Azul é a Cor Mais Quente
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4,2
1832 notas

135 Críticas do usuário

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Hernane B.
Hernane B.

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5,0
Enviada em 25 de dezembro de 2013
Filme ótimo, principalmente pra quem ver além do romance. Adèle e Emma são de realidade diferentes. Este furioso amor vive lutas por influência do contexto sócio-cultural que cada uma vem.
Gisele P.
Gisele P.

8 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de dezembro de 2013
Sensacional o filme, as atrizes trabalharam incrivelmente. Adorei!!!
Aryelle  A.
Aryelle A.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de abril de 2014
É uma história de amor bem peculiar, sem um aparente final feliz ou trágico, mas mesmo assim uma bela história de amor, que é vivida intensamente enquanto dura e bem sentida quando acaba. O filme é maravilhoso, vale muito a pena assistir, eu, particularmente, amei.
Ronie G.
Ronie G.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de dezembro de 2013
Ótimo filme. Sensível e com ótima fotografia. As atuações da dupla principal são sensacionais.
Dog Salino
Dog Salino

9 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de dezembro de 2013
Azul é, definitivamente, a cor mais quente
Chega ser difícil falar desse filme. "Azul é a cor mais quente" nao vem mostrar apenas uma estória de amor entre duas mulheres. Vem mostrar o quão dificil é amadurecer e amar, e não necessariamente nessa ordem.
Adèle é uma jovem como outra qualquer. Não sabe o que quer, mas também quer tudo ao mesmo tempo. Emma é um pouco mais velha, decidida e culturalmente desenvolvida. Quando se conhecem surge o amor. E também seus problemas.
"Azul" é o filme mais impressionante do ano. O sexo está fortemente presente, mas é so pano de fundo para trazer esse conto. Que, com atrizes sem maquiagem alguma (vemos até as imperfeições), ainda deixa a sensação de assistir um documentário. A cor azul não fica so no título ou nos cabelos de Emma, ela salta aos cenários, figurinos, até na fotografia. E traz um toque sutil ao "desaparecer" a medida que o casal vai se afastando. O que faz do espectador, um participante. As atuações são inexplicáveis. De uma sutileza ímpar. Sensíveis, elas se doam aos personagens e o tornam um so. Mérito também da direção mais que competente.
Sem lugar comum, sem atrizes plásticas e com um filtro lindo, "Azul" veio pra nos tirar um pouco dessas impressões "hollywoodianas".
O único ponto negativo é o excesso de closes, mas isso não compromete o resultado, tampouco a qualidade. Excepcional, define "La vie d'Adèle".
Ana B.
Ana B.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de dezembro de 2013
Perfeito! História comovente, temos que quebrar os tabus! :)
Jairo Moura
Jairo Moura

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2013
A condição de existência romântica impacta qualquer adolescente na fina flor dos seus hormônios, principalmente se sua sexualidade esta em xeque. Em Azul é a cor mais quente (La vie d’Adele), vemos um mix de sentimentos que intensificam e explodem em uma dinâmica fotográfica que beira a perfeição, e que nos intriga em cada detalhe, nos levando a bela história de Adèle.

Uma adolescente como qualquer outra, Adèle (Adèle Exarchopoulos) segue sua rotina diária para os estudos, onde seu círculo social mais forte são amigos, e onde é mais pressionada sobre sua sexualidade ao ser percebida com sua nova e até então amiga, Emma (Léa Seydoux), uma estudante de “belas artes” que chama a atenção pela coloração azul cintilante dos seus cabelos. Daí por diante Adèle se envolve cada vez mais com a moça de madeixas azuis, nos enroscando em um esplêndido drama de amor com três horas de duração.

O filme francês dirigido pelo diretor Abdellatif Kechiche, abusa dos closes, que de certa forma nos faz mais íntimos das personagens, nos mostrando cada detalhe, cada olhar, cada ação dos mesmos, inclusive as senas de sexo onde vemos cada mínimo detalhe do ato de tal modo que a relação sexual entre as personagens pareça uma obra de arte perfeita, que alias é o intuito de Kechiche, pois ele tenta mostrar todas as facetas de um romance, e ele consegue isso de modo esplêndido!

Mas quem rouba a cena são as protagonistas, com atuações memoráveis! Léa Seydoux faz seu melhor papel da carreira corajosamente encarnando uma personagem homossexual que mostra seus sentimentos de forma tão intensa, o que comprova o apelo e a entrega da atriz. E a estrela principal não fica atrás, Adèle Exarchopoulos carrega o filme nas costas, conseguindo passar ao público cada detalhe do crescimento do personagem, nos emocionando com cada expressão facial, desde sua demonstração no ato sexual até seu sorriso, o modo como arruma o cabelo, o choro descabido... tudo em plena perfeição! Sua atuação é a melhor do ano, e reforça que ela tem um grande caminho a trilhar nas telonas.

Azul é a Cor mais Quente, peca um pouco no final, nos deixando com a sensação de que poderia ter um desfecho diferente, o que não tira o brilho do merecido ganhador da Palma de Ouro de Cannes, que com exímio requinte nos mostrou que o amor não tem ditames e nem porquês... Mas sim que ele é intenso e lindo em todas as suas ramificações!
Cinthia Alencar
Cinthia Alencar

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de dezembro de 2013
Uiiiiiii .. Vai ser qenteee o filme heimm .. Azul acabou de virar minha cor favoritaaa haha ..

8
maric
maric

2 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de dezembro de 2013
Lindo, comovente, pela maneira como foi filmada intensa história de amor e seus contornos político-sociais, referências culturais, música, fotografia. Tudo irretocável, delicado, sensível, nada exacerbado, muito menos as belas cenas de sexo. A atuação das duas atrizes merece os prêmios a que têm sido nomeadas ou já ganharam. Pena a LSeydoux ter-se afastado do Kechiche e portanto da divulgação do filme. Reafirmo minha percepção inicial de que houve certa imaturidade profissional em declarações iniciais. Que as estão expondo, aí sim, de modo exacerbado, sobretudo àquela deplorável moral norte-americana. Vi a Léa sendo massacrada algumas vezes, e... sem reação compatível. As atrizes deveriam copiar o savoir-faire da Charlotte Gainsbourg, quando filma com o Lars.
Daniele Milena S.
Daniele Milena S.

14 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de junho de 2015
Azul é um filme autêntico e bem real. Voltado para um cotidiano verdadeiro.
amei
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