Após retornar à Transilvânia, governa em prosperidade durante uma década, até que o rei turco, Mehmed (Dominic Cooper) reclama nova leva de crianças. Com a recusa de Vlad, uma guerra tem início e, para conquistar a vitória, o príncipe recorre a uma criatura das trevas (Charles Dance), que vitimou turcos pelas redondezas. Ao beber o sangue do monstro, Vlad inicia sua transformação em vampiro e adquire habilidades sobre-humanas.
Não fosse uma cena ou outra, a narrativa lembra uma novela nível B. Incrível como numa história sobre vampiros praticamente não há sangue, mesmo em quadros em que ele deveria aparecer com destaque, caso das cenas de batalha e, pasmem, até durante o próprio ato vampiresco de sorver o líquido vermelho. Uma opção, é claro, seria a ocultação do quadro – trabalhar com o que não se vê -, mas o filme quer que acreditemos que simplesmente não possuímos tanto sangue em nossos corpos – salve o interesse comercial na classificação indicativa interferindo na narrativa. Elogie-se, contudo, a atmosfera sombria propiciada pela fotografia acinzentada de John Schwartzman.
Outro ponto frustrante é quão pouco o roteiro aproveita o potencial de um personagem que, em tese, deveria justificar ao menos uma parcela da personalidade do vampiro clássico. O que diria Bram Stoker de seu Drácula em comparação com o que vemos na tela, mesmo na conclusão do filme? Ora, na versão de Shore, Vlad não só justifica seus atos por amor à família ao longo da produção, como o faz até o último instante de projeção. Apesar do bom trabalho de Evans em humanizar o personagem – o ator, ao lado de Dance, aliás, são os que conseguem dar algum sal ao longa -, Drácula – A História Nunca Contada naturalmente não tinha a obrigação de apresentar o vampiro tal qual o conhecemos, mas ao menos deveria referenciá-lo apropriadamente. De fato, o roteiro falha até no resgate mitológico acerca do vampiro: a fonte dos poderes que o sol, a prata e a estaca têm sobre a criatura não fica clara na história.
Em suma, um filme claramente preocupado em se fazer entender – a narrativa mastigada ao ponto de cair na redundância não deixa dúvidas -, porém pobre de argumento, de referencial e que desvaloriza a própria trama – a incongruência da esposa e do filho de Vlad presentes no meio da batalha sem razão aparente, enquanto todo o sacrifício do príncipe é baseado em mantê-los em segurança, é que o diga. Uma coisa é certa: essa história, até então, com certeza não esteve nem perto de ser contada.
Luke A.
Luke A.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de outubro de 2014
O que você faria para proteger sua família e seu povo? Aceitaria ganhar um poder sobrenatural que te desse a força para consegui-lo? Pois foi isso que Vlad (Luke Evans) fez, para proteger algo que ele amava muito, ele preferiu se tornar mais forte sem mesmo querer saber das consequências que adquiriria; eu poderia falar sobre o filme sobre as batalhas, sobre os turcos ou qualquer outra coisa que a nós é apresentado no filme, mas a unica coisa me interessa falar é do motivo maior, não o famoso conhecido Drácula, mas sim do porque ele aceitaria tal maldição, apenas com um único objetivo de salvar e proteger as pessoas que ele amava, e isso incluindo sua família e seu povo, ele batalharia por eles, morreria por eles, e a maldade adquirida, a sede de sangue e a fama de empalador, seriam meras consequências vindas por razões justificadas, e a verdade não esclarecida é que Drácula era um homem que se transformou em um monstro apenas para virar um herói. E este filme mostra tudo isso, sendo totalmente diferente de todos outros filmes desse gênero e realmente ele nos mostra "A historia não contada" sobre Drácula.
lucas v.
lucas v.

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 27 de outubro de 2014
O filme é muito fraco, história muito ruim, estilo João e Maria. Um filme de sessão da tarde. Estava doido para o filme acabar
Nei C.
Nei C.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de outubro de 2014
Pra mim, Drácula de Bram Stoker, sem dúvida é a melhor história retratada no cinema, pelo grande Francis Ford Copolla!
Cintia T.
Cintia T.

17 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de outubro de 2014
Achei esta nova versão hiper bacana. Pra variar a história do Dracula é um romance. Mas nos antigos sempre ressaltam o amor de Vlad por Mina, nesta versão ocorre tb este amor, mas o motivo do príncipe tornar-se Dracul é pelo filho. Recomendo, sou muito fã das histórias do príncipe Vlad.
D. Fernandes
D. Fernandes

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de outubro de 2014
Se você for fã de "Crepúsculo" e afins, não assista "Drácula - A História Nunca Contada". Por quê? Pelo simples fato de que, neste filme, temos vampiros de verdade. Mas além de vampiros muito bem feitos, interpretados e trabalhados em estúdio, vemos nomes de peso vindos de outras produções que, na minha opinião, poderiam ter dado mais vida ao seu personagem.

É o caso do pequeno Art Parkinson, que em "Game of Thrones", decepciona com a mesma face doentia de "mamãe, cadê meu mingau?" e Dominic Cooper, que já interpretou o vampiro Henry Sturgess em "Abraham Lincon - O Caçador de Vampiros" e outros personagens de destaque, como em "Need for Speed", além de contracenar incrivelmente com Samuel L. Jackson em "Um Álibi Perfeito", poderia ter tido mais destaque no seu papel em Drácula.

Por outro lado, temos o excelente Charles Dance, que neste caso, como em "Game of Thrones", interpreta o papel como se fosse o último de sua vida, dando todo seu sangue - e tomando de outros personagens, para viver a melhor personificação de um vampiro que assisti na vida. De "Game of Thrones" vem também o compositor da trilha sonora, Ramin Djawadi, que convenhamos, sempre transporta para a telona uma emoção descomunal. Suas composições são tão grandiosas que tiram o espectador da realidade e o transporta para a época retratada - mesmo que numa história atemporal.

De modo geral, o filme não surpreende com a escolha do protagonista no final, mas abre margens a continuações, que provavelmente virão. Vale a pena citar a motivação de toda a história, que trata dos nossos laços familiares, do nosso amor e devoção pelo que somos e pelo que um dia seremos. Em tempos onde há cada vez mais guerras dentro das famílias, um filme que mostra a guerra de um pai para proteger sua família pode ter um grande valor filosófico se for bem apreendido.
Aydin S.
Aydin S.

45 seguidores 4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de outubro de 2014
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