Azul é a Cor Mais Quente
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4,2
1830 notas

135 Críticas do usuário

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Raphael M.
Raphael M.

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5,0
Enviada em 27 de dezembro de 2014
Um filme excelente, sem grande orçamento, de reflexão provocante. Não tenho muito o que dizer, amei.
Ana Flávia L.
Ana Flávia L.

61 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de novembro de 2014
Azul, azul, azul! Ah, esse filme é uma delicia. Francesas são maravilhosas. Um dos melhores filmes LGBT na minha opinião, fotografia de tirar o fôlego. Preferido!
Maayara A.
Maayara A.

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de novembro de 2014
Muito bom!! Sem palavras  recomendo super
Carolina R.
Carolina R.

5 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de novembro de 2014
O filme retrata a realidade em detalhes. Surpreendente!
Paola T.
Paola T.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de setembro de 2014
Sem sombra de dúvidas este é o filme mais intenso e inebriante dos últimos tempos. São três horas de cinematografia de tirar o fôlego, no qual as atrizes mergulham de cabeça nos seus personagens fazendo com que o telespectador se perca numa mistura de sensações acreditando ser um romance real. Inspirador, chocante, realista, carnal, dramático... essencialmente amor!
Gabriel M.
Gabriel M.

14 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de agosto de 2014
ótimo porno para se assistir num final de semana monótono, cenas de sexo muito boas e bem trabalhadas.
Elaine L.
Elaine L.

17 seguidores 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de agosto de 2014
Amei. Não conhecia a polêmica em torno do filme, assisti pq achei o enredo interessante e me surpreendi positivamente... Há sim cenas de sexo explícito - e muitas - mas todas fazem parte de um contexto, elas são o pano de fundo para entendermos bem o que se passa no íntimo de Adele.... O sexo está presente assim como o lirismo, mas este parece que as pessoas que criticam o longa não veem... Na verdade, é uma bela - e triste - história de amor (mas não são as histórias de amor todas tristes?). Assisti às três horas de filme como se fossem 40 minutos. Vi Adele, uma simples adolescente no início, se transformar numa mulher apaixonada pela profissão e pela namorada. Vi também Adele indo embora. Chorei com a sua história e confesso que passei muitas horas depois mastigando e digerindo tudo o que me foi apresentado. Lindo fillme. Recomendo.
Wellingta M
Wellingta M

938 seguidores 257 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de junho de 2014
Um dos filmes mais perfeitos, mais ousados e mais verdadeiros que já assisti. Não consigo imaginar esse filme em outra língua, que não seja a francesa. Sair da sala de cinema completamente chapada com a atuação dessas duas atrizes talentosas e corajosas. Um filme libertador, pena que seja para poucos pois o preconceito ainda está nos olhos de muitos.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 29 de junho de 2014
Duas jovens descobrindo o amor,quebrando tabu no mundo da filme polêmico,mais de arrancar suspiro.Ótimo filme,só achei que podia ter mais cenas picantes e menos duração e aprofundar mais na relação entre as duas personagem principal.
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de junho de 2014
Infelizmente apesar de tanta evolução tecnológica não conseguimos evoluir interiormente. Até hoje o ser humano não aceita que cada um tem o tão famoso livre arbítrio. Basta tocar no assunto sobre a sexualidade que começa a incomodar. Até hoje, mesmo que se tenha melhorado, em conversas, sentimos uma não aceitação da escolha sexual por iguais. Eu não estou falando de religião e sim da aceitação por parte do ser humano. Azul é a cor mais quente se torna um manifesto sobre a descoberta interior de um ser humano.
Adele (Adèle Exarchopoulus) é uma garota que conhece sua sexualidade (pensa que sabe). Ao sair com um garoto de seu colégio, pela primeira vez, se sente incompleta na hora do sexo. Há algo que faltou naquele momento. Ao encontrar em um bar uma mulher de cabelos azuis, chamada Emma vivida pela atriz Léa Seydoux, (mulher essa que ela já havia cruzado na rua) se tornarão muito mais que amigas e a partir desse encontro Adele fará uma jornada interior para se auto descobrir.
Neste filme premiado em Cannes 2013, assistimos a um crescimento emocional de nossa protagonista Adele através de sua descoberta sexual. Mais do que isso, nas três horas que seguem, seremos testemunhas de um crescimento emocional, degrau por degrau, construído de maneira cadenciada, de uma personagem extremamente palpável. A interpretação das duas atrizes é intenso e real. Onde as cenas de sexo não são gratuitas e sim vem nos mostrar um envolvimento emocional vigoroso entre ambas. Uma entrega física incrível mostrando descobertas de um prazer ainda não tocado pela nossa protagonista Adele. Cada troca de olhar reflete no rosto da outra um amor inquestionável ou uma tristeza irreparável. Adele vai se autodescobrindo, mas ao mesmo tempo experimentando ambos os lados para chegar ao final, apesar de um viés claro para um lado, ainda gerar um mínimo de dúvidas sobre o futuro de sua sexualidade. Por isso o filme se torna tão real. Tão humano. Em qualquer momento de nossa vida a experimentação pode ser muito mais um acerto para a felicidade do que um erro (é óbvio que essa generalização está sujeita a inúmeras exceções e sabendo disso a generalização é uma forma de sugestão e não de definição).
Inspirado na história em quadrinhos "Le Bleu Est Une Couleur Chaude" de Julie Maroh, o roteiro adaptado pelo diretor Abdellatif Kechiche com Ghalya Lacroix utiliza as interrogações na sala de aula para preparar cenas que estão por vir. Utiliza a cor azul praticamente em todo quadro do filme. Há raras cenas que não tenha esta cor ao fundo. Destaco a cena em que Adele está no mar, rodeado por um azul em que até seu cabelo parece se tornado azul. Uma evidência de o quanto Emma está na vida dela. Abdellatif transforma através de uma iluminação fria a falta de conhecimento interior de Adele e quando ela encontra Emma no bar utiliza uma iluminação quente, enaltecendo esse amor que está por vir. O preconceito é obvio que esteja no filme e também é importante que realmente esteja. Não gostar do que dizem que é certo ainda incomoda a sociedade.
Um filme sensível, realista e com uma bonita história de amor. Muito bem construído e que além de falar de preconceito traduz em imagens uma descoberta/crescimento emocional pouco visto na história do cinema.
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