Azul é a Cor Mais Quente
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4,2
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135 Críticas do usuário

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Ana Paula F.
Ana Paula F.

21 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de dezembro de 2013
O filme é realmente ótimo, um dos melhores que já vi. Ele é intenso e dá pra sentir junto com Adele seus sentimentos por Emma. Mas quem for assistir, AVISO: O filme contém cenas de sexo explícitos, oque chega a chocar telespectadores que nunca viram filme contendo esse tipo de conteúdo. Porém, talvez sem essas cenas o diretor não conseguiria transmitir sua idéias. O diretor queria mostrar ao público a vida de Adele, nos deixar íntimos dela, seja isso com imagens de sexo ou até mesmo vê-la comer macarrão. Mas ao vê-lo por completo, assistir as maravilhosas 3 horas de filme, a gente vê que não se trata de um filme de sexo, ou coisa do tipo e sim de amor. FILME NOTA 10, O MELHOR DO ANO!
Dog Salino
Dog Salino

9 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de dezembro de 2013
Azul é, definitivamente, a cor mais quente
Chega ser difícil falar desse filme. "Azul é a cor mais quente" nao vem mostrar apenas uma estória de amor entre duas mulheres. Vem mostrar o quão dificil é amadurecer e amar, e não necessariamente nessa ordem.
Adèle é uma jovem como outra qualquer. Não sabe o que quer, mas também quer tudo ao mesmo tempo. Emma é um pouco mais velha, decidida e culturalmente desenvolvida. Quando se conhecem surge o amor. E também seus problemas.
"Azul" é o filme mais impressionante do ano. O sexo está fortemente presente, mas é so pano de fundo para trazer esse conto. Que, com atrizes sem maquiagem alguma (vemos até as imperfeições), ainda deixa a sensação de assistir um documentário. A cor azul não fica so no título ou nos cabelos de Emma, ela salta aos cenários, figurinos, até na fotografia. E traz um toque sutil ao "desaparecer" a medida que o casal vai se afastando. O que faz do espectador, um participante. As atuações são inexplicáveis. De uma sutileza ímpar. Sensíveis, elas se doam aos personagens e o tornam um so. Mérito também da direção mais que competente.
Sem lugar comum, sem atrizes plásticas e com um filtro lindo, "Azul" veio pra nos tirar um pouco dessas impressões "hollywoodianas".
O único ponto negativo é o excesso de closes, mas isso não compromete o resultado, tampouco a qualidade. Excepcional, define "La vie d'Adèle".
Wellingta M
Wellingta M

938 seguidores 257 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de junho de 2014
Um dos filmes mais perfeitos, mais ousados e mais verdadeiros que já assisti. Não consigo imaginar esse filme em outra língua, que não seja a francesa. Sair da sala de cinema completamente chapada com a atuação dessas duas atrizes talentosas e corajosas. Um filme libertador, pena que seja para poucos pois o preconceito ainda está nos olhos de muitos.
Jairo Moura
Jairo Moura

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2013
A condição de existência romântica impacta qualquer adolescente na fina flor dos seus hormônios, principalmente se sua sexualidade esta em xeque. Em Azul é a cor mais quente (La vie d’Adele), vemos um mix de sentimentos que intensificam e explodem em uma dinâmica fotográfica que beira a perfeição, e que nos intriga em cada detalhe, nos levando a bela história de Adèle.

Uma adolescente como qualquer outra, Adèle (Adèle Exarchopoulos) segue sua rotina diária para os estudos, onde seu círculo social mais forte são amigos, e onde é mais pressionada sobre sua sexualidade ao ser percebida com sua nova e até então amiga, Emma (Léa Seydoux), uma estudante de “belas artes” que chama a atenção pela coloração azul cintilante dos seus cabelos. Daí por diante Adèle se envolve cada vez mais com a moça de madeixas azuis, nos enroscando em um esplêndido drama de amor com três horas de duração.

O filme francês dirigido pelo diretor Abdellatif Kechiche, abusa dos closes, que de certa forma nos faz mais íntimos das personagens, nos mostrando cada detalhe, cada olhar, cada ação dos mesmos, inclusive as senas de sexo onde vemos cada mínimo detalhe do ato de tal modo que a relação sexual entre as personagens pareça uma obra de arte perfeita, que alias é o intuito de Kechiche, pois ele tenta mostrar todas as facetas de um romance, e ele consegue isso de modo esplêndido!

Mas quem rouba a cena são as protagonistas, com atuações memoráveis! Léa Seydoux faz seu melhor papel da carreira corajosamente encarnando uma personagem homossexual que mostra seus sentimentos de forma tão intensa, o que comprova o apelo e a entrega da atriz. E a estrela principal não fica atrás, Adèle Exarchopoulos carrega o filme nas costas, conseguindo passar ao público cada detalhe do crescimento do personagem, nos emocionando com cada expressão facial, desde sua demonstração no ato sexual até seu sorriso, o modo como arruma o cabelo, o choro descabido... tudo em plena perfeição! Sua atuação é a melhor do ano, e reforça que ela tem um grande caminho a trilhar nas telonas.

Azul é a Cor mais Quente, peca um pouco no final, nos deixando com a sensação de que poderia ter um desfecho diferente, o que não tira o brilho do merecido ganhador da Palma de Ouro de Cannes, que com exímio requinte nos mostrou que o amor não tem ditames e nem porquês... Mas sim que ele é intenso e lindo em todas as suas ramificações!
maric
maric

2 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de dezembro de 2013
Lindo, comovente, pela maneira como foi filmada intensa história de amor e seus contornos político-sociais, referências culturais, música, fotografia. Tudo irretocável, delicado, sensível, nada exacerbado, muito menos as belas cenas de sexo. A atuação das duas atrizes merece os prêmios a que têm sido nomeadas ou já ganharam. Pena a LSeydoux ter-se afastado do Kechiche e portanto da divulgação do filme. Reafirmo minha percepção inicial de que houve certa imaturidade profissional em declarações iniciais. Que as estão expondo, aí sim, de modo exacerbado, sobretudo àquela deplorável moral norte-americana. Vi a Léa sendo massacrada algumas vezes, e... sem reação compatível. As atrizes deveriam copiar o savoir-faire da Charlotte Gainsbourg, quando filma com o Lars.
Paola T.
Paola T.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de setembro de 2014
Sem sombra de dúvidas este é o filme mais intenso e inebriante dos últimos tempos. São três horas de cinematografia de tirar o fôlego, no qual as atrizes mergulham de cabeça nos seus personagens fazendo com que o telespectador se perca numa mistura de sensações acreditando ser um romance real. Inspirador, chocante, realista, carnal, dramático... essencialmente amor!
Sílvia Cristina A.
Sílvia Cristina A.

109 seguidores 45 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de março de 2014
"Azul é a cor mais quente" mergulha sem pudores e com muita sensibilidade no delicado universo de duas jovens que descobrem a si mesmas e ao mundo , por meio do amor . Embora Emma e Adèle sintam uma imediata atração que as conduzirá a um profundo romance , vemos gradativamente a relação se diluir ; vemos gradativamente o amor de ambas despencar em câmera lenta nos abismos das incompatibilidades. Emma é uma pintora ; uma artista ; uma mulher que se conhece ; que mergulha dentro dela mesma. Pertencente a uma família liberal e intelectualizada , Emma coloca a realização em primeiro lugar. Ela não tem medo de sorver a vida em goles fartos. Adèle é uma garota cheia de pontos de interrogação e lacunas. Apesar de apreciadora de livros , Adèle tende bem menos à reflexão. Ela vive , simplesmente isso. Talvez , a sua falta de autoconhecimento a tenha conduzido a uma estranha atitude que reconfigurará sua trajetória de vida. "Azul é a cor mais quente" é um singelo poema cinematográfico sobre o amor , a felicidade , as nossas escolhas e como atitudes impensadas podem mudar o nosso destino. É também uma visão realista sobre os relacionamentos afetivos: amar não é o bastante no mundo adulto.
Daiane F.
Daiane F.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de janeiro de 2014
Ótimo filme! Todas as cenas são intensas e muito realistas; roteiro muito bem escrito, onde toda fala,de cada personagem, tem um significado ligado ao contexto geral da história. As atrizes principais estão perfeitas em seus papeis, Léa Seydoux, foi a que mais me impressionou pela mudança em seu aspecto físico, ela e Emma são realmente pessoas diferentes.
Acho de extrema ignorância, ao longo de um filme de caráter tão profundo e sensível se ater apenas as cenas de sexo, como se tudo não passasse de um bacanal. A veracidade das cenas e dos personagens é maravilhosa; tudo se passa com naturalidade. Acredito que o filme não se restrinja a pegação entre duas lésbicas e sim à uma história de amor como qualquer outra. A diferença é que a nossa sociedade pseudo conservadora tem mania taxar como errado tudo que é diferente do que está acostumado ou do que fizeram-no acreditar que era errado.
A longa duração do filme é perfeita, e nos leva a ficar cada vez mais envolvidos com a trama. A passagem do tempo, mostra as dificuldades que Adéle enfrentou em cada fase da sua vida, como teve que lidar com as emoções e desejos de uma menina que procura se encontrar de alguma maneira; de certa forma isso acontece em seu relacionamento com Emma que é uma moça mais velha e que teve uma educação diferente da sua, é como se elas aprendessem diversas coisas juntas, a partir de suas diferenças.
Porém, o seu medo da insegurança, como diz a mãe de Emma em certa parte do filme, faz com que ela se sinta ameaçada por acreditar não corresponder as expectativas da amada levando-a a acreditar que alguém da mesma profissão que a sua e interesses em comum, possa ampara-lá caso Emma a rejeite.
Durante todo o longa estão representadas emoções que ao menos uma vez na vida, todas nós mulheres já sentimos independente da opção sexual. Dúvida, insegurança, curiosidade, impulsividade, desejo, arrependimento. Todos estamos sujeitos a isso, Adéle apenas faz uma escolha diferente do que a maioria julga certo; no entanto o que importa é que isso é certo para ela e a faz bem.
Repito, um ótimo filme! que ao meu ver não busca a banalização do homossexualismo, do sexo. Mostra apenas a realidade como é afinal, as pessoas não se apaixonam pela aparência ou conta bancária, e sim pela personalidade por tudo de bom que o parceiro pode vir acrescentar a sua vida, ou ao menos é assim que deveria ser.
Biia T.
Biia T.

37 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2014
cara, o filme é otimo !! Apesar de um pouco pornografico, mostra q homosexuais tbm tem o direito de amar e ser feliz !! para aqueles q tem preconceito, vale a pena assistir!!
Andréia M
Andréia M

18 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de dezembro de 2013
Excelente filme. O amor entre duas mulheres apresentado com uma enorme beleza e voracidade.
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