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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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2,5
Enviada em 11 de janeiro de 2018
Regular ao extremo! Grande potencial, mas que.... Temos Luke Evans em um papel de destaque, mas que ele não corresponde como se esperava e o roteiro também não ajuda. Colocam o Filme em outro patamar e a estória modifica o clássico.
Mais um roteiro adaptado dos romances de Bram Stoker,só que dessa vez "Dracula" se agarra muito nos efeitos ultramodernos e acaba esquecendo o bom roteiro que tem.A história começa a engrenar a partir da metade,o problema é que o filme tem pouco tempo de duração,o que faz algumas partes interessantes serem atropeladas.E fica visível que esse "novo Dracula" não é um filme de vampiro,parece mais um conto de super-herói,já que o protagonista participa de muitos,muitos momentos mesmo nessa ideia.É um filme esquecível,por vários detalhes,desde uma atuação mediana de Luke Evans,até o abuso de efeitos desnecessários.Salva-se a boa fotografia,bem escura,reserva as melhores cenas do filme.
Os habitantes da Transilvânia sempre foram inimigos dos turcos, com quem tiveram batalhas épicas. Para evitar que sua população fosse massacrada, o rei local aceitou entregar aos turcos centenas de crianças. Entre elas estava seu próprio filho, Vlad Tepes (Luke Evans), que aprendeu com os turcos a arte de guerrear. Logo Vlad ganhou fama pela ferocidade nas batalhas e também por empalar os derrotados. De volta à Transilvânia, onde é nomeado príncipe, ele governa em paz por 10 anos. Só que o rei Mehmed (Dominic Cooper) mais uma vez exige que 100 crianças sejam entregues aos turcos. Vlad se recusa e, com isso, inicia uma nova guerra. Para vencê-la, ele recorre a um ser das trevas (Charles Dance) que vive pela região. Após beber o sangue dele, Vlad se torna um vampiro e ganha poderes sobrehumanos. um Filme Legal , Com Boas Atuaçoes , Boa Produçao e Bons Efeitos , Historia Boa , Filme Ate Assistivel Nota 7.0
Ressuscitar franquias com personagens famosos sempre foi algo comum no cinemão de hollywood, ainda que tais personagens tenham visitado diversos outros filmes ao longo da trajetória desde sua criação. Recentes renascimentos de monstros saíram das mãos da Universal como Lobisomen, Frankestein e até mesmo Drácula, que aqui tem sua origem contada com um ótica diferente, mostrando-o como o protagonista bem-feitor.
Interpretado por Luke Evans, Vlad tem suas origens mostradas já no prólogo do filme, realçando as lendárias batalhas das quais fez parte. O protagonista ganha notoriedade por suas grandes habilidades em campo, chegando a empalar seus adversários. Já em paz e distante da carnificina a 10 anos, Vlad é novamente confrontado pelos Turcos, exigindo como renovação de paz uma grandiosa quantidade de crianças para serem treinadas pelo exército rival. Evidentemente que, como rei, Vlad exita, declarando guerra a seus rivais.
Mesmo sendo retratado como vilão na maioria de outros filmes, aqui Vlad tem nosso apreço, principalmente pela forma humana com que Luke Evans interpreta o personagem, dedicado a família em qualquer circunstância, e também devoto a proteção de seu povo.
Por não dispor de quantitativo suficiente para enfrentar o turcos, o rei Vlad busca nas forças ocultas uma aliança para equilibrar a batalha, mas equilíbrio este que tem seu preço, uma vez que as condições deixam a situação muito delicada. A partir daqui presenciamos Vlad descobrindo seus poderes sempre de forma sutil e criando resultados bem interessantes. Desde a força sobrehumana, passando pela visão noturna até a fantástica forma de acelerar seus passos transformando-se em morcegos. A forma com que esse último efeito é executado cria situações bem divertidas, pois durante as batalhas a alternância da forma humana com morcegos permite a Vlad manobras bem curiosas de ser ver, principalmente aquela em que o reflexo de uma espada mostra parte de uma batalha de forma interessantíssima.
Quanto aos aspectos gráficos do filme, temos grandes destaques para o visual, algo natural para uma produção de grande orçamento como esta, que, aliada a fotografia sempre acinzentada reflete de forma sombria os tempos vividos pelos personagens. Os efeitos visuais são competentes, com grande destaque para os morcegos e sua transformação.
A última produção a fazer uso do famoso personagem Drácula diverte e compõe um passatempo razoável. Nem de longe surge como algo inovador de de grande frescor para a mitologia criada por Bran Stoker, mas é um filme que vale o tempo investido.
Munido com a frase do filme " às vezes o mundo não precisa de um herói, e sim de um monstro", é assim que esse Drácula interpretado por Luke Evans aparece. Ambientado no século XV, na Romênia, época em que o império Otomano estava em seu auge, o nosso vampiro acaba sendo muito mais uma vitima do destino quando escolhe virar um monstro para salvar sua família e reino. Aqui não vemos uma apelação ou tentação por sangue, por sexo, pois o nosso vampirão parecer ser o único que consegue se controlar diante disso. A tentação é por guerra. Esse é o seu ofício. Nada de novo no universo hollywoodiano. O roteiro e arte do filme é algo bom de se ver, uma vez que se dedica nas cenas e coreografias de combate algo excepcional. Mas se perde um pouco na falta de drama e de história do Drácula. Outro ponto positivo é essa inversão do Drácula, de não ser um vilão ou um mostro comum. Tudo que ele faz é justificável. Bom filme.
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